RJ: Grávidas vacinadas com AstraZeneca podem receber 2ª dose da Pfizer

(TV Brasil/Reprodução)

As grávidas imunizadas contra a covid-19 com a primeira dose da AstraZeneca/Oxford poderão receber a segunda dose com a vacina da Pfizer, na cidade do Rio de Janeiro. A autorização foi feita pela Secretaria Municipal de Saúde, a partir de recomendação do comitê científico da pasta.

A informação foi divulgada na madrugada de hoje (29) pelo secretário de Saúde, Daniel Soranz, em seu perfil no Twitter. Segundo ele, a vacinação pode ocorrer, desde que haja avaliação dos riscos e benefícios, feitos pelo médico que atende a gestante.

Soranz usou como exemplo países como Alemanha, Canadá, Dinamarca, França, Finlândia, Portugal, Suécia, Inglaterra e Itália, que recomendam ou autorizam o uso da Pfizer como segunda dose para quem se imunizou, na primeira dose, com a AstraZeneca.

A vacinação de grávidas com AstraZeneca foi suspensa por orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), devido a possíveis efeitos adversos do imunizante.

Por Vitor Abdala, da Agência Brasil

Capital começa a vacinar grávidas sem comorbidades

A Prefeitura de São Paulo começa a vacinar contra a Covid-19 grávidas sem comorbidades e acima de 18 anos nesta segunda-feira (7). Antes, somente as grávidas com doenças preexistentes, definidas pelo Plano Nacional de Imunização (PNI), recebiam a vacina.

A gestante deve ter indicação médica que aprove a sua imunização e deverá mostrá-la nas unidades de saúde. As mulheres serão imunizadas com doses da Pfizer e da CoronaVac, já que a vacina Astrazeneca não é recomendada para gestantes.

Mães com comorbidades e que amamentam bebês de até um ano também serão imunizadas contra o vírus. Elas devem apresentar a certidão de nascimento da criança junto ao atestado da sua comorbidade.

Saiba quais são as comorbidades:

-Insuficiência cardíaca

-Cor-pulmonale e hipertensão pulmonar

-Cardiopatia hipertensiva

-Síndrome coronariana

-Valvopatias

-Miocardiopatias e pericardiopatias

-Doença da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas

-Arritmias cardíacas

-Cardiopatias congênitas no adulto

-Próteses valvares e dispositivos cardíaco implantados

-Diabetes mellitus

-Pneumopatias crônicas graves

-Hipertensão arterial resistente

-Hipertensão artéria estágio 3

-Hipertensão artéria estágio 1 e 2 com lesão e órgão alvo

-Doença cerebrovascular

-Doença renal crônica

-Imunossuprimidos (inclui câncer)

-Anemia falciforme

-Obesidade mórbida

-Cirrose hepática

-Portadores do vírus HIV.

Por TV Cultura

Capital e São Bernardo vacinam grávidas sem comorbidades

Vacinação de grávidas, deficientes e pessoas com comorbidades começa na próxima semana em São Paulo

O governo de São Paulo anunciou nesta sexta-feira (4) que mulheres grávidas e puérperas – mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias – sem comorbidades a partir de 18 anos serão vacinadas contra a covid-19, em todo o estado, a partir do dia 10 de junho. A vacinação deste público começará antes na capital paulista, Campinas e São Bernardo do Campo, na segunda-feira (7).

“Na próxima segunda-feira, na capital de São Paulo, em São Bernardo do Campo e em Campinas, iniciaremos a vacinação de gestantes e puérperas. E, a partir de quinta-feira, dia 10, em todo o estado de São Paulo, de maneira a planejar e organizar a vacinação com a vacina correta, ou seja, a vacina da Pfizer e a vacina do Butantan [CoronaVac], que são as duas vacinas que a medicina recomenda e aprova para gestantes e puérperas”, disse o governador João Doria.

As grávidas em qualquer período gestacional deverão apresentar relatório ou laudo médico com indicação do profissional para tomar a vacina. As puérperas podem apresentar certidão de nascimento da criança.

A estimativa é que 400 mil mulheres recebam as doses nessa nova etapa. Atualmente, estavam sendo imunizadas apenas grávidas com doenças preexistentes definidas pelo Plano Nacional de Imunização (PNI).

As gestantes sem comorbidades serão imunizadas com doses da Pfizer e CoronaVac. O governo informou que o uso do imunizante da Fiocruz/Astrazeneca para grávidas e puérperas está suspenso desde maio por orientação do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Dia D

Doria também convidou a população para que compareça, neste sábado (5), ao Dia D para aplicação da segunda dose da vacina contra covid-19. O apelo foi feito logo após o governador receber a segunda dose do imunizante, nesta sexta-feira (4).

A ação é focada em complementar a imunização das pessoas que extrapolaram o prazo para ter recebido a segunda fração dos imunizantes: de 28 dias para a Coronavac e de 12 semanas para a vacina da Fiocruz/Astrazeneca.

De acordo com o governo de São Paulo, mais de 442 mil pessoas no estado passaram do prazo de receber a segunda dose da vacina e não voltaram aos postos para tomar o imunizante. A imunização completa contra doença só ocorre depois que a pessoa recebe a segunda dose da vacina.

Mais de 5 mil pontos de vacinação estarão abertos no estado das 7h às 18h neste sábado, segundo informou o estado. A orientação é que as pessoas confiram o horário de funcionamento das unidades de saúde nos canais oficiais das cidades.

Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil 

Grávidas voltam a ser vacinadas hoje contra covid-19

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), retoma nesta segunda-feira (17/05), a vacinação das gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) com comorbidades acima de 18 anos.  A imunização deste grupo será retomada com a reserva de doses da vacina da Pfizer exclusivamente nos dias 17, 18 e 19/05 nas Unidades Básicas de Saúde e mega postos.

Após essa data, a vacinação estará sujeita a disponibilidade deste imunizante, devendo a unidade manter lista de espera para convocação.

Nesta segunda-feira, os oito mega postos estarão aplicando a primeira dose da vacina, e as 468 UBSs a primeira e a segunda dose, em todos os grupos descritos no Instrutivo nº 21 da campanha de imunização.

As gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) com comorbidades acima de 18 anos precisam apresentar documento de identificação (preferencialmente CPF) e comprovante de condição de risco (exames, receitas, relatório ou prescrição médica), contendo o CRM do médico. As puérperas também precisam apresentar a certidão de nascimento do bebê.

São consideradas comorbidades doenças cardiovasculares, diabetes, pneumopatias crônicas, cirrose hepática, obesidade mórbida e casos de hipertensão. O detalhamento encontra-se nesta lista, disponibilizada na página Vacina Sampa.

A SMS recomenda que a ida aos locais de vacinação aconteça de maneira gradual, evitando aglomerações nos postos, e com o pré-cadastro no site Vacina Já (vacinaja.sp.gov.br/) preenchido, para agilizar o tempo de atendimento. Basta inserir dados como nome completo, CPF, endereço completo, telefone e data de nascimento para concluir o cadastro.

A VACINAÇÃO NA CIDADE NESTA SEGUNDA:

468 Unidades Básicas de Saúde (UBS)

Horário: De segunda a sexta, das 7h às 19h

Veja os endereços clicando aqui.

AMA/UBS Integradas

Funcionamento: 7h às 19h, inclusive aos sábados e feriados.

Veja aqui a lista com os endereços

Oito Mega Postos

Funcionamento: 8h às 17h

1) SHOPPING ARICANDUVA

Avenida Aricanduva, 5.555, Estacionamento Auto Shopping Acesso pelo Portão P4, Aricanduva


2) FACULDADE SANTA MARCELINA

Rua Cachoeira Utupanema, 40 – Itaquera

3) UNISA SANTO AMARO

Rua Isabel Schmidt, 349

4) CENTRO EMPRESARIAL DE SÃO PAULO

Av. Maria Coelho Aguiar, 215 – Acesso pelo Terminal João Dias ou Metrô Giovanni Gronchi

5) CLUBE HEBRAICA

Rua Ibianópolis, 781

6) ALLIANZ PARK

Av. Francisco Matarazzo, 1.705

7) CLUBE PAULISTANO

Rua Honduras, 1.400

8) LIONS CLUB VILA MATILDE

Rua Cel. Luis Gonzaga Azevedo, 11

Bolsonaro sanciona lei que permite afastar grávidas do trabalho

O presidente Jair Bolsonaro sancionou uma lei que permite o afastamento de funcionárias grávidas de atividades presenciais durante a pandemia da Covid-19. A sanção da Lei 14.151 foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (13).

A lei garante que elas sejam afastadas das atividades de trabalho presenciais,sem prejuízo de sua remuneração, para evitar que fiquem expostas à contaminação pelo vírus. O texto prevê que elas ficarão à disposição para “exercer as atividades em seu domicílio, por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho a distância”. 

A lei não prevê punição ou multa para empresas que descumprirem a norma, porém as funcionárias poderão acionar a Justiça com ações trabalhistas.

Por TV Cultura

Estado vai retomar vacinação de grávidas

Vacinação de grávidas, deficientes e pessoas com comorbidades começa na próxima semana em São Paulo

O Governador João Doria anunciou nesta quarta-feira (12) a retomada da vacinação contra COVID-19 das grávidas e puérperas (mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias) com comorbidades a partir da próxima segunda-feira (17).

“Preocupados com a imunização das grávidas, orientamos para que a partir da próxima segunda-feira elas possam ser vacinadas em todo o Estado de São Paulo, não havendo portanto interrupção de um tempo maior. Isso será possível por conta do remanejamento da vacinação e entrega de novas doses da vacina do Butantan e da Pfizer realizadas hoje”, afirmou o Governador.

A data de retomada foi definida graças ao remanejamento da vacinação e entrega de mais doses da vacina do Butantan ao Ministério da Saúde na manhã de hoje e à chegada de mais imunizantes da Pfizer a São Paulo.

No total, 100 mil gestantes e mulheres adultas (com 18 anos ou mais) que tiveram partos recentes poderão se vacinar com estes dois tipos de vacinas.

Inicialmente, a imunização deste público estava prevista para começar ontem (11), mas foi suspensa pelo Ministério da Saúde e pela Anvisa com as vacinas da Fiocruz/Astrazeneca especificamente para as mulheres com estes perfis. Os demais públicos seguem contando com este imunizante, que é seguro e eficaz.

O Governo Federal sinalizou que emitirá nota técnica com relação às gestantes que já receberam a primeira do imunizante.

“O planejamento que nós fazemos todo o tempo nos permite que no dia 17 de maio, a gente reabra para este grupo que ontem logo pela manhã foi suspenso. O Estado de São Paulo foi um dos primeiros estados a suspender a vacinação das gestantes e puérperas com comorbidades acima de 18 anos com a vacina da Astrazeneca. Faremos agora com a vacina do Butantan e o município de São Paulo também tem a da Pfizer”, explicou a Coordenadora Geral do Programa Estadual de Imunização (PEI), Regiane de Paula.

As grávidas em qualquer período gestacional deverão também apresentar comprovante de acompanhamento e/ou pré-natal ou laudo médico. As puérperas podem utilizar a declaração de nascimento da criança.

Para ambos os casos, é necessário comprovar a comorbidade apresentando documentos de saúde como exames, receitas, relatório ou prescrição médica, bem como cadastros pré-existentes nas UBS (Unidades Básicas de Saúde).

Relação de comorbidades definidas pelo Ministério da Saúde:

• Doenças Cardiovasculares
• Insuficiência cardíaca (IC)
• Cor-pulmonale (alteração no ventrículo direito) e Hipertensão pulmonar
• Cardiopatia hipertensiva
• Síndromes coronarianas
• Valvopatias
• Miocardiopatias e Pericardiopatias
• Doença da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas
• Arritmias cardíacas
• Cardiopatias congênitas no adulto
• Próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados
• Diabetes mellitus
• Pneumopatias crônicas graves
• Hipertensão arterial resistente (HAR)
• Hipertensão arterial – estágio 3
• Hipertensão arterial – estágios 1 e 2 com lesão e órgão-alvo e/ou comorbidade
• Doença Cerebrovascular
• Doença renal crônica
• Imunossuprimidos (transplantados; pessoas vivendo com HIV; doenças reumáticas em uso de corticoides; pessoas com câncer).
• Anemia falciforme e talassemia maior (hemoglobinopatias graves)
• Obesidade mórbida
• Cirrose hepática

Por Gov. do Estado de SP

Capital segue Anvisa e suspende vacina em gestantes

A prefeitura de São Paulo suspendeu preventivamente a aplicação de vacinas contra covid-19 da AstraZeneca/Fiocruz para gestantes. A capital está seguindo a orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitida na noite desta segunda-feira (10).

A suspensão será mantida até que ocorra uma nova orientação por meio do Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde. A vacinação contra a covid-19 permanece em andamento e ganhou novos públicos elegíveis nesta terça-feira (11): metroviários, ferroviários, mães de recém-nascidos com comorbidades e pessoas com deficiência permanente inscritos no Benefício de Prestação Continuada (entre 55 e 59 anos).

Por Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil 

Grávidas têm vacinação com Oxford/AstraZeneca/Fiocruz suspensa

(Joel Rodrigues/Agência Brasília)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão imediata do uso da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca/Fiocruz para mulheres gestantes. A orientação está em Nota Técnica emitida pela agência.

A orientação da Anvisa é que a indicação da bula da vacina AstraZeneca seja seguida pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). A decisão é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas contra a covid-19 em uso no país.

“O uso off label de vacinas, ou seja, em situações não previstas na bula, só deve ser feito mediante avaliação individual por um profissional de saúde que considere os riscos e benefícios da vacina para a paciente. A bula atual da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca não recomenda o uso da vacina sem orientação médica”, ressaltou a Anvisa.

A vacina vinha sendo usada em gestantes com comorbidades. Agora, só podem ser aplicadas nas grávidas a Coronavac e a Pfizer.

Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil 

Com Covid-19, grávida dá a luz e espera 8 dias para conhecer a filha

Daiane e o marido ao lado de Ayla Vitória na Unidade de Terapia Intensiva Infantil
(Unimed Catanduva/Divulgação)

Após 27 dias internada, a dona de casa Daiane Cristina da Cruz, 32 anos, recebeu alta nesta esta semana e pode, finalmente, conhecer a filha recém-nascida. Daiane estava grávida quando foi diagnosticada com Covid-19, doença provocada pelo Coronavírus.

No dia 14 de agosto ela foi levada para o Hospital Unimed São Domingos, em Catanduva, no interior de São Paulo. Chegou a ficar em coma por 16 dias, até que no começo do mês, com 27 semanas de gestação, deu à luz a pequena Ayla Vitória. A cesárea foi necessária para preservar a vida de mãe e filha. 

Primeiro encontro

O primeiro encontro entre mãe e filha ocorreu oito dias após o parto.

“Após vê-la, fiquei muito feliz. Eu venci a Covid e, graças a Deus, estou bem. Fiquei alguns dias intubada com uma lesão grave no pulmão, mas me recuperei. Agora, nossa próxima etapa é buscar nossa princesa Ayla”, disse Daiane ao receber alta médica.

Apesar do quadro estável, a pequena Ayla ainda permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva Infantil. Ela nasceu com 35 centímetros, pesando 1,2 quilo.  

O pai de Ayla, José Marcos da Silva, diz que este é mais um desafio que a família irá vencer. Ele e outra filha do casal, Anahi Vitória, de 9 anos, também tiveram Covid, mas com sintomas leves.  “No começo foi tudo muito difícil, conseguia notícias somente por telefone”, comenta ao elogiar a equipe que atendeu a esposa.

(Unimed Catanduva/Divulgação)

*Com informações da Unimed Catanduva

TST retira estabilidade de grávida com contrato temporário

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou neste mês que empregadas gestantes contratadas para trabalho temporário não têm direito à estabilidade prevista na Constituição.

O caso foi decidido no processo envolvendo uma consultora de vendas que prestou serviços temporários a uma operadora de telefonia. Ela comprovou que estava grávida de 13 semanas quando foi demitida, mas o tribunal superior não reconheceu o benefício.

O caso, que ocorreu em 2016, chegou ao TST após a trabalhadora ganhar o direito à estabilidade na primeira e na segunda instância da Justiça trabalhista, onde ficou decidido que a garantia constitucional de estabilidade gestacional deve ser aplicada independentemente da modalidade de contratação. Dessa forma, a empregada deveria ter garantido o vínculo empregatício no período entre a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto.

Inconformada com a decisão, a empresa que empregava a gestante e prestava serviços à operadora recorreu ao TST por entender que beneficio não vale para contratações temporárias.

Ao julgar o caso, por unanimidade, a Sexta Turma do TST deu razão para a empresa e entendeu que a gestante não tem direito à garantia provisória de emprego. Os integrantes do colegiado entenderam que deve prevalecer a decisão do plenário do tribunal que, em novembro do ano passado, definiu que o benefício não vale para o trabalho temporário, regido pela Lei 6.019/74, norma que regulamentou esse tipo de atividade.

De acordo com o artigo 10 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição, é proibida dispensa arbitrária ou sem justa causa da “empregada gestante, desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto”.

É com base nesta regra que a estabilidade é garantida. No entanto, a norma sempre foi aplicada aos casos de contratos por tempo indeterminado e há divergências na Justiça sobre a validade para trabalhadoras temporárias.

No trabalho temporário, uma empresa contrata uma pessoa para prestar serviços a uma outra empresa, considerada a tomadora, por prazo determinado.

Por André Richter – Repórter da Agência Brasil