Bolsonaro diz que Trump “não é a pessoa mais importante do mundo”

Siga cada acontecimento da eleição nos Estados Unidos via Deutsche Welle
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20:00 – Protestos se espalham nos EUA

A polarização política nos Estados Unidos não se reflete apenas na contagem acirrada dos votos das eleições presidenciais, mas também nas ruas, enquanto apoiadores do presidente Donald Trump e do candidato democrata Joe Biden realizam protestos no país pelo segundo dia consecutivo.

Manifestantes pró-Biden se reúnem sob a demanda de “Contem todos os votos”, acreditando que uma apuração completa e rigorosa mostrará a vitória do ex-vice-presidente democrata.

Enquanto isso, apoiadores fiéis de Trump rebatem essa ideia com gritos de “Protejam os votos”, em apoio aos esforços da campanha republicana para que algumas categorias de cédulas, incluindo alguns votos enviados pelo correio, sejam descartadas da contagem. Leia mais

18:30 – Biden pede paciência e defende que todos os votos sejam contados

O candidato democrata Joe Biden defendeu nesta quinta-feira (05/11) que “todas as cédulas devem ser contadas”, enquanto seu adversário Donald Trump pede a interrupção das apurações.

Em pronunciamento, o ex-vice-presidente disse não ter dúvidas de que ele será declarado vencedor das eleições presidenciais ao fim da contagem, e pediu calma e paciência aos americanos.

“Não temos dúvidas de que quando a contagem terminar, a senadora Harris e eu seremos declarados os vencedores”, afirmou, referindo-se à sua vice, Kamala Harris. “A democracia às vezes é confusa, e às vezes requer um pouco de paciência também. […] Saberemos muito em breve.”

15:10 – Liderança de Trump na Pensilvânia diminui

A liderança do presidente Donald Trump na Pensilvânia caiu significativamente nas últimas 48 horas. Agora, ele está cerca de 115.000 votos à frente do democrata Joe Biden na apuração do estado, mas a certa altura chegou a ter mais de 600.000 votos a mais.

A explicação pode estar nas cédulas enviadas pelo correio, que estão sendo contadas agora e claramente favorecem Biden. A Pensilvânia dá ao vencedor 20 votos no Colégio Eleitoral, suficientes para o democrata ser eleito o próximo presidente dos Estados Unidos.

14:35 – Biden mantém liderança em Nevada

Com 87% dos votos apurados em Nevada, segundo o New York Times, a vantagem de Biden no estado aumentou. Ele tem agora quase 12 mil votos a mais do que Trump.

14:15 – Recontagens automáticas podem atrasar ainda mais o resultado final

Os resultados no Arizona e na Geórgia podem ser conhecidos nas próximas horas, mas mesmo assim o resultado final pode ficar em aberto porque esses dois estados, como também outros, preveem recontagens quando a diferença entre os candidatos é muito pequena.

No Arizona, a recontagem é automática se a diferença for menor ou igual a 0,1 ponto percentual. Na Geórgia, a recontagem pode ser solicitada por um candidato se a diferença for de 1 ponto percentual.

14:05 – Trump pede para parar a contagem

Com a vantagem de Biden se solidificando, o presidente Donald Trump voltou ao Twitter para pedir a interrupção da contagem de votos. “PAREM A CONTAGEM!”, escreveu. Foi o primeiro tuíte dele nesta quinta-feira.

https://twitter.com/realDonaldTrump/status/1324353932022480896

13:50 – Biden se aproxima de Trump na contagem da Geórgia

Os democratas viram suas esperanças de vencer aumentarem com os novos números divulgados na Geórgia. A vantagem de Trump caiu para menos de 15 mil votos, e a maioria dos que restam ser contados estão em áreas que costumam votar nos democratas. O estado já apurou 98% dos votos, segundo o New York Times.

13:15 – Por que em alguns sites Biden tem 264 delegados e, em outros, 253?

O processo de escolha de um presidente nos Estados Unidos já é confuso, e para confundir ainda mais, sites de notícias estão apresentando resultados diferentes para o número de delegados do Colégio Eleitoral conquistados por cada candidato.

Alguns, como a DW, afirmam que o democrata Joe Biden já tem 264 delegados dos 270 necessários. Outros dizem que ele está em 253. Isso acontece porque os primeiros incluem os 11 delegados do Arizona, ao passo que os outros afirmam que nesse estado o resultado ainda está em aberto.

Nos Estados Unidos, não há um sistema eleitoral central de contagem e divulgação, a exemplo do TSE no Brasil. Assim, algumas empresas de comunicação criam suas próprias centrais, que anunciam, para fins de cobertura jornalística, quem venceu num estado.

A DW e várias outras empresas, como o jornal britânico The Guardian e a emissora alemã ARD, usam as informações da agência de notícias Associated Press (AP). Mas há outras centrais de contagem, como as das emissoras NBC e Fox News.

No caso desta eleição, a Fox News atribuiu o Arizona para Biden no fim da noite de quarta-feira (horário da costa leste dos EUA). Já na madrugada de quinta-feira, a AP fez o mesmo. A CNN e o New York Times, por exemplo, ainda não se decidiram.

Assim, sites de todo o mundo que se orientam pela AP, como a DW, já dão 264 delegados para o democrata. Outros ainda estão totalizando 253. A agência de notícias Reuters ainda não atribuiu Arizona e Wisconsin a Biden e conta, assim, 243 delegados para o republicano.

A AP justificou sua decisão afirmando que os votos que ainda restam a serem contados no Arizona não mudarão mais o resultado nesse estado.

12:30 – Os cenários possíveis para Biden e Trump na reta final

Tanto o presidente Donald Trump como o democrata Joe Biden ainda podem vencer a eleição presidencial , mas o caminho de um é bem mais difícil do que o do outro. Leia mais

09:25 – Observadores internacionais descartam fraude na eleição e criticam Trump

Observadores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) descartaram enfaticamente a possibilidade de fraude na eleição dos Estados Unidos e disseram que as acusações do presidente Donald Trump ao processo eleitoral prejudicam a confiança do público americano nas instituições democráticas.

Em entrevista à DW, a chefe da missão, Urszula Gacek, afirmou não ter encontrado evidências de falha sistêmica no processamento dos votos pelo correio e disse não ter visto um único incidente irregular na Pensilvânia, onde a campanha de Trump contesta a contagem.

“Nas suas declarações, Trump minou a confiança do eleitor no processo eleitoral. Isso é um fato, isso está gravado”, declarou Gacek à DW, acrescentando que o desafio agora é reconstruir essa confiança.

Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (04/11), a missão afirmou que “alegações infundadas de deficiências sistemáticas, particularmente por parte do presidente em exercício, inclusive na noite das eleições, prejudicam a confiança do público nas instituições democráticas”.

Segundo a missão, garantir a contagem de todos os votos é uma obrigação fundamental de todos os setores do governo.

A missão de observadores elogiou o processo eleitoral em si, afirmando que ele foi “competitivo e bem administrado”, apesar dos inúmeros desafios impostos pela pandemia do novo coronavírus.

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