Justiça afasta funcionários da Fundação Casa suspeitos de agressão

Caso é investigado pelo Ministério Público, em Franca
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(Arquivo/Reprodução)

A Justiça de São Paulo afastou três funcionários da Fundação Casa de Franca, no interior de São Paulo. O Tribunal de Justiça (TJ-SP) atendeu a um pedido do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP). O diretor, um coordenador e um agente de apoio socioeducativo são investigados por suspeita de irregularidades cometidas contra reeducandos.

Segundo nota do MP-SP, depois da divulgação, em 10 de janeiro, de notícia dando conta da ocorrência de agressões, ameaças e constrangimentos contra adolescentes, o Ministério Público realizou inspeção extraordinária na unidade de internação da Fundação Casa de Franca. “Na ocasião, foi realizada oitiva de oito funcionários e quatro adolescentes, além da coleta de documentos. Na sequência, a instituição pediu à primeira instância o afastamento dos envolvidos, mas o pleito foi inicialmente negado”, esclarece a nota.

Apesar da negativa em primeira instância, a promotoria da Infância e Juventude recorreu ao TJ-SP, que entendeu pelo imediato afastamento dos funcionários. O promotor de Justiça Anderson Ogrizio afirmou, por meio de comunicado, que “agora o procedimento para apuração completa das irregularidades poderá prosseguir sem o risco de novos atentados à integridade e à dignidade de adolescentes e funcionários ou qualquer prejuízo à completa apuração dos fatos”.

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