Exames não encontram variante da Índia na Capital

Amostras de pacientes são analisadas todas as semanas em busca da variante Delta
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Barreira sanitária no Terminal Tietê, em São Paulo (Edson Hatakeyama/Pref. de São Paulo)

A variante delta do novo coronavírus, que foi detectada inicialmente na Índia, ainda não circula na cidade de São Paulo. A informação foi dada hoje (14) pelo secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido.

“Há mais de 30 dias, nas segundas-feiras, nós enviamos 250 amostras de testes covid-19 positivo colhidos em toda a cidade. Com esses testes é feito o sequenciamento genético por parte dos Institutos Butantan, Adolfo Lutz e, também, pelo Instituto de Medicina Tropical. Na semana passada concluiu-se o estudo de todos esses testes enviados a esses institutos e nós não temos nesse momento a circulação da variante indiana na cidade de São Paulo”, falou Edson Aparecido.

Desde maio, a prefeitura de São Paulo tem intensificado estudos para monitorar o surgimento de novas variantes na cidade. A preocupação da Secretaria Municipal da Saúde é, principalmente, com essa variante B.1.617 (delta) que vem provocando aumento no número de casos na Índia e alguns outros países.

Até este momento, o estudo em São Paulo demonstrou que a variante P1, que surgiu em Manaus (também chamada de gama), é a que predomina na cidade: mais de 97% das amostras rastreadas entre abril e maio correspondem a essa variante. O restante, corresponde a outras variantes, como a que surgiu no Reino Unido. Em março, a P1 correspondia a 79% dos casos rastreados na capital.

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil 

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