Fiscais flagram festa com 600 pessoas no fim de semana

(Gov. do Estado de SP/via Agência Brasil)

Uma festa clandestina com 600 pessoas foi interrompida em Osasco, Região Metropolitana de São Paulo, pela Polícia Civil. A aglomeração descumpre as medidas restritivas de contenção da covid-19 no estado. A Vigilância Sanitária identificou 400 pessoas sem máscaras. Os presentes consumiam bebidas alcoólicas e fumavam no narguilé.

O local foi interditado e o responsável pelo evento e três funcionários foram detidos e autuados por infração de medida sanitária preventiva e encaminhados ao 10º Distrito Policial (DP) de Osasco. A blitz de fiscalização também apreendeu equipamentos de som e uma máquina de cartão bancário.

Na capital

Na zona sul da capital paulista, um grupo de 100 pessoas foi flagrado em uma tabacaria no Jardim São Luís. Os policiais chegaram até o local, na Avenida Maria Coelho de Aguiar, por meio de denúncia. De acordo com o governo paulista, o caso foi registrado como infração de medida sanitária preventiva no Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania (DPPC).

Outros 12 locais foram inspecionados e orientados. Foram autuados dois estabelecimentos na Vila Madalena, zona oeste, e no Tatuapé, zona leste da cidade. A blitz percorreu os bairros Penha, Vila Leopoldina, Pirituba e São Judas.

Denúncia

O Comitê de Blitze, criado em março, funciona em conjunto com a prefeitura de São Paulo e fiscaliza as medidas restritivas de combate à propagação do coronavírus. Qualquer pessoa pode denunciar festas clandestinas e funcionamento irregular de serviços não essenciais. O contato é pelo telefone 0800-771-3541, pelo site do Procon-SP ou ainda pelo e-mail do Centro de Vigilância Sanitária.

Por Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil 

Grupo invade Igreja Católica e destrói imagens religiosas

(Reprodução)

Quatro pessoas entraram na Paróquia Nossa Senhora dos Remédios, em Osasco (SP), na noite da última segunda-feira (3) e destruíram imagens religiosas. Entre elas, as imagens de Nossa Senhora dos Remédios, Nosso Senhor dos Passos, Santa Cecília, Sagrado Coração de Jesus e Santo Ubaldo. O grupo também depredou banheiros e quebrou vasos de flores. 

A paróquia comunicou o ocorrido por meio de uma publicação assinada por um padre, em sua página no Facebook. “Não tem como expressar a dor que a gente sente, mas tenho certeza de que a IGREJA VIVA, essa não foi destruída, pelo contrário, sairá mais fortalecida. Com a fé em Deus, a intercessão de Nossa Senhora e a dedicação de todos, vamos reconstruir e deixar nossa igreja melhor.”

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, “as equipes iniciaram buscas na região para localizar os autores do crime e o representante da igreja foi orientado a realizar o registro de boletim de ocorrência.”

Por TV Cultura

Caminhão bate em moto e pega fogo no Rodoanel

Um caminhão pegou fogo após uma colisão com uma moto e interditou o Rodoanel Mário Covas, em Osasco, na Grande São Paulo, na noite de ontem (12). O acidente aconteceu pouco depois das 20 horas, no quilômetro 21 da pista interna do anel viário, no sentido da Rodovia Anhanguera.

Segundo a concessionária CCR Rodoanel,  após sofrer uma queda, um motociclista correu para o acostamento, mas a moto ficou na pista, onde foi atingida por um caminhão. Com o impacto, os veículos se incendiaram, e o caminhoneiro foi resgatado com queimaduras leves por uma equipe de socorristas da administradora, sendo levado a um hospital da região.

O rodoanel Mário Covas ficou completamente interditado no trecho, o que gerou congestionamento. O fogo consumiu o caminhão por completo, e a via só foi totalmente liberada uma hora após o acidente.

*Com Paulo Édson Fiore, da Jovem Pan

Homem é preso após tentar matar o irmão

(Polícia Militar de São Paulo)

Um homem foi preso hoje (7), em Osasco, na Grande São Paulo, suspeito de tentar matar o próprio irmão. Segundo a Polícia Militar, a vítima foi procurada pelo suspeito para tirar satisfação sobre um problema familiar.

Durante a conversa, o irmão teria sacado a arma e atirado. A PM foi chamada e conseguiu localizar o suspeito.

Segundo nota divulgada pela corporação, o homem confessou o crime e indicou onde a arma estava guardada. Os policiais apreenderam a pistola, de calibre que deveria ser de uso restrito das Forças Armadas, além de munição de diferentes calibres.

O suspeito foi preso em flagrante. Apesar do tiro, a nota da PM não informa se a vítima sofreu algum ferimento.

Novo terminal metropolitano de Osasco começa a operar

O Terminal Amador Aguiar – Vila Yara começou a operar esta semana, após obras de ampliação e de ter sido totalmente reformado pela EMTU, empresa vinculada à Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos. O prédio, de propriedade do município de Osasco, recebeu investimento de R$ 31,5 milhões do Governo do Estado, que possibilitou a expansão da área construída de 9 mil m² para 17 mil m².

A localização do Terminal é estratégica para a mobilidade da região oeste da Grande São Paulo na ligação com a capital. Está situado numa das extremidades do Corredor Metropolitano Itapevi-São Paulo, empreendimento que, quando finalizado, terá 23,6 km de extensão, sendo 5 km no trecho já construído entre Itapevi e Jandira, 11 km no trecho Jandira até o Terminal Metropolitano Luiz Bortolosso – Km 21 (terminal Carapicuíba incluído), e 7,6 km do Terminal Luiz Bortolosso – Km 21 até o Terminal Vila Yara.

O vice-governador destacou o ganho de conforto para as pessoas que utilizam o transporte da região. “O Terminal da Vila Yara é uma importante obra de mobilidade urbana, que a exemplo de outras que estamos realizando na região metropolitana, proporciona qualidade de vida às pessoas com mais conforto, segurança e tempo para ficar com suas famílias”, afirmou o Vice -governador Rodrigo Garcia.

Nova configuração

Com a ampliação, o Terminal Vila Yara passa a contar com cinco plataformas cobertas para atender a 53 linhas de ônibus em operação. Desses, 27 serviços metropolitanos são gerenciados pela EMTU/SP, atendendo aos municípios de São Paulo, Osasco, Carapicuíba, Barueri, Jandira, Pirapora do Bom Jesus e Santana de Parnaíba. Também passarão pelas plataformas 21 linhas municipais de Osasco e cinco municipais de São Paulo. No total, 388 ônibus devem utilizar diariamente as plataformas. Cerca de 411 mil pessoas deverão circular todos os meses pelo local.

Após a reforma, local ganhou nova configuração, além de dois banheiros totalmente acessíveis e um bicicletário com capacidade para 32 bikes. No pavimento térreo estão localizadas as plataformas de embarque para passageiros, bilheterias, sanitários e edificações anexas ao conjunto: guaritas de controle de acesso de veículos, gerador de energia e local fechado para armazenamento de lixo.

O pavimento superior possui um centro comercial todo reformado, com lanchonetes, lojas, quiosques, sanitários públicos e espaços reservados à alimentação. Foram construídas salas de apoio para administração, para as empresas operadoras, sala de reuniões, refeitório, vestiários e sanitários para funcionários. A área externa ganhou uma nova área de convivência com espaços ajardinados, bicicletário, playground e equipamentos de ginástica ao ar livre.

Linhas intermunicipais que operam no terminal Vila Yara

20 – CARAPICUIBA (VILA DIRCE)/OSASCO (VILA YARA)

22 – CARAPICUIBA (VILA DIRCE)/OSASCO (VILA YARA)

23 – CARAPICUIBA (COHAB V)/OSASCO (VILA YARA)

82 – PIRAPORA DO BOM JESUS (JARDIM BOM JESUS)/OSASCO (VILA YARA)

082DV1 – PIRAPORA DO BOM JESUS (JARDIM BOM JESUS)/OSASCO (VILA YARA)

082BI1 – PIRAPORA DO BOM JESUS (IGAVETA)/OSASCO (VILA YARA)

122 – BARUERI (PETROBRÁS)/OSASCO (VILA YARA)

130 – JANDIRA (JARDIM NOSSA SENHORA DE FÁTIMA)/OSASCO (VILA YARA)

133 – ITAPEVI (COHAB)/OSASCO (VILA YARA)

133BI1 – ITAPEVI (VILA JOIA)/OSASCO (VILA YARA)

223 – CARAPICUIBA (COHAB V)/OSASCO (VILA YARA)

230 – BARUERI /(ALPHAVILLE)/OSASCO (VILA YARA)

246 – SANTANA DE PARNAIBA (JARDIM SÃO LUIS)/OSASCO (VILA YARA)

246BI1 – SANTANA DE PARNAIBA (RUFÚGIO DOS BANDEIRANTES)/OSASCO (VILA YARA)

263 – CARAPICUIBA (JARDIM NOVO HORIZONTE)/OSASCO (VILA YARA)

283 – CARAPICUIBA (CIDADE ARISTON)/OSASCO (VILA YARA)

303 – BARUERI (PARQUE IMPERIAL)/OSASCO (VILA YARA)

345 – BARUERI (VALE DO SOL)/OSASCO (VILA YARA)

350 – ITAPEVI (COHAB)/OSASCO (VILA YARA)

350BI1 – ITAPEVI (VILA JOIA)/OSASCO (VILA YARA)

420 – OSASCO (VILA YARA)/COTIA (TERMINAL METROPOLITANO)

420VP1 – OSASCO (VILA YARA)/COTIA (TERMINAL METROPOLITANO)

428 – BARUERI (JARDIM DO LIBANO)/OSASCO (VILA YARA)

517 – ITAPEVI (COHAB)/OSASCO (VILA YARA)

557 – JANDIRA (JARDIM NOSSA SENHORA DE FÁTIMA)/OSASCO (VILA YARA)

840 – OSASCO (TERMINAL Km 21- Luiz Bortolosso)/SÃO PAULO (METRÔ BUTANTÃ)

850 – OSASCO (TERMINAL Km 21- Luiz Bortolosso)/SÃO PAULO (LAPA)

*com Gov. do Estado de SP

Acusados são absolvidos de chacina em Osasco e Barueri

Ex-PM e ex-GCM eram acusados por 17 mortes

Os sete integrantes do júri popular absolveram hoje (26) o ex-policial militar Victor Cristilder dos Santos e o guarda civil Sérgio Manhanhã da acusação de participar, em 13 de agosto de 2015, da chacina de Osasco e Barueri, em que 17 pessoas foram assassinadas. Um mandado de soltura já foi emitido pela juíza Élia Kinosita Bulman.

O julgamento, que começou na segunda-feira (22), terminou hoje (26), por volta das 15h20, depois que o Conselho de Sentença, formado por sete jurados, decidiu pela absolvição dos réus.

Esta foi a segunda vez que os dois réus foram julgados pela chacina. No primeiro julgamento, eles foram condenados, recorreram da decisão e solicitaram novo júri.O pedido foi atendido, mas a prisão de ambos foi mantida. Agora, com a absolvição, os dois serão soltos.

Ontem (25), os dois réus foram interrogados individualmente. Logo depois, foram realizados os debates: a acusação, formada pelo Ministério Público e a Defensoria Pública, e o advogado de defesa tiveram prazo de duas horas e meia para apresentar suas argumentações.

Na manhã de hoje, em réplica, os representantes do Ministério Público e da Defensoria falaram por mais duas horas, e o advogado de defesa teve duas horas para a tréplica. Só então o Conselho de Sentença se reuniu para dar o veredito.

A decisão dos sete jurados pela absolvição dos dois acusados de participar da chacina não pode mais ser revista, informou o promotor Marcelo Oliveira, responsável pela acusação. Em entrevista a jornalistas, após o julgamento, o promotor disse que não cabe recurso à decisão. “Não cabe recurso. O ordenamento jurídico nosso não permite esse tipo de apelação por uma segunda vez. Está acabado, terminou”, disse ele, lamentando o resultado.

Acusação

(Reprodução)

O Ministério Público sustentou que as 17 mortes foram uma vingança pelo assassinato de um policial militar e de um guarda civil, dias antes. De acordo com a acusação, os agentes de segurança se reuniram e decidiram fazer uma chacina para vingar as mortes.

Para a acusação, por meio de mensagens no celular, Cristilder combinou com Manhanhã o início do horário da chacina, dirigiu um dos carros usados na chacina e disparou contra as vítimas.

Histórico

No primeiro julgamento, ocorrido em setembro de 2017, Manhanhã e mais dois ex-policiais militares, Fabrício Emmanuel Eleutério e Thiago Barbosa Henklain, foram condenados pelo crime.

Eleutério foi condenado à pena de 255 anos, 7 meses e 10 dias de prisão. A sentença de Henklain foi de 247 anos, 7 meses e 10 dias e de Sérgio Manhanhã , de 100 anos e 10 meses. Segundo a acusação, Manhanhã agiu para desviar viaturas dos locais onde os crimes ocorreram. Ele foi denunciado por 11 mortes.

Já Cristilder foi julgado à parte, em março de 2018. Ele foi acusado por oito mortes e também por tentativa de homicídio. O tribunal do júri,naquela ocasião, condenou o ex-policial a 119 anos, 4 meses e 4 dias de reclusão, em regime inicialmente fechado.

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil 

Chacina em Osasco e Barueri: Júri de ex-PM e ex-GCM entra no segundo dia

O júri popular do ex-policial militar Victor Cristilder dos Santos e o guarda-civil municipal Sérgio Manhanhã, acusados de participar da chacina de Osasco e Barueri, em 2015, entra hoje (23) no segundo dia. Ontem (22), seis testemunhas foram ouvidas, no primeiro dia de julgamento. Os dois réus já foram condenados no primeiro julgamento do caso, mas recorreram e solicitaram novo júri.

Tanto acusação quanto defesa solicitaram ouvir em depoimento 40 testemunhas do caso. A acusação, feita pelo Ministério Público e pela Defensoria Pública, encaminhou uma lista de 20 testemunhas ao júri popular, enquanto a defesa requisitou 16. Além disso, tanto acusação quanto defesa pediram a presença de quatro testemunhas comuns. No primeiro dia de julgamento, porém, acusação e defesa abriram mão do depoimento de 16 testemunhas. Portanto, ao todo, serão ouvidas 24 pessoas.

Entre as seis testemunhas ouvidas ontem estão dois delegados, dois sobreviventes da chacina, o filho de uma vítima e um capitão da Polícia Militar.

O julgamento

Sete jurados vão decidir se os dois réus são culpados da acusação de participar das 17 mortes ocorridas no dia 13 de agosto de 2015 nas chacinas de Osasco e de Barueri.

A previsão é que o julgamento dure cerca de cinco dias.

Por causa da pandemia do novo coronavírus, o julgamento não terá presença de público. Apesar disso, na manhã de ontem, parentes e amigos das vítimas fizeram uma vigília e levaram faixas com fotos dos mortos nas chacinas à porta do Fórum para clamar por justiça.

A acusação

(Reprodução)

Segundo o Ministério Público, as 17 mortes teriam sido uma vingança pelo assassinato, dias antes, de um policial militar e de um guarda-civil. De acordo com a acusação, os agentes de segurança se reuniram e decidiram fazer uma chacina para vingar as mortes.

Para a acusação, o policial Cristilder, como é mais conhecido, teria combinado com o guarda municipal o início do horário da chacina por meio de mensagens no celular. Além disso, ele teria dirigido um dos carros usados na chacina e feito disparos com armas de fogo contra as vítimas. Ele foi acusado por oito mortes e também por tentativa de homicídio.

Histórico

Cristilder e Manhanhã foram condenados no primeiro julgamento do caso, mas os advogados recorreram, e três desembargadores do Tribunal de Justiça decidiram por um novo julgamento, que começou hoje. Os acusados continuam presos.

O primeiro julgamento foi desmembrado em duas partes. Em setembro de 2017, os sete sorteados para o júri popular condenaram Fabrício Emmanuel Eleutério e Thiago Barbosa Henklain, além do guarda-civil Sérgio Manhanhã.

Eleutério foi condenado à pena de 255 anos, 7 meses e 10 dias de prisão e Henklain, a 247 anos, 7 meses e 10 dias. Manhanhã foi condenado a 100 anos e 10 meses.

Os dois policiais foram acusados de atirar nas vítimas e respondiam por todas as mortes e tentativas de assassinato. O guarda-civil, segundo a acusação, atuou para desviar viaturas dos locais onde os crimes ocorreriam e foi denunciado por 11 mortes.

Na segunda parte do julgamento, ocorrida em março de 2018, Cristilder foi acusado por oito mortes e também por tentativa de homicídio. O tribunal do júri condenou o ex-policial a 119 anos, 4 meses e 4 dias em reclusão em regime inicialmente fechado.

*com Agência Brasil

Réus da chacina de Osasco e Barueri voltam a ser julgados

(Reprodução)

O julgamento de dois réus acusados de terem participado das chacinas de Osasco e Barueri, na Grande São Paulo, tem início às 10h de amanhã (22). Dezessete pessoas foram assassinadas e sete ficaram feridas nas chacinas, ocorridas no dia 13 de agosto de 2015. Os assassinatos teriam ocorrido, segundo a acusação, para vingar as mortes de um policial militar e de um guarda civil metropolitano, que haviam sido assassinados dias antes.

Serão julgados o ex-policial militar Victor Cristilder e o guarda civil municipal Sérgio Manhanhã, que estão presos. Eles foram julgados e condenados no primeiro julgamento do caso, mas suas defesas recorreram e três desembargadores do Tribunal de Justiça decidiram, então, determinar um novo julgamento. Os acusados seguem presos. 

A previsão do Tribunal de Justiça é de que o julgamento dure cerca de cinco dias.  Ele será realizado no Fórum de Osasco e será fechado ao público. Do lado de fora, às 9h30 da manhã, as famílias das vítimas da chacina vão fazer uma vigília pedindo por justiça.

Histórico

A acusação do Ministério Público diz que o ex-policial Cristilder, como é mais conhecido, teria combinado com o guarda municipal Sérgio Manhanhã sobre o início do horário da chacina por meio de mensagens no celular. Além disso, ele teria dirigido um dos carros utilizados no evento e efetuado disparos com armas de fogo contra as vítimas. Ele foi acusado por oito mortes e também por tentativa de homicídio. Em março de 2018, em um julgamento separado, o tribunal do júri condenou Cristilder a 119 anos, 4 meses e 4 dias em reclusão em regime inicialmente fechado. 

Já Manhanhã foi julgado em setembro de 2017, junto com os ex-policiais militares Fabrício Emmanuel Eleutério e Thiago Barbosa Henklain. Nesse julgamento, Fabrício Emmanuel Eleutério foi condenado a pena de 255 anos, 7 meses e 10 dias de prisão. Thiago Barbosa Henklain recebeu sentença de 247 anos, 7 meses e 10 dias. Já o guarda-civil Sérgio Manhanhã foi condenado a 100 anos e 10 meses.

Eleutério e Henklain foram acusados de terem disparado contra as vítimas e respondiam por todas as mortes e tentativas de assassinato. Já o guarda-civil, segundo a acusação, teria atuado para desviar viaturas dos locais onde os crimes ocorreriam e foi denunciado por 11 mortes. Eles responderam por homicídio qualificado, por motivo torpe, com emprego de recurso que dificulta as perdas das vítimas e praticado por grupo de extermínio, além de responderem pelo crime de formação de quadrilha.

Expulsão

Cristilder foi expulso da Polícia Militar em julho de 2019, junto com Henklain e Eleutério. Segundo o Diário Oficial de São Paulo, publicado no dia 20 de julho de 2019, os três policias cometeram “atos atentatórios à instituição, ao estado, aos direitos humanos fundamentais e desonrosos, consubstanciando transgressão disciplinar de natureza grave”. A corporação não confirmou se a expulsão teve relação com a participação nas chacinas de Osasco e de Barueri.

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil 

Homens são detidos após denúncia de tiros e ameaças

(Polícia Militar de SP/Reprodução)

Dois homens foram detidos pela Polícia Militar, em Osasco, na Grande São Paulo, após uma denúncia de que estariam atirando e ameaçando pessoas na rua. Os dois estavam em um carro que foi identificado pelas equipes da PM assim que chegaram ao local.

Com a chegada dos policiais, um dos suspeitos tentou fugir, mas acabou preso. O outro ficou dentro do carro e não resistiu à abordagem.

Durante as buscas, segunda a PM, foram encontrados um revólver com numeração raspada e munição. Os dois foram levados para a delegacia. A PM, em nota, não informou se eles permaneceram presos.

Medalhas roubadas de Arthur Nory são abandonadas em lixeira

https://www.youtube.com/watch?v=WxlJ6sDd5Q0

As medalhas que haviam sido roubadas do ginasta olímpico Arthur Nory, de 27 anos, foram encontradas pela Polícia Militar na noite desta terça-feira em Osasco, na Grande São Paulo.Os policiais foram acionados via rádio pelo COPOM, que recebeu denúncia.

A equipe foi até o local indicado, na Rua Teotônio Vilela, no Jardim Santa Maria, onde encontrou, em uma lixeira, uma caixa de sapatos e, em seu interior, as 33 medalhas pertencentes ao ginasta.Os objetos foram levados na madrugada da última sexta-feira, dia cinco, por ladrões que invadiram a residência dele, na Lapa de Baixo, Zona Oeste da Capital.

Apenas uma funcionária, de 64 anos, estava no imóvel e foi rendida por dois criminosos,  que levaram, além das medalhas, uma mochila, chaves e uma CNH.Arthur Nory foi comunicado imediatamente sobre o encontro do material e seguiu para a sede da Segunda Companhia do Décimo Quarto Batalhão da PM, no Jardim D’Abril, em Osasco.Após o reconhecimento de que se tratava realmente dos objetos roubados de sua casa, Nory acompanhou os PMs até o Quinto Distrito Policial de Osasco, onde foi registrado um boletim de ocorrência. Com as medalhas de volta, Arthur Nory se sentiu como que subindo de novo ao pódio.A Polícia Civil está analisando as imagens registradas pelas câmeras de segurança do imóvel para tentar identificar os criminosos.

Por Paulo Édson Fiore, da Jovem Pan