Neila Tavares usando turbante, com brincos grandes e colar.

Atriz e apresentadora, Naila Tavares morre aos 73 anos

Morreu na madrugada deste sábado (4) a atriz e apresentadora Neila Tavares, aos 73 anos, em Rio das Ostras, região do Rio de Janeiro. Ela havia sido diagnosticada com enfisema pulmonar em novembro passado e, desde então, foi internada quatro vezes.

Neila Tavares tinha ido a Rio das Ostras, onde a filha mora, para fazer exames. Mas passou mal e foi internada na última segunda-feira (30).

Neila Tavares usando turbante, com brincos grandes e colar.
(Reprodução)

O último trabalho audiovisual que ela participou foi uma série ficcional gravada para o YouTube chamada “Como nos velhos tempos”.

Neila começou a carreira em 1968 no Teatro Opinião. Desde então foram cinco décadas de dramaturgia, em que participou de produções no teatro, na TV e no Cinema.

Ela também trabalhou como jornalista, escrevendo para o jornal Folha de S. Paulo e para as revistas Pais e Filhos e Ele e Ela. Como apresentadora, ela trabalhou na TV Manchete e na TVE.

Elizângela, atriz, mulher de pele clara, cabelos lisos, posa para foto com a mão abaixo do queixo e sorrindo.

Antivacina, atriz Elizângela é internada com sequelas da covid-19

A atriz Elizângela do Amaral Vergueiro, conhecida apenas pelo primeiro nome, foi internada em estado grave por conta de sequelas da Covid-19. Ela não se imunizou contra o coronavírus e, através de suas redes sociais, sempre deixou claro que é contra a vacinação.

De acordo com o veículo G1, a artista de 67 anos se encontra em situação mais estável no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Municipal José Rabello de Mello, que fica em Guapimirim, na Baixada Fluminense (RJ).

Elizângela, atriz, mulher de pele clara, cabelos lisos, posa para foto com a mão abaixo do queixo e sorrindo.
(Rede Social/via TV Cultura)

Elizângela atuou em novelas como “O Clone”, “Ti Ti Ti”, “A Favorita”, “Salve Jorge”, “A Força do Querer” e “Império”, por exemplo. Além da televisão, ela passou pela carreira musical e já interpretou diversos papéis no Teatro e no Cinema.

Atriz françoise forton, mulher de pele clara, cabelos ruivos. Veste roupa preta, com os ombros de fora e segura o braço esquerdo com a mão direita durante a foto.

Morre a atriz Françoise Forton

Morreu hoje, no Rio de Janeiro, a atriz Françoise Forton, de 64 anos. A informação foi divulgada pelo colunista do Jornal O Globo, Ancelmo Gois.

Françoise lutava contra um câncer desde o ano passado, que surgiu na região do quadril. Ela chegou a passar por cirurgia, mas a doença se espalhou.

A atriz estava internada na UTI da Clínica São Vicente há meses. Françoise já havia enfrentado um câncer na década de 1980, como lembra Ancelmo Gois na publicação, durante a gravação da novela Tieta.

Atriz françoise forton, mulher de pele clara, cabelos ruivos. Veste roupa preta, com os ombros de fora e segura o braço esquerdo com a mão direita durante a foto.
(Divulgação)

A atriz estava afastada da TV desde o último trabalho, na Record TV, mas estava cotada para atuar em uma novela das nove da Globo quando descobriu a doença.

Françoise Forton nasceu no Rio de Janeiro, tinha um filho, que hoje vive na Inglaterra, e era casada com Eduardo Barata, prestigiado produtor teatro.

Mila Moreira de óculos escuros e vestido estampado. Atrás, cenário de barcos e do mar.

Morre a atriz e ex-modelo Mila Moreira

Morreu na madrugada de hoje (6), no Rio de Janeiro, a atriz e ex-modelo Mila Moreira. A causa da morte não foi confirmada, mas a Folha de São Paulo publicou, após ouvir uma pessoa próxima à atriz, que ela teve uma gastroenterite.

Com quase 60 anos de carreira, Mila participou de 38 produções, entre novelas, minisséries e filmes, incluindo “Anjo mal”, “A próxima vítima”, “A indomada” e “Os Maias”.

O último trabalho na televisão foi “A lei do amor”, em 2016.

Mila Moreira de óculos escuros e vestido estampado. Atrás, cenário de barcos e do mar.
(Reprodução)
Noemi Gerbelli, de óculos, camisa branca por baixo e blusa preta por cima, sorrindo. Fundo branco neutro.

Morre Noemi Gerbelli, diretora Olívia em ‘Carrossel’

A atriz Noemi Gerbelli, que interpretou a diretora Olívia na novela “Carrossel” entre os anos de 2012 e 2013, morreu aos 68 anos de idade. A informação foi divulgada por sua sobrinha Vannessa Gerbelli na madrugada desta quinta-feira (2).

“Certas dores são mudas. Hoje se foi esta pessoa tão importante na minha vida. Abriu os meus caminhos para o teatro e foi, em muitos momentos da minha juventude, uma mestra, uma protetora. Noemi Gerbelli, atriz paulistana, minha tia. Fique com Deus e os anjos…” escreveu a também atriz em suas redes sociais.

(Reprodução)

Vannessa não apontou a causa da morte. Noemi teve uma carreira que durou quase cinco décadas, atuou em filmes, minisséries, seriados e novelas. Além de atriz, também foi produtora e comediante.

Por TV Cultura

Morre a atriz Marina Miranda aos 90 anos

(Reprodução)

A atriz Marina Miranda morreu nesta terça-feira (21), aos 90 anos, no Rio de Janeira. Há anos, ela foi diagnosticado com Alzheimer e também sofria de tuberculose, infecção urinária e pulmonar.

Desde o último domingo (19), estava internada no Centro de Emergência Regional (CER) do Leblon. “Infelizmente, minha rainha minha mãe entrou em coma devido ao Alzheimer e o estado está irreversível”, relatou a filha nas redes sociais.

Miranda teve um carreira de sucesso na televisão brasileira nos anos 1980 e 1990 e viveu papéis marcantes em “ Balança Mas Não Cai”, “Dona Xepa” “Dancin’ Days” , “Os Trapalhões” e “Escolinha do Professor Raimundo”.

Por TV Cultura

Claudia Rodrigues

Estado de saúde de Cláudia Rodrigues é grave, diz empresária

Claudia Rodrigues
Cláudia Rodrigues em A Diarista (Divulgação: Globoplay)

A atriz Cláudia Rodrigues, 51 anos, está internada em estado grave no Hospital Israelita Albert Einstein em São Paulo, para onde foi encaminhada no dia 9 de julho após após apresentar confusão mental, cefaleia e dormência nos membros direitos do corpo. Ela faz uso de uma medicação importada a cada seis meses e, em junho, parou o tratamento.

De acordo com sua empresária e amiga, Adriane Bonato, Cláudia Rodrigues corre risco de morte por ter pausado a medicação contra esclerose múltipla para tomar a vacina da covid-19. A protagonista do seriado “A Diarista”  foi imunizada em 5 de maio com a primeira dose da Pfizer. A segunda dose estava agendada para agosto.

“Nós tivemos que interromper a medicação porque precisávamos tomar a vacina da Pfizer. Ela não poderia tomar o remédio no meio [da imunização contra o coronavírus], porque a gente não sabe o que pode acontecer ou os efeitos. Pode haver até óbito”,disse Adriane Bonato.

Novo programa na Rádio Banda B

A Rádio Banda B de Curitiba (AM 650 khz e FM 79.3 Mhz) estreou um novo programa. Trata-se do Show da Tarde, que vai ao ar logo após o Programa Luiz Carlos Martins, às 12h15 no comando dos comunicadores Flávio Krüger e Enemar Passos.

O programa reúne uma grande equipe com prêmios, músicas, brincadeiras, notícias e prestação de serviços. A emissora é uma das maiores audiências do Paraná.

Viúva de Chico Anysio continua internada

Malga Di Paula, 51 anos, voltou a ser intubada para tratamento contra a Covid-19. Ela está internada desde o dia 27 de junho no Hospital de Clínicas de Passo Fundo (RS). A viúva do humorista Chico Anysio apresentou sinais de melhora, mas voltou a ser intubada após sofrer piora no quadro clínico.

Falando em Chico Anysio…

O humorista era um artista que produzia o tempo todo. Quando estava fora das gravações, escrevia um novo livro ou pintava uma nova tela. Chico Anysio, que morreu em 2012, era também um grande artista plástico e deixou muitas obras que merecem ser apreciadas.

O jornalista Antonio Marques escreve sobre rádio, televisão e famosos desde 1990 e é um dos colunistas do portal SP Agora.

Morre, aos 88 anos, a atriz Chica Xavier

Morreu, neste sábado (8), no Rio de Janeiro, a atriz Chica Xavier. Ela tinha 88 anos de idade e marcou presença no cinema, no teatro e na televisão brasileira como uma das primeiras atrizes negras a desempenhar papéis marcantes. Chica Xavier morreu em decorrência de um câncer de pulmão, descoberto já em estágio avançado. As informações foram divulgadas em nota, pela assessoria da Rede Globo.

Chica Xavier durante gravação (TV Globo/Reprodução)

“Uma precursora, símbolo de gerações de atrizes e atores negros, de representatividade, que trazia em cada cena ou fala traços latentes de baianidade. Nunca negou a origem. Um sorriso inconfundível, que bastava ser visto uma vez para não mais esquecer”, disse a emissora.

Baiana, Chica Xavier mudou-se para o Rio de Janeiro em 1953, aos 21 anos. Foi casada por 64 anos com o também ator Clementino Kelé. Em 1956 encenaram a primeira peça de suas carreiras, Orfeu da Conceição, de Vinícius de Moraes.

No cinema, estreou em 1962, no filme Assalto ao Trem Pagador, dirigido por Roberto Farias. 

Participou de inúmeras novelas na TV Globo. A primeira delas foi Os Ossos do Barão, quando interpretou a personagem Rosa, em 1973.

Desde então, foram mais de 50 personagens só na televisão, como a Bá, de Sinhá Moça;Inácia, de Renascer, e a mãe-de-santo Magé Bassã, da minissérie Tenda dos Milagres.

Esteve presente em outras novelas, como Pátria MinhaCara & CoroaRei do GadoForça de um Desejo. O trabalho mais recente na emissora foi na novela Cheias de Charme, em 2012.

Em 2010, recebeu o Troféu Palmares concedido pelo extinto Ministério da Cultura, pelo trabalho de preservação e incentivo à cultura afro-brasileira. 

Na quarta-feira (5), Chica Xavier deu entrada em um hospital na zona oeste do Rio, com um quadro de desconforto respiratório contínuo.

Por Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil

Covid-19 mata a atriz e radialista Daisy Lúcidi

(Arquivo/Agência Brasil)

A atriz e radialista Daisy Lúcidi morreu na madrugada de hoje (7), aos 90 anos, no Rio de Janeiro. Ela estava internada no centro de terapia intensiva (CTI) do Hospital São Lucas, na zona sul da capital, desde 25 de abril e morreu por complicações decorrentes de infecção por covid-19.

Daisy Lúcidi nasceu no Rio, em 10 de agosto de 1929. Muito cedo começou sua carreira na Rádio Nacional, a maior emissora da América Latina, na época de ouro do rádio, nos anos 1940, 1950 e 1960, com seus programas de auditório, com nove orquestras e o radioteatro, onde Daisy, com voz marcante, iniciou aos 6 anos de idade declamando poemas.

Participou do programa Seu Criado, Obrigado!, ao lado de César Ladeira, durante dez anos. Ela participou também de novelas da Rádio Nacional, que paravam o Brasil de norte a sul, como integrante da equipe do radioteatro, com tudo ao vivo, sem poder errar. A primeira radionovela do país foi apresentada em 1941 pela Rádio Nacional – Em busca da Felicidade – e, um ano depois, inaugurou a primeira emissora de ondas curtas, o que deu aos seus programas imensão nacional.

Com a primeira novela, que ficou mais de três anos no ar, vieram outras com grande sucesso. Daisy Lúcidi estreou em 1952 na Rádio Nacional, no elenco de radioteatro, comandado por Floriano Faissal, do qual faziam parte Brandão Filho, Iara Sales, Zezé Fonseca, Isis de Oliveira, entre tantos outros artistas de sucesso.

Os programas de auditório com  César de Alencar e a rivalidade dos fã-clubes de Emilinha Borba e Marlene marcavam as tardes de sábado na emissora da Praça Mauá, 7, onde as filas para assistir aos programas davam voltas no quarteirão. A rádio também contava com programas de humor como Edifício Balança mas não cai, que contava com  Paulo Gracindo, Brandão Filho e Walter d’Ávila, com a participação do elenco de radioteatro.

Daisy Lúcidi também participou de várias novelas da Rede Globo, entre elas Paraíso Tropical, Passione,  Bravo!, O Casarão, Babilônia, Geração Brasil e do seriado Tapas e Beijos.

Em 1971, Daisy Lúcidi estreou o programa Alô Daisy, que permaneceu no ar por 45 anos, no horário das 13h às 15h. Foi o primeiro programa de rádio voltado para o público feminino, para a dona de casa, que contava com receitas, notícias de artistas, um quadro, no início do programa, chamado Cidade, Atenção, com a com a equipe de radiojornalismo que ia para as ruas e mostrava os problemas da cidade. Depois, a produção cobrava das autoridades a solução para cada reclamação apresentada pelo público.

Auditório da Rádio Nacional do Rio de Janeiro
Auditório da Rádio Nacional do Rio de Janeiro (Acervo/Rádio Nacional)

Alô Daisy também apresentava, em dois dias da semana, debates populares, sempre às quartas e sextas-feiras. Em um dia a mesa era formada somente de homens – Agora é que são eles – e em outro dia formado por mulheres – Agora é que são elas, que debatiam questões nacionais, do estado e do município, sempre com destaque para os assuntos em evidência na semana.

Em eventos especiais da Rádio Nacional, como a visita do papa João Paulo II ao Brasil, Daisy Lúcidi participou com destaque da cobertura.

Com a projeção do programa, Daisy acabou entrando para a política – primeiro, para a Câmara Municipal do Rio e, depois, para dois mandatos seguidos como deputada estadual.

Daisy também desenvolvia um programa social, com creche e distribuição de alimentos, roupas e calçados para as famílias necessitadas. A sede da entidade, ficava na Rua Uranos, no morro do Alemão.

Recentemente, há pouco mais de dois anos, deixou a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), à qual a Rádio Nacional está vinculada, aderindo ao Programa de Demissão Voluntária.

Daisy Lucidi foi casada por 64 anos com o radialista Luiz Mendes, que morreu em 2011.

Prefeitura vai destinar R$ 103 milhões para artistas

A Prefeitura de São Paulo vai destinar R$ 103 milhões para apoiar os artistas da cidade em meio à crise causada pelo novo coronavírus. As medidas para restringir o contágio pela doença atingiram fortemente o setor cultural, com o cancelamento de apresentações e o fechamento de espaços culturais públicos e privados.

Festival nas janelas

Entre as ações de apoio, será criado o festival Janelas de São Paulo, inspirado nas manifestações artísticas feitas na Itália durante o período de quarentena. As apresentações feitas em varandas, sacadas ou janelas serão transmitidas pela internet.

Novos prazos

A prefeitura também adiou o prazo de todas as contratações artísticas do Executivo municipal, fazendo com que os shows impedidos no momento possam ser realizados em outras datas, garantindo o pagamento dos cachês.

A prefeitura administra, através da Secretaria Municipal de Cultura, 11 centros culturais, 18 casas de cultura e oito teatros, além do Theatro Municipal. Fora isso, há ainda a programação que acontece nas bibliotecas e museus.

O calendário de editais será antecipado. A ideia é que os grupos artísticos possam realizar a pesquisa e pré-produção durante o período de quarentena. As chamadas públicas oferecem verbas para os produtores que têm os projetos selecionados.

O prazo do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promac), que permite o apoio a iniciativas culturais a partir de incentivos fiscais será prorrogado até o dia 27 de maio.

Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil