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Notas e moedas podem transmitir vírus e bactérias

Lavar as mãos e usar álcool em gel ajudam a se proteger.
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(Reprodução)

Mais de um bilhão de cédulas de dinheiro circulam no Estado de São Paulo, mas nem todos os cidadãos imaginam que, ao passar de mão em mão, as notas acabam sendo contaminadas por microrganismos prejudiciais à saúde.

Segundo o infectologista Ralcyon Teixeira, as notas de papel têm inúmeras bactérias. “Elas podem causar diarreia e infecções na pele. As moedas, por outro lado, conseguem carregar doenças virais que geram também diarreia, chegando até gripes e resfriados”, explica o médico.

As pessoas que estão o tempo todo em contato com as cédulas ou moedas ficam ainda mais expostos às contaminações. É o que aconteceu com Ronald de Carvalho, gerente de uma loja de doces. “Meus olhos ficaram muito vermelhos e pensei que fosse conjuntivite. Fui ao oftalmologista e ele perguntou se eu tinha contato direto com dinheiro, pois existiam indícios dessas bactérias”, revela.

Higienização

Quem trabalha com o dinheiro está mais suscetível a ser contaminado, mas todos que manipulam notas e moedas devem ficam atentos, assim como Tânia Yuba, que trabalha na rua e não deixa a higienização das mãos para segundo plano. “Antes de cada refeição, eu tento higienizar as mãos porque imagino que tenham muitas bactérias, pela alta circulação do dinheiro entre as pessoas”, salienta.

Pequenas atitudes podem fazer a diferença e evitar problemas mais sérios, como usar álcool em gel. Contudo, muitas pessoas se esquecem disso, avalia o infectologista Alexandre Portelinha. “É um ato simples, seguro e econômico, que pode combater a disseminação de bactérias, vírus e fungos no ambiente hospitalar”, explica.

“Os vírus e bactérias estão por toda a parte e é fundamental ter a consciência de que precisamos nos proteger. A higienização das mãos para evitar infecções é uma das metas de segurança do paciente, elaborada pela Organização Mundial da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária e Ministério da Saúde”, completa.

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