Bolo criativo: Confeitaria da Luana vira franquia

Carlos Henrique Correa/Passo Avanti

(Divulgação)

A Confeitaria da Luana, rede especializada em bolos e doces criativos, foi fundada em 2010 pela confeiteira Luana Davidsohn e pelas filhas, Marina e Julia Zinn. Com duas unidades próprias, em Pinheiros e Vila Olímpia, a empresa entra para o franchising e planeja inaugurar quatro unidades no primeiro ano.

Inicialmente, o plano de expansão está direcionado para a cidade de São Paulo. A proposta da franqueadora é trabalhar com produtos exclusivos, enviados direto da fábrica para o franqueado, sendo que alguns deles serão finalizados na própria loja.

“Esse modelo formatado para franquia busca garantir a mesma qualidade dos produtos em todas as lojas da rede. Alguns itens, como o brigadeiro, vão ser finalizados nas lojas, o que assegura doces sempre frescos, além de oferecer transparência aos clientes”, explica Julia Zinn, formada em gastronomia e diretora financeira da empresa.

Os franqueados terão cerca de 60 itens no cardápio, incluindo cupcakes, brownies, cheesecakes, bolos caseiros e decorados, biscoitos amanteigados e produtos sazonais. Só no mês de julho, a Confeitaria da Luana incluiu quatro novos produtos, disponíveis na loja do Shopping Vila Olímpia.

A marca já atendeu a mais de dez mil encomendas e, atualmente, metade do que é produzido pela cozinha central vai para eventos corporativos de grandes empresas, como bancos e escritórios.

“Nós fazemos comida de verdade, com produtos de qualidade e de forma artesanal. Acreditamos que os doces têm que ter cara de saborosos”, comenta Marina, diretora de marketing e fundadora da marca.

Além de se destacar pela qualidade dos produtos, a franquia sustenta o plano de expansão em números promissores para o segmento. Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF),  o setor de alimentação teve um crescimento de 6,6% no primeiro trimestre de 2018 na comparação com o mesmo período do ano passado.

“Nós buscamos pessoas que se identifiquem com a Confeitaria da Luana, uma empresa familiar que oferece um espaço acolhedor para quem gosta de saborear um bom bolo”, destaca Luana.

O investimento total para quem quer fazer parte da rede é de R$ 200 mil.

Franquia de segurança chega ao ABC; são duas novas lojas

Heverton Guimarães, executivo de negócios e pessoas da Superseg Brasil, durante treinamento dos novos franqueados (Divulgação)

A Superseg Brasil inaugura em agosto mais duas unidades da franquia, em Santo André, no ABC paulista, e em Valinhos, no interior de São Paulo. As duas lojas estão dentro do plano de expansão da rede, com meta de atingir 30 pontos franqueados até o fim deste ano.

Especializada em segurança eletrônica, a Superseg tem direcionado o crescimento da marca para cidades com mais de 100 mil habitantes, principalmente no sul e no sudeste do Brasil. A rede nasceu em Campinas, no interior de São Paulo, onde mantém duas unidades, sendo uma própria.

A unidade de Santo André vai ser administrada por Robson Rios Lopes, de 47 anos, que pretende atuar junto com os dois filhos, de 18 e 19 anos.

“Eu trabalhei os últimos dez anos com coordenação de manutenção predial. Agora, com a Superseg, me sinto animado para trabalhar com esse setor que leva segurança para as pessoas”, comenta Robson.

Depois de trabalhar como autônomo durante anos, Paulo Henrique de Almeida, de 23 anos, decidiu investir na marca. Ele já conhecia as empresas do grupo Protemaxxi, do qual faz parte a SuperSeg Brasil, porque comprava produtos eletrônicos.

Paulo vai comandar a empresa de Valinhos ao lado da irmã, Carla Cristina de Almeida, de 36 anos. Antes de fechar o contrato, eles fizeram muita conta e chegaram a conclusão de que é possível multiplicar por 20 o faturamento.

“Com a franquia vamos vender, além do serviço, os equipamentos e os projetos”, explica Paulo.

Além dessas duas inaugurações em agosto, a franquia se prepara para abrir a primeira unidade fora do estado de São Paulo. Já em fase de implantação a loja de Londrina, no Paraná, com previsão de abertura para setembro.

“A gente oferece todo treinamento para o franqueado, além de um suporte constante”, comenta Evandro Machado, que destaca a forte atuação de marketing da franquia como aliada para cada cidade onde a rede se instala.

Nos último anos, o setor cresceu, em média, 8%, segundo dados da Associação Brasileira de Segurança Eletrônica (Abese) e empresa 200 mil pessoas de forma direta. A expectativa é que este ano haja um crescimento de 2%.

Serviço:

Rua Guilherme Marconi, 245 – Vila Assunção

Rua Antonio Carlos, 442 – Vila Olivo

Dia dos Pais: O segredo do sucesso quando pai e filho são sócios

Tocar um negócio em família tem vantagens importantes. As empresas familiares, segundo o Sebrae, são mais enxutas, o que representa menos custos, mas há também muitos desafios.

No Dia dos Pais, recorremos ao Panorama dos Pequenos Negócios de 2018 para mostrar que parcerias entre pai e filho na hora de gerir uma empresa são representativas. Este levantamento feito pelo Sebrae mostrou que 39% das pessoas com 60 anos ou mais têm filhos como sócios.

José Fugice, consultor da Goakira (Reprodução)

O consultor da Goakira, José Fugice, considera que o sucesso dessa parceria depende diretamente do envolvimento do filho no negócio do pai. “Muitas vezes, o pai força a barra para que o filho ou a filha siga o caminho dele, porque quer dar continuidade no negócio. No entanto, a pessoa pode não querer, pode ter afinidade com outro tipo de negócio e até mesmo ser empregado”, comenta.

Na família Peters foi exatamente o contrário. Padrasto e filhos se uniram desde a criação da empresa.

Nickolas e Victória tocam o negócio com a ajuda do padrasto (Divulgação)

Assim surgiu, em 2015, a Brickell Pizzas. Comandada pelos irmãos Nickolas e Victória Peters, a rede de franquias tem as finanças administradas pelo padrasto dos gêmeos, Fernando Lobe. Neste caso, a empresa familiar foi projetada de forma conjunta e eles conseguiram desenhar um modelo de negócio que logo caiu no gosto dos clientes.

A proposta é oferecer por R$39,90 pizza, sorvete, refrigerante entre outros itens à vontade.

“Essa parceria em comum acordo fortaleceu a marca e hoje estamos indo além, oferecendo esse modelo de negócio para investidores interessados em trabalhar com uma franquia da Brickell Pizzas”, comemora Fernando.

Para que as relações permaneçam em harmonia e a empresa cresça, o especialista cita outros pontos que podem ser decisivos na hora de tocar o negócio familiar.

Hierarquia familiar:

A ideia de que a palavra do pai tem que ser respeitada nem sempre pode ser colocada em prática dentro da empresa. As vezes, para o bem do negócio, é preciso inverter a hierarquia familiar.

Com negócio familiar sem perspectivas após a crise econômica de 2015, Arthur Marcolino decidiu que era o momento de virar a página do negócio da família e apostar em um novo segmento. Junto com a esposa, Renata, o empresário criou a Mil e uma Sapatilhas.

A escolha de vender sapatilhas a preço único, R$ 40, começou com o propósito de ajudar o negócio do pai. “O começo do negócio não foi fácil. Meu pai não acreditava na comercialização de calçados para mulheres. Para ele, que já tinha uma loja de móveis para escritório, a venda de sapatilhas era algo sazonal”, lembra Arthur.

Não demorou muito para que a família comprovasse o sucesso dessa reinvenção no mundo dos negócios. Hoje, com mais de cem unidades espalhadas pelo Brasil, a empresa tem previsão de faturar R$ 40 milhões em 2018.

Inovação

É comum nessas sociedades familiares que haja um conflito de gerações, principalmente considerando os avanços tecnológicos dos últimos dez anos. Os pais, nesses casos, precisam estar abertos à inovação.

Cia do Sono, empresa fundada em 1987, passou por essa experiência quando, em 2012, enfrentou um momento difícil. Felipe Pedroso decidiu assumir o comando da empresa familiar que estava endividada e pouco produtiva.

O jovem decidiu apostar em uma novidade, o “colchão gourmet”, produzido sob medida para cada cliente. Aberto a novas ideias, o pai apoiou a mudança de rumo e viu o faturamento crescer.

“Criamos mais produtos e, com o apoio do meu pai, fizemos a empresa faturar em 2017 R$ 15 milhões”, comemora Felipe.

Estabelecer limites nas decisões

Uma das formas de evitar conflitos na sociedade entre pai e filho é estabelecer limites. “Identificar quem tem competência para fazer o que e encaixar as peças nos devidos lugares”, explica Fugice.

Raphael e Sylvio, sócios no grupo Drumattos (Divulgação)

Sylvio Mattos é sócio do filho Raphael no Grupo Drumattos, donos das franquias Camarão e Cia, Camarada Camarão, Recife’s e Pizza Studio. Experiente, Sylvio diz que ele e o filho aprenderam a lidar com as opiniões contrárias.

“O jovem é mais afoito e ousado, eu hoje já sou mais comedido nas ações, mas é importante ter essa ousadia e modernidade que o Rapha traz para a empresa”, comenta.

Dentro da empresa, os dois têm papéis definidos e usam o diálogo para chegar ao que é mais importante para empresa. “Já ‘sofri’ isso com meu pai. A sociedade é muito difícil. Com filho, mais ainda. Existem diferenças muito grandes entre os pensamentos e estilos, mas sempre procurei trazer ele para perto dos negócios”, destaca Sylvio.

Valorizar boas ideias

Durante alguns anos, Nícolas Fonseca Martins também trabalhou com o pai em uma empresa de coleta de lixo eletrônico. O empresário sempre viu muito potencial no negócio, principalmente considerando a quantidade crescente de material desse tipo sendo gerada pelo mundo.

“Eu queria expandir as ações de coleta, chegar a mais lugares com as ideias de reciclagem, mas meu pai já tinha o formato de trabalho dele e não ia mudar”, comenta Nícolas.

Foi aí que ele decidiu, em 2015, com a ajuda do pai, montar uma empresa do mesmo ramo, só que desta vez com as ideias dele. A Sucata Digital foi além de coleta e implantou projetos de conscientização ecológica; também passou a gerenciar o lixo eletrônico que chega até a empresa.

“Em três anos nós expandimos o negócio e hoje estamos prontos para espalhar a ideia por várias regiões de São Paulo por meio da franquia”, diz.

A Sucata Digital já processou mais de 800 toneladas de lixo eletrônico.

Franquia: Empresa que gerencia lixo eletrônico inicia expansão

(Ilustrativa/Reprodução)

Fundada pelo empresário Nícolas Fonseca Martins, a Sucata Digital acaba de entrar para o mercado de franquias e tem como meta abrir duas unidades franqueadas nos próximos cinco meses. A empresa direciona a expansão para a região metropolitana de São Paulo, além do litoral e interior do estado.

Especializada em coletar e gerenciar todo tipo de lixo eletrônico, a Sucata Digital já processou mais de 800 toneladas de resíduos, como celulares velhos, computadores, componentes eletrônicos e aparelhos de televisão. O material recolhido é direcionado para empresas recicladoras parceiras.

“Você tem um ganho ambiental importante quando você direciona esse lixo para o destino certo”, destaca Nícolas.

Um dos projetos da empresa é a instalação da “Caixa Verde” para coletar o lixo eletrônico em pontos estratégicos da grande São Paulo. Dependendo da quantidade de material, a Sucata Digital compra esse lixo, processa o material e faz a destinação.

Atualmente, apenas 15% do volume de lixo gerenciado vêm de pessoas físicas. “Os empresários, cada vez mais, têm colocado em prática políticas de responsabilidade social. Dar destino correto ao lixo eletrônico é também uma forma de evitar o acúmulo dentro das empresas”, comenta.

Segundo a Organização das Nações Unidades (ONU), em 2016 foram gerados 44,7 milhões de toneladas métricas de resíduos eletrônicos no mundo. A previsão, segundo o relatório “Global E-Waste Monitor 2017”, desenvolvido pela Universidade da ONU e pela Associação Internacional de Resíduos Sólidos, é que esse volume cresça 17% e chegue a 52,2 milhões de toneladas métricas até 2021.

O mesmo levantamento indica que apenas 20% do total de lixo eletrônico produzido foram reciclados. “Há uma demanda mundial pela reciclagem desse material e há um mercado para ser explorado, transformando esse lixo em benefício social e financeiro”, finaliza Nícolas.

Para franquear o negócio, a Sucata Digital implantou um software de controle de estoque, no qual todos os franqueados lançarão o material coletado. A ideia é não gerar concorrência entre as franquias e conseguir negociações mais atraentes para o lote de lixo eletrônico gerenciado.

Para operar, cada franquia precisa de um galpão com tamanho a partir de 250 metros quadrados e um veículo para coleta. O investimento total, incluindo a taxa de franquia de R$ 35 mil, é a partir de R$ 60 mil.

Ficha técnica 

Ano de Fundação: 2015

Ano no Franchising: 2018

Formatos oferecidos: Modelo de rua

Unidades Próprias: 1

Investimento total: a partir de R$ 60 mil (Incluído capital de giro, taxa de franquia e instalação. Não inclui veículo e galpão)

Taxa de Franquia: R$ 35 mil

Capital de giro: R$ 12 mil

Área média para instalação: a partir de 250m²

Quantidade de funcionários: 4

Royalties: 5% do faturamento bruto

Taxa de Publicidade: 2% do faturamento bruto

Faturamento Médio: R$ 42 mil

Lucratividade: 31% (mês)

Prazo de Retorno Médio: 24 meses

*atualizado às 12h57

De olho em cidades de médio porte, rede de estética retoma expansão

(Divulgação)

Fundada em 1999 na cidade de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, a Oligoflora é uma rede de clínicas de estética especializada em tratamentos de bem-estar, corporais e faciais não invasivos (sem cirurgias e sem cortes) de alta performance. Após passar alguns anos dedicada integralmente a melhorar o desempenho de suas unidades, a marca voltou a expandir sua rede e tem como foco os municípios de até 300 mil habitantes.

“Estamos vivendo um momento importante em nossa história. Mesmo com toda a crise no Brasil, nossas unidades atingiram um crescimento médio de faturamento de 146% de 2012 para 2017. Com essa perspectiva, pretendemos atrair investidores para atingir 50 licenciados pelo Brasil”, explica Iram Torquato, cofundador da marca.

A rede, que é pioneira em estética funcional no Brasil, é composta por profissionais exclusivamente ligados à área da saúde. O diferencial que acompanha a trajetória da marca é a abordagem IN & OUT, que trata do corpo internamente com suplementos nutricionais e nutricosméticos, associados a equipamentos e dermocosméticos que tratam as queixas estéticas externamente.

O negócio se destaca pelos tratamentos oferecidos, que têm como base a oligotecnologia. A técnica engloba melhoras na saúde, bem-estar e estética, mantendo o equilíbrio metabólico do corpo por meio da reposição de sais minerais e vitaminas.

“Associada a técnicas exclusivas de massagens e equipamentos modernos de alta performance, esses tratamentos produzem um resultado muito superior em comparação aos tratamentos convencionais oferecidos pelo mercado”, explica a farmacêutica esteta e nutricionista Claudia Torquato, que é diretora de pesquisa e desenvolvimento.

Atualmente, a Oligoflora conta com dois modelos de negócios para licenciados; um para cidades com até 100 mil habitantes e outro para cidades de 100 a 300 mil habitantes. Para abrir uma unidade da Oligoflora, o investimento inicial é a partir de R$50 mil reais.

Com pizza em três minutos, rede quer conquistar o Brasil

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O Grupo Drumattos, detentor das redes Camarão & Cia, Camarada Camarão e Recife’s Seafood, abre primeira unidade da rede Pizza Studio no Brasil.  A rede californiana preza pela praticidade e qualidade do alimento que é entregue em três minutos para o cliente.  O local escolhido foi o Shopping Recife e a inauguração aconteceu no dia 31 de julho. A previsão é de abrir oito franquias da rede de pizzaria por todo o país até o final desse ano.

“O modelo da Pizza Studio, fast casual, é tendência nos Estados Unidos. A ideia é ter a rapidez de um fast food mas a qualidade de um casual dining, no qual um atendimento informal traz comida com qualidade a um preço justo. Queremos combinar uma boa alimentação com a rapidez e conveniência que os shoppings e aeroportos precisam”, conta Raphael Mattos, executivo do Grupo Drumattos.

Na Pizza Studio, os clientes podem escolher entre 4 tipos de massa, 5 molhos e mais de 20 guarnições para montar a pizza, que fica pronta em 3 minutos. Uma refeição na rede sai por aproximadamente R$20,00.

“São mais de 13 mil combinações possíveis de pizzas, incluindo opções como com massa integral. O objetivo deste formato é oferecer refeições saborosas que agradem e atendam as necessidades do maior número de consumidores possíveis”, ressalta Raphael Mattos.

A abertura desta unidade é o começo para a expansão da marca no Brasil. O grupo tem mais duas unidades confirmadas, uma delas no Aeroporto Internacional do Recife, que inaugura na segunda semana de agosto, e a outra no shopping Patteo Olinda, que terá sua inauguração em setembro. Até o final de 2018 a marca calcula a abertura de mais oito unidades. Interessados em aderir ao negócio investem a partir de R$400 mil.

(Divulgação)

Sobre o Grupo Drumattos

A experiência bem sucedida com a rede Camarão & Cia fez com que o empresário Sylvio Drummond de Mattos tomasse gosto pelo setor de gastronomia e de franquias. De lá para cá, novas marcas foram se incorporando ao Grupo Drumattos, comandado por ele. Em 2005 surgia o primeiro Camarada Camarão, rede de restaurantes de grande porte com ambiente refinado e vasto menu de frutos do mar. Já são seis restaurantes, três no Recife, dois no Rio de Janeiro, e um recém inaugurado em Aracajú. O plano de expansão prevê novas casas a serem abertas este ano em São Paulo e Brasília.

Dos Estados Unidos, o Grupo Drumattos está trazendo uma das mais promissoras cadeias de restaurantes que é a Pizza Studio, fundada na Califórnia e já presente em vários países. Como master franqueado no país, a expectativa é inaugurar pelo menos oito unidades em vários estados até o final do ano.

Maior rede de franquias de crédito inaugura novas unidades

(Passo Avanti/Divulgação)

A Vazoli, maior rede de franquias de crédito do país, começa o mês com a inauguração de duas novas unidades. As cidades de Birigui, interior paulista, e Itanhaém, litoral de São Paulo, abrem as portas nos dias seis e 13 de agosto, respectivamente.

Há dez anos no mercado, a rede continua crescendo e já conta com mais de 100 unidades espalhadas por todo território brasileiro. Este crescimento se deve ao aumento na busca por crédito que, segundo dados da Serasa Experian, teve um crescimento de 11,1% no primeiro semestre de 2018 quando comparado com o mesmo período do ano passado.

“Com o aumento da busca por crédito, o mercado de serviços financeiros é uma boa alternativa para quem procura por uma franquia. O fato da Vazoli estar no mercado há dez anos e continuar crescendo, mostra que estamos no caminho certo com excelentes parceiros”, explica Eric Vaz de Lima, diretor executivo da Vazoli.

De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o segmento de serviços cresceu 9,3% no primeiro trimestre de 2018 em comparação com o mesmo período de 2017. No mesmo período, o setor do franchising teve um aumento de 5,1%, passando de R$ 36 bilhões para quase R$ 39 bilhões.

Franquia de milk shake quer abrir unidades na grande São Paulo

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Criada em 2015 em Lins, no interior de São Paulo, a The Shaky, negócio que permite aos clientes montar seu próprio milk shake, busca investidores na Grande São Paulo. Com 11 unidades pelo Brasil e uma na capital do Paraguai, a franquia planeja abrir seu primeiro estabelecimento na região metropolitana paulista, além de 19 pontos pelo Brasil.

“Nosso objetivo é inaugurar a primeira unidade da The Shaky na capital ou região metropolitana de São Paulo. O modelo de negócio apesar de ser de bebidas de sorvete batido e ser um sucesso no verão também faz fama no inverno. Possuímos um portfólio de produtos que atende todas as demandas dos consumidores”, conta Camila Felix, sócia fundadora da franquia de milk shake.

Com mais de 100 combinações, o negócio comercializa bebidas feitas com sorvetes batidos com ticket médio de R$ 15. As opções mais pedidas entre os frequentadores são os milk shakes com combinações de chocolate com avelã com leite em pó e chocolate com flocos crocantes e wafer.

Segundo dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising) o segmento de alimentação cresceu 6% em 2017. Ainda de acordo com a associação, o franchising faturou R$ 163 bilhões.

“O mercado de alimentação é sempre aquecido tanto para alimentação fora do lar, dentro do lar e também para os doces. As pessoas sempre param para comprar uma casquinha ou tomar um milk shake. O nosso ticket médio contribui para a busca por este consumo”, diz Vitor Rodrigues, sócio fundador da The Shaky.

Para ser um franqueado da rede é necessário investir a partir de R$ 150 mil. O valor já inclui taxa de franquia e adequação de espaço.

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Empreendedorismo de impacto social cresce no Brasil

Empreender para promover cidadania e resolver um problema social e ambiental. Este propósito tem motivado o surgimento de várias organizações e startups, empresa de inovação e base tecnológica, que conjugam os resultados financeiros à geração de benefícios para uma comunidade carente de serviços básicos, como educação, saúde, moradia, emprego e outros.

O foco deste tipo de empreendimento, conhecido como negócio de impacto, está na base da pirâmide social brasileira, composta, principalmente, por classes menos favorecidas. No Brasil, cerca de 168 milhões de pessoas integram as camadas com faixas de renda mais baixas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi com o olhar nesta população que Kdu dos Anjos iniciou o projeto “Lá da Favelinha”, no Aglomerado da Serra, maior comunidade de Belo Horizonte (MG), com 150 mil habitantes. Apaixonado por livros, o ator de teatro e cantor de rap montou inicialmente uma biblioteca popular em um pequeno espaço, que acabou se transformando num ponto de formação educacional, cultural e gerador de renda para as famílias da comunidade.

A dançarina e dj mirim, Aninha, durante atividades no projeto “La na Favelinha” (Foto: Facebook/Reprodução)

No ritmo do passinho e com as rimas do rap, a organização cresceu promovendo eventos, oficinas, apresentação de artistas locais, palestras e vendendo roupas produzidas na região. Atualmente, cerca de 70 famílias têm renda a partir das atividades realizadas pela Favelinha, que também serve de apoio para encaminhar jovens para o mercado de trabalho formal.

“Por que investir na periferia? Hoje, 65% das crianças estão na periferia. Os resultados estão incríveis, desde o resultado social, do amor, da criança que já reprovou três vezes e hoje em dia é a melhor aluna da escola. Foi toda uma questão de empoderamento e várias famílias estão gerando renda, gente que só tinha o tráfico ou o subemprego como destino”, relata Kdu dos Anjos.

Panorama

O Brasil tem 17 milhões de pequenos negócios, que representam 99% do total de empresas do país, 52% dos postos de trabalho e contabilizam 27% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Dentro deste universo, houve crescimento, nos últimos dez anos, do número de negócios de impacto no Brasil e no mundo.

Levantamento do Sebrae em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) identificou mais de 800 negócios de impacto social em todo o país. Boa parte dos novos negócios que prestam serviços sociais e geram desenvolvimento econômico é startups.

“Você pode ter um negócio que já existe há anos, que tem um modelo de gestão tradicional, mas que ao mesmo tempo gera um impacto. Agora, os que estão surgindo hoje, a grande maioria são startups, são jovens que começam a olhar para a base da pirâmide como uma oportunidade pra também atender um anseio de contribuir pra uma causa”, explica Célio Cabral Sousa Júnior, gerente nacional de Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade do Sebrae

Os negócios de impacto social tem movimentado cerca de US$ 60 bilhões em nível global e registrado aumento aproximado de 7% ao ano, segundo levantamento da Ande Brasil (Aspen Network of Development Entrepreneurs), uma rede de empreendedores de países em desenvolvimento.

Ainda de acordo com a entidade, em outra pesquisa feita com a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP), foram alocados US$ 1,3 bilhão em investimentos de impacto na América Latina em 2014 e 2015. O Brasil foi o segundo maior mercado da região.

Desafios

Com a premissa de gerar lucro e melhorar a qualidade de vida da população, os negócios de impacto tem crescido no Brasil sob vários desafios. Os principais problemas enfrentados pelos empreendedores sociais foram debatidos durante o Startup Summit, primeiro evento nacional sobre empreendedorismo de inovação e tecnologia realizado em Florianópolis, nos dias 12 e 13 de julho.

A definição de um modelo de negócio, a falta de um marco legal específico para o negócio de impacto social e a forma de atração e captação de recursos foram os principais pontos levantados pelos especialistas e empreendedores sociais.

“Esta é uma agenda nova, mas a gente quer muito mais empreendedores de impacto social no Brasil, seja pelos problemas que a gente visualiza todo dia, mas principalmente pra pensar como é que vocês podem trazer soluções inovadoras para resolver os problemas sociais no Brasil”, disse Célia Cruz, economista e diretora do Instituto de Cidadania Empresarial (ICE), organização que articula empresários e investidores em torno de inovações sociais.

A especialista apontou que os principais atores da oferta de capital do país atuam por meio de doações ou investimentos diretos e defendeu que o movimento deve crescer com a lógica de um negócio que gere impacto de forma inovadora e ao mesmo tempo tenha performance e sustentabilidade financeira.

Célia destacou ainda a importância de atrair a população-alvo para o desenho dos negócios e de mensurar por meio de indicadores o impacto real do investimento. A organização atua ainda no fortalecimento de intermediários, que podem ser fundos de investimentos ou universidades.“A gente acredita muito no papel da universidade para formar talentos que já nascem com essa cabeça de impacto e performance financeira”, afirmou.

O ICE formou recentemente a Aliança pelos Investimentos e Negócios de Impacto, que gerou 15 recomendações para o Brasil avançar no apoio ao empreendimento social. A Aliança é a representante brasileira na rede global formada por 18 países que também estão atuando por políticas de desenvolvimento do setor.

Educação política

Outra organização que tem se destacado no empreendedorismo social no Brasil é a “Politize”, que incentiva ações de educação e cultura política. Idealizada por Diego Calegari, que se envolve com causas sociais desde os 17 anos de idade, a Politize atua desde 2014 com o objetivo de gerar conhecimento sobre política de uma forma fácil em diferentes canais.

“Sempre quis trabalhar com atividades que me conectassem com um propósito, que de alguma maneira me fizesse sentir que meu tempo, minha energia, minha história estavam sendo usados para uma causa maior. E escolhi uma causa que é pouco comum, a política, uma área bastante árida, que desperta sentimentos negativos na maioria das pessoas”, conta Diego.

Depois de três anos no mercado, a Politize tem 14 milhões de usuários, uma média de 2,8 milhões de acessos por mês e disponibiliza mais de 1,3 mil conteúdos educativos em podcasts, vídeos, infográficos, textos e cursos, entre outro recursos. A organização desenvolve também uma estratégia offline, por meio da atuação de mais de 80 embaixadores que visitam escolas, comunidades, universidades para falar sobre política e democracia de forma descontraída e didática.

“A reação é muito interessante, porque não é só uma transformação de conquista do conhecimento formal, mas de como a gente emocionalmente se conecta com política, deixando de ser algo feio, ruim, que se associa à corrupção, pra algo extremamente necessário pra vida de cada um de nós”, explica.

O empreendedor se queixa que no Brasil ainda há confusão deste tipo de negócio com filantropia e que o retorno social ainda é pouco vista como uma oportunidade de negócio. Ele também critica a questão jurídica de definição das empresas que atuam nesta área e a falta de profissionalismo do setor, que carece muitas vezes de metas, estratégias de gestão e condições para capacitar e remunerar a equipe.

“A gente vê um setor social muito informal ainda, muito na base da ajuda. Trabalho voluntário é sensacional, importante, mas existe um limite do que dá pra fazer como voluntário. As pessoas que estão se dedicando à causa também precisam viver. Esperar que todo o trabalho social seja feito somente por voluntariado é um equívoco e limita muito o impacto de organizações que tem um trabalho muito legal”, analisa Diego.

Estratégia Nacional

Os principais atores do novo mercado se aproximaram do governo federal para conseguir apoio para o setor e criaram um grupo de trabalho composto por representantes de sete ministérios, entre eles o de Desenvolvimento Social (MDS), da Indústria (MDIC), do Planejamento, além de organizações como PNUD, Sebrae e potenciais financiadores como o BNDES, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Caixa Econômica, Banco do Brasil, entre outros.

O grupo elaborou a Estratégia Nacional de Investimentos e Negócios de Impacto Social (Enimpacto), que pretende em 10 anos melhorar o ambiente de desenvolvimento das soluções sociais e promover iniciativas de inclusão deste tipo de negócio na cadeia de valor das empresas.

Além de participar desta estratégia, o Sebrae desenvolve projetos em oito estados do país. A instituição oferece apoio aos empreendedores desde a concepção da ideia do empreendimento até a estruturação, validação do modelo de negócio e no processo de busca por investidor que possar dar o suporte necessário não só financeiro, mas também na gestão empresarial.

“Se a gente compara o Brasil com outros países, o nível de investimento que a gente tem em negócios de impacto é muito aquém do potencial que a gente teria. Um Brasil com 200 milhões de habitantes, com uma base da pirâmide formada sobretudo por comunidades de baixa renda, temos um volume enorme de pessoas que podem ser beneficiar disso, ou seja, o mercado é enorme e tem muito a avançar”, afirmou Célio.

Segundo o gerente, o Sebrae tem um orçamento de R$ 45 milhões para aplicar em fundos de investimentos em startups. A expectativa é que parte desses recursos sejam alocados diretamente nos negócios de impacto social e ambiental. O gerente afirmou também que vários fundos privados de investimentos tem demonstrado interesse na área e tem desenvolvido linhas direcionadas para empresas com objetivo social.

(Débora Brito/Agência Brasil)

* A repórter viajou a convite do Startup Summit, promovido pelo Sebrae Nacional

Hospital do iPhone busca investidores na região de Campinas

O Hospital do iPhone (HDI), rede de franquia especializada em assistência técnica e venda de acessórios da Apple, começa o segundo semestre em busca de franqueados na região de Campinas, interior de São Paulo. A marca que já conta com 15 unidades espalhadas por São Paulo, Goiás e Minas Gerais, pretende abrir dez novas operações no interior paulista.

No franchising desde 2017, a rede, que faturou R$ 2 milhões no ano passado e pretende fechar 2018 com 30 unidades, aposta na região pelo seu poder econômico e pelo enorme potencial para o segmento de reparos.

“Acreditamos que o interior tenha potencial para receber o nosso negócio. Estamos à procura de franqueados nas cidades de Campinas, Paulínia, Vinhedo e região”, explica Fabio Reis, diretor de expansão da rede.

(Divulgação)

Com o mercado de reparo em alta, as pessoas preferem consertar a comprar um novo aparelho, que pode custar até cinco vezes mais. Segundo uma pesquisa realizada pela Agência Nacional de Telecomunicações, este tipo de serviço aumentou 50% entre 2016 e 2017 e no mesmo período as vendas de celulares caíram 14%.

“Hoje existem muito mais celulares que pessoas e com o valor dos aparelhos cada vez mais altos, a solução é o conserto. Temos mercado para, pelo menos, dez anos”, conta Fabio.

De acordo com a Associação Brasileira do Franchising (ABF), no primeiro trimestre de 2018, o faturamento do franchising aumentou 5,1%, passando de R$36 bilhões para quase R$39 bilhões.

Para os interessados em adquirir uma franquia do HDI devem investir a partir de R$105 mil.