Risco de colisão: Avião com vacinas se aproxima de Boeing da Gol

Na última terça (19), o avião monomotor que transportava vacinas contra a Covid-19 para Londrina e um Boeing 737 que iria pousar em Curitiba quase se chocaram no ar. Os aeroplanos estiveram a 25 segundos de uma potencial colisão. A situação aconteceu próximo do aeroporto Afonso Pena, na região metropolitana de Curitiba.

Um Boeing da Gol, vindo de Guarulhos, realizava o processo de pouso em Curitiba quando um avião Grand Xaravan, do governo paranaense, se aproximou de forma perigosa depois de realizar uma curva para o local errado. 

A separação vertical entre as duas aeronaves foi de cerca de 358 metros, enquanto o avião da Gol descia e o Xaravan subia. 

O controle de tráfego aéreo orientou que o Boeing realizasse imediatamente um procedimento de arremetida com curva para a direita, ao perceber que a situação poderia resultar em um acidente.

O ocorrido vai ser investigado pelo Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos). O órgão irá averiguar qual foi a causa do avião monomotor ter realizado um procedimento de saída errado.

Em nota, o governo do Paraná ressaltou que não houve um “acidente”, mas sim um “incidente” e ressaltou que, “dentro da dinâmica da aviação, foram tomadas as medidas técnicas mitigadoras para manter a segurança de voo.

O governo também declarou que o piloto automático Grand Xaravan apresentou uma atitude “inesperada” curvando à direita. Quando a informação de tráfego aéreo foi recebida pelos pilotos, o piloto automático foi desacoplado e foi retomado o procedimento de decolagem sem o equipamento.

Por TV Cultura

Marmitas de alimentos da reforma agrária são doadas

Cerca de mil marmitas de alimentos da Reforma Agrária e da agricultura familiar serão distribuídas gratuitamente nesta quarta-feira (22) a moradores de comunidades periféricas e população em situação de rua de Curitiba. A ação marca o Dia Internacional da Agricultora e do Agricultor Familiar, comemorado no próximo dia 25 de julho, e é fruto de doações de alimentos vindos de diversas regiões do estado.

(Giorgia Prates/Fotos Públicas)

A maior parte dos ingredientes que compõe a marmita tem origem orgânica. Parte das refeições será preparada na cozinha da sessão de orgânicos do Mercado Municipal.

As marmitas serão entregues nas Praças Rui Barbosa e Tiradentes, centro da capital; na Praça Plínio Tourinho, no Rebouças; nos arredores do Mercado Municipal; no Parolin e na Vila Formosa. Do arroz até a carne, todo o cardápio da marmita vem das lavouras, hortas, pomares e cooperativas da agricultura familiar e da Reforma Agrária do Paraná. 

O arroz vem da Cooperativa Coana, de assentamentos de Querência do Norte; o feijão da cooperativa Copacon, do assentamento Eli Vive, de Londrina. Batata doce, repolho, hortaliças e frutas, da cooperativa Terra Livre e das famílias do assentamento Contestado, da Lapa; a batata salsa e repolho vem da produção familiar Colônia Marcelino, de São José dos Pinhais; a mandioca, do acampamento Che Guevara, localizado entre os municípios Faxinal/Ortigueira.

Beterraba, abobrinha e cenoura, do Alexandre Onishi, de São José dos Pinhais, e do Vale do Encanto, de Bocaiúva do Sul. Por fim, a carne de porco e a banha, são do Frigorífico Familiar Maccari, do Sudoeste do Paraná. 

Junto de cada uma das marmitas, também serão entregues frascos com composto de mel com açafrão, produzidos no assentamento Contestado pelo Setor de Saúde do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), para melhora da imunidade; uma máscara, doada pela Campanha 1 Milhão de 1 Real; um frasco de álcool em gel, doados pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e pelo mandato do deputado estadual Goura; além de um copo de água da Sanepar, para atender especialmente a demanda das pessoas em situação de rua por acesso à água potável.

A produção das refeições já ocorre toda a semana por iniciativa do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e organizações parceiras, com o nome Marmitas da Terra. Desde maio já foram produzidas e disponibilizadas, toda quarta-feira, cerca de 7.800 refeições. Doações de alimentos frescos e industrializados em áreas da Reforma Agrária do MST têm acontecido toda semana, desde o início da pandemia. Até agora, 258 toneladas de alimentos foram partilhadas no Paraná. 

(Joka Madruga/Fotos Públicas)

“Essa ação busca demarcar a produção diversa e saudável dos acampamento e assentamentos e da agricultura familiar do Paraná e no intuito de ajudar as famílias que estão na cidade neste momento da pandemia no combate à fome”, explica Adriana Oliveira, integrante do MST e da coordenação da ação semanal de produção das marmitas em Curitiba. 

Além de uma ação de solidariedade com pessoas que vivem em condição de vulnerabilidade neste período de pandemia, a iniciativa defende a criação de políticas públicas para o enfrentamento da fome, o fortalecimento da agricultura familiar, o direito à alimentação saudável e livre de agrotóxicos para toda a população. O Brasil é o “epicentro emergente” da fome extrema no mundo, por consequência da pandemia e pela insuficiência das políticas públicas federais, segundo relatório da ONG Oxfam, divulgado no dia 9 de julho. 

Nesta segunda-feira (20), a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 753, que propõe medidas para socorrer agricultores familiares enquanto durar a crise da COVID-19. As medidas são necessárias para manter e ampliar a produção de alimentos, capaz de ajudar no enfrentamento à fome. A matéria segue agora para análise no Senado Federal e, se aprovada, vai para sanção presidencial.

Além dos assentamentos e acampamentos do MST e dos agricultores familiares, fazem parte da iniciativa as campanhas Periferia Viva e 1 Milhão e 1 Real, o Movimento Nacional da População de Rua (MNPR), a organização de direitos humanos Terra de Direitos e a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.

Uma aposta leva prêmio de R$ 101,1 milhões da Mega-Sena

Apenas uma aposta, feita em Curitiba, acertou as seis dezenas do concurso 2.262 da Mega-Sena, sorteadas na noite de sábado (16) no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo: 7 – 8 – 14 – 23 – 30 – 46. O prêmio é de R$ 101,1 milhões.

A quina teve 198 acertadores, e cada um receberá R$ 34.405,61. Os acertadores da quadra foram 12.850 e cada um levará R$ 757,34.

O próximo sorteio será quarta-feira (20).

A aposta mínima, em que o apostador marca seis números, custa R$ 4,50. A mais cara, em que são escolhidas 15 dezenas, sai por R$ 22.522,50.

Sobe para 3 número de casos suspeitos de Coronavírus no Brasil

O Ministério da Saúde confirmou no fim da tarde de hoje (28) que o Brasil tem três casos suspeitos de coronavírus. Além de uma estudante de 22 anos, que está internada em Belo Horizonte, mais duas pessoas têm suspeitas de portar o vírus. Uma delas está em Porto Alegre (RS) e outra em Curitiba (PR).

Segundo o ministério, esses pacientes se enquadram na atual definição de caso suspeito. Eles apresentaram febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório; além de terem viajado para a China, país onde a contaminação teve início, nos últimos 14 dias. O ministério não ofereceu maiores detalhes sobre os casos.

Dados do ministério apresentados na manhã desta terça-feira mostraram que, no período de 3 a 27 de janeiro, foram analisados 7.063 suspeitas de pessoas com coronavírus no Brasil. Desses, 127 exigiram a verificação mais detalhada e apenas o caso da estudante em Belo Horizonte havia sido enquadrado como suspeita.

Diante da epidemia que tem se espalhado rapidamente pela Ásia e atingindo também países da Europa e da América do Norte, o ministério recomenda que os brasileiros evitem viagens à China. O ministro Luiz Henrique Mandetta pediu para que as viagens apenas sejam realizadas se forem necessárias.

“Nós desaconselhamos e não proibimos as viagens para a China. Não se sabe, ainda, qual é a característica desse vírus que é novo; sabemos que ele tem alta letalidade. Não é recomendável que a pessoa se exponha a uma situação dessas e depois retorne ao Brasil e exponha mais pessoas. Recomendamos que, não sendo necessário, que não se faça viagens, até que o quadro todo esteja bem definido”, disse durante a coletiva.

Por  Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil 

*Atualizado às 19h50

Lula deixa a carceragem da Polícia Federal

https://www.facebook.com/redetvt/videos/467201413917467/
(Rede TVT/Reprodução)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou a carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, no Paraná. A Justiça Federal determinou a soltura de Lula menos de 24 horas depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) mudar o entendimento da corte sobre prisão em segunda instância.

Em janeiro do ano passado, a condenação de Lula, proferida em primeira instância pelo então juiz Sergio Moro, foi confirmada e a pena aumentada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), segunda instância da Justiça Federal, para 12 anos e um mês de prisão – oito anos e quatro meses pelo crime de corrupção passiva e três anos e nove meses pela lavagem de dinheiro.

Em abril deste ano, a pena de corrupção foi reduzida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) para cinco anos e seis meses, enquanto a de lavagem ficou em três anos e quatro meses, resultando nos oito anos e dez meses finais.

Além de Lula, a decisão do STF deverá beneficiar outros condenados na Lava Jato, como os ex-deputados Eduardo Cunha, José Dirceu, além do e ex-executivos de empreiteiras.

(Igor Carvalho/Brasil de Fato)

*Com informações da Agência Brasil

Leia a carta em que Lula diz não trocar “dignidade” por “liberdade”

Cristiano Zanin Martins, advogado de Lula (Filipe Araujo/Instituto Lula)

O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva divulgou, por meio do advogado, uma carta em que se recusa a troca a “dignidade” pela “liberdade”. Preso em Curitiba, no Paraná, desde 7 de abril de 2018, o petista destacou que não aceita “barganhar” direitos e liberdade. 

A carta também cita o ex-juiz Sergio Moro, que deixou o cargo para assumir o ministério da Justiça no governo Bolsonaro.

“Diante das arbitrariedades cometidas pelos procuradores e por Sergio Moro cabe agora a Suprema Corte corrigir o que está errado, para que haja justiça independente e imparcial. Como é devido a todo cidadão.”

A íntegra da carta você lê abaixo:

Carta escrita por Lula na prisão (Instituto Lula/Reprodução)

“Ao povo brasileiro,
Não troco minha dignidade pela minha liberdade. Tudo que os procuradores da Lava Jato realmente deveriam fazer é pedir desculpas ao povo brasileiro, aos milhões de desempregados e à minha família pelo mal que fizeram à democracia, a justiça e ao país. 

Quero que saibam que não aceito barganhar meus direitos e minha liberdade. 

Já demonstrei que são falsas as acusações que me fizeram. São eles e não eu que estão presos às mentiras que contaram ao Brasil e ao mundo. 

Diante das arbitrariedades cometidas pelos procuradores e por Sergio Moro cabe agora a Suprema Corte corrigir o que está errado, para que haja justiça independente e imparcial. Como é devido a todo cidadão.

Tenho pela consciência das decisões que tomei nesse processo e não descansarei enquanto a verdade e a justiça não voltarem a prevalecer. 

Curitiba, 30/09/2019

Luiz Inácio Lula da Silva”

Caminhoneiros protestam no Paraná e cobram Diesel mais barato

Por André Richter

Um grupo de caminhoneiros fez carreata hoje (30) na região metropolitana de Curitiba. A ato foi promovido pelo Sindicato dos Caminhoneiros de São José dos Pinhais (PR), que pede a fiscalização da tabela do frete rodoviário e a diminuição do preço do litro do óleo diesel.  

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que acompanhou a carreata com duas viaturas, não houve interdição total do trânsito na Linha Verde, uma das principais rodovias da capital paranaense, onde os caminheiros passaram. 

Na quinta-feira (28), o presidente Jair Bolsonaro anunciou o lançamento do cartão-caminhoneiro, que vai garantir a compra de combustível, pelos motoristas de carga, sem a variação oscilante do preço do óleo diesel, uma das principais reclamações da categoria.

Bolsonaro também citou a decisão recente da Petrobras, que anunciou que não haverá reajuste no preço do diesel em intervalos inferiores a 15 dias.

A política do frete mínimo foi uma das reivindicações dos caminhoneiros que paralisaram as estradas de todo o país em maio do ano passado. A lei especificou que os pisos mínimos de frete deverão refletir os custos operacionais totais do transporte, definidos e divulgados nos termos da Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT), com priorização dos custos referentes ao óleo diesel e aos pedágios.

Acordo da Lava Jato com os EUA é suspenso pelo STF

Por André Richter

Alexandre de Moraes, ministro do STF (Antonio Cruz/Agência Brasil)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu hoje (15) suspender o acordo feito entre a força-tarefa da Operação Lava Jato e o governo dos Estados Unidos para ressarcimento dos prejuízos causados a investidores norte-americanos pelos casos de corrupção na Petrobras.

Na decisão, o ministro também bloqueou valores depositados em uma conta judicial vinculada à 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba. O montante não foi divulgado. O pedido de suspensão foi feito pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, na terça-feira (12).

O acordo foi homologado pela juíza Gabriela Hardt, da 13ª Vara Federal em Curitiba, em janeiro deste ano. Pelos termos do acordo, parte da multa, de aproximadamente R$ 2 bilhões, seria enviada para uma fundação de interesse social, a ser criada pela força-tarefa, que também faria a gestão dos recursos.

Na ação, Dodge disse que o Ministério Público Federal (MPF) não tem poderes para gerir recursos, e a Justiça Federal não tem competência para homologar o acordo.

Moraes entendeu que a PGR tem a prorrogativa para atuar nesses casos, e não a primeira instância do MPF. Além disso, o ministro disse que o acordo não estabeleceu que os recursos deveriam ser depositados em um fundo.

“Não bastasse isso, o conteúdo do segundo acordo – homologado pela 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba – estabeleceu inúmeras providências não previstas no Non Prosecution Agreement, que apenas previu o creditamento da multa em favor do Brasil, sem nenhum condicionamento relacionado à constituição de uma pessoa jurídica de direito privado ou afetação desse montante a atividades específicas”, decidiu. 

TRF confirma Luiz Bonat como novo juiz da Lava Jato

Luiz Antonio Bonat, juiz federal que vai assumir a Lava Jato (TRF-4/Reprodução)

O conselho do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sediado em Porto Alegre, confirmou  que o juiz federal Luiz Antonio Bonat será o titular da 13ª Vara Federal em Curitiba, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato.

Bonat vai substituir o ex-juiz Sergio Moro, que deixou a magistratura no ano passado para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Com a saída de Moro, a juíza Gabriela Hardt chefiou a 13ª Vara temporariamente e chegou a sentenciar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 12 anos e 11 meses de prisão no caso do sítio em Atibaia (SP).

Com 25 anos de carreira, Bonat é o juiz federal com maior tempo de carreira em toda a jurisdição do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que lançou o edital para o preenchimento da vaga deixada por Moro.

Como a antiguidade é o principal critério de seleção, o nome dele já tinha sido definido no concurso interno de promoção.

Atualmente, Bonat atua na 21ª Vara Federal, responsável por temas previdenciários. Ele iniciou a carreira em 1993 e, além da capital paranaense, atuou em cidades como Foz do Iguaçu e Criciúma. Em 2003, ele foi responsável pela primeira condenação penal de uma pessoa jurídica no Brasil.

Ao assumir a 13ª Vara Federal, o magistrado ficará responsável por supervisionar todos os inquéritos da Lava Jato no Paraná e também julgar as ações penais ligadas à operação, entre elas, uma em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu, relacionadas à sede do Instituto Lula, em São Paulo. 

Com saída de Moro, juíza Gabriela Hardt assume Lava Jato

Felipe Pontes/Agência Brasil

Sede da Justiça Federal, em Curitiba (Justiça Federal/Reprodução)

Com a saída de Sergio Moro da 13ª Vara Federal de Curitiba, quem deve assumir em um primeiro momento o andamento dos processos da Lava Jato na primeira instância é a juíza substituta Gabriela Hardt.

Ela já vinha atuando em situações de ausência do magistrado titular. Foi a juíza que decretou a prisão do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu em maio deste ano. Além dos casos próprios, a juíza ficará provisoriamente a cargo também de todos os casos sob a responsabilidade de Moro, que não devem ser redistribuídos, permanecendo na 13ª Vara Federal.



Sérgio Moro aceitou hoje (1) o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro para assumir o Ministério da Justiça. 

Critérios

A partir da exoneração de Moro, a vaga de titular aberta deverá ser oferecida por meio de um edital de remoção, do qual poderá participar qualquer juiz federal titular interessado que atue não só no Paraná, mas também em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Os três estados estão sob a supervisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), com sede em Porto Alegre.

A preferência pela vaga se dá pelo critério de antiguidade. O TRF4 possui sob sua jurisdição atualmente 233 juízes federais, dos quais oito ingressaram em 1994, sendo os mais antigos e, portanto, com preferência caso se interessem em assumir a Lava Jato.

A escolha do novo titular da 13ª Vara é feita pelo Conselho de Administração do TRF4, após análise dos candidatos. Caso nenhum titular se interesse pela vaga, ela é oferecida a título de promoção para algum dos juízes federais substitutos que atuam no Sul, novamente com preferência aos mais antigos. Nesse caso, é o plenário do TRF4 quem escolhe o candidato.

Moro já anunciou seu afastamento imediato das atividades como juiz, “para evitar controvérsias desnecessárias”, disse, em nota. Ele deverá assumir uma superpasta da Justiça, que englobará a área de Segurança Pública e outros órgãos de fiscalização federal.