Com aumento de casos de Covid-19, PT defende adiar Enem

Quase 6 milhões de alunos devem prestar a prova, além de funcionários envolvidos
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As bancadas do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados e no Senado Federal defendem o adiamento da aplicação das provas do  Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) devido ao agravamento da crise sanitária causada pela Covid-19 – que, só no Brasil, já matou mais de 200 mil pessoas. As provas seriam aplicadas, inicialmente, em novembro do ano passado; devido à pandemia, o MEC decidiu, em julho, adiar para os dias 17 e 24 de janeiro deste ano.

Em nota publicada na última sexta-feira (8), o partido lembra que o exame engloba um universo de cerca de 5,8 milhões de candidatos, além dos trabalhadores envolvidos na logística de aplicação das provas. Além dos riscos de transmissão da Covid-19, os representantes da legenda apontam, ainda, a possibilidade de agravamento das desigualdades educacionais no País.

“Como o Enem é a principal porta de acesso ao ensino superior e o Governo Federal não implementou nenhuma política consistente para assegurar o acesso dos estudantes das escolas públicas a atividades pedagógicas não presenciais, a realização do Enem neste momento aprofundará as desigualdades educacionais, desestimulando estudantes e projetos de vida”, diz a nota.

Os parlamentares afirmam que estão em sintonia com o posicionamento de entidades representativas dos estudantes brasileiros e trabalhadores em educação, como a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e o Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE), além da Defensoria Pública da União (DPU), que acionou a Justiça Federal para requerer o adiamento do Enem.

A nota é assinada pelos líderes do partido nas duas Casas: deputado Ênio Verri (PR) e senador Rogério Carvalho (SE).

Por Agência Câmara de Notícias

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