Homem é preso após atirar dentro de galpão no Brás

(Polícia Militar/Reprodução)

Um homem foi preso pela Polícia Militar após atirar dentro de um galpão, na região do Brás, área Central de São Paulo. Os tiros foram ouvidos por PMs que patrulhavam a região.

Ao entrar no local, os policiais encontraram o suspeito sozinho. Ele negou que tivesse atirado, mas durante a revista ao local encontraram a pistola calibre .380, com a numeração raspada, um carregador,  vários estojos deflagrados e R$ 2,193,00.

O suspeito foi preso e levado para a delegacia. O armamento foi apreendido e o dinheiro devolvido à esposa do homem.

Armas desaparecem de dentro de cofre de delegacia

Arsenal estava em cofre do 99º DP, na zona sul de São Paulo | Foto: Google Street View

Um registro da Polícia Civil de São Paulo oficializou o sumiço de dez armas de dentro de uma delegacia na capital paulista. O caso aconteceu no 99º DP (Campo Grande), na zona sul da cidade.

Em boletim de ocorrência, o escrivão-chefe da unidade, localizada na Rua Sargento Manoel Barbosa da Silva, descreveu ter notado a ausência das armas no fim da tarde do dia 14 de setembro.

Segundo ele, decidiu fazer a checagem do material por volta de 17h30. Foi ao cofre de sua sua sala e deu conta da falta de dez armas: 3 pistolas e 7 revólveres.

Todas as armas estavam ligadas a procedimentos registrados naquela delegacia e faziam parte de investigações.

Curiosamente, a chave do cofre estava dentro de uma gaveta trancada na mesa do escrivão. Junto de cada uma delas havia um laudo que comprovava o delito a que elas estão ligadas.

Além das armas, também sumiu da sala um livro em que os policiais civis anotavam fisicamente cada apreensão de armas de fogo. O documento do 99º DP não detalha se havia outra maneira de tabelar os itens apreendidos.

Há alguns problemas expostos pelo desaparecimento das dez armas, como analisa Natália Pollachi, gerente de projetos do Instituto Sou da Paz. A especialista lista três: registros precários, custódia das armas e retorno à criminalidade. Segundo ela, questões antigas a serem superadas.

Uma solução simples para o primeiro dela seria a criação de um sistema online para controle dos armamentos. “Infelizmente ainda é bastante comum no Brasil, não é só de SP, termos registros precários”, diz.

Outro ponto envolve o poder Judiciário. Até 2017, as armas ligadas a crimes ficaram guardadas nos fóruns, mas, depois de dois grandes roubos, a Justiça decidiu mantê-las nas delegacias.

“Num geral, essa custodia se dá por tempo maior do que o necessário. Nada justifica guardas essas armas por muito anos”, afirma, citando que os juízes têm cinco dias para definir o que fazer com as armas depois das perícias, mas o tempo não é respeitado.

Por fim, Natália cita o problema imediato ao furto: a volta das armas para a ilegalidade. Estudos apontam que 40% das armas apreendidas com criminosos têm o mercado legal como origem.

“É um dano duplo quando a arma volta a circular: são desvios ruins por voltar ao crime e desperdiça todo o trabalho policial”, analisa.

Para além disso, ela problematiza o próprio acesso à informações. Os estudos Se baseiam em dados do sistema da Polícia Federal, mas há outra base de dados, do Exército, sem informações públicas.

“Não temos dados de CACs (registros de armas de Colecionadores, Atiradores e Caçadores) e policiais”, cita, sobre a fragilidade das informações disponíveis.

Ponte questionou a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo sobre o sumiço das armas do 99º DP. Segundo a pasta, a investigação está em “sob sigilo determinado pela Justiça”. A própria unidade é responsável pela apuração. 

“Um suspeito foi preso e uma arma recuperada. A Corregedoria da Polícia Civil foi notificada sobre os fatos”, explica a secretaria, sem detalhar se o suspeito é ou não policial e qual arma teria sido apreendida de novo.

Por Arthur Stabile, da Ponte

Fabricante de arma que matou Marielle confirma fim de exportação para o Brasil

(Reprodução)

A fabricante alemã da arma que foi usada no assassinato da vereadora carioca Marielle Franco e de seu motorista em 2018 confirmou que não exportará mais armamento para o Brasil. A declaração foi dada durante a reunião anual de acionistas da Heckler & Koch (H&K), ocorrida na quinta-feira (27/08).

Segundo o jornal alemão taz, a Associação de Acionistas Críticos na Alemanha (Dachverband Kritische Aktionäre), que compra ações de empresas para cobrar delas respeito aos direitos humanos e ao meio ambiente, questionou na reunião a Heckler & Koch sobre a venda de armas para o Brasil.

“Com as mudanças no Brasil, especialmente a agitação política de antes das eleições presidenciais e a dura ação da polícia contra a população, foi confirmada a decisão de não fornecer mais para o Brasil”, respondeu então o porta-voz da empresa.

Na reunião de acionistas em 2019, a associação já havia questionado a Heckler & Koch sobre a situação do Brasil, de acordo com o taz. Na época, a empresa admitiu que exportou centenas de armas para o país nos anos anteriores e disse que o presidente da H&K, Jens Bodo Koch, havia decidido “não fornecer mais armas ao país depois da eleição de Jair Bolsonaro”.

O jornal afirma, no entanto, que não ficou claro na época se a decisão havia sido tomada pela eleição de Bolsonaro ou se a empresa não tinha mais recebido encomendas do Brasil. Por isso, a pergunta foi novamente feita pelos acionistas neste ano, que receberam a confirmação da paralisação das exportações para o país.

Marielle Franco, vereadora assassinada no Rio de Janeiro (Reprodução)

Em 2018, o caso Marielle acendeu o alarme de ativistas que cobram controles mais severos para a exportação de armas pela Alemanha e o banimento de vendas para países acusados de violar direitos humanos.

Segundo apontou a Polícia Civil do Rio de Janeiro, Marielle foi atingida por disparos de uma HK MP5, uma submetralhadora de uso restrito no Brasil. Teoricamente, só deveria ser encontrada nos arsenais das polícias Militar, Civil, Federal e de alguns grupamentos das Forças Armadas. Não está claro se a arma foi desviada de um desses arsenais. Não é raro que armas da H&K sejam encontradas em poder de criminosos no Brasil.

Mesmo antes da morte de Marielle, outros episódios no Brasil já haviam chamado a atenção de ativistas na Alemanha. Em 1992, oito submetralhadoras HK foram usadas pela PM na chacina de 111 presos do Carandiru. 

Não há registros detalhados sobre as últimas vendas da H&K ao Brasil. A empresa não informa sobre seus negócios no país. Dados do Departamento Federal de Controle Econômico e de Exportações também são vagos. Anualmente, o departamento divulga informes sobre exportações de armas da Alemanha, mas se limita a apontar o número de transações e os valores envolvidos – não há identificação de fabricantes e detalhes das armas. 

Trajetória construída no pós-guerra

Na Alemanha, exportação de armas é tema controverso. A cultura pacifista interna que caracteriza o país desde a Segunda Guerra Mundial impulsiona ativistas que querem mais transparência nas transações. Ao mesmo tempo, o governo é regularmente acusado de dar tratamento especial para as fabricantes e de não agir para reforçar o controle. A Alemanha é o quinto maior exportador de armas do mundo e o setor emprega 80 mil pessoas.

A H&K, por exemplo, é maior empregadora de Oberndorf am Neckar, pequena cidade do sul do país. Fundada em 1949 por ex-engenheiros que trabalhavam para a Mauser, empresa que fabricou fuzis para o regime nazista, a H&K teve seu primeiro impulso ao vender armamento para a Bundeswehr, as Forças Armadas da Alemanha Ocidental.

Nos anos 1950, desenvolveu o fuzil de assalto HK G3, que passou a rivalizar com o soviético AK-47, ou Kalashnikov, em vendas internacionais. O G3 logo passou a ser facilmente encontrado em dezenas de conflitos no terceiro mundo durante a Guerra Fria. Entre os anos 1960 e 1980, a Alemanha Ocidental ainda autorizou a H&K a emitir licenças de fabricação do G3 para 16 países, como Irã e Paquistão, entre outros Estados que figuraram regularmente como violadores de direitos humanos.

Nos anos 1990, a H&K desenvolveu o sucessor do G3, o HK G36. Em 2008, Berlim autorizou acordo de licenciamento para instalação de uma fábrica do novo fuzil na Arábia Saudita. 

A empresa atua ainda livremente nos EUA, que consumiu 33% das suas exportações entre 2012 e 2016. Em feiras americanas, representantes da H&K apresentam produtos para compradores civis com um desembaraço que seria impensável na Alemanha, onde o controle de venda de armas para cidadãos é rígido.

Por Deutsche Welle – Emissora Pública da Alemanha

Mulher é presa na Dutra com armas e munição

Uma mulher foi presa com um verdadeiro arsenal dentro de um ônibus na Rodovia Presidente Dutra, em Lavrinhas, no Interior de São Paulo.O flagrante foi realizado na noite desta quinta-feira por policiais rodoviários federais durante fiscalização no posto localizado no quilômetro 18 da pista sentido Rio de Janeiro.

(Agência PRF)

Um coletivo que fazia a linha entre o terminal rodoviário do Tietê e Vitória, no Espírito Santo, foi parado para averiguação.
Em revista no compartimento de bagagens, os agentes encontraram uma mochila contendo algumas peças de roupa e, escondidas entre elas, seis armas sendo 5 pistolas, de calibres 9mm, 380 e ponto 40, e um revólver calibre 357.

Também havia 173 munições e 9 carregadores de diversos calibres, além de uma mira a laser. A princípio, nenhum passageiro assumiu a titularidade da bagagem, mas, após interrogatório, uma mulher de 30 anos, que estava bastante nervosa, acabou confirmando que a bolsa era dela.

A passageira disse que a mochila lhe havia sido entregue por uma pessoa perto da rodoviária da Capital para ser levada até Vitória e afirmou que receberia dinheiro para isso, mas não soube precisar o valor. Cães farejadores foram usados na revista ao bagageiro do ônibus, mas nada mais de ilícito foi encontrado.

A ocorrência foi registrada no Distrito Policial do município de Cruzeiro, onde a mulher foi autuada em flagrante e permaneceu presa.

Por Paulo Édson Fiore – Repórter da Jovem Pan

Arsenal de armas é apreendido em rodovia paulista

Policiais do TOR ao lado do arsenal de armas apreendido (PM/Reprodução)

Um arsenal de armas foi apreendido pela Polícia Militar Rodoviária na madrugada de hoje (23), na Rodovia Francisco Alves Negrão, perto do município de Taquarivaí, no interior de São Paulo. PMs do Tático Ostensivo Rodoviária (TOR) abordaram dois carros que seguiam em atitude suspeita.
Segundo os policiais, ao revistar um dos veículos foi encontrado um arsenal de armas de guerra. Foram apreendidas três sub-metralhadoras 9mm, um fuzil 5.56, cinco espingardas Calibre .12 e quatro pistolas 9mm.

No carro havia também muita munição – incluindo munição anti-aérea, além de carregadores, que permitem mais tiros a cada arma.
O motorista do veículo de trás confessou que fazia a escolta do transporte do arsenal de armas e também foi preso. Os dois foram levados para a delegacia de Itapeva e, segundo a Polícia Militar, vão responder por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e associação criminosa.

*Com informações da PM

Novo armamento da PM de SP é apresentado

Fuzil (Governo do Estado de SP)

O novo e moderno armamento adquirido pela Polícia Militar de São Paulo foi apresentado nesta quinta-feira (20).

O governador João Doria reforçou a importância do investimento, para que a polícia de São Paulo seja uma referência internacional na adoção de boas práticas e na qualidade de seus equipamentos.

Com investimento de R$ 119,5 milhões, a modernização do arsenal das forças públicas de segurança do Estado de São Paulo, promovida pelo Governo do Estado, compreende a aquisição de 50 mil pistolas .40; 1,3 mil fuzis e 1 mil armas de incapacitação neuromuscular.

Está em andamento a fase de testes para a compra de 10 metralhadoras leves e estão previstas ainda licitações para compra de 1 mil submetralhadoras, 4 mil coletes de proteção balística, dois fuzis de precisão (sniper) e munições, tanto para os fuzis de precisão quanto para calibre .12.

Pistola .40 (Governo do Estado de SP)

Arma de choque (Governo do Estado de SP)

Os fuzis adquiridos são plataformas modernas utilizadas em operações de segurança na atualidade. Enquanto o fuzil .556 é mais leve e apropriado para operar em ambientes urbanos, o .7,62 dispara projéteis maiores e capazes de percorrer distâncias mais longas.

Trata-se de uma arma de apoio, principalmente para os Batalhões de Choque e para os Baeps, unidades ligadas ao enfrentamento do crime organizado.

*Com informações do Governo do Estado de São Paulo

PF investiga 130 clubes de tiro de SP por fraude

A Polícia Federal (PF) realizou hoje (24) uma operação para fiscalizar 130 clubes de tiro em 72 cidades do estado de São Paulo. Desde de fevereiro de 2019 são investigadas suspeitas de fraudes nos laudos que atestam a capacidade dos interessados em obter o registro de armas de fogo. Os documentos são emitidos pelos instrutores credenciados pela PF.

Durante a ação foram encontrados indícios de fraude em pelo menos dez estabelecimentos. Foram apreendidos laudos assinados, mas com o conteúdo em branco. Está sendo apurada a prática de conluio entre os instrutores que e os clubes de tiro para emitir os documentos de forma fraudulenta.

Para ter uma arma de fogo registrada o interessado deve se submeter a um teste de conhecimento técnico que será avaliado por um instrutor credenciado. O candidato deve comprovar que é capaz de manusear a arma de forma segura.

Além da abertura de inquérito para apurar os crimes de falsidade ideológica e formação de quadrilha, a Policial Federal vai repassar os resultados da ação de hoje para o Exército, responsável por conceder registro aos clubes.

Por  Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil

Fuzis são apreendidos entre SP e Rio de Janeiro

Por Alana Gandra

(Agência PRF)


Seis fuzis foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em uma abordagem na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), que liga os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Segundo informou a PRF, o armamento seria entregue em comunidades do Rio.

O flagrante ocorreu na madrugada deste domingo (6), em Seropédica, região metropolitana do Rio de Janeiro, e resultou em um homem preso, por tráfico de armas.

Os policiais faziam uma ronda na Rodovia Presidente Dutra, quando abordaram o automóvel e pediram ao motorista que apresentasse os documentos obrigatórios. Nesse momento, o homem ficou nervoso e disse que estava indo para o festival Rock in Rio, na capital do estado.

O Grupo de Operações com Cães decidiu recorrer ao K9 Bud, cão especialista no faro de drogas, armas e munições, que indicou a presença de materiais ilícitos no interior do veículo. Ao efetuarem uma busca minuciosa, os policiais encontraram seis fuzis em um compartimento no porta-malas.

Ao ser questionado sobre a mercadoria apreendida, o motorista informou que receberia R$ 8 mil pelo transporte do armamento de Guaíra, no Paraná, para comunidades do Rio de Janeiro. A ocorrência foi encaminhada para a Superintendência da Polícia Federal, na Praça Mauá, localizada na região portuária da capital fluminense.

Janot pretendia matar Gilmar Mendes e se matar

Por Felipe Pontes

O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot disse na noite de ontem (26), em entrevista a diversos veículos de comunicação, que chegou a ir armado com um revólver ao Supremo Tribunal Federal (STF) com a intenção de matar o ministro Gilmar Mendes e depois se suicidar. Nesta sexta-feira (27), Mendes divulgou uma nota em que se diz surpreso e recomenda que o ex-PGR “procure ajuda psiquiátrica”.

Os dois protagonizaram um longo embate enquanto Janot ocupou o cargo, entre 2013 e 2017, com trocas constantes de críticas públicas. O ex-PGR disse ter, porém, chegado a um limite em 2017 quando o ministro envolveu sua filha em uma das pendengas.

O episódio é narrado por Janot no livro que lança esta semana, Nada Menos que Tudo, porém sem citar o nome de Gilmar Mendes. O ex-PGR, entretanto, resolveu agora revelar a quem se referia.

“Num dos momentos de dor aguda, de ira cega, botei uma pistola carregada na cintura e por muito pouco não descarreguei na cabeça de uma autoridade de língua ferina que, em meio àquela algaravia orquestrada pelos investigados, resolvera fazer graça com minha filha”, escreve Janot no livro.

Segundo o ex-PGR, ao encontrar o ministro sozinho na antessala do plenário do Supremo, antes de uma das sessões, chegou a sacar uma pistola, mas não puxou o gatilho somente porque “a mão invisível do bom senso tocou no meu ombro e disse: não”.

O episódio ocorreu em 2017, depois de Janot ter pedido ao Supremo que considerasse Mendes suspeito para julgar um habeas corpus de Eike Batista. O argumento era que a esposa do ministro, Guiomar Mendes, trabalhava em um escritório de advocacia que prestava serviços ao empresário.

Em seguida, circulou na imprensa a informação de que a filha de Janot, Letícia Ladeira Monteiro de Barros, defendia a empreiteira OAS, envolvida na Lava Jato, em processos no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O ex-PGR atribuiu a divulgação da informação a Mendes e, por isso, cogitou matá-lo, segundo o relato.

“Confesso que estou algo surpreso. Sempre acreditei que, na relação profissional com tão notória figura, estava exposto, no máximo, a petições mal redigidas, em que a pobreza da língua concorria com a indigência da fundamentação técnica. Agora ele revela que eu corria também risco de morrer”, escreveu Gilmar Mendes em nota divulgada nesta sexta.

O ministro lamentou que “por um bom tempo, uma parte do devido processo legal no país ficou refém de quem confessa ter impulsos homicidas”.

“Se a divergência com um ministro do Supremo o expôs a tais tentações tresloucadas, imagino como conduziu ações penais de pessoas que ministros do Supremo não eram. Afinal, certamente não tem medo de assassinar reputações quem confessa a intenção de assassinar um membro da Corte Constitucional do País”, acrescentou o ministro. “Recomendo que procure ajuda psiquiátrica”, concluiu.

Carregamento de pistolas é apreendido na Rio-Santos

Por Douglas Corrêa

(PRF/Reprodução)

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreenderam 48 pistolas automáticas, 95 carregadores e 1.830 munições para armas de diferentes calibre em uma abordagem na Rodovia Rio-Santos (BR-101), no trecho de Itaguaí, região metropolitana do Rio. O flagrante ocorreu na madrugada de hoje (21), quando os agentes rodoviários faziam uma operação de rotina na rodovia.

O utilitário era conduzido por um homem que estava acompanhado de um passageiro, de 65 anos.

Após fiscalização minuciosa, foi descoberto um compartimento debaixo do banco traseiro onde os policiais encontraram o armamento. De acordo com o motorista, as armas e as munições seriam encaminhadas para fortalecer o tráfico de drogas numa comunidade na zona norte do Rio.

O lugar onde o armamento seria entregue foi mantido em sigilo para não atrapalhar às investigações.

(PRF/Reprodução)

O caso foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal que ficará responsável pelo inquérito. O motorista assumiu a responsabilidade pela carga e afirmou que o passageiro não sabia que o carro trazia armas e munições.

O motorista, de 25 anos, foi preso em flagrante e afirmou que receberia R$ 5 mil pelo transporte do veículo com a carga de Curitiba (PR) até a cidade do Rio de Janeiro.