PF faz buscas em cidades paulistas contra desvios de recursos contra a covid-19

A Polícia Federal (PF) cumpre hoje (20) mandados de prisão contra cinco pessoas e 38 ordens de busca e apreensão na Operação Contágio, que apura o desvio de recursos públicos destinados ao combate da covid-19. Os mandados foram cumpridos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

As ações têm como alvo os municípios de Hortolândia (interior paulista), Embu das Artes e Itapecerica da Serra, esse dois últimos na Grande São Paulo. A investigação foi iniciada a partir de informações fornecidas pela Controladoria-Geral da União (CGU) que indicam que esses municípios contrataram uma organização social (OS) sem capacidade técnica para prestação de serviços na área da saúde.

Segundo a PF, os contratos sob investigação têm valor total de mais de R$ 100 milhões. Alguns desses contratos foram assinados de forma emergencial para atender os pacientes de covid-19.

De acordo com as investigações, a OS subcontratou empresas recém-criadas, também sem experiência na área, para a execução dos serviços demandados pelos municípios. A partir dessas empresas foram sacados, em dinheiro, R$ 18 milhões, em retiradas fracionadas, segundo a PF, para burlar os mecanismos de controle.

Ainda de acordo com a polícia, os saques eram feitos sob escolta de um guarda civil municipal, que também era sócio de uma das empresas.

Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil

PF investiga desvio de recursos contra Covid-19

A Polícia Federal (PF) cumpre, hoje (9), dez mandados de busca e apreensão, no estado de São Paulo, após deflagrar a Operação Involuto. No centro da investigação, está uma suspeita de desvio de recursos públicos destinados a aquisições de equipamentos de proteção à covid-19, no município de Hortolândia.

Os mandados são cumpridos em Hortolândia e também em Campinas, Indaiatuba, Santo André, São Paulo e Araras, todos expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região. De acordo com a PF, a verba, de origem federal, seria usada para a compra de máscaras e óculos de proteção.

Em investigação iniciada em setembro, as autoridades policiais identificaram quatro contratos de compra dos materiais, firmados no período de 18 a 23 de março. Em pelo menos dois deles, a cotação de preços favoreceu empresas controladas por integrantes de uma mesma família. A gestão municipal fechou contrato com um valor acima do praticado pelo mercado, ou seja, com superfaturamento.

Vínculos de amizade e parentesco

No total, quatro empresas foram selecionadas como fornecedoras dos insumos, sendo que os sócios mantêm vínculos de amizade e parentesco. A PF destaca ainda que uma das companhias atua no ramo de fabricação e/ou compra e venda de móveis e, portanto, não tem experiência com fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPIs).

“Além dos indícios de direcionamento das contratações em benefício de empresas específicas, o Ministério Público de Contas do Estado de São Paulo constatou superfaturamento por parte dos fornecedores, totalizando prejuízo ao erário de R$ 724.620,00”, diz a PF, em nota.

O termo Involuto deriva do latim e significa rosto coberto. O nome foi escolhido em alusão aos objetos dos contratos investigados (máscaras e óculos) e aos eventuais destinos ocultos dos recursos públicos.

Por Agência Brasil

Sarampo: 39 cidades têm vacinação para bebês; veja lista

(Tomaz Silva/Agência Brasil)

A partir desta segunda-feira (12), São Paulo vai vacinar contra sarampo bebês com idade entre 6 meses a menores de 12 meses de 39 cidades paulistas que registraram casos da doença. A medida inclui ainda a aplicação de doses em crianças nessa faixa etária que vão se deslocar para essas cidades. Nesses casos, a vacinação deve ser feita pelo menos 15 dias antes das viagens.

A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba. A aplicação da chamada “dose D” visa proteger as crianças e não será contabilizada no calendário nacional de vacinação da criança, ou seja, os pais ou responsáveis deverão levar as crianças aos postos para receber a tríplice viral aos 12 meses e também aos 15 meses para aplicação do reforço com a tetraviral, que protege também contra varicela.

Após a aplicação da “dose D”, é preciso aguardar pelo menos 30 dias para aplicação da tríplice aos 12 meses, como prevê o calendário. A relação dos municípios com indicação será atualizada semanalmente, com base na situação epidemiológica. Se necessário, novos municípios serão incluídos nesta estratégica. Os casos entre crianças menores de 12 meses de idade representam 13,6% dos 967 casos existentes no Estado hoje. 80% do total de casos se concentram na capital, com 778.
Vale ressaltar que a  campanha de vacinação contra sarampo focada em jovens de 15 a 29 anos continua em 15 municípios da Grande São Paulo. Desde 10 de junho, 1,2 milhão de pessoas nessa faixa etária foram imunizadas. A meta é vacinar 4,4 milhões até o dia 16 de agosto, data de encerramento da campanha.

Relação das cidades que requerem imunização de bebês de 6 a menores de 12 meses:
· Atibaia
· Barueri
· Caçapava
· Caieiras
· Campinas
· Capital – São Paulo
· Carapicuiba
· Diadema
· Embu
· Estrela D’Oeste
· Fernandópolis
· Francisco Morato
· Guarulhos
· Hortolândia
· Indaiatuba
· Itapetininga
· Itaquaquecetuba
· Jales
· Jundiaí
· Mairiporã
· Mauá
· Mogi das Cruzes
· Osasco
· Peruíbe
· Pindamonhangaba
· Praia Grande
· Ribeirão Pires
· Ribeirão Preto
· Rio Grande da Serra
· Santo André
· Santos
· São Bernardo do Campo
· São Caetano do Sul
· São José do Rio Preto
· São José dos Campos
· Sorocaba
· Sumaré
· Taboão da Serra
· Taubaté

*Conteúdo Secretaria Estadual da Saúde

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Crianças devem ser vacinadas contra o Sarampo antes de viajar

Por  Elaine Patricia Cruz

O Ministério da Saúde soltou nesta terça-feira (6) um comunicado alertando pais, mães e responsáveis que vão viajar com seus filhos de seis meses a menores de um ano de idade para 39 cidades dos estados de São Paulo, Pará ou Rio de Janeiro, onde há surto ativo do sarampo, para que vacinem seus filhos. A recomendação é que todas essas crianças sejam imunizadas contra a doença no período mínimo de 15 dias antes da data prevista para a viagem. Além de proteger, a medida de segurança pretende interromper a cadeia de transmissão do vírus do sarampo no país.

Segundo o Ministério, a vacina não substitui e não será considerada válida para fins do calendário nacional de vacinação da criança. Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ªdose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral + varicela. A vacinação de rotina das crianças deve ser mantida independentemente do planejamento de viagens para os locais com surto ativo do sarampo ou não.

No estado de São Paulo, as cidades com registro de sarampo, segundo o Ministério da Saúde, são: São Paulo, Santos, Fernandópolis, Santo André, Guarulhos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Mauá, Ribeirão Pires, Mairiporã, Pindamonhangaba, Sorocaba, Diadema, Indaiatuba, Osasco, Barueri, Caçapava, Caieiras, Embu, Estrela D’Oeste, Francisco Morato, Hortolândia, Itapetininga, Itaquaquecetuba, Jales, Mogi das Cruzes, Peruíbe, Praia Grande, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Taboão da Serra e Taubaté. No estado do Rio de Janeiro: Rio de Janeiro, Paraty e Nilópolis. No Pará: Monte Alegre, Santarém, Porto do Moz e Prainha.

O Ministério da Saúde registrou, entre os dias 05 de maio e 03 de agosto deste ano, 907 casos confirmados de sarampo no Brasil, em três estados: São Paulo (901 casos), Rio de Janeiro (5) e Bahia (1).

SuperSeg projeta faturar R$ 200 mil por mês em nova unidade

Unidade inaugurada em janeiro projeta faturar R$ 200 mil por mês (SuperSeg/Divulgação)

A SuperSeg Brasil inaugura em Hortolândia, na região metropolitana de Campinas, a 17ª unidade da rede. A franquia, especializada em segurança eletrônica, é um investimento do empresário Rafael Gioia, que trabalha no ramo há onze anos.

“Sempre trabalhei na região e decidi abrir uma unidade da franquia porque a SuperSeg é um nome forte hoje no mercado”, explica o empresário.

Com altas perspectivas de faturamento (meta de faturar até R$ 200 mil por mês), Rafael recrutou dois experientes profissionais que trabalham com segurança eletrônica há mais de quinze anos, nas áreas comercial e de instalação. “Além da experiência, a diversidade de produtos à disposição dos clientes vai ajudar a decolar a marca”, afirma.



Rafael Gioia, franqueado da rede em Hortolândia (SuperSeg/Divulgação)

As unidades da SuperSeg Brasil trabalham com 800 itens disponíveis, o que permite opção de preços e de fabricantes diferentes. “Para o lojista, isso evita ter que vender um produto com alto valor agregado e ter que colocar uma margem muito baixa pra atender um perfil de cliente que busca algo mais simples. Então, ele vai ofertar um produto que já é mais simples e preserva a margem”, destaca Helton Cézar, executivo de finanças e expansão da marca.

Fundada em Campinas, a franquia já atua em três estados e tem meta de chegar a 50 unidades franqueadas até o fim de 2019. Para ser um franqueado é preciso investir a partir de R$ 70 mil.

Serviço

SuperSeg Brasil

Hortolândia – Avenida Olívio Franceschini, 2177 – Jardim Santana