Veja qual a região da Capital com mais desempregados

14% das casas são sustentadas exclusivamente por aposentadorias.
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Vista aerea da cidade de São Paulo (Governo do Estado de São Paulo)


O desemprego atinge de forma desigual a população da cidade de São Paulo. Pesquisa divulgada hoje (23), pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), mostra que a zona sul do município tem um índice de 15,5% de pessoas sem emprego. No centro ampliado, o percentual de desempregados é de 10,1% e em toda cidade de 12,8%.

A zona norte também tem um percentual acima do observado no município de pessoas sem trabalho, 13,9%, enquanto na zona leste o índice é 12,1%. A força de trabalho da capital paulista é de 6,45 milhões de pessoas, sendo que 825 mil desses residentes em idade economicamente ativa estão desocupados.

A zona sul também concentra o maior percentual de população com o ensino fundamental incompleto, 41,4%. O índice de pessoas com ensino superior nessa parte da cidade é 10%. Na média, a cidade tem 34,1% de pessoas com ensino fundamental incompleto e 15,3% com ensino superior. No centro ampliado, 28,3% cursaram a universidade e 32,5% não chegaram a concluir o período escolar.

Aposentadorias e rendimentos

Em toda a cidade, 14% dos domicílios são sustentados exclusivamente por aposentadorias. O maior percentual é na zona norte, com 18,8%, e o menor na zona sul, com 9,8%. No centro ampliado, o índice fica em 13,5%.

O rendimento médio per capita também apresenta diferenças consideráveis entre as diferentes partes da cidade. No município a renda média é de R$ 1.452, chegando a R$ 2.366 no centro ampliado. Na zona sul, a renda média por pessoa é de R$ 1.095 e na parte da zona leste mais distante do centro, R$ 992.

A zona sul de São Paulo concentra 2,72 milhões de pessoas; o centro ampliado, 2,67 milhões; a zona norte, 2,3 milhões; a parte leste mais próxima do centro, 1,63 milhão e a zona leste mais periférica, 2,49 milhões. No total, vivem na cidade 11,81 milhões de pessoas.

Para elaboração do estudo, o Seade visitou 2,1 mil domicílios.

Por  Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil

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