Deic prende assaltante de bancos, aviões pagadores e carro-forte

O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil de São Paulo prendeu hoje (13), em Limeira (SP), um homem de 45 anos suspeito de liderar assaltos de empresas de transportes de valores, agências bancárias e aviões pagadores. 

As investigações da polícia apontam que o suspeito participou dos roubos de malotes em aviões pagadores nos aeroportos de Blumenau (SC), e Viracopos, em Campinas (SP), ocorridos em 2019. Ele também esteve envolvido nos assaltos de três carros-fortes na rodovia dos Tamoios, em Paraibuna, no Vale do Paraíba, em São Paulo.

Em 2016, segundo a polícia, o suspeito participou do ataque a uma transportadora de valores em Santo André, no Grande ABC, e na cidade de Santos (SP). No mesmo ano, ele liderou a invasão a uma base de transporte de valores no Paraguai, considerado o maior roubo ocorrido até então no país.

De acordo com o Deic, o suspeito é um dos precursores da modalidade criminosa conhecida como novo cangaço, em que os criminosos organizam invasões em bando de cidades para assaltar agências bancárias e casas lotéricas. 

O suspeito estava foragido desde 2014, quando foi resgatado por integrantes da sua quadrilha do Centro de Detenção Provisória de Franco da Rocha, na Grande São Paulo. 

Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil 

Agentes do Deic estouram laboratório de drogas na zona norte de São Paulo

Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais(DEIC) prenderam cinco pessoas em um esquema de fabricação e fornecimento de drogas sintéticas na região do Tremembé, Zona Norte de São Paulo.

O laboratório funcionava em um imóvel na Rua Antoninho Marmo e foi descoberto pela equipe da Primeira Delegacia do Patrimônio durante apurações.

Na tarde desta quinta-feira(10), os agentes entraram no local e encontraram grande quantidade de ecstasy e LSD, além de haxixe marroquino e mescalina.

Também foram apreendidos insumos e equipamentos utilizados na para a produção dos entorpecentes.

Vários envelopes preenchidos com informações completas de remetentes também foram encontrados e a suspeita é o uso dos Correios nas entregas aos usuários.

No imóvel, foram detidos três homens e duas mulheres, que foram encaminhados à sede do Deic e autuados em flagrante.

*Com informações de Paulo Édson Fiore, da rádio Jovem Pan.

DEIC prende ‘Nêgo Charia’, um dos criminosos mais procurados do Brasil

Agentes do Departamento Estadual de Investigações Criminais prenderam nesta quinta-feira na Zona Leste de São Paulo um dos principais criminosos do Brasil: o ex-policial militar Leandro Charias.

Conhecido como ‘Nêgo Charia’, ele é suspeito de participar de pelo 30 roubos a instituições financeiras, especialmente entre 2.014 e 2.016.

Uma das ações ocorreu em dezembro do ano passado, por meio de um túnel, na caixa-forte do Banco do Brasil em Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.

O bandido, que constava da lista dos mais procurados do Ministério da Justiça e responde pelos crimes de extorsão mediante sequestro, geralmente contra gerentes de bancos, e organização criminosa, estava foragido havia cinco anos.

A prisão foi realizada por policiais da Quinta Delegacia de Investigações sobre Roubo a Bancos na Rua Veríssimo da Silva, na região do Parque do Carmo.

A equipe identificou a participação do ex-Pm em de diversos ataques ataques a bancos, o que o teria obrigado a deixar o Estado de São Paulo.
Assim, ele integrou outras quadrilhas até participar do assalto em Campo Grande.

Lista de criminosos mais procurados do Brasil, do Ministério da Justiça(Foto: Reprodução/Ministério da Justiça)

Charias resolveu arriscar novamente a liberdade voltando para a Capital paulista, e o retorno rapidamente foi detectado pelos investigadores do Deic.

Surpreendido, ‘Nêgo Charia’ não teve tempo de reagir e foi preso, sendo encaminhado à sede do Deic, na Zona Norte de São Paulo.

*Com informações do repórter Paulo Édson Fiore, da rádio Jovem Pan.

Polícia prende duas pessoas e recupera carga furtada

(Reprodução)


Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam um motorista de caminhão e o dono de um ferro velho suspeitos de desvio de cargas. A ação da 2ª Divecar aconteceu em Jundiaí, interior de São Paulo.

Investigações revelaram como os desvios ocorriam. Segundo os agentes, parte da carga de um caminhão, que prestava serviços a uma empresa de metais, era desviada antes de chegar ao destino.

Os investigadores localizaram o caminhão estacionado em um ferro velho. O motorista foi preso. O dono do estabelecimento participava da ação criminosa, segundo apuraram os investigadores, e também foi preso no local. 

Ambos foram autuados em flagrante por furto. Foi recuperada uma carga de 450 kg de metais, que será restituída para a empresa vítima.

*com informações da Polícia Civil de São Paulo

Ação contra o crime organizado apreende mais de 150 quilos de cocaína

Caminhão que transportava droga foi interceptado nas proximidades do Porto de Santos (Deic/via Governo do Estado de SP)

Policiais civis do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) apreenderam mais de 150 quilos de cocaína em três ações diferentes em combate ao crime organizado. Os flagrantes aconteceram na madrugada desta terça-feira (10).

A primeira ocorreu no Porto de Santos, onde, em um carregamento interceptado, foi constatada a presença de tijolos de cocaína em meio a 35 toneladas de graxa. O material se solidifica e somente após um processo industrial de aquecimento será possível a retirada e contabilização da droga.

Nas proximidades, os policiais também apreenderam um caminhão baú refrigerado contendo contêineres com polpa congelada de laranja que tinham como destino a República Checa. Dentro do produto foram localizados mais tijolos de cocaína.

Um terceiro carregamento foi interceptado pela equipe em Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo. Na ação, dois homens transportavam 153 quilos de cocaína em um veículo modelo Iveco Daily. As drogas foram encontradas em um fundo falso, no assoalho do automóvel.

Participaram dos trabalhos agentes da 2ª e 3ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat). Ao todo, oito pessoas foram presas e respondem por tráfico de drogas e associação ao tráfico.

*Conteúdo do Governo do Estado de SP

Cumbica: Identificado mentor intelectual do roubo de ouro

A Polícia Civil diz que Francisco Teotônio da Silva Pasqualini é o mentor do crime (Reprodução)

A Polícia Civil de São Paulo identificou o mentor intelectual do roubo de ouro ocorrido no terminal de cargas do aeroporto internacional de Guarulhos em 25 de julho deste ano. Francisco Teotônio da Silva Pasqualini teve a prisão decretada, mas está foragido.

Além do roubo de 718,9 quilos de ouro divulgados anteriormente, a polícia informou nesta terça-feira (6), em entrevista coletiva, que há um segundo montante de ouro e outros objetos valiosos que foram roubados na ocasião.

“São mais 51 quilos que pertencem a outras empresas. Além desses 51 quilos de ouro, nós temos 15 quilos de pedras preciosas – esmeraldas brutas – e também 1,650 quilos de relógios e um colar da Louis Vuitton [empresa francesa especializada em artigos de luxo], que estava sendo encaminhado para a própria Louis Vuitton na Europa, que eram peças [relógios e o colar] que totalizavam cerca de R$ 90 mil”, disse o delegado Pedro Ivo Corrêa, da 5ª Delegacia Patrimônio (Investigações sobre Roubo a Banco).

(Polícia Civil/Reprodução)

Ontem (5), a polícia informou que a Justiça havia decretado a prisão preventiva de seis pessoas envolvidas no roubo. Quatro envolvidos já estavam presos e dois, incluindo o mentor intelectual, estão sendo procurados. O outro homem foragido é dono do estacionamento localizado na zona lesta da capital paulista, onde os carros usados no roubo teriam sido clonados.

“Nós trabalhamos com um número de 14 pessoas [envolvidas no roubo], é uma ramificação de uma organização maior”.

Segundo Corrêa, os envolvidos podem ser enquadrados nos crimes de roubo, extorsão mediante sequestro, falsidade ideológica e organização criminosa. O delegado estima que, se condenados, cada um possa pegar mais de 20 anos de pena.

O delegado ressaltou o envolvimento de funcionário do aeroporto no planejamento do roubo, afirmando que esle admitiu a participação, porém não quis imputar a autoria do roubo a ninguém. “A verdade é que, em operações como essa, os criminosos têm informações privilegiadas. Nenhum sistema de segurança é seguro o bastante se tem um funcionário participando junto com os criminosos.”

Segundo informações da Polícia Civil, este funcionário, que já está preso, teve a família sequestrada como forma de pressão para que continuasse a participar do roubo. “Ele concordou em participar e, no final, quando começou a criar obstáculos, o pessoal da organização [criminosa] findou por sequestrar sua família para estimulá-lo a participar [do roubo]”. Para o delegado, o fato de sua família ter sido refém não diminui a participação do funcionário no crime, e ele deve responder por isso.

Antes da execução do crime, houve duas tentativas. A primeira, em março, e a outra, poucos dias antes do roubo. De acordo com o delegado, os criminosos chegaram até o portão, mas desistiram.

A polícia admite que haverá dificuldadepara localizar a carga roubada, já que o ouro pode ser derretido e moldado em diferentes formas. O delegado disse que o montante foi dividido entre os envolvidos no roubo, o que também vai dificultar sua localização.

“As investigações vão prosseguir.Nós vamos ter que perder mais um pouco de tempo para ter essa resposta [onde está o ouro]. Temos a informação já de que boa parte do ouro é transportada para o mercado exterior. Através de várias modalidades distintas, o pessoal vai escoando aos poucos, certamente não estará por aqui, nem vai estar nas proximidades”, acrescentou Corrêa.

“Concluímos que parte do ouro está sendo encaminhada ao exterior. Uma das formas é através de formiguinhas, chineses que compram peças de ouro, em filetes pequenos, colocam dentro do celular e encaminham para a China”, disse o delegado Rogerio Luiz Marques.

Um chinês foi preso ontem na região da Avenida Paulista com um total de 1,1 quilos em pequenas peças de ouro que comprava, colocava dentro de celulares e, segundo a polícia, enviava para a China, onde a venda do metal é mais rentável que no Brasil. Foi imputado a ele o crime de evasão de divisas. “De início, não se pode afirmar que o ouro encontrado com esse chinês é derivado do roubo do aeroporto. Pode-se supor que seja uma das formas pela qual saiam do Brasil ouro e pedras preciosas”, afirmou o delegado.

*Com Informações da Agência Brasil

6 suspeitos no roubo de ouro têm prisão preventiva decretada

Por Camila Boehm

Bandidos usaram viaturas falsas durante a ação em Cumbica, Guarulhos (Polícia Civil/Reprodução)

A Justiça decretou as prisões preventivas de seis pessoas envolvidas no roubo de 718,9 quilos de ouro no terminal de cargas de aeroporto internacional André Franco Montoro, conhecido como aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. O crime aconteceu no dia 25 de julho.  

Dos seis, quatro cumpriam prisões temporárias por suspeita de participação no roubo.  

As informações foram divulgadas na noite de ontem (5) pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil paulista. “Policiais da 5ª Delegacia Patrimônio [Investigações sobre Roubo a Banco], responsáveis pelas apurações, reuniram informações que permitiram identificar e prender quatro envolvidos e indiciar outros dois indivíduos, agora procurados”, divulgou o Deic, em nota.

Histórico

O grupo chegou ao aeroporto por volta das 14h30, em dois carros disfarçados de viaturas da Polícia Federal. Fortemente armados, os homens renderam funcionários que faziam a manipulação da carga e os obrigaram a transferir o ouro para uma das caminhonetes. A entrada dos ladrões foi facilitada por um supervisor de logística que havia sido rendido na noite anterior.

Na manhã do dia 24, o funcionário foi fechado no trânsito enquanto levava a esposa ao trabalho, na região da Avenida Jacu-Pêssego, zona leste paulistana. A ação foi feita por um veículo caracterizado de ambulância, de onde desceu um criminoso que rendeu o supervisor e obrigou a mulher a entrar no veículo usado pelos criminosos. O ladrão explicou que a esposa permaneceria como refém e ele seria obrigado a auxiliar o grupo no roubo.

No final daquela tarde, o funcionário teve um novo encontro com os criminosos, quando foi levado à própria casa e teve toda a família feita refém: a sogra, o cunhado, a cunhada, os dois filhos e uma criança da vizinhança. No dia seguinte, na quinta-feira (25), ele foi levado junto com os criminosos para realizar a ação. O metal, dividido em 31 malotes, tinha como destino Nova York (EUA) e Toronto (Canadá).

Após a ação no aeroporto, o grupo foi até um estacionamento em São Miguel Paulista, zona leste da capital, onde transferiu o ouro para outros dois carros encontrados pela polícia. Nenhum dos veículos usados no crime consta como roubado. A polícia suspeita que eles tenham sido comprados no interior do estado por meio de fraudes. Mais dois veículos também foram abandonados pelos ladrões e não se sabe como o ouro foi transportado a partir de então.

Depois do roubo, a esposa do supervisor foi liberada em Itaquaquecetuba, município da parte leste da Grande São Paulo. O funcionário também foi libertado ileso.

Preso 3º suspeito de roubar carga de ouro em Cumbica

Por Daniel Mello

A Polícia Civil prendeu nesta madrugada (29) mais um homem suspeito de participar do roubo de 718,9 quilos de ouro do Aeroporto Internacional de Guarulhos na última quinta-feira (25). Ele foi detido em flagrante, segundo a polícia, com um carregador de fuzil e munição. Segundo o Departamento Estadual de Investigações Criminais, ele teria oferecido apoio logístico para passar a carga roubada dos carros usados no assalto para outros veículos.

Outros dois suspeitos foram presos durante o fim de semana. Entre eles, está Petterson Patrício, o funcionário do aeroporto que teria sido feito de refém e obrigado a ajudar os criminosos. Segundo o advogado Ricardo Sampaio Gonçalves, que o defende, ele nega participação no roubo.

De acordo com a polícia, ao menos dez pessoas participaram do crime. O grupo chegou ao aeroporto por volta das 14h30 de quinta-feira, em dois carros disfarçados de viaturas da Polícia Federal. Fortemente armados, renderam os funcionários que faziam a manipulação da carga e os obrigaram a transferir o ouro para uma das caminhonetes. A entrada dos ladrões foi facilitada pelo supervisor de logística que afirma ter sido rendido na noite anterior.

O metal, dividido em 31 malotes, tinha como destino Nova York, nos Estados Unidos, e Toronto, no Canadá.