Após desabamento em Paraisópolis, Prefeitura diz que obras no local dependem da retirada de moradores

Desabamento em Paraisópolis matou uma pessoa e deixou outras feridas
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Após desabamento de um sobrado na noite ontem (16), que matou uma pessoa e feriu outros moradores do local, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, esteve neste domingo (17) em Paraisópolis, na zona sul, para uma reunião com moradores e líderes comunitários. O imóvel ficava sobre o Córrego Antonico, que passa por obra do município que prevê a canalização e reurbanização de uma área com 1,5 km de extensão e mais de R$ 100 milhões de investimento.

A primeira etapa dessa obra é o cadastramento e a transferência das famílias mediante pagamento de auxílio-aluguel. “Depois que as famílias deixam as casas construídas em área de risco, a Prefeitura desfaz as construções e monitora as áreas desocupadas para que não sejam invadidas novamente”, informa em comunicado à imprensa.

Nunes explicou que, para que os trabalhos de engenharia possam começar, é necessário que as famílias aceitem o auxílio aluguel e outros programas habitacionais e deixem as casas para desfazimento.

“São 1500 famílias que moram na área do córrego e nós sabemos estão lá por necessidade, não porque querem. Mas para começar com as máquinas, precisamos que essas famílias aceitem os programas sociais da Prefeitura para que possam deixar casas”, disse no comunicado.

Quanto às famílias que perderam as casas com o desabamento, o prefeito explica que se trata de um caso diferente, com acolhimento imediato: “As oito famílias que perderam seus imóveis com o desabamento de ontem não entram nesse critério, pois estão desabrigadas e vão ser atendidas de forma diferenciada pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Smads). Nem que seja para colocação em hotel de forma imediata”, explicou Ricardo Nunes.

Hoje, 23 mil famílias recebem o aluguel-social na Capital. São 130 milhões por ano que a Prefeitura destina para o projeto.

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