MDB, PSDB e DEM vão governar metade das capitais brasileiras

Três partidos vão comandar a metade das capitais brasileiras a partir de 2021. O MDB venceu em cinco das sete que disputou neste domingo, no segundo turno das eleições municipais. PSDB e DEM comandarão quatro cada, já somadas as vitórias no primeiro turno.

O MDB reelegeu neste domingo o prefeito de Cuiabá (MT), Emanuel Pinheiro. Já o vice-prefeito Arthur Henrique, em Boa Vista (RR), levou a legenda ao recorde de votos válidos neste segundo turno em uma capital, ao conquistar o apoio de mais de 85% dos eleitores.

Em Goiânia (GO), o MDB venceu com o ex-governador Maguito Vilela, internado há mais de um mês em São Paulo com Covid-19. O partido ganhou ainda em Porto Alegre (RS), com o deputado estadual Sebastião Melo, e em Teresina (PI), com ex-deputado estadual Dr. Pessoa.

O PSDB, que já havia reelegido dois prefeitos, manteve o comando dos municípios de São Paulo (SP), com Bruno Covas, e de Porto Velho (RO), com Hildon Chaves. O DEM, com três vitórias no primeiro turno, agora ganhou no Rio de Janeiro (RJ), com o ex-prefeito Eduardo Paes.

O PDT reelegeu o prefeito de Aracaju (SE), Evaldo Nogueira, e ganhou em Fortaleza (CE). Também governarão duas capitais o PSB, com os deputados João Campos, em Recife (PE), e JHC, em Maceió (AL); o PP, em João Pessoa (PB) e em Rio Branco (AC); e o PSD, após vitórias no primeiro turno.

Outros quatro partidos – Avante, Podemos, Psol e Republicanos – governarão em 2021, respectivamente, as capitais Manaus (AM), São Luís (MA), Belém (PA) e Vitória (ES). As legendas com as maiores bancadas na Câmara dos Deputados, PT e PSL, não conquistaram nenhuma capital.

Das 26 capitais brasileiras, somente em Macapá, devido a um apagão resolvido apenas na terça-feira (24), não houve eleição. O primeiro turno na capital do Amapá será em 6 de dezembro; o segundo, se necessário, no dia 20.

Outras cidades

O segundo turno ocorreu ainda em 39 dos 95 municípios com mais de 200 mil eleitores. Em quatro, todos no Rio de Janeiro (Campos dos Goytacazes, Duque de Caxias, Petrópolis e Volta Redonda), a decisão caberá à Justiça Eleitoral.

Consideradas 91 cidades com mais de 200 mil eleitores e encerrada a apuração neste domingo, o PSDB saiu com mais vitórias, 14, sendo 8 no segundo turno. O MDB acabou com dez, cinco em cada turno. Depois vem o PSD, com sete, das quais quatro agora.

Pelo PSD, a atual vice-prefeita de Ponta Grossa (PR), Professora Elizabeth, venceu a deputada estadual Mabel Canto (PSC). Foi o único segundo turno destas eleições municipais envolvendo duas candidatas. Situação semelhante já havia ocorrido em Olinda (PE), em 2000.

No total, quatro prefeitos de capital, ante seis no primeiro turno, foram reeleitos neste domingo. O PT, legenda com mais candidatos no segundo turno (15), elegeu só quatro deles – em Contagem e Juiz de Fora, em Minas Gerais, e em Diadema e Mauá, em São Paulo.

Justificativa eleitoral

A abstenção foi recorde nestas eleições municipais, que ocorreram em meio à pandemia de Covid-19. No primeiro turno, considerando a média no País, foi de 23,1% do eleitorado. No segundo turno, atingiu 29,5%, bem acima dos 21,6% nessa mesma fase em 2016.

As pessoas que faltaram ao segundo turno das eleições municipais têm agora até o final de janeiro (60 dias) para justificar a ausência. Isso poderá ser feito por meio do aplicativo para celular e-Título, em página na internet ou pessoalmente no respectivo cartório eleitoral.

Por Ralph Machado, da Agência Câmara de Notícias

Deputados são eleitos prefeitos em Recife, Belém, São Luís e Maceió

João Campos (PSB) foi eleito em Recife (Reprodução)

Neste domingo, deputados foram eleitos para as prefeituras de quatro capitais: João H. Campos (PSB), no Recife (PE); Edmilson Rodrigues (Psol), em Belém (PA); Eduardo Braide (Podemos), em São Luís (MA); e JHC (PSB), em Maceió (AL). Outros três deputados disputavam prefeituras em capitais, mas acabaram em segundo lugar: Marília Arraes (PT), no Recife (PE); Capitão Wagner (Pros), em Fortaleza (CE), e Ottaci Nascimento (Solidariedade), em Boa Vista (RR). Ainda assim, esta foi uma das eleições municipais mais bem-sucedidas para deputados na última década.

Contando com os resultados do primeiro e segundo turno, no total sete deputados foram eleitos prefeitos e três vice-prefeitos. O resultado é inferior ao da eleição passada, quando 15 deputados se elegeram prefeitos e quatro vice-prefeitos. No entanto, em 2016, apenas um deputado foi eleito em uma capital: Nelson Marquezan Jr (PSDB), em Porto Alegre.

O desempenho de parlamentares neste ano nas capitais só se compara ao de 2012, quando seis deputados se elegeram para prefeituras de Belém, Boa Vista, Maceió, Porto Velho, Salvador e São Luís. Já em 2008, nenhum deputado ganhou o cargo de prefeito em uma capital.

Outras cidades que elegeram deputados para prefeito foram:
Margarida Salomão (PT) – Juiz de Fora (MG)
Sergio Vidigal (PDT) – Serra (ES)
Alexandre Serfiotis (PSD) – Porto Real (RJ)

Foram eleitos vice-prefeitos:
Deuzinho Filho (Republicanos) – Serra (ES)
Paulo Marinho Jr (PL) – Caxias (MA)
Juninho do Pneu (DEM) – Nova Iguaçu (RJ)

Outro deputado candidato, Wladimir Garotinho (PSD), conquistou 52,4% dos votos para prefeito no segundo turno em Campos dos Goytacazes (RJ). No entanto, ele ainda não é considerado eleito porque sua candidatura foi impugnada e está em julgamento na Justiça Eleitoral.

Nestas eleições, 66 deputados concorreram a cargos de prefeito ou vice-prefeito em 43 cidades, sendo que 40 deles disputavam vagas em capitais. O número é inferior à eleição de 2016, quando 80 deputados se lançaram candidatos em 57 cidades.

Por Francisco Brandão, da Agência Câmara de Notícias

Após vitória, Covas diz que urnas pediram fim de divisões

Bruno Covas (PSDB)

Em discurso após o fim das apurações, o vencedor das eleições municipais da capital paulista, Bruno Covas (PSDB), falou em tom de conciliação. Ele destacou que as urnas da cidade de São Paulo manifestaram que os paulistanos não querem confrontos e divisões. Em uma alusão aos locais da cidade onde venceu ou perdeu, Covas ressaltou que não existe “distrito azul ou vermelho, existe cidade de São Paulo.”

“São Paulo falou. São Paulo não quer divisões, São Paulo não quer o confronto. Meu avô dizia que é possível conciliar política e ética, política e honra, política e mudança. Eu agora acrescento: é possível fazer política sem ódio, é possível fazer política falando a verdade”, disse. 

“As eleições terminam hoje, não há espaços para divisões, não há espaço em São Paulo para o grupo a, para o grupo b, São Paulo é para todos. Esse foi o nosso lema de campanha, e esse será o nosso jeito de governar”, acrescentou.

O prefeito reeleito ressaltou ainda que seu governo irá se focar na promoção da saúde e da educação e no combate às desigualdades. Covas disse também que sua gestão irá combater a pandemia de covid-19.

“Temos que investir em saúde e educação e temos que fazer da nossa gestão um mantra na busca de emprego e oportunidade, em especial para os nossos jovens de periferia que sofreram ainda mais as consequências dessa crise econômica e social”. 

“A democracia está viva, São Paulo mostrou que restam poucos dias para o  negacionismo e obscurantismo. São Paulo disse sim à democracia, São Paulo disse sim à ciência, São Paulo disse sim à moderação, são Paulo disse ao equilíbrio”, acrescentou.

Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil 

Bruno Covas é reeleito prefeito de São Paulo

Brunon Covas é reeleito em São Paulo (Divulgação)

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), foi reeleito neste domingo (29/11). O tucano recebeu pouco mais de 59% dos votos válidos no segundo turno do pleito paulistano, com 93% das urnas apuradas. Seu adversário Guilherme Boulos (PSOL) obteve cerca de 40%.

Antigo vice de João Doria, Covas, de 40 anos, está à frente do Executivo paulistano desde 2018, quando o antigo titular deixou o cargo para disputar o governo do estado.  Filiado ao PSDB desde os 18 anos, Bruno Covas é neto do ex-governador de São Paulo, Mário Covas.

Antes de assumir a prefeitura, Bruno Covas foi deputado estadual, secretário estadual do Meio Ambiente e deputado federal.

Desde outubro de 2019, Bruno Covas luta contra um câncer na cárdia, parte do corpo que fica entre o esôfago e o estômago.

Neste domingo, ao votar, Covas disse que pretende cumprir os quatro anos de mandato caso fosse reeleito. A pergunta sobre seus planos não foi por acaso, já que São Paulo tem uma tradição de políticos tucanos que deixam a prefeitura para disputar o governo. Além de Doria em 2018, o ex-governador e ex-prefeito José Serra seguiu caminho em 2006.

“Quero ser reeleito para entregar o cargo no dia 1º de janeiro de 2025”, disse Covas durante coletiva de imprensa após a votação.

No primeiro turno, Covas obteve 32,85% dos votos válidos, contra 20,24% de Boulos. Sem contar com grandes obras ou programas de destaque como chamariz para seus dois sua administração, a campanha de Covas se concentrou em promover a imagem de Covas, que foi propagandeado como um moderado e político experiente.

No entanto, a imagem de moderação tinha suas vidraças. A principal delas foi o vice escolhido pelo tucano: o vereador Ricardo Nunes (MDB), que teve seu nome incluído como parte de uma aproximação entre o PSDB paulista e o MDB no estado com vistas para 2022.

Nunes acabou virando uma dor de cabeça para a campanha de Covas. O vereador foi acusado de violência doméstica pela mulher em 2011 e é alvo de um inquérito que investiga irregularidades na gestão de creches da capital paulista.

Por causa dos problemas de saúde de Covas, a biografia do seu vice passou a ser explorada por apoiadores de Boulos. Covas respondeu defendendo a escolha e apontando que Nunes não é réu em nenhum processo. O prefeito ainda enfrentou questionamentos sobre seu passado recente, como sua proximidade com Doria, um político que colou sua imagem ao bolsonarismo em 2018.

Apesar de ter permanecido na liderança das intenções de votos após o derretimento da campanha de Celso Russomanno (Republicanos)  desde a segunda quinzena de outubro, Covas viu sua posição confortável passar a ser ameaçada nos últimos dias conforme Boulos diminui a desvantagem, que caiu pela metade em dez dias.

PSOL obtém seu melhor resultado em São Paulo

Guilherme Boulos, candidato do PSOL (Divulgação)

A disputa Covas x Boulos repetiu neste ano o velho confronto entre forças de direita ou centro e a esquerda que caracteriza as eleições paulistanas desde 1988.

Mas pela primeira vez tal disputa não contou com um candidato competitivo do PT desde a volta das eleições diretas para prefeito em 1985.

O petista Jilmar Tatto terminou o primeiro turno com 8,65% dos votos sem nunca ter decolado nas pesquisas. O papel de um candidato forte de esquerda acabou sendo assumido pelo psolista Guilherme Boulos, líder do Movimento de Trabalhadores Sem Teto (MTST).

Com cerca de 40% dos votos totais no segundo turno, Boulos obteve de longe a melhor votação da história do PSOL em disputas pelo Executivo paulistanos. Em outros pleitos, o partido nunca havia superado pouco mais de 3% dos votos totais.

A tomada do protagonismo pelo Psol em São Paulo também foi encarada como um teste para determinar o potencial de forças de esquerda não petistas em 2022 e contrapor o desgaste sofrido pelo PT nos últimos anos. Na sua campanha, Boulos, de 38 anos, montou uma espécie de ponte entre uma nova e velha esquerda. Ele escolheu como vice a veterana de disputas à prefeitura de São Paulo, Luiza Erundina, de 85 anos. 

Também conseguiu formar uma frente de apoio com o PT, PDT, PCdoB, Rede Sustentabilidade, PCB e Unidade Popular (UP), no que foi classificado por um deputado petista como uma “semente” para a disputa presidencial de 2022.

Diagnosticado com covid-19 na sexta-feira, Boulos acabou ficando de fora de atos de campanha nos últimos dois dias, ficando impedido até mesmo de ir votar neste domingo.

JPS/ots

Por Deutsche Welle

Guti é reeleito prefeito de Guarulhos

O prefeito de Guarulhos (SP), Guti (PSD), foi reeleito hoje (29) na disputa eleitoral pela administração do município. Com 93,49% das urnas apuradas, ele não pode mais ser ultrapassado pelo seu adversário Elói Pietá (PT).

Guti possui até o momento 57,02% dos votos válidos. Elói Pietá soma 42,98%. Na cidade com 872.880 eleitores, foi registrado por enquanto 22,05% de abstenção.

O atual prefeito já havia liderado a corrida eleitoral no primeiro turno. Ele teve 45,49% dos votos válidos. Elói Pietá teve, na ocasião, 32,13%.

Situada na região metropolitana de São Paulo, Guarulhos é a segunda cidade mais populosa do estado. Dez candidatos disputaram o pleito de 2020.

Guti, prefeito de Guarulhos

Por Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil 

Eleições: Ministério da Justiça contabiliza 145 ocorrências e 18 prisões

Aumentou para 145 o número de ocorrências contabilizadas pelo Ministério da Justiça neste domingo (29) de eleições. Já o número de prisões e conduções, registradas até as 11h, está em 18. De acordo com relatório divulgado há pouco pelo ministério, foram apreendidos, até o momento, R$ 8,9 mil, além de cinco veículos. Há ainda 170 casos de material de campanha apreendidos, dois inquéritos policiais já instaurados e dois termos circunstanciados de ocorrências lavrados.

Das 145 ocorrências registradas, 109 foram por crimes eleitorais como boca de urna (sete), compra de votos (duas), concentração de eleitores (4), desobediência a ordens da Justiça Eleitoral (87), desordens que prejudicam os trabalhos eleitorais (8), e um caso de “atos e imputações inverídicas” (fake news). Outras 26 ocorrências se devem a indícios de desinformação sobre o processo eleitoral (também relacionado a fake news).

De acordo com relatório do Ministério da Justiça, oito incidentes de segurança pública e defesa social ocorreram no entorno de locais de votação: quatro por bloqueio de vias, um por falta de energia, um por manifestações e duas ocorrências de atendimentos de urgência e emergência.

Integrantes da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, do Ministério da Defesa, Tribunal Superior Eleitoral, representantes dos estados e de outros órgãos do governo federal têm acesso às ocorrências. A Operação Eleições 2020 conta com efetivo de 90.904 agentes e o apoio de 13.204 viaturas.

Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil 

Quase 9 milhões de eleitores voltam às urnas hoje na Capital

Mais de 14 milhões de pessoas deverão voltar às urnas neste domingo (29) no estado de São Paulo para decidir quem ocupará a cadeira de prefeito na capital e em mais 15 municípios paulistas no período de 2021 a 2014. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), estão aptos a votar no segundo turno das eleições municipais 14.537.905 eleitores.

Só na capital paulista, que tem o maior eleitorado do país, poderão votar hoje 8.986.687 pessoas – número que supera individualmente o eleitorado de 21 estados brasileiros e do Distrito Federal.

Além da capital, São Paulo, a eleição para prefeito será definida na segunda rodada de votação nos municípios de Bauru; Campinas; Diadema; Franca; Guarulhos; Limeira; Mauá; Mogi das Cruzes; Piracicaba; Praia Grande; Ribeirão Preto; São Vicente; Sorocaba; Taboão da Serra e Taubaté.

A Constituição Federal (Artigo 29, II) determina que, nos municípios com mais de 200 mil eleitores, haja nova disputa para o Poder Executivo se nenhum dos candidatos conseguir mais da metade dos votos válidos no primeiro turno.

Dos 645 municípios paulistas, 28 poderiam ter segundo turno nestas eleições, mas, em 12,  a disputa foi definida na primeira rodada de votação: Barueri, Carapicuíba, Guarujá, Itaquaquecetuba, Jundiaí, Osasco, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Suzano.

Municípios e candidatos

1 – Bauru – disputa entre Suéllen Rosim (Patriota) e Dr. Raul (DEM). Suéllen Rosim alcançou 35,60% dos votos válidos (57.844) e Dr. Raul, 32,80% (53.299).

2 – Campinas – disputa entre os candidatos Dário Saadi (Republicanos) e Rafa Zimbaldi (PL). Saadi alcançou 25,78% dos votos (121.932) e Zimbaldi, 21,86% (103.397).

3 – Diadema – disputa entre os candidatos Filippi (PT) e Taka Yamaucho (PSD). Filippi alcançou 45,65% dos votos (92.670) e Yamauchi,15,42% (31.301).

4 – Franca – disputa entre os candidatos Flávia Lancha (PSD) e Alexandre Ferreira (MDB). Lancha alcançou 24,61% dos votos (35.338) e Ferreira, 19,34% (27.772).

5 – Guarulhos – disputa entre os candidatos Gustavo Henric Costa – Guti (PSD) e Elói Pietá (PT). Guti obteve 45,65% dos votos (216.211) e Elói, 32,24% (184.502).

6 – Limeira –  disputa entre os candidatos Mario Botion (PSD) e Murilo Felix (Pode). Botion alcançou 32,32% dos votos (45.248) e Felix, 22,43% (31.402).

7 – Mauá – disputa entre os candidatos Atila (PSB) e Marcelo Oliveira (PT). Atila obteve 36,48% dos votos (70.490) e Oliveira, 19,84% (38.330).

8 – Mogi das Cruzes – disputa entre os candidatos Marcus Melo (PSDB) e Caio Cunha (Pode). Melo obteve 42,29% dos votos (81.555) e Cunha, 28,31% (54.591).

9 – Piracicaba – disputa entre os candidatos Barjas Negri (PSDB) e Luciano Almeida (DEM). Negri obteve 34,33% dos votos (56.760) e Almeida, 15,60% (25.786).

10 – Praia Grande – disputa entre os candidatos Raquel Chini (PSDB) e Danilo Morgado (PSL). Chini atingiu 39,05% dos votos (55.204) e Morgado, 35,60% (50.317).

11 – Ribeirão Preto – disputa entre os candidatos Duarte Nogueira (PSDB) e Suely Vilela (PSB). Nogueira obteve 45,87% dos votos (115.724) e Vilela, 20,72% (52.266).

12 – São Paulo – disputa entre os candidatos Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL). Covas obteve 32,85% dos votos (1.754.013) e Boulos, 20,24% (1.080.736).

13 – São Vicente – disputa entre os candidatos Solange Freitas (PSDB) e Kayo Amado (Pode). Freitas atingiu 41,47% dos votos (67.558) e Amado, 33,95% (55.307).

14 – Sorocaba – disputa entre os candidatos Rodrigo Manga (Republicanos) e Jaqueline Coutinho (PSL). Manga obteve 39,42% dos votos (116.020) e Coutinho, 16,63% (48.955).

15 – Taboão da Serra – disputa entre os candidatos Engenheiro Daniel (PSDB) e Aprigio (Pode). Daniel recebeu 33,42% dos votos (46.350) e Aprigio, 32,01% (44.400).

16 – Taubaté – disputa entre os candidatos Saud (MDB) e Loreny (Cidadania). Saud obteve 28,81% dos votos (41.201) e Loreny, 25,40% (36.333).

 Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil