Bolsonaro propõe reforma administrativa para cortar gastos

Candidato diz que vai combater fraude em programas sociais.
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Douglas Correa/Agência Brasil

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, fala à imprensa após gravação de campanha, no bairro Jardim Botânico, Rio de Janeiro.
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, postou que pretende fazer uma reforma administrativa se for eleito (Fernando Frazão/Agência Brasil)

O candidato do PSL, Jair Bolsonaro disse hoje (12), nas redes sociais, que, caso eleito, pretende fazer uma reforma administrativa para com a reduzir a remanejar “gastos desnecessários”, além de destinar recursos para as áreas essenciais e combater fraudes.

Segundo ele, o corte de gastos passará pela diminuição de estatais e ministério. E irá priorizar nomes técnicos e capacitados para chefiar as pastas, “sem pressões de viés sindicalista”.

“Muito além de fazer, vamos desfazer o sistema falido e corrupto que o PT construiu”, disse.

Bolsonaro afirmou que vai combater as fraudes em programas sociais para garantir maior renda “aos mais necessitados”. “Descentralizando recursos, estados e municípios terão maior autonomia financeira para atender as peculiaridades de cada região do país”. 

Em outro post na internet, o candidato disse que “vamos combater o crime organizado e trabalhar para impedir que presos continuem controlando seus empregados de dentro dos presídios”. 

Na noite de ontem (11), o candidato confirmou, também redes sociais, a criação de um superministério, que irá fundir Agricultura e Meio Ambiente.

Depois de encontro com empresários e políticos ligados ao agronegócio, Bolsonaro disse que o compromisso foi consolidado. “Tem que ser uma pessoa competente, com autoridade e que tenha iniciativa”, disse o candidato.

Antes, ele já tinha confirmado os nomes de outros integrantes de um eventual ministério. Bolsonaro admitiu também a possibilidade de não participar de debates no segundo turno por questões de estratégia, mesmo que seja liberado pelos médicos na próxima avaliação, no dia 18, para fazer campanha nas ruas e participar de debates na TV. 

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