Caminhoneiros ameaçam greve a partir de 1º de novembro

Mobilização não reúne todas as entidades que representam a categoria
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Caminhoneiros decidiram iniciar, no 1º de novembro, uma paralisação que deve durar 15 dias, caso suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo. A decisão aconteceu neste sábado (16), após o Encontro Nacional dos Caminhoneiros Autônomos e Celetistas, no Rio de Janeiro.

O grupo pede a diminuição do preço do diesel, a “defesa da constitucionalidade do Piso Mínimo de Frete” e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS.

À frente das articulações com o Governo Federal está o deputado federal Nereu Crispim (PSL), presidente da Frente Parlamentar Mista dos Caminhoneiros Autônomos e Celetistas. Em sua conta no Twitter, Crispim escreveu: “Nenhuma das reivindicações acordadas na ocasião da paralisação de 2018 foram atendidas”, e marcou representantes políticos como o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, e alguns veículos de imprensa.

Os caminhoneiros autônomos têm sinalizado possíveis paralisações desde o primeiro semestre. A Petrobras anunciou no final de setembro, o aumento de 9% no valor médio do diesel vendido nas refinarias. A greve não é apoiada pela Associação Brasileira dos Caminhoneiros.

O encontro reuniu membros da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística, do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas e da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores. As entidades estão ligadas aos caminhoneiros que participaram da greve de 2018.

Por TV Cultura

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