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Piloto que morreu no Campo de Marte tinha mais de cinco mil horas de vôo

(Facebook/Reprodução)

O piloto Antonio Traversi, que comandava o avião que se acidentou neste domingo (29), no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, tinha mais de cinco mil horas de vôo, segundo o G1, dado que o credenciava como um comandante experiente.

Ainda não se sabe o que causou o acidente aéreo que matou o piloto e feriu outras seis pessoas que estavam a bordo do avião modelo King Air C90, com capacidade para sete pessoas. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Força Aérea Brasileira, enviou técnicos ao local do acidente e vai investigar o que motivou a queda.

Foto tirada logo depois do acidente mostra o rastro de fogo na pista e o avião ainda incendiado. (Twitter/Reprodução)

Testemunhas contaram que o avião fez duas tentativas de aproximação pra pouso na pista de Campo de Marte. “Ele fez uma passagem na torre para ver se estava com o trem de pouso baixado. Depois ele fez um toque de ‘levinho’, tocou. Aí ele falou: ‘vou arremeter e vou vir de novo e pousar completo. Eu acho que ele estava tão nervoso que eu acho que ele ‘estolou’ [estol é um termo da aviação para indicar que a aeronave perdeu sustentação] avião antes do chão, aí o avião explodiu”, disse, sem se identificar, um piloto, em áudio divulgado pelo Whatsapp.

Traversi trabalhava havia dezoito anos para a Videplast, empresa dona do avião, e estava com a documentação em dia. A aeronave havia decolado em Videira, Santa Catarina, cidade onde fica a sede da empresa.

Um dos cinco sócios da empresa, Eliandro Pazin, confirmou à Agência Brasil que o avião* é da Videplast. Segundo ele, estavam a bordo os dois fundadores da companhia, Nereu Denardi e Geraldo Denardi, que são irmãos; o gerente da Videplast, Agnaldo Crippa; o coordenador da empresa, Aguinaldo Nunes; Benê Souza e o filho de Nereu, Enzo, de 17 anos.

Segundo o corpo de bombeiros, as vítimas apresentam traumas no peito e no crânio. Os sobreviventes foram levados para vários hospitais da capital paulista. Um homem que estava na posição do co-piloto foi socorrido e levado pelo helicóptero Águia para o Hospital das Clínicas.

*com informações da Agência Brasil

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