Doações são principal forma de investimento em filantropia

Estudo foi realizado em sete países, incluindo Brasil
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A doação é a principal forma de investimento em filantropia, segundo estudo realizado em sete países da América Latina, incluindo o Brasil. O levantamento “Investimento Social e Impacto no Brasil” mostra que 31% dos recursos são investidos desta forma. Outros 25% são híbridos, 22% dívida e 19% equity.

Os dados foram compilados pela Latimpacto, rede multissetorial latinoamericana que reúne mais de 100 filantropos e investidores sociais de toda a região. O levantamento aborda como os atores envolvidos no universo de venture philanthropy (investimento para impacto) estão colocando em prática uma implementação mais estratégica dos recursos financeiros e não financeiros, com base em casos mapeados regionalmente, que enaltecem formas inovadoras e híbridas de investimento social.

Greta Salvi, diretora da Latimpacto no Brasil (Divulgação)

O estudo, iniciado em 2020, traz uma diversidade de atores e modelos de investimento para fomentar soluções de impacto socioambiental, seja em doações ou investimento de impacto, a fim de conectar a filantropia com o mercado financeiro.

“O Brasil, por exemplo, é visto como um dos países mais inovadores da região em impacto social. Dessa forma, é possível aprender e ensinar com estas vivências”, destaca Greta Salvi, diretora da Latimpacto no Brasil.

Ao analisar características gerais dos casos estudados, a entidade constatou que 73% deles contam com a teoria da mudança – termo utilizado para designar ferramentas que auxiliam na organização, estruturação e planejamento de iniciativas sociais a longo prazo.

“Desta forma, é possível consolidar estratégias e atingir resultados mais eficientes por meio da aplicação de conhecimentos dos setores privado, social e público, visando um maior impacto ao final do processo”, conclui Salvi.

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