Quadrilha invade Criciúma (SC) para assaltar agências bancárias

Os bandidos chegaram à cidade em comboio de muitos carros pouco depois da meia-noite e já entraram atirando. Assustados e acuados em suas residências, moradores registraram todos os passos dos criminosos.

O tiroteio durou mais de uma hora. Um PM e um segurança ficaram feridos no confronto. Eles foram levados para um hospital do município e as informações iniciais são de que o estado de saúde deles é estável.

Segundo a Polícia Militar, o alvo dos bandidos eram agências bancárias, mas lojas também foram invadidas. A quadrilha se espalhou por várias ruas, providenciando bloqueios e passando a exibir poderio de fogo, com disparos aleatórios simultâneos.

Algumas pessoas foram feitas reféns, aparentemente garis ou funcionários da coleta de lixo. Vídeos postados nas redes sociais mostram os trabalhadores acuados e enfileirados no asfalto.

Ao menos uma agência da Caixa Econômica Federal foi invadida pela quadrilha.

A PM informou que, em Tubarão, cidade vizinha, o grupo incendiou o túnel que dá acesso a Criciúma para tentar impedir que reforços chegassem até o local.

Na cidade alvo dos ladrões, um batalhão da polícia também foi atacado e ao menos um veículo foi incendiado. Homens do BOPE, O Batalhão de Operações Especiais, e do Batalhão de Choque da PM de Florianópolis vieram em apoio às equipes da cidade.

Em todas as ruas, criminosos fechavam cruzamentos e atiravam simultaneamente. Explosivos também foram usados e o barulho podia ser ouvido a quilômetros.

Assim que surgiram os primeiros relatos, o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, postou um pronunciamento em vídeo na internet, alertando aos moradores a permanecer em casa.

Os reféns, apesar dos momentos de pânico nas mãos da quadrilha, foram libertados ilesos.

Na fuga, os bandidos espalharam dinheiro pelas ruas, para que populares recolhessem, retardando a ação dos policiais militares.

*Com informações do repórter Paulo Édson Fiore, da rádio Jovem Pan.
Veja esta e outras notícias no canal do Youtube do repórter Paulo Édson Fiore

Veja quais são os 3 bancos com mais reclamações no Banco Central

O Banco Pan ficou em primeiro lugar no ranking de reclamações contra instituições financeiras no segundo trimestre de 2020, de acordo com dados divulgados (15) pelo Banco Central (BC). Para a elaboração do documento, foram consideradas as instituições com mais de 4 milhões de clientes. O BMG ficou em segundo lugar e o Banco Inter em terceiro.

No período, o BC recebeu 794 queixas consideradas procedentes contra o Banco Pan, a maioria por “irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, ao sigilo ou à legitimidade dos serviços relacionados a operações de crédito”.

O BMG recebeu 520 reclamações, a maioria delas sobre “oferta ou prestação de informação sobre crédito consignado de forma inadequada”. Já o Inter recebeu 557, sendo a maior parte das reclamações sobre “irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito”.

Para elaborar o ranking, as reclamações procedentes são divididas pelo número de clientes da instituição financeira e multiplicadas por 1 milhão. Assim, é gerado um índice, que representa o número de reclamações do banco para cada grupo de 1 milhão de clientes.

O resultado é, portanto, avaliado pela quantidade de clientes de cada instituição. Com esse cálculo, o Pan ficou com o índice de 158,89. As queixas contra o BMG resultaram no índice 99,80. E o Banco Inter ficou com índice 97,92. O Banco Pan tem 4.996.952 clientes, o BMG tem 5.210.230 e o Inter, 5.688.290.

Entre os bancos com maior números de clientes, o Santander, com 49.334.145, apareceu em quarto lugar no ranking com 2.040 reclamações consideradas procedentes. Em seguida, na quinta colocação, vem a Caixa Econômica Federal, com 3.053 reclamações. O banco tem 115.407.209 clientes.

Na sexta posição vem o Bradesco, com 2.408 reclamações e 98.855.959 clientes. O Banco do Brasil, que tem 67.076.893 clientes, ficou na sétima posição, somando 1.527 reclamações procedentes. O Itaú vem na sequência, em oitavo lugar, com 1.750 reclamações consideradas procedentes dos seus 82.959.663 clientes.

Reclamações

A maioria das reclamações registradas pelo BC e consideradas procedentes é por irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, ao sigilo ou à legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito (2.228) e a operações de crédito (2.050). No total, o BC considerou procedentes 15.758 queixas de clientes contra os bancos no país.

A insatisfação com serviços e produtos oferecidos por instituições financeiras pode ser registrada no BC, e as reclamações ajudam na fiscalização e na regulação do Sistema Financeiro Nacional. Quando a reclamação chega ao Banco Central, é encaminhada para o banco, que tem prazo de dez dias úteis (descontados sábados, domingos e feriados) para dar uma resposta, com cópia para o BC.

Os canais de atendimentos do BC estão disponíveis na internet, pelo aplicativo BC+Perto, por correspondência, presencialmente ou pelo telefone 145.

Entretanto, o Banco Central recomenda que a reclamação seja registrada, primeiramente, nos locais onde o atendimento foi prestado ou no serviço de atendimento ao consumidor (SAC) do banco, nas ouvidorias das instituições e nos órgãos de defesa do consumidor.

Bancos

Em nota, o Banco Pan informou que trabalha consistentemente em medidas para melhorar e modernizar produtos, processos e a qualidade do atendimento ao consumidor. “Nesse sentido, para evidenciar ainda mais o cliente como centro do negócio, criou uma nova área dentro de sua estrutura dedicada a acompanhá-lo durante toda sua jornada na instituição, reforçando a governança da qualidade do atendimento. A digitalização dos negócios, o investimento em ciência de dados e a consolidação do modelo ágil de trabalho também têm contribuído para melhorar a experiência do consumidor. O Pan reforça sua posição de respeito aos clientes e está à disposição em todos os seus canais de atendimento”, diz a nota.

A reportagem também entrou em contato com os bancos BMG e Inter e aguarda retorno.

Por Andréa Verdélio – Repórter da Agência Brasil

Boletos que vencem durante feriadão estão mantidos

A antecipação de feriados na capital paulista não prorroga as datas de vencimento do pagamento de boletos. Para aumentar o isolamento social, a prefeitura de São Paulo antecipou para ontem (20) o feriado de Corpus Christi e, para hoje (21), o do Dia da Consciência Negra. Amanhã (22) é considerado ponto facultativo.

A Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, esclareceu que os feriados municipais antecipados não impactaram na abertura dos bancos, que têm funcionamento normal durante o período.

Além disso, a prorrogação de vencimento de boletos, informou a secretaria, é aplicada apenas em feriados nacionais.

A secretaria destacou ainda as facilidades de pagamento por meio de aplicativos de celular.

Por Fernanda Cruz – Repórter da Agência Brasil

Bancos anunciam crédito para empresas afetadas pelo Coronavírus

O Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal vão oferecer crédito para empresas com dificuldades financeiras por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O anúncio foi feito pelos presidentes da Caixa, Pedro Guimarães, e do Banco do Brasil, Rubem Novaes, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, após reunião no ministério, em Brasília.

O presidente da Caixa informou que serão destinados R$ 30 bilhões para compra de carteira de crédito consignado e de financiamentos de carros de bancos médios, caso essas instituições financeiras tenham dificuldades; R$ 40 bilhões para capital de giro, principalmente para empresas do setor imobiliário e as pequenas e médias; e R$ 5 bilhões para o crédito agrícola.



“A Caixa é hoje o banco com o maior índice de capitalização, que é o Índice de Basileia [indicador que mede o grau de alavancagem financeira de uma instituição financeira], acima de 19%, e com mais de R$ 300 bilhões de títulos públicos. O que significa isso? A Caixa tem amplo espaço para emprestar. Os R$ 75 bilhões são apenas 10% da nossa carteira de crédito”, disse o presidente da Caixa.

Já o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, disse que não há uma estimativa de quanto o banco poderá emprestar. Disse, no entanto, que a instituição atenderá a demanda dos clientes, principalmente as pequenas e médias empresas.

“Tudo deve voltar à normalidade em algum ponto do segundo semestre. Com esse tipo de atividade, estamos apoiando nossa clientela para esse período de dificuldades, principalmente suprindo problemas de capital de giro. Temos adotado uma atitude proativa de procurar nossos clientes quando se configura que determinado setor está em uma crise um pouco mais acentuada”, disse Rubem Novaes.

O ministro Paulo Guedes lembrou que o Banco Central já tinha liberado R$ 135 bilhões de depósitos compulsórios (dinheiro que os bancos são obrigados a deixar depositados no Banco Central). O dinheiro liberado pelo BC pode ser usado pelos bancos para oferecer empréstimos. “Por razões econômicas já estávamos liberando. Então, chega em um ótimo momento, exatamente no momento que a crise está chegando”, disse Guedes.

“Antes da nossa reunião, eu falei por telefone com o presidente do Banco Central, Roberto Campos, que também está monitorando as condições de liquidez da economia. Ele me assegurou que as condições de liquidez estão absolutamente estáveis e vai garantir essa manutenção da estabilidade”, disse Guedes.

 Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil 

Cartão de crédito usará cotação do Dólar do dia da compra

(Arquivo/SP AGORA)

Quem usa o cartão de crédito no exterior vai poder calcular com mais precisão o custo das compras internacionais. Entra em vigor hoje (1º) determinação do Banco Central (Circular nº 3918) que obriga as operadoras de cartão a usar a cotação do dólar do dia da compra – e não mais a do dia de vencimento da fatura – para conversão do valor em real.

A mudança pretende dar mais previsibilidade aos consumidores que usam o cartão no exterior ou que fazem compras em sites estrangeiros.

Antes dessa mudança, a cotação da moeda americana usada era aquela do dia do fechamento da fatura. Quando anunciou a mudança na regra, em novembro de 2018, o Banco Central (BC) argumentou que o cliente ficava vulnerável às variações do dólar no mercado financeiro desde a data em que o gasto foi feito até o momento do pagamento da fatura mensal do cartão de crédito.

Com a nova regra, o cliente ficará sabendo já no dia seguinte quanto vai desembolsar em reais, eliminando a necessidade de eventual ajuste na fatura subsequente.



A partir de agora, deve constar na fatura: a discriminação de cada gasto, a data, a identificação da moeda estrangeira e o valor na referida moeda; o valor equivalente em dólar na data do gasto; a taxa de conversão do dólar para reais na data da compra; e o valor em reais a ser pago pelo cliente.

Para que o cliente possa ter informações sobre as melhores taxas de câmbio utilizadas pelos emissores no mercado, os bancos serão obrigados a tornar disponível em todos os seus canais de atendimento ao cliente a taxa de conversão do dólar para o real utilizada no dia anterior; e publicar informações sobre o histórico das taxas de conversão.

Além de se atentar às taxas de câmbio, os consumidores devem observar que as compras no exterior com cartão de crédito têm incidência do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), com alíquota de 6,38%.

Juros do cheque especial serão limitados a partir de segunda

Por  Wellton Máximo 



O cheque especial terá juros limitados a partir da próxima segunda-feira (6). Os bancos não poderão cobrar taxas superiores a 8% ao mês, o equivalente a 151,8% ao ano.

A limitação dos juros do cheque especial, modalidade de crédito com taxas que quadruplicam uma dívida em 12 meses, foi decidida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no fim de novembro. Os juros do cheque especial encerraram novembro em 12,4% ao mês, o que equivale a 306,6% ao ano.

Ao divulgar a medida, o Banco Central (BC) explicou que o teto de juros pretende tornar o cheque especial mais eficiente e menos regressivo (menos prejudicial para a população mais pobre). Para a autoridade monetária, as mudanças no cheque especial corrigirão falhas de mercado nessa modalidade de crédito.

Conforme o BC, a regulamentação de linhas emergenciais de crédito existe tanto em economias avançadas como em outros países emergentes. Segundo a autoridade monetária, o sistema antigo do cheque especial, com taxas livres, não favorecia a competição entre os bancos. Isso porque a modalidade é pouco sensível aos juros, sem mudar o comportamento dos clientes mesmo quando as taxas cobradas sobem.

Tarifa

Para financiar em parte a queda dos juros do cheque especial, o CMN autorizou as instituições financeiras a cobrar, a partir de 1º de junho, tarifa de quem tem limite do cheque especial maior que R$ 500 por mês. Equivalente a 0,25% do limite que exceder R$ 500, a tarifa será descontada do valor devido em juros do cheque especial.

Cada cliente terá, a princípio, um limite pré-aprovado de R$ 500 por mês para o cheque especial sem pagar tarifa. Se o cliente pedir mais que esse limite, a tarifa incidirá sobre o valor excedente. O CMN determinou que os bancos comuniquem a cobrança ao cliente com 30 dias de antecedência.

No último dia 23, o Banco do Brasil anunciou que dispensará os clientes da tarifa em 2020. Segundo a instituição financeira, a isenção tem como objetivo fortalecer a relação com os clientes.

Caixa Econômica tem lucro recorde de R$ 12,7 bilhões

A Caixa Econômica Federal registrou lucro recorrente recorde de R$ 12,7 bilhões em 2018, um crescimento de 40% em relação a 2017. O lucro recorrente desconsidera efeitos extraordinários.

Segundo o banco, esse resultado é fruto direto de medidas realizadas ao longo do ano passado, como a melhoria da eficiência operacional e o aumento de receitas, especialmente o resultado da intermediação financeira e a prestação de serviços.

Com mais de 93 milhões de clientes e responsável por 37% da poupança nacional e 69% do mercado habitacional, a Caixa ressaltou, em comunicado, seu papel como principal agente de políticas públicas do governo federal.

O saldo da carteira de crédito habitacional cresceu 3% em 12 meses, totalizando R$ 444,7 bilhões em dezembro último. Desse total, R$ 265,2 bilhões foram concedidos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e R$ 179,4 bilhões com recursos da poupança

Segundo a Caixa, até dezembro de 2018, foram contratados R$ 62,5 bilhões no Programa Minha Casa Minha Vida, equivalente a 505.494 novas unidades habitacionais. Dessas novas moradias, 21,1% foram destinadas à faixa 1 do programa, para pessoas com renda mensal de até R$ 1,8 mil.

As operações de infraestrutura também obtiveram um incremento de 2%, alcançando R$ 84,3 bilhões em dezembro de 2018.

“Por se configurar de grande relevância e incentivar o desenvolvimento econômico nacional, além de gerar relacionamento de longo prazo com os clientes pessoa jurídica, esse segmento está inserido no escopo de atuação estratégica da Caixa”, informou o banco.

As loterias Caixa arrecadaram R$ 13,9 bilhões em 2018, mantendo o mesmo patamar de 2017. Dentre os valores arrecadados, R$ 5,2 bilhões foram transferidos aos programas sociais do governo federal nas áreas de seguridade social, esporte, cultura, segurança pública, educação e saúde, o que corresponde a 37,4% do total.

Crédito e patrimônio

A carteira de crédito amplo da instituição atingiu o saldo de R$ 694,5 bilhões em dezembro de 2018, redução de 1,7% em 12 meses. Segundo a Caixa, o comportamento da carteira repercutiu “a estratégia adotada pela empresa para equilíbrio de sua estrutura de capital.”

Como reflexo, houve crescimento nas carteiras de menor risco, como habitação e infraestrutura, e redução nas carteiras comerciais, tendo como efeito a redução da reserva para devedores duvidosos. A carteira de crédito comercial somou R$ 137,2 bilhões, redução de 15,2% em 12 meses, atingindo 7,8% de participação no mercado.

A poupança da Caixa mantém a liderança no mercado, com 37,4% de participação. As captações totais apresentaram saldo de R$ 1 trilhão em dezembro de 2018.

Depósitos à vista

Os depósitos à vista somaram R$ 30,4 bilhões e o saldo da poupança foi de R$ 298,4 bilhões, alta de 7,8% em 12 meses. Em dezembro de 2018, a empresa possuía 78 milhões de contas de poupança, incremento de 3,2 milhões de contas em relação ao registrado em dezembro de 2017.

De acordo com a Caixa, sua estratégia de captação determinou a redução de 45,9% em 12 meses das letras imobiliárias, hipotecárias, financeiras e agrícolas, que totalizaram R$ 63,6 bilhões em dezembro do ano passado.

O banco encerrou 2018 com um patrimônio líquido de R$ 81,2 bilhões, incremento de 15,1% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A variação de R$ 10,7 bilhões no patrimônio líquido em 12 meses foi decorrente, principalmente, da evolução de 41% nas reservas de lucro.

Veja quando os bancos voltam a funcionar

Hoje (1º), véspera de feriado prolongado de carnaval, é o último dia de funcionamento normal dos bancos. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que as agências bancárias estarão fechadas para atendimento ao público na segunda-feira (4) e na terça-feira (5). Na quarta-feira de cinzas (06), os bancos abrirão a partir do meio-dia, com exceção do estado do Rio de Janeiro no qual, em função da Lei 8217 que estabelece feriado estadual, não há expediente em 6 de março.

A entidade lembra que a população pode utilizar os canais eletrônicos e correspondentes para o pagamento das contas. Além disso, os tributos que possuem código de barras podem ter o seu pagamento agendado nos caixas eletrônicos, no internet banking e pelo atendimento telefônico dos bancos. Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser pagos via DDA (Débito Direto Autorizado).

As contas de consumo (água, energia, telefone etc.) e carnês com vencimento em 4 ou 5 de março poderão ser pagas, sem acréscimo, na quarta-feira (6). Normalmente, os tributos já vêm com datas ajustadas ao calendário de feriados nacionais, estaduais e municipais. Caso isso não tenha ocorrido no documento de arrecadação, a sugestão é antecipar o pagamento.

Já para aqueles clientes que passarão a semana inteira viajando e não dispensam a ida a uma agência, é possível consultar o endereço dos bancos no site Busca Banco da Febraban. Basta acessar o link e fazer a busca de acordo com o Estado e município desejado.

Programe-se: sexta-feira é o último dia útil bancário do ano

Por Kelly Oliveira, da Agência Brasil

(Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Amanhã (28) será o último dia útil do ano para atendimento ao público nas agências bancárias, com expediente normal para a realização de todas as operações. No dia 31 de dezembro (segunda-feira), as instituições financeiras não abrem para atendimento, informou a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

A população poderá utilizar os canais alternativos, como mobile e internet banking, caixas eletrônicos, banco por telefone e correspondentes para fazer transações financeiras.

Os carnês e contas de consumo (como água, energia, telefone) vencidos no feriado poderão ser pagos sem acréscimo no dia útil seguinte. Normalmente, os tributos já estão com as datas ajustadas ao calendário de feriados, sejam federais, estaduais ou municipais.

Os clientes também podem agendar os pagamentos das contas de consumo ou pagá-las (as que têm código de barras) nos próprios caixas automáticos. Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser agendados ou pagos por meio do DDA (Débito Direto Autorizado).

Bancos abrem em horário especial nesta segunda

Por Kelly Oliveira, da Agência Brasil

(Valter Campanato/Agência Brasil)

As agências bancárias abrem nesta segunda-feira (24), véspera do Natal, em horário especial para o atendimento ao público.

Nos estados com horário igual ao de Brasília, o período de funcionamento será das 9h às 11h. Estados com 1 ou 2 horas de diferença em relação à Brasília, o atendimento será das 8h às 10h (9h às 11h ou 10h às 12h, em Brasília). Se a diferença for de 3 horas, as agências abrem das 7h às 9h (10h às 12h, em Brasília).

O próximo dia 28 será o último dia útil do ano para atendimento ao público, com expediente normal para a realização de todas as operações bancárias. Já no dia 31 de dezembro (segunda-feira), as instituições financeiras não abrem para atendimento.

A população poderá utilizar os canais alternativos de atendimento bancário, como mobile e internet banking, caixas eletrônicos, banco por telefone e correspondentes para fazer transações financeiras.

Os carnês e contas de consumo (como água, energia, telefone e etc) vencidos no feriado poderão ser pagos sem acréscimo no dia útil seguinte. Normalmente, os tributos já estão com as datas ajustadas ao calendário de feriados, sejam federais, estaduais ou municipais.

Os clientes também podem agendar os pagamentos das contas de consumo ou pagá-las (as que têm código de barras) nos próprios caixas automáticos. Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser agendados ou pagos por meio do DDA (Débito Direto Autorizado).