Bolsonaro diz que Trump “não é a pessoa mais importante do mundo”

Siga cada acontecimento da eleição nos Estados Unidos via Deutsche Welle
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07:50 – Apoiadores de Trump se reúnem diante de centros de contagem de votos em Michigan e Arizona

Dezenas de apoiadores do presidente Donald Trump se reuniram diante de centros de contagem de votos em Detroit, no estado de Michigan, e Phoenix, no Arizona, nesta quarta-feira (04/11), após resultados parciais se mostrarem desfavoráveis ao republicano. Ao mesmo tempo, milhares de manifestantes anti-Trump saíram às ruas de cidades do país exigindo a contagem completa dos votos.

“Parem a contagem!”, gritaram apoiadores de Trump em Detroit. “Parem o roubo!”, disseram em Phoenix.

Os manifestantes em Phoenix, alguns armados, encheram boa parte do estacionamento diante do centro eleitoral do condado de Maricopa, com alguns deles gritando “A Fox News é uma droga”, numa atitude de revolta por a emissora ter declarado Joe Biden vencedor no Arizona.

Análise: A eleição nos EUA poderá ser decidida na Justiça?

Caminho jurídico é bem mais complexo este ano do que foi em 2000, afirmam especialistas. Vários estados estão sendo disputados de forma acirrada, e não apenas um. Leia mais

0:40 – Nevada só deve divulgar resultados na tarde de quinta-feira 

Depois de dizer que liberaria novas parciais da apuração ainda nesta quarta, a comissão eleitoral do estado de Nevada recuou e agora afirma que só divulgará novos dados na tarde de quinta-feira (14h em Brasília). Nevada tem seis votos no Colégio Eleitoral. Por enquanto, 86% das urnas foram apuradas, com uma leve vantagem para o democrata Joe Biden. 

0:30 – Nova York é palco de protestos contra tentativas de Trump de parar apuração

Com o grito de “todos os votos contam, contem todos os votos”, centenas de pessoas se concentraram nesta quarta-feira nas escadarias da Biblioteca Pública de Nova York, na Quinta Avenida de Manhattan, para denunciar as tentativas do presidente Donald Trump de frear a apuração das eleições em estados decisivos. 

23:40 – “Esperança é a última que morre”, diz Bolsonaro sobre eleição nos EUA

Fã declarado de Donald Trump, o presidente Jair Bolsonaro disse na noite desta quarta-feira (04/11) que “a esperança é a última que morre” ao falar da apuração das eleições americanas, que mostram seu colega americano em desvantagem em relação ao desafiante democrata Joe Biden.

“A gente tá aqui com o coração na mão com o que tá acontecendo nos Estados Unidos”, disse Bolsonaro para apoiadores em frente ao Palácio Alvorada. “A esperança é a última que morre”.

23:12 – Biden diz que EUA voltarão ao Acordo Climático de Paris

O democrata Joe Biden afirmou que, caso seja eleito, pretende fazer com que os EUA voltem ao Acordo de Paris. O governo americano deixou formalmente o acordo nesta quarta-feira, se tornando o primeiro país do mundo a abandonar o pacto climático internacional firmado há cinco anos para controlar as emissões que causam o aquecimento global.

“Hoje, o governo Trump deixou oficialmente o Acordo Climático de Paris. E em exatamente 77 dias, um governo Biden vai reintegrá-lo”.

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O presidente americano, Donald Trump, anunciou há mais de três anos a intenção de deixar o acordo e notificou a ONU sobre o início do processo de retirada há exatamente um ano.

Trump prometeu que deixaria o acordo – assinado por cerca 189 países – com o argumento de que o pacto colocaria a economia e os trabalhadores americanos em “permanente desvantagem”.

23:40 – “Esperança é a última que morre”, diz Bolsonaro sobre eleição nos EUA

Fã declarado de Donald Trump, o presidente Jair Bolsonaro disse na noite desta quarta-feira (04/11) que “a esperança é a última que morre” ao falar da apuração das eleições americanas, que mostram seu colega americano em desvantagem em relação ao desafiante democrata Joe Biden.

“A gente tá aqui com o coração na mão com o que tá acontecendo nos Estados Unidos”, disse Bolsonaro para apoiadores em frente ao Palácio Alvorada. “A esperança é a última que morre”.

21:25 – Campanha de Trump quer barrar contagem na Geórgia

Trump quer agora interromper contagem na Geórgia, que tem 16 votos em jogo, segundo a agência AP. 

Ele está à frente no estado, mas sua vantagem tem diminuído, com 95% das urnas apuradas. Republicanos também estão tentando barrar contagem em Michigan e na Pensilvânia.

18:35 – Biden vence em Michigan, segundo projeção da CNN. 

16 votos estão em jogo. Resultado pode aproximar democrata ainda mais dos 270 necessários. Estado foi decisivo para Trump em 2016 e a campanha republicana diz que vai pedir interrupção da contagem. 

18:30 – Biden reconhece vantagem, mas evita declarar vitória. 

Joe Biden disse nesta tarde que espera ser o vencedor quando a contagem de votos acabar.

“Não vou declarar que ganhei, mas acredito que vencerei quando a apuração acabar. Competi como democrata, mas vou governar como um presidente americano. É hora de deixar a campanha para trás. Não somos inimigos.” 

“Depois de uma longa noite, é claro que temos os estados necessários para chegar a 270 delegadoos. Não estou aqui para declarar que vencemos, mas quando o escrutínio terminar, nós venceremos”, disse.

17:50 – Trump também quer interromper contagem na Pensilvânia

A campanha de Donald Trump anunciou que vai recorrer à Justiça para interromper a contagem de votos no estado-chave da Pensilvânia. 

“Há coisas erradas acontecendo na Pensilvânia”, afirmou o diretor de campanha adjunto Justin Clark, citado pelo jornal The Guardian. “Os democratas estão criando esquemas para desfavorecer o presidente e retirar votos republicanos.”

Por enquanto, Trump segue na frente no estado, com 52,3% dos votos já apurados. Mas só 83% das urnas foram apuradas e há expectativa de que o democrata Joe Biden diminua a desvantagem conforme votos que foram enviados pelo correio sejam contabilizados.

Mais cedo, a campanha de Trump afirmou que pediu que a contagem em Michigan seja interrompida.

Paralelamente, a campanha de Trump também anunciou que vai recorrer à Suprema Corte para tentar contestar uma decisão do Tribunal Superior da Pensilvânia que decidiu, ainda antes das eleições, que os votos pelo correio poderiam ser contados após o dia das eleições. Todas essas ações de Trump tem potencial de arrastar o anúncio do resultado final do pleito. 

17:10 – Trump tenta suspender contagem em Michigan

A campanha de Donald Trump anunciou que entrou com uma ação para suspender a contagem dos votos no estado Michigan. Trump está em desvantagem na contagem de votos no estado, que tem 16 votos no Colégio Eleitoral. Com 94% dos votos contabilizados, o democrata Joe Biden tem uma vantagem de 0,7% sobre o republicano Trump. 

A campanha de Trump pede que a contagem seja paralisada até que seus membros consigam acesso para verificar a abertura das urnas.

Em comunicado divulgado, o responsável de campanha de Trump, Bill Stepien, disse que “não nos foi providenciado um acesso substancial a vários locais de contagem [dos votos] para observar a abertura das urnas e o processo de contagem, como garante a legislação do Michigan”.

Stepien acrescentou que o objetivo da ação é “interromper a contabilização dos votos até que esse acesso substancial tenha sido concedido”.

Em 2016, o Michigan foi um dos estados-chave para que Trump conquistasse a Presidência.

Mais cedo, a campanha de Trump anunciou que vai pedir uma recontagem em Wisconsin, estado com 10 votos, e cuja contagem também aponta vantagem de Biden. 

17:00 – Participação nas eleições dos EUA deve ser a maior em 120 anos

A taxa de votação antecipada nos EUA nas eleições de 2020 já havia quebrado recordes, e agora parece que a participação do eleitorado no pleito também deve estabelecer uma nova marca – possivelmente a maior dos últimos 120 anos.

De acordo com estimativas do projeto Eleições da Universidade da Flórida, mais de 160 milhões de americanos podem ter votado na eleição presidencial. O número corresponde a 66,9% da população que pode votar compareceu às urnas ou votou pelo correio. A marca pode ultrapassar o recordes de 1904 e 1908, quando 65,2% e 65,4% do eleitorado participou, respectivamente. O recorde só ficaria atrás do comparecimento registrado em 1900, quando 73,2% dos eleitores participaram. Em 2016, o comparecimento foi de 55.7%.

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16h45 – Campanha de Trump diz que pedirá recontagem em Wisconsin

O coordenador da campanha de Donald Trump afirmou nesta quarta-feira (04/11) que pretende pedir a recontagem dos votos no estado de Wisconsin, antes mesmo antes da contagem ser concluída. Trump está em leve desvantagem no estado. 

Com 98% das urnas apuradas, o democrata Joe Biden está à frente por 0,6 ponto percentual.  A rede CNN, por exemplo, já apontou Biden como o vencedor no estado.

Dez votos no Colégio Eleitoral estão em jogo em Wisconsin. Um candidato precisa de 270 para vencer. No momento, o placar está 227 para Biden e 213 para Trump, segundo o New York Times

“Há suspeitas de irregularidades em diversos condados de Wisconsin, o que levanta sérias dúvidas sobre a validade dos resultados”, afirmou Bill Stepien, o coordenador da campanha de Trump, sem especificar que irregularidades seriam essas.

8:40 – Americanos não devem conhecer seu presidente hoje

Na disputa presidencial, restam seis estados a declarem um vencedor – Geórgia, Michigan, Nevada, Carolina do Norte, Pensilvânia e Wisconsin. Biden tem que levar ao menos três para vencer, Trump precisaria de pelo menos quatro.

O resultado provavelmente será definido nas milhões de cédulas depositadas por antecipação pelos eleitores, que todos os estados citados acima estão entre as últimas a serem contadas.

Neste momento, Biden mantém vantagens apertadas em Nevada e Wisconsin. Trump está à frente na Georgia, Carolina do Norte, Pensilvânia e Michigan. Nestes últimos estados, porém, há milhões de votos ainda a serem contados, grande parte em núcleos urbanos tradicionalmente democratas.

8:02 – Biden à frente nas casas de aposta

O democrata Joe Biden voltou a ser favorito nas casas de apostas. Segundo o Smarkets Exchange, site baseado no Reino Unido que compila dados sobre apostas, Biden tem no momento mais de 60% de chances de vencer. O número é um salto em comparação com apenas duas horas atrás, quando o democrata tinha tinha apenas 29%. A mudança se deu após Biden assumir a liderança frente a Trump no estado de Winsonsin, crucial na disputa presencial.
 

7:20 – Olhos na Georgia

Grande parte das atenções no momento está voltada para a Georgia. O estado tem 16 votos no Colégio Eleitoral e será crucial para Trump (agora com 213) e Biden (238) para chegar à vitória. A meta é 270 para ser eleito.

A Georgia tem no momento 92% das urnas apuradas. Trump lidera com 50,5% dos votos, mas não se descarta que Biden assuma a liderança.

O motivo é que os 8% dos votos ainda a ser contabilizados se concentram em grande parte em Atlanta, cidade que tende a votar em Biden, segundo as pesquisas. 

Uma vitória de Biden no estado seria histórica. Desde 1992, a maioria na Georgia vota em  republicanos.  

O resultado final no estado, porém, pode demorar. O motivo foi um vazamento de água no local onde estavam sendo contados cerca de 50 mil votos. Nenhuma cédula foi danificada no incidente.

6:45 – Indefinição também no Congresso

Assim como na disputa presidencial, a corrida pelo controle do Congresso americano também está indefinida. Nas atuais eleições, estão em jogo várias cadeiras do Legislativo. 

Os democratas, que atualmente dominam a Câmara dos Representantes, esperavam assumir o controle do Senado, atualmente nas mãos dos republicanos. Mas a apuração mostra que isso pode não acontecer.

As atuais projeções apontam que os republicanos têm no momento 47 cadeiras no Senado, contra 46 dos democratas. São necessários 51 senadores para ter maioria.

Controlar a maioria no Senado é vital para o futuro presidente. Senadores confirmam, por exemplo, nomeações vindas do governo, inclusive para ministérios, e podem minar a agenda da Casa Branca.

Na Câmara dos Representantes, a apuração mostra os democratas à frente – 177 contra 170 deputados republicanos. A maioria na Casa é alcançada com 218.

6:20 – O que falta para cada candidato?

A provável vitória de Joe Biden no Arizona, dada como certa pela agência de notícias AP, ampliou a vantagem do democrata. Ele tem agora 238 dos 270 votos que precisa no Colégio Eleitoral para ser eleito.

A disputa, porém, ainda está totalmente em aberto.

Com a apuração em andamento, Biden lidera no momento em apenas um estado com disputa em aberto – Nevada, que lhe daria seis dos 32 votos que precisa no Colégio Eleitoral.

Em outros, como Georgia (16 votos) e Carolina do Norte (15 votos), Trump aparece à frente, mas por pouca margem. 

O republicano também aparece adiante na contagem em outros quatro estados, que contam juntos por 49 votos no Colégio Eleitoral. Só na Pensilvânia, há 20 votos em jogo. Trump, no momento, tem 213.

Os jornais americanos alertam que a contagem final na Pensilvânia, Winsonsin e Michigan pode ficar apenas para o fim desta semana.
 

Análise: Há tempos eleição nos EUA não era tão importante para o Brasil

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05:35 – Democratas preparados para batalha judicial

A campanha do democrata Joe Biden disse estar preparada para uma batalha judicial, caso o presidente Donald Trump realmente leve a disputa para a Suprema Corte, como ameaçou.

O chefe de campanha de Biden, Jen O’Malley Dillon, classificou a ameaça de Trump de pedir uma interrupção na contagem dos votos de “incorreta, ultrajante e sem precedentes” na história americana. Os democratas dizem contar com um batalhão de advogados que se voluntariaram para defender a campanha de Biden.

Mais cedo, durante discurso na Casa Branca, Trump clamou vitória e, mais uma vez denunciando fraude sem apresentar evidências, afirmou que vai entrar com um recurso na Suprema Corte americana. Ele não deixou claro, porém, o que pretende contestar. 

05:12 – Biden ganha no Arizona, apontam projeções

Joe Biden venceu no estado do Arizona, o que garante ao democrata mais 11 votos no Colégio Eleitoral, segundo projeções da Fox News e da agência de notícias AP.

O Arizona, um estado que vota historicamente em republicanos, é o primeiro a mudar de lado nesta eleição até o momento. A vantagem de Biden ali é atribuída a uma crescente população de eleitores latinos, bem como a eleitores democratas que se mudaram da Califórnia para o estado. 

Mesmo com a vitória no Arizona, o democrata ainda obtém uma vantagem estreita sobre o republicano Donald Trump, totalizando 238 votos, contra 213 do atual presidente. São necessários 270 votos para vencer a eleição.

A apuração está concentrada agora em alguns estados-chave que ainda não declararam um vencedor: Geórgia, Michigan, Carolina do Norte, Wisconsin e Pensilvânia.

04:40 – Trump declara vitória com apuração ainda em andamento

Com resultados ainda incertos em vários estados-chave para determinar o vencedor da eleição nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump declarou vitória sobre o adversário democrata Joe Biden, num pronunciamento confuso realizado durante a madrugada na Casa Branca. 

“Francamente, nós vencemos”, disse ele diante de apoiadores, acrescentando estar se preparando para “uma grande celebração”, depois de “tamanho sucesso” no pleito.

Além de mencionar os estados onde projeções apontam sua vitória, o republicano afirmou ter vencido “claramente” também na Geórgia e na Carolina do Norte, embora a apuração nesses estados ainda esteja indefinida.

Diante das falsas alegações, a imprensa americana foi rápida em contestar o discurso de Trump, destacando que a eleição ainda não tem um vencedor claro.

Mais uma vez denunciando fraude sem apresentar evidências, o presidente também afirmou que vai entrar com um recurso na Suprema Corte americana, embora não tenha deixado claro o que pretende contestar.

04:00 – EUA elegem primeira senadora estadual transexual

Os Estados Unidos elegeram a primeira senadora estadual transexual do país nesta terça-feira. A democrata Sarah McBride, de 30 anos, foi eleita com 86% dos votos no primeiro distrito do Senado de Delaware. Diferentemente do Brasil, onde existem apenas as assembleias legislativas nos estados, nos EUA os congressos estaduais também têm duas câmaras, assim como no federal.

“Conseguimos. Vencemos as eleições gerais. Obrigada, obrigada, obrigada”, escreveu McBride no Twitter. “Espero que esta noite mostre a uma criança LGBTQ que nossa democracia é grande o suficiente para ele também.”

03:35 – Trump vence no Texas

A disputa ficou acirrada depois de projeções apontarem a vitória de Donald Trump no Texas, estado de tradição republicana que responde por 38 delegados. Agora, o presidente americano soma 213 votos no Colégio Eleitoral. O democrata Joe Biden por sua vez, tem 224 pontos. São necessários 270 para vencer a eleição.

03:20 – Sem evidência, Trump denuncia tentativa de “roubar eleição”

O presidente Donald Trump teve um tuíte ocultado na madrugada desta quarta-feira ao acusar os democratas de tentarem “roubar” a votação. “Estamos muito por cima, mas eles estão tentando roubar a eleição. Nunca vamos deixar eles fazerem isso. Votos não podem ser depositados depois que as urnas são fechadas!”, escreveu o republicano.

A mensagem aparece com o seguinte alerta do Twitter: “Alguns ou todos os conteúdos compartilhados neste Tweet são contestáveis e podem ter informações incorretas sobre como participar de uma eleição ou de outro processo cívico.”

Trump publicou o tuíte logo após um discurso de seu adversário Joe Biden, que disse estar “no caminho” para vencer o pleito presidencial e pediu aos americanos que tenham paciência com a contagem dos votos.

03:00 – Biden diz estar “no caminho” para ser eleito

O democrata Joe Biden afirmou, em pronunciamento na madrugada desta quarta-feira, que acredita estar “no caminho” para derrotar o atual presidente Donald Trump. O ex-vice-presidente pediu aos americanos que tenham paciência com a apuração das urnas, enquanto os resultados em vários estados-chave permanecem incertos.

“Acreditamos que estamos no caminho para vencer esta eleição”, declarou Biden em discurso transmitido nacionalmente a partir de sua cidade natal, Wilmington, em Delaware. Mas ele alertou que, devido ao alto número de votos antecipados pelo correio diante da pandemia de coronavírus, os resultados finais podem “demorar um pouco”. “[A eleição] não estará terminada até que cada voto seja contado.”

O democrata de 77 anos também disse estar “confiante” sobre o estado do Arizona, onde Trump venceu em 2016, mas ele lidera a corrida com cerca de 77% dos votos contados.

02:45 – Trump vence na Flórida, decisivo para reeleição

O jornal The New York Times apontou a vitória de Donald Trump no estado-chave da Flórida, que soma 29 delegados e é considerado determinante na corrida presidencial. Com isso, o republicano saltou para um total de 174 votos no Colégio Eleitoral.

02:30 – Trump vence em Ohio e mais dois estados

O republicano Donald Trump consagrou mais algumas vitórias, segundo projeções do The New York Times, incluindo no estado-chave de Ohio, que responde por 18 votos no Colégio Eleitoral. O presidente também venceu em Montana (3 delegados) e Iowa (6), de acordo com o jornal. Assim, Trump soma agora 145 votos.

Biden, segundo o NYT, tem 213, após projeções apontarem sua vitória no Havaí, que tem quatro delegados. São necessários 270 votos no Colégio Eleitoral para conquistar a presidência.

01:50 – Trump lidera corrida na Flórida

O presidente Donald Trump lidera as apurações no estado da Flórida, decisivo para eleger o próximo chefe da Casa Branca, e em vários outros estados-chave na disputa, como Carolina do Norte, Ohio e Texas.

A emissora Fox News projeta vitória de Trump na Flórida, que corresponde a 29 votos no Colégio Eleitoral – sem esse estado, o republicano tem poucas chances de obter os 270 delegados necessários para vencer a corrida.

O democrata Joe Biden, por sua vez, está de olho nos estados do Michigan, Wisconsin e Pensilvânia, que têm tradição democrata mas que enviaram Trump à Casa Branca em 2016. A contagem nesses locais, contudo, pode se estender por horas ou dias.

01:35 – No Alabama, democratas perdem assento no Senado

Os republicanos retomaram a cadeira no Senado pelo Alabama. A vitória de Tommy Tuberville sobre o democrata Doug Jones pode ser suficiente para impedir que os democratas conquistem a almejada maioria na Casa, atualmente controlada pelos republicanos.

01:20 – Trump vence em Utah e ganha mais seis votos

Donald Trump venceu no estado de Utah, que corresponde a seis votos no Colégio Eleitoral, somando agora 118. O democrata Joe Biden tem 209. Utah tem uma tradição de décadas de votar em republicanos: um candidato democrata não vence no estado desde Lyndon B. Johnson em 1964.

01:05 – Biden leva Califórnia e mais estados e chega a 209 votos

Segundo projeções do jornal The New York Times, o democrata Joe Biden conquistou a vitória em mais um punhado de estados, incluindo a decisiva Califórnia, que sozinha corresponde a 55 votos no Colégio Eleitoral e tem potencial de cravar o nome do próximo presidente.

O jornal também aponta vitória de Biden em Washington (12 delegados), Oregon (7) e New Hampshire (4). Com isso, o democrata soma agora 209 votos no Colégio Eleitoral. São necessários 270 para conquistar a presidência.

Donald Trump, por sua vez, venceu no estado de Idaho, aumentando quatro pontos no Colégio Eleitoral. O republicano conta agora 112 no total, segundo o NYT.

00:58 – Trump vence no Missouri

Projeções do The New York Times e da AP apontam vitória de Donald Trump no estado do Missouri, rendendo-lhe mais dez pontos no Colégio Eleitoral. Ele soma agora 108 votos, contra 131 do democrata Joe Biden. São necessários 270 para conquistar a presidência.

Com 44% dos votos contados no estado, Trump vence Biden com uma diferença de 16 pontos percentuais. Em 2016, o republicano venceu no Missouri com 18 pontos percentuais à frente da então adversária Hillary Clinton. O marido dela, Bill Clinton, foi o último candidato democrata a vencer no estado, em 1996.

00:45 – Luís Roberto Barroso atua como observador convidado

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso informou em rede social que atua como observador convidado nas eleições americanas. Ele disse que esteve nesta terça-feira (03/11) em três locais de votação no estado de Maryland e em Washington. “Por onde passei tudo estava tranquilo e organizado, a despeito da disputa acirrada e do clima de polarização.”

Barroso ainda comentou que as diferenças entre o sistema eleitoral americano e o brasileiro “são muitas”, “a começar pela possibilidade do voto antecipado pelo correio”. “Além disso, a cédula de votação traz outros temas fora da eleição presidencial, como consultas sobre questões estaduais e municipais diversas”, escreveu o ministro no Twitter.

Ele também contou que, em uma das seções eleitorais que visitou, encontrou o governador de Maryland, Larry Hogan, com quem conversou brevemente. “Republicano, ele declarou publicamente voto em Ronald Reagan, falecido em 2004, ou seja, anulou o voto.”https://platform.twitter.com/embed/index.html?dnt=false&embedId=twitter-widget-0&frame=false&hideCard=false&hideThread=false&id=1323772032434294787&lang=en&origin=https%3A%2F%2Fwww.dw.com%2Fpt-br%2Fdisputa-entre-trump-e-biden-est%25C3%25A1-acirrada-acompanhe%2Fa-55487491&siteScreenName=dw_brasil&theme=light&widgetsVersion=ed20a2b%3A1601588405575&width=550px

00:30 – Estados-chave ainda sem projeções

Com o fechamento das urnas em boa parte dos Estados Unidos, projeções apontam a vitória do presidente Donald Trump ou de seu adversário democrata, Joe Biden, em vários estados onde os resultados já eram mais previsíveis. Os votos em estados mais disputados, no entanto, como Flórida, Geórgia e Carolina do Norte, são muito incertos para serem projetados.

Como a distribuição dos delegados entre os estados não reflete perfeitamente o número de eleitores, alguns estados influenciam a eleição de forma desproporcional. Muitos deles, como a Califórnia, são vitória certa para um dos dois candidatos. Assim, os estados realmente decisivos passam a ser aqueles com um grande número de delegados e onde a vitória não é certa para nenhum partido.

Esses são a Flórida (29 votos no Colégio Eleitoral), a Pensilvânia (20), Ohio (18), Michigan (16), a Carolina do Norte (15), o Arizona (11), Minnesota (10) e Wisconsin (10). Este ano, a disputa em dois estados que costumam dar a vitória para os republicanos, a Geórgia (16 delegados) e o Texas (38), também está acirrada. Se Biden vencer num desses dois, ele terá uma enorme vantagem no Colégio Eleitoral.

00:10 – Sem surpresa, Trump vence no Kansas

A agência de notícias AP projetou vitória do republicano Donald Trump no Kansas, conquistando assim mais seis votos no Colégio Eleitoral. As projeções são realizadas com base em resultados parciais de apuração e pesquisas com eleitores.

O estado é considerado um bastião seguro para os republicanos. Em 2016, Trump venceu a adversária democrata Hillary Clinton com cerca de 20 pontos percentuais de diferença.

Com Kansas, o republicano soma agora 98 pontos no Colégio Eleitoral. O democrata Joe Biden tem 131 até o momento. São necessários 270 para conquistar a presidência.

23:48 – No Colorado, democratas têm primeira virada no Senado

O candidato democrata John Hickenlooper venceu a disputa por um assento no Senado pelo Colorado, segundo as emissoras ABC e NBC, derrotando o republicano Cory Gardner. Se confirmada, será a primeira tomada de assento pelos democratas, que buscam conquistar o controle do Senado, atualmente nas mãos dos republicanos. 

O estado também deve dar seus nove votos no Colégio Eleitoral para o democrata Joe Biden na corrida pela Casa Branca, segundo projeções do The New York Times. Com Colorado, Biden já soma 131 votos. O republicano Donald Trump, por sua vez, tem 92.

23:30 – Biden vence no Distrito de Columbia

Segundo projeções da agência de notícias AP, Joe Biden levou também o Distrito de Columbia, somando mais três pontos no Colégio Eleitoral e chegando a 122. Os eleitores do distrito onde fica a capital federal, Washington, podem participar das eleições presidenciais desde 1964 e têm votado esmagadoramente em democratas. Em 2016, Hillary Clinton venceu Donald Trump no distrito por uma margem recorde.

23:10 – Biden leva Nova York e Novo México, e Trump vence em mais cinco estados

Novas projeções do jornal The New York Times sugerem vitória de Donald Trump em mais cinco estados: Louisiana (8 delegados), Nebraska (5), Dakota do Norte (3), Dakota do Sul (3) e Wyoming (3). Com isso, ele soma 92 votos no Colégio Eleitoral, segundo o jornal.

Por sua vez, o democrata Joe Biden deve vencer em Nova York (29 delegados) e Novo México (5), afirma o NYT, somando agra 119 votos. São necessários 270 para conquistar a presidência.

As projeções do jornal americano são realizadas com base em resultados parciais de apuração e pesquisas de boca de urna com eleitores.

22:55 – Trump leva Indiana, dizem projeções

Donald Trump conquistou mais 11 votos no Colégio Eleitoral ao vencer no estado de Indiana, segundo projeções do The New York Times. O republicano soma agora 72 votos, enquanto o democrata Joe Biden tem 85.

22:40 – Ministro alemão espera que relações com os EUA sejam “postas em ordem”

O ministro do Exterior da Alemanha, Heiko Maas, afirmou à emissora ARD que, independentemente do resultado das eleições nos Estados Unidos, ele espera que as relações transatlânticas sejam “postas em ordem” novamente. “Precisamos uns dos outros para enfrentar esses desafios”, afirmou o alemão.

22:30 – Trump vence também no Arkansas

A agência de notícias AP projeta a vitória de Donald Trump no Arkansas, que corresponde a seis votos no Colégio Eleitoral. O estado tem tradição histórica republicana – um candidato democrata não vence ali desde 1996, quando Bill Clinton conquistou seu eleitorado.

22:20 – Trump conquista mais estados e chega a 61 delegados

Projeções do jornal The New York Times apontam Donald Trump como vencedor em mais um punhado de estados: Carolina do Sul (9 delegados), Mississipi (6), Alabama (9), Oklahoma (7) e Tennessee (11). Com isso, ele chega a 61 delegados, contra 85 de Joe Biden.

22:10 – Biden vence em mais cinco estados

Segundo projeções do jornal The New York Times, o democrata Joe Biden venceu em Illinois (20 delegados), Maryland (10), Connecticut (7), Massachussets (11) e Nova Jersey (14), chegando agora a um total de 85 delegados, contra 55 do republicano Donald Trump.

21:46 – Biden vence na Virgínia

Joe Biden conquistou também o estado da Virgínia, que soma para o democrata mais 13 votos no Colégio Eleitoral, afirma projeções do jornal The New York Times.

21:36 – Biden começa a receber seus primeiros votos no Colégio Eleitoral

Projeção da agência Associated Press aponta que o democrata Joe Biden venceu no estado de Vermont, que tem três votos no Colégio Eleitoral. São necessários 270 para vencer.

21:35 – Trump vence na Virgínia Ocidental, segundo boca de urna

Pesquisa boca de urna da agência Associated Press aponta que o republicano Donald Trump venceu no estado da Virgínia Ocidental, que tem cinco votos no Colégio Eleitoral. São necessários 270 para vencer.

21:10 – Trump vence em Indiana e Kentucky, segundo projeções

Projeções da rede CNN e do jornal NYT apontam que Donald Trump é o vencedor do pleito nos estados de Indiana e Kentucky. Os dois estados garantem um total de 19 votos no Colégio Eleitoral. São necessários 270 para conquistar a presidência. 

20:30  Governador republicano afirma que votou no democrata Biden

O governador do estado americano de Vermont, Phil Scott, do Partido Republicano, afirmou nesta terça-feira que não votou no candidato da sua legenda, o presidente Donald Trump. Em vez disso, Scott declarou que votou no democrata e desafiante Joe Biden. 

“O presidente Trump teve quatro anos para unir este país e falhou”, disse Scott. “Eu coloco o país acima do partido. Precisamos de alguém que nos una. Nosso país precisa de cura, estou muito preocupado com o que outros quatro anos farão com nosso país. Estamos muito divididos.”

20:20 – Votação começa a ser encerrada em partes de Indiana e no Kentucky

Centros de votação em condados dos estados americanos de Indiana e Kentucky fecharam suas portas às 20h (horário de Brasília) desta terça-feira. São as primeiras seções do país a encerrar a votação. 

Pesquisas anteriores ao pleito indicam que Trump deve vencer nos dois estados, que têm um eleitorado majoritariamente conservador.  O primeiro estado garante 11 votos no Colégio Eleitoral. O segundo, oito.

Para vencer o pleito, um candidato precisa ter 270 votos no Colégio Eleitoral.

Nos EUA, por haver vários fusos horários diferentes, as urnas fecham de maneira escalonada. As últimas seções devem ser fechadas às 4h, no Alasca.

19:30 – Maior parte dos eleitores considera economia como a questão mais importante na hora de votar

A questão mais importante para os eleitores na eleição de 2020 é a economia, segundo uma pesquisa boca de urna da rede CNN. O tema aparece à frente de questões como desigualdade racial, coronavírus, criminalidade e segurança e política de saúde.

Tema mais importante: 

Economia: 34%
Desigualdade racial: 21%
Pandemia de coronavírus: 18%
Criminalidade e segurança: 11%
Política de saúde: 11%.

19:10 – EUA registram mais de 86 mil novos casos de covid-19

No dia das eleições presidenciais, os EUA registraram mais 86.190 casos de covid-19 em relação ao dia anterior, elevando o total  9.268.818. Mais 510 mortes foram registradas no país, elevando o total para 230.893, segundo dados do Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA. 

18:30 – Ganhar é fácil, perder é difícil”, diz Trump

Durante visita ao comitê do Partido Republicano no estado da Virgínia, o presidente Donald Trump foi questionado se já havia elaborado um discurso de vitória ou de admissão de derrota.

“Não estou pensando em discurso de admissão ou aceitação ainda. Esperamos só fazer um desses dois e você sabe, ganhar é fácil. Perder nunca é fácil. Para mim não é”, disse. 

17:30 –  Mais de 100 milhões de americanos votaram antecipadamente

A votação antecipada nas eleições americanas desta terça-feira atingiu um recorde de mais de 100 milhões de votos, de acordo o projeto U.S. Elections, da Universidade da Flórida.

A instituição divulgou que os primeiros votos totalizam agora 100.796.871, dos quais 35,9 milhões correspondem a presenciais registrados nos dias anteriores e outros 64,8 milhões a cédulas de correio.

Com esse número, somado aos votos emitidos hoje pelos eleitores e aqueles enviados por correspondência e ainda não contados, espera-se que o número de 136,6 milhões de pessoas, ou 55,7% do eleitorado, que participaram das eleições de 2016, seja ultrapassado com folga. 

*Atualização Deutsche Welle

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