Especialistas discutem a gravidez na adolescência

A cada mil adolescentes de 15 e 16 anos, 68,4 dão a luz nessa idade
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Albertina Duarte Takiuti, médica mestre e doutora em Ginecologia e Coordenadora do premiado Programa “Saúde da Adolescente”, da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo (Marcia Barros/Divulgação)

A gravidez na adolescência é tema de dois eventos nesta semana, em São Paulo. Organizados pelo Associação Brasileira de Obstetrícia e Ginecologia da Infância e Adolescência (SOGIA-BR), o “VII Seminário Internacional de Boas Práticas em Saúde do Adolescente nas Américas” e  o “XV Congresso Brasileiro de Obstetrícia e Ginecologia da Infância e Adolescência” têm como tema principal a prevenção da gravidez na adolescência, focando em diferentes formatos e na orientação de métodos contraceptivos seguros para esta faixa etária.

O cuidado com a saúde sexual na de menores é motivo de preocupação entre profissionais e especialistas na área, principalmente em relação à abordagem clínica. Este atendimento médico possui uma série de peculiaridades e cuida-se para que o processo seja feito de forma ética e, acima de tudo, confortável ao paciente.

 A programação do evento contará com a presença de importantes nomes da medicina ginecológica e pediátrica, e promoverá palestras e debates sobre como melhorar o atendimento à saúde de crianças e adolescentes, garantindo seus direitos sexuais. 

De acordo com relatório da Organização Mundial da Saúde, o Brasil tem índice de gravidez na adolescência acima da média latino-americana. Os números da OMS apontam que a cada mil brasileiras entre 15 e 16 anos, 68,4 ficaram grávidas e deram a luz. 



A médica Albertina Duarte Takiuti, mestre e doutora em Ginecologia e Coordenadora do premiado Programa “Saúde da Adolescente”, da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo, faz parte da presidência do SOGIA e da organização do congresso. Para ela, a discussão de meios de implementação de políticas públicas específicas para este público e iniciativas para conscientização do uso do preservativo, são fundamentais para que haja a diminuição da gravidez precoce. “Além da prevenção, precisamos levar em consideração as condições emocionais do paciente e cuidar para que o atendimento neste processo não seja traumático”, explica a médica.

O “VII Seminário Internacional de Boas Práticas em Saúde do Adolescente nas Américas” e  o “XV Congresso Brasileiro de Obstetrícia e Ginecologia da Infância e Adolescência” são realizados nos dias 10 e 11 de dezembro, no Centro de Convenções Rebouças, em Pinheiros, São Paulo. O evento irá premiar o melhor trabalho científico apresentado no congresso e, também, irá conferir um Título de Qualificação em Obstetrícia e Ginecologia da Infância e Adolescência.

A doutora Albertina Duarte Takiuti esteve no evento no dia 10 de dezembro a partir das 11hs da manhã e falou  sobre o tema “Como implantar serviços de atendimento aos adolescentes”.

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