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Profissionais de saúde fazem curso para lidar com escorpiões

Brasil registrou 141 mil picadas de escorpião em 2018.
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(Ministério da Saúde/Divulgação)

O Instituto Butantan, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde e um dos maiores centros de pesquisa do mundo, realiza nesta terça-feira (29), na capital paulista, um curso inédito sobre escorpiões. De acordo com os organizadores, a iniciativa contará com a participação de aproximadamente 200 técnicos de zoonoses e profissionais da área.

Vale destacar que a ação ocorre em razão da proliferação dos animais, sobretudo nas cidades, e do aumento dos acidentes. O território brasileiro registrou crescimento de 54% no número total de atendimentos por picada de escorpião em 2018 (141 mil casos) se comparado com o ano de 2016 (91 mil). São Paulo foi o segundo no ranking de acidentes de 2018 no Brasil, atrás da Bahia.



“Como referência no setor, o Butantan não poderia deixar de exercer um papel importante no contexto da saúde pública, ao compartilhar informação de qualidade com os profissionais da linha de frente do combate à questão”, ressalta o coordenador do Centro de Ensino do Instituto Butantan, Paulo Nico Monteiro.

“Nosso objetivo é atualizar os profissionais, que atuam em várias cidades, para que possam realizar atividades na vigilância e controle de escorpiões” salienta a coordenadora do Núcleo de Venenos e Antivenenos do Instituto Butantan e diretora do Laboratório de Artrópodes, a médica Fan Hui Wen.

Conteúdo

A programação do curso engloba tópicos relacionados à biologia, hábitos e formas de reprodução dos animais, técnicas de coleta e política de controle, produção de soro e indicações de uso, além da política de distribuição de soros no Estado, entre outros.

No intervalo do almoço, será realizada uma atividade interativa, na qual serão apresentados exemplares de espécies e materiais utilizados no manuseio dos animais. Embora a picada tenha consequências leves na maioria dos casos, há uma preocupação com crianças de até doze anos e idosos, mais suscetíveis a complicações. No ano passado, doze paulistas morreram em decorrência da picada de escorpião.

O Instituto Butantan é o maior produtor de soro anti-escorpiônico do Brasil (500 mil frascos-ampôlas por ano), fornecendo o produto ao Ministério da Saúde, responsável pela distribuição na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). O soro é feito à base do veneno retirado de 10 mil escorpiões criados no biotério da entidade.

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