6 cuidados com a pele ao se depilar com cera no verão

(Divulgação)


A chegada do verão e das férias exige cuidados especiais para quem pretende se depilar para ir à praia ou à piscina, por exemplo. A exposição ao sol sem o devido cuidado pode provocar manchas na pele, um dos problemas mais recorrentes em quem se depila.

Especializada em cuidados com o pelo e pele há mais de 20 anos, Danyelle Van Straten destaca a importância de evitar a exposição ao sol após se depilar, principalmente nas áreas do corpo sem proteção, como braço e buço.

“A depilação com cera morna, a mais usada no Brasil, remove junto com o pelo uma fina camada de proteção natural da pele. Diante disso, o recomendado é ficar até quatro dias sem se expor ao sol”, explica, diretora da Depyl Action Franchising, com mais de 110 unidades no Brasil e no exterior.

A recomendação é que a depilação seja feita em locais confiáveis. Por isso, fica o alerta: cuidado com os riscos na hora de reutilizar a cera depilatória. Tal prática, condenada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pode transmitir doenças, como a hepatite.

Confira abaixo dicas para reconhecer uma cera reaproveitada para curtir o verão sem problemas na pele:

1-     Reuso da Cera – Observe a textura e a coloração da cera, que deve ser clara e viscosa. A cera reaproveitada tende a ficar mais escura e mais líquida.

2-     Esfoliação – Esfoliar a pele dois dias antes da depilação facilita a remoção dos pelos. Também é recomendado dois dias após a depilação.

3-     Ingerir bastante líquido ajuda a manter a pele hidratada e a evitar contaminações. Pele ressecada é um convite para irritações, que podem provocar manchas.

4-     Temperatura – A cera precisa estar na temperatura ideal para evitar queimaduras. Por isso, procure locais especializados e profissionais capacitados.

5-      Banho gelado – Tomar um banho gelado após a depilação ajuda a fechar os poros, abertos durante o procedimento depilatório.

6-     Hidratantes – Passar hidratante ajuda a preservar a pele após a depilação. O uso do protetor solar também é recomendado, inclusive quando não há exposição ao sol.

Internado em SP, Pelé passa por procedimento e retira cálculo renal

Por Camila Boehm

Nesta manhã (13), o ex-jogador Pelé, de 78 anos, passou por procedimento para retirada de cálculo renal, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein, na capital paulista, onde está internado desde terça-feira (9) após chegar de Paris. O procedimento foi bem sucedido e ele já está no quarto, em bom estado geral sob o ponto de vista clínico, segundo os médicos.

O ex-jogador havia sido hospitalizado na capital francesa na terça-feira da semana passada (3), quando foi levado ao Hospital Americano de Paris com febre alta. Já no Brasil, no mesmo dia em que Pelé deu entrada no Albert Einstein, o hospital divulgou boletim informando que ele teve uma infecção urinária causada por cálculos no ureter. 

Pelé é internado em São Paulo com infecção urinária

Por Daniel Mello 

(Arquivo/Agência Brasil)

Pelé, de 78 anos, deu entrada hoje (9) no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, após chegar de Paris. Ele havia sido hospitalizado na capital francesa na terça-feira da semana passada (3), quando foi levado ao Hospital Americano de Paris com um quadro de febre alta.

Na sexta-feira (5), o ex-jogador informou – pela sua conta do Twitter – que tinha apresentado melhora.

“Muito obrigado por todo o amor! Os antibióticos estão fazendo efeito e os exames estão todos ok. Eu estou me sentindo muito melhor e acho que estou pronto para jogar de novo!”, dizia a postagem.

Segundo o boletim divulgado no início da tarde desta terça-feira pelo Albert Einstein, Pelé teve uma infecção urinária causada por cálculos no ureter.

“A infecção foi tratada”, resume a nota, sem detalhar os procedimentos adotados na França. “No momento, [o ex-jogador] está realizando exames admissionais e seu estado de saúde é bom”, finaliza o boletim.

Histórico

Desde o fim de 2012 que o estado de saúde de Pelé (Edson Arantes do Nascimento) tem preocupado parentes, amigos e fãs. Em 2012, ele colocou uma prótese no quadril por causa de uma fibrose.

Em novembro de 2014, foi internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, devido a problemas no sistema urinário decorrentes de cálculos renais, ureterais e vesicais que causaram obstrução do fluxo urinário.

Dias após receber alta médica, o ex-jogador voltou a passar mal e precisou ser internado novamente, sendo submetido a hemodiálise.

Em 2015, Pelé teve que voltar ao mesmo hospital duas vezes para se submeter a novos procedimentos cirúrgicos. Em maio, ele passou por uma cirurgia na próstata. Em julho, foi operado para aliviar dores na coluna.

Os problemas de saúde forçaram Pelé a deixar de presenciar a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de 2016. Ele estava cotado para acender a Tocha Olímpica, mas afirmou que, naquele momento, não tinha “condições físicas de participar da abertura da Olimpíada”.

No ano seguinte, o ex-jogador do Santos e da Seleção Brasileira participou do sorteio dos jogos da Copa do Mundo de 2018, em Moscou, sentado em uma cadeira de rodas.

Pelé passa mal em Paris e é medicado

Por Alex Rodrigues

(Arquivo/Agência Brasil)

O ex-jogador de futebol Pelé passou mal na noite desta terça-feira, em Paris, e teve que ser levado a um hospital francês. O eterno camisa 10 da seleção brasileira teve uma febre alta e precisou ser medicado.

Aos 78 anos, Pelé havia participado de um evento publicitário ao lado do atacante do Paris Saint-Germain Kylian Mbappé. O brasileiro postou uma foto com Mbappé em perfil no twitter. “Falamos sobre gols, Copas do Mundo e relógios. Grande encontro!”, escreveu o tri-campeão mundial.

Desde pelo menos o fim de 2012 que o estado de saúde de Pelé tem preocupado parentes, amigos e fãs. Em 2012, ele colocou uma prótese no quadril por causa de uma fibrose. Em novembro de 2014, ele foi internado  no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, devido a problemas no sistema urinário decorrentes de cálculos renais, ureterais e vesicais que causaram obstrução do fluxo urinário. Dias após receber alta médica, o ex-jogador voltou  a passar mal e precisou ser internado novamente, sendo submetido a hemodiálise.

Em 2015, Pelé teve que voltar ao Albert Einstein duas vezes para se submeter a novos procedimentos cirúrgicos. Em maio, ele passou por uma cirurgia na próstata. Em julho, o ex-atleta foi operado para aliviar dores na coluna.

Os problemas de saúde forçaram Pelé a deixar de comparecer a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de 2016. Ele estava cotado para acender a Tocha Olímpica, mas afirmou que, naquele momento, não tinha “condições físicas de participar da abertura da Olimpíada”. No ano seguinte, o ex-jogador participou do sorteio dos jogos da Copa do Mundo de 2018, em Moscou, sentado em uma cadeira de rodas.

Laser Fotona 4D trata pele e promete resultado de longa duração

Quem não quer estar sempre bem com a aparência? Mulheres e homens não abrem mão de manter a pele bonita e saudável.

Hoje, com tantos tratamentos existentes no mercado, fica difícil escolher o que melhor atende as necessidades de cada paciente. O Fotona 4D, um revolucionário laser, é o que existe de mais completo para rejuvenescimento facial e outros tratamentos.

O dermatologista Fernando Sperandéo Macedo durante sessão de tratamento (A Expressão 5/Divulgação)

A técnica combina dois tipos de lasers, ND Yag e Erbium Yag, que atuam na flacidez,  nas linhas finas e rugas, na textura e no contorno facial.

“O Fotona é uma nova dimensão de tratamento, mostra resultados expressivos e com poucas sessões”, explica o dermatologista Fernando Sperandéo Macedo. 

Com a experiência adquirida com esta técnica é possível prever que haverá uma renovação e estímulo celular intensos e melhora significativa na função tecidual – e muito mais duradoura. 

Fernando Sperandéo Macedo, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, destaca ainda que o laser é muito eficiente para tratar pálpebras caídas, dar mais turgor  aos lábios e melhorar todo contorno facial.

“O Fotona 4D vem ao encontro de tudo que o paciente deseja para uma pele saudável e mais jovem”, pontua o especialista.

A procura pelo Fotona 4D nas clínicas é grande, segundo o profissional. O dermatologista esclarece que em três meses o paciente tem o resultado que espera.

“O efeito do tratamento é visível em pouco tempo, em casos como cicatrizes, o paciente precisa de um número maior de sessões, mesmo assim o resultado é bem mais acelerado do que outros procedimentos estéticos,” destaca Sperandéo. 

Outra vantagem é que o Fotona permite ajustes para cada paciente, por isso é possível fazer um tratamento individual. A técnica 4D utiliza 5 ponteiras diferentes, inclusive um scanner robótico,  para melhorar a eficácia, além de garantir maior proteção à pele.

“O Fotona é menos agressivo, o paciente pode voltar a rotina no mesmo dia sem nenhum problema ou vermelhidão na pele” ressalta o dermatologista Fernando Sperandéo Macedo.

Remédio para hipertensão e controle de edemas pode causar câncer

Paula Laboissière/Agência Brasil

(Arquivo/Agência Brasil)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou hoje (4) um alerta para o aumento do risco de câncer de pele não-melanoma decorrente do uso cumulativo do medicamento hidroclorotiazida, utilizado para tratamento da hipertensão arterial e para controle de edemas.

“A descoberta foi realizada por meio de estudos epidemiológicos que demonstraram uma associação dose-dependente cumulativa — que ocorre quando a dose utilizada de um determinado medicamento está diretamente relacionada com seus efeitos — entre o medicamento em questão e o câncer de pele não-melanoma”, informou a Anvisa.

De acordo com a agência, em um dos estudos, foi possível notar também uma possível associação entre câncer de lábio e a exposição ao medicamento. “Ações fotossensibilizadoras da hidroclorotiazida, que facilitam a sua absorção pela pele, podem atuar como um possível mecanismo para a doença”.



A Anvisa considerou ainda as recomendações do Comitê de Avaliação de Riscos em Farmacovigilância da Agência Europeia de Medicamentos para classificar como plausível a associação entre o aumento do risco de câncer de pele não-melanoma e o uso em longo prazo de medicamentos contendo hidroclorotiazida.

Recomendações

Por meio de comunicado, a agência solicitou que os profissionais de saúde informem aos pacientes tratados com hidroclorotiazida sobre o risco de câncer de pele – sobretudo aqueles que já fazem uso do fármaco em longo prazo. Eles também devem ser orientados a verificar regularmente a pele quanto a novas lesões e a notificar imediatamente o profissional sobre qualquer tipo de lesão cutânea suspeita.

A orientação da Anvisa é que o tratamento não seja interrompido antes que os pacientes consultem o médico. “Lesões cutâneas suspeitas devem ser prontamente examinadas, incluindo exame histológico de biópsias. Medidas preventivas, tais como limitação da exposição à luz solar e aos raios ultravioleta, podem ser realizadas no intuito de minimizar o risco de câncer de pele. O uso de hidroclorotiazida pode ser revisto em pacientes com histórico de câncer de pele não-melanoma”.

A inclusão das novas informações de segurança nas bulas de todos os medicamentos que contêm o princípio ativo hidroclorotiazida será imediatamente solicitada pela agência.

Câncer de pele

O câncer de pele não-melanoma compreende os tumores mais comuns, que ocorrem principalmente em pessoas de pele clara, após exposição solar por longo tempo. Geralmente, apresentam apenas crescimento local, mas não cicatrizam ou se curam sem tratamento e tendem a aumentar com o tempo, podendo causar deformação, dor e sangramento.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicam que esse é o tipo de câncer mais frequente no Brasil e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Se detectado precocemente, a doença apresenta altos percentuais de cura. Entre os tumores de pele, o tipo não-melanoma é o de maior incidência e de mais baixa mortalidade.

Monitoramento

A Anvisa informou que monitora continuamente os medicamentos comercializados no Brasil e reforçou que profissionais de saúde e pacientes notifiquem os eventos adversos ocorridos com o uso de qualquer medicamento.

A comunicação de suspeitas de eventos adversos pelos pacientes pode ser feita por meio do formulário, pela Central de Atendimento ao Público (0800 642 9782) ou pela Ouvidoria.

Para os profissionais de saúde, a Anvisa disponibiliza o sistema Notivisa em caso de notificação de eventos adversos.