Agente penitenciário é preso após fazer família refém e atirar em PMs

Agente atirou 15 vezes contra policiais, mas ninguém se feriu
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(Reprodução)

Um agente penitenciário foi preso após manter a mulher e o filho pequeno reféns, sob a mira de uma arma, na região de Itaquera, Zona Leste de São Paulo. A PM foi acionada ontem (15) por vizinhos da família, que mora em uma casa no bairro José Bonifácio.

Inicialmente, a informação era de que estaria acontecendo uma briga de casal, mas, quando os policiais chegaram, eles foram recebidos a tiros pelo morador, um agente penitenciário, que, aos gritos, retornou para o interior da residência, onde passou a manter a esposa e o filho de um ano reféns. Armado com uma pistola calibre 380, o homem ameaçava matar a mulher e a criança.

Os PMs isolaram rapidamente um trecho da rua e acionaram o Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) e o Corpo de Bombeiros. Com a chegada das equipes do GATE, um negociador passou a tentar um diálogo com o agente para convencê-lo a se entregar.

Agressivo, o morador caminhava pela sacada da casa, ofendendo os policiais e efetuando disparos com a arma em direção às viaturas. As negociações, bastante tensas, foram acompanhadas por vizinhos e moradores do bairro. O agente destacava a quantidade de presos da unidade onde trabalha enquanto ameaçava os Pms.

Em certo momento, a mulher do agente penitenciário chegou a sair no portão da casa com o filho no colo, mas assustada e sob as ameaças do marido, ela retornou para dentro. Depois de quase uma hora e meia de negociação, os militares invadiram a casa e imobilizaram o agente penitenciário.

Mãe e filho foram libertados sem ferimentos. O agente foi atendido pelas equipes de resgate e colocado em uma maca, aos gritos. De acordo com relato de vizinhos, não foi a primeira vez que ele protagonizou esse tipo de situação.

O servidor, que não teve a identidade revelada,  foi encaminhado ao Hospital Municipal de Itaquera, e o caso foi registrado no (63º) Distrito Policial da Vila Jacuí. De acordo com a equipe de peritos, o agente penitenciário chegou a efetuar quinze disparos em direção às viaturas, mas nenhum dos policiais foi atingido.

Por Paulo Édson Fiore, da Jovem Pan

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