Tartaruga com mordida mais forte que leão é encontrada em estrada

Tartaruga foi entregue aos policiais militares (Polícia Militar/via TV Cultura)

Uma tartaruga-aligátor, originário da América do Norte e Central, foi encontrada em um acostamento próximo à represa do Rio Santo Anastásio, em Presidente Prudente, cidade do interior de São Paulo. Uma pessoa viu o animal e o levou até a Polícia Militar Ambiental.

Segundo a polícia, não há registro da presença do réptil no Oeste Paulista. Por conta dessa informação, tudo indica que o animal foi abandonado.

Outro fato que chamou atenção foi a força do animal. Segundo pesquisas, sua mordida pode ultrapassar 600 quilos, enquanto a de um leão gira em torno dos 400 quilos. Além disso, é uma das maiores e mais agressivas tartarugas do mundo, podendo pesar até 159 quilos, segundo a corporação.

A tartaruga foi levada para o Zoológico da Cidade da Criança, onde estará aos cuidados dos profissionais que trabalham no parque ecológico.

A Polícia informa que esse tipo de prática é considerado crime e, se alguém tiver alguma informação sobre quem teria abandonado a tartaruga-aligátor, deve entrar em contato com a corporação pelo telefone (18) 3906-9200.

Por TV Cultura

PF investiga venda de carne e corrupção envolvendo frigorífico

Um frigorífico no município de Presidente Prudente (SP) é alvo da Operação Inopino, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (31). A finalidade da operação é o combate a crimes sanitários, de corrupção, estelionato e falsidade documental, praticados por organização criminosa envolvendo um frigorífico. 

Cerca de 50 policiais federais estão cumprindo sete mandados de busca e apreensão nas cidades de Presidente Prudente, Presidente Epitácio e Rancharia, todas no interior de São Paulo.

De acordo com as provas da investigações, desde 2018 uma auditora fiscal federal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) teria recebido valores e vantagens para facilitar a comercialização de carnes em desacordo com as normas do setor.

Durante as investigações foram demonstrados fortes indícios de que essa servidora pública e prepostos da empresa investigada trocavam embalagens de forma a adulterar datas de vencimento, modificavam romaneios (ista que especifica peso, qualidade e quantidade de mercadorias embarcadas ou vendidas) e relatórios de pesagem. A auditora do Mapa investigada será afastada de suas funções por determinação judicial.

Os crimes objeto da investigação e previstos no Código Penal (CP) são a suposta prática de corrupção ativa, corrupção passiva, prevaricação, falsidade documental, crime sanitário e organização criminosa.

A investigação prosseguirá, para averiguar possíveis outros envolvidos e será concluída após a análise dos materiais eventualmente apreendidos durante a Operação Inopino.

Por Agência Brasil

PM prende brasileiro acusado de terrorismo na Ucrânia

Rafael Marques Lusvarghi em foto divulgada pelas Forças Armadas da Novarrussia (Arquivo/via Agência Brasil)

Um homem de 36 anos, acusado de participar de terrorismo na Ucrânia, foi preso pela Polícia Militar em Presidente Prudente, no interior paulista, na noite do último sábado (8). Rafael Marques Lusvarghi, segundo o G1, foi preso em flagrante enquanto negociava a venda de entorpecentes.

Ele já tinha sido preso anteriormente em Kiev, na Ucrânia, sob acusação de terrorismo. Antes disso, ele também já ficou preso no Brasil após participar de protestos em 2014, durante a realização da Copa do Mundo.

Segundo a Polícia Militar, na casa desse homem foi encontrado 25 quilos de drogas e 350 munições de calibre 9 milímetros. Ele confessou à polícia que recebia dinheiro por mês para armazenar este material.

Na residência dele também foram apreendidos uma quantia em dinheiro, um notebook, vários passaportes, documentos pessoais, uma agenda com anotações, três celulares e uma moto que o suspeito não soube explicar a origem.

O homem foi indiciado por tráfico de drogas e permanece preso.

*Com Agência Brasil

PM apreende mais de 300 quilos de maconha

(Polícia Militar/Reprodução)

A Polícia Militar apreendeu hoje (21), em Pirapozinho, na região de Presidente Prudente, interior de São Paulo, mais de 300 quilos de maconha que estavam sendo transportados em um carro. Segundo a PM, durante uma fiscalização de rotina na Estrada Municipal José Favareto, o motorista de um carro, modelo Fiat/Mob, desobedeceu ordem de parada.

Os policiais iniciaram uma perseguição e conseguiram fazer com que o motorista parasse. Os pms dizem que o suspeito demonstrava estar bastante nervoso.

Durante as buscas no carro, os policiais encontraram 31 tijolos de maconha, somando mais de 300 quilos. O suspeito foi preso em flagrante e levado para a delegacia da cidade.

Vítima de violência doméstica chama polícia e apanha de PMs

Sem medida protetiva, vítima mudou de cidade, no interior de SP, após dupla agressão; “violência policial pode inibir mulheres a pedir ajuda”, afirma advogado

Imagine a situação. Você, mulher, sofre violência doméstica. Seu irmão é seu agressor. Com medo de perder a vida, você aciona a Polícia Militar. Mas, quando a força policial chega, você sofre outra agressão. Dessa vez, quem te agride é o PM que você chamou para te proteger.

Isso aconteceu com uma jovem moradora de Presidente Prudente, município a 554 km da cidade de São Paulo, na noite de 23 de março, logo no início do isolamento social para contenção da pandemia do coronavírus.

Nesse primeiro mês, segundo estudo do Núcleo de Gênero do Ministério Público de São Paulo, a violência doméstica aumentou 29% no estado. No mesmo período, as prisões em flagrante por descumprimento de medida protetiva cresceram 51%.

Um vídeo divulgado nesta semana mostra o momento em que a vítima conversa com um policial militar. O motivo das agressões do PM teria sido a forma com que a jovem questionou o policial: “não fazer o B.O.? Não vou levar meu irmão?”. Como resposta, ela recebeu cacetadas. 

Também é possível ver o momento em que a jovem é colocada na parte de trás da viatura, onde foi levada para a delegacia, de pijama, descalça e sem documentos.

Não foi a primeira vez que a jovem chamou a polícia para denunciar a violência doméstica que ela e sua mãe sofrem com frequência de seu irmão. A jovem está sendo acompanhada por duas advogadas que, assim como a vítima, preferem não se identificar ou conceder entrevistas por medo de retaliações. 

A advogada Aline Escarelli, uma das representantes dos interesses da vítima do caso, relatou à Ponte que quando chegou na delegacia se deparou com o B.O. pronto. As informações escritas ali eram de desacato, não de violência doméstica, como ela esperava. Com isso, veio a recusa de assinar o documento e a exigência de abrir um registro correto: por violência doméstica e abuso policial.

Só no dia seguinte, na Delegacia da Mulher, a jovem conseguiu registrar a queixa de violência doméstica e contra os policiais. O boletim de ocorrência de abuso policial gerou um inquérito que corre na Polícia Civil de Presidente Prudente.

Posteriormente, as advogadas da vítima protocolaram uma queixa crime, solicitando proteção da vítima, enquadramento do PM por denunciação caluniosa e outros outros delitos, como prevaricação e cárcere privado. 

“Ela fez exame de corpo de delito, que apontou as agressões. Depois do ocorrido, a jovem mudou de cidade. O inquérito de violência doméstica foi concluído, mas nenhuma medida protetiva foi concedida à vítima até agora”, explicou Escarelli. 

A advogada define como “dupla violência” o que a vítima sofreu. “Temos a violência doméstica, intensificada pela pandemia, e temos a violência do Estado, que é o maior violador de direitos humanos”, pontuou. 

“Ficou vidente, para nós, que continuamos com um sistema de Justiça que é violento, tanto na delegacia quanto na rede que, em regra, tinha que atender, acolher e ter uma escuta qualificada com essa vítima”, lamentou Escarelli. 

Para o advogado Ariel de Castro, conselheiro do Condepe (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana), a ação mostrou um “total despreparo dos policiais”. “Ao invés de proporcionar proteção, ela foi revitimizada pelos PMs, o que inibe outras mulheres a chamarem a polícia em situação similares”.

Outro lado

A reportagem procurou a Secretaria da Segurança Pública, por meio da assessoria terceirizada InPress, e a assessoria da Polícia Militar para questionar a ação dos PMs.

Em nota, a pasta informou que o crime está sendo investigado por meio de inquérito policial, pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Presidente Prudente – relatada ao Poder Judiciário neste mês. “Já o desacato e o possível abuso de autoridade são investigados pela Central de Polícia Judiciária (CPJ) do município e também pela Polícia Militar, que instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM) para apuração dos fatos. As diligências prosseguem”, diz a nota.

Ponte também consultou o Tribunal de Justiça de SP para entender por qual motivo a medida protetiva ainda não foi dada e aguardamos uma resposta.

Por Caê Vasconcelos – Repórter da Ponte

(Circuito Interno/Ponte)

Defesa Civil alerta para chuva forte e vento hoje e amanhã

(Arquivo/Marcos Ozanan/Fotos Públicas)


A Defesa Civil do Estado de São Paulo alertou hoje para o risco de ocorrer chuva intensa, com ventos fortes, hoje (27) e amanhã (28). A previsão, válida para regiões diversas do Estado, indica a passagem de uma frente fria que, somada ao calor, favorecerá a condição para precipitação de intensidade forte, acompanhada por raios e rajadas de ventos.

O risco é maior em 11 regiões, onde estão previstas chuvas de até 75 milímetros. Segundo o órgão do Governo do Estado, estão incluídas nesse alerta a Região Metropolitana de São Paulo, a Baixada Santista, Sorocaba, Campinas, Ribeirão Preto, Bauru, São José do Rio Preto, Araçatuba, Araraquara, Franca e Itapeva. Já em Registro, São José dos Campos, Presidente Prudente e no Litoral Norte pode chover até 50 milímetros.

Em caso de chuva forte, evite áreas em que alagamentos são recorrentes
(Arquivo/Nivaldo Lima/SP AGORA)

Em casos de emergência, a recomendação é para que o morador chame os Bombeiros (193), a Polícia Militar (190) e a Defesa Civil (199). Se houver raios, o indicado é permanecer em locais fechados e evitar áreas abertas, como terrenos ou praias.

Se estiver dentro de casa, durante a tempestade procure ficar distante de aparelhos e objetos ligados à rede elétrica, como TVs, geladeiras e fogões. Fique distante também de janelas, tomadas, torneiras, canos elétricos e evite tomar banho.

Previsão do tempo e risco de queda de árvore

A quarta-feira (27) começa com sol e temperaturas em elevação, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE). O termômetros oscilam durante o dia entre a mínima de 18°C e a máxima podendo superar 30ºC. Vai ser a partir da tarde e começo da noite que áreas de instabilidade, associadas com a aproximação de uma frente fria pelo oceano, provocam pancadas de chuva com intensidade variando de moderada a forte.

O CGE faz um alerta, em função da possibilidade de chuva e vento fortes, para o risco de queda de árvores. O órgão chama a atenção ainda para o solo encharcado e a continuidade das chuvas, principalmente na quinta-feira, elevam o potencial para formação de alagamentos e deslizamentos de terra na Grande São Paulo.

Para amanhã (28), a propagação do sistema frontal pelo oceano organiza as áreas de instabilidade sobre o Estado de São Paulo, o que deixa o tempo instável com chuvas que devem se alternar com períodos de melhoria ao longo do dia. Os termômetros variam entre mínimas de 17ºC e máximas que não devem superar os 23ºC.

Alertas no celular e na TV

A Defesa Civil do Estado envia alertas gratuitamente por SMS com informações em tempo real sobre chuvas fortes e alagamentos. Basta cadastrar o número enviando seu CEP para 40199. É possível acompanhar avisos de ocorrências também pelo perfil @defesacivilsp no Twitter.

Clientes de TV por assinatura recebem mensagens de alertas de desastres naturais, deslizamentos de terra, vendavais e chuvas de granizo. As mensagens aparecem em formato de um pop-up (imagem sobreposta à tela) com tempo de exposição de 10 segundos. Não é necessário se cadastrar para receber as notificações de emergência pela TV paga. Há opção de o assinante fechar o pop-up se desejar.

*Com informações do Governo do Estado de SP e do CGE

Sorveteria abre quatro unidades no interior de SP

(Divulgação)


O interior de São Paulo ganhou quatro unidades Gela Boca. A sorveteria, que nasceu em Maringá, no Paraná, tem conquistado o paladar dos paulistas e estará em plena operação durante os meses mais quentes do ano.

Humberto Willian Aceti é franqueado da unidade Gela Boca em Marília. Após 12 anos morando na Inglaterra, resolveu começar um novo negócio no retorno ao Brasil, seguindo os passos da irmã.

“Minha irmã já tem duas unidades em Maringa e, ao longo de 10 anos, tem obtido bons resultados. Escolhi uma boa época do ano para começar no setor e as pessoas têm gostado do produto”, diz Humberto.

Por ser uma novidade no município, Humberto já estuda a criação de mais unidades. “Atualmente estou com uma unidade, com quatro funcionários, mas o resultado tem sido positivo e o objetivo é expandir em Marília”, diz.

Além de Marília a Gela Boca chegou aos municípios de Bauru, Araçatuba e Presidente Prudente.  Em breve, sorveteria vai abrir mais uma unidade em Assis.

Com foco nas cidades do interior, a sorveteria busca fidelizar seus clientes pelo sabor. A Gela Boca oferece de picolés, a partir de R$ 1, a potes de sorvete de até 2 quilos que custam R$ 32, além de sobremesas prontas, picolés premiums e taças produzidas nas próprias unidades.

A Gela Boca produz os próprios sorvetes em uma indústria moderna, em Maringá, com mais de 8 mil m² e que emprega mais de 500 pessoas de maneira direta e indireta.

Franquia

Fundada em 2000, a rede entrou no franchising em 2010 e conta com 70 unidades em operação nos estados do Paraná, onde nasceu, e em São Paulo. O investimento inicial para ser um franqueado da Gela Boca é a partir de R$ 200 mil, com previsão média de retorno de 24 a 36 meses e lucratividade de 22%, em média.

Ficha Técnica

  • Investimento total: (média) R$ 200 mil
  • Capital de Giro: 20 mil 
  • Taxa de Franquia: 20 mil 
  • Número de Funcionários: de 2 à 5 
  • Royalties:750,00 fixo 
  • Taxa de Publicidade: não cobra 
  • Faturamento: 60 mil média 
  • Lucro: 22% média 
  • Tempo de retorno: 24 à 36 meses 
  • Área Média Loja: 100 m
  • Número de Unidades: 70 
  • Ano de Fundação:2000 
  • Ano de Entrada Franchising:2010 

Fraudes no Fies são investigadas em operação da PF

(PF/Reprodução)

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (3), no interior paulista, uma operação para investigar esquema de fraude no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) e venda de vagas em universidades. Também estão sob suspeita a concessão de bolsas do Prouni, a transferência de alunos do exterior para curso de medicina em Fernandópolis e fraudes relacionadas a cursos de complementação do exame Revalida.

Foram expedidos 77 mandados judiciais nas cidades paulistas de Jales, Fernandópolis, São Paulo, São José do Rio Preto, Santos, Presidente Prudente, São Bernardo do Campo, Porto Feliz, Meridiano, Murutinga do Sul, São João das Duas Pontes e Água Boa no Mato Grosso. Foram determinadas 11 prisões preventivas, 11 prisões temporárias, 45 ordens de busca e apreensão e 10 medidas cautelares, além do bloqueio de bens e valores dos investigados em até R$ 250 milhões.

A Operação Vagatomia teve início após informações de que havia irregularidades em um curso de medicina em Fernandópolis, com a negociação de até R$ 120 mil pagos por aluno para o ingresso, transferência e financiamento do Fies. Após oito meses, as investigações indicaram que o líder da organização é o dono da universidade. Seu filho, sócio na instituição, também tinha ligação com o esquema, segundo a PF.

De acordo com a polícia, muitos dos alunos que compraram vagas ou conseguiram financiamentos já foram identificados, e entre eles estão filhos de fazendeiros, servidores públicos, políticos, empresários e amigos dos donos da universidade, todos com alto poder aquisitivo, que mesmo sem perfil de beneficiários do FIES, mediante fraude, tiveram acesso aos recursos do governo federal.

“Com o incremento desordenado de alunos de medicina no campus em Fernandópolis, a qualidade dos estudos foi prejudicada e alunos que ingressaram de forma regular procuraram o Ministério Público Federal para denunciar as irregularidades. No decorrer das investigações, foram identificadas ameaças, proferidas pelo dono da universidade aos alunos que fizeram as denúncias, além de tentativas de influenciar e intimidar autoridades, com destruição e ocultação de provas, dentre outras ilegalidades”, informou a PF em nota .

Prisão

Os dono da universidade e seu sócio tiveram a prisão decretada, assim como diretores e funcionários das unidades onde as fraudes ocorriam. As investigações mostraram que eles estavam investindo o dinheiro, obtido por meio irregular, em imóveis urbanos e rurais, no Brasil e no exterior. Também compraram aeronaves – helicóptero, jatinho e avião – e dezenas de veículos de luxo, enquanto o campussofria com falta de recursos.

“Os alunos e pais, que aceitaram pagar pela vaga ou financiamentos públicos, também responderão pelos crimes, em investigação, na medida de suas culpabilidades. Nova investigação será iniciada imediatamente pela Polícia Federal, objetivando identificar todos os pais e alunos que concordaram em pagar pelas fraudes praticadas pela organização criminosa e, portanto, também praticaram crimes”, disse a PF..

Os presos foram indiciados por crimes de organização criminosa, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistemas de informações e estelionato majorado. As penas somadas podem chegar a 30 anos de reclusão.

MP denuncia 11 pessoas por tráfico e associação para o tráfico

O promotor de Justiça, Valter Luciano Leles, de Teodoro Sampaio, no oeste de São Paulo, ofereceu denúncia contra 11 pessoas por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Foram denunciados: Carlos Vitor de Lima, vulgo “Carlão”, Ivan Ribeiro da Silva Bezerra, Felipe Galvão de Lima, vulgo “Cabeçudo”, Higor Junior Palmeira da Silva, vulgo “Junior”, Wanderlei Gabriel da Silva, vulgo “Lê”, José Antônio de Lima Neto, vulgo “Zé”, Gabriel de Brito Deltrejo, José Ronaldo da Silva, Rodrigo Augusto Pereira,  Jurandir Agostinho Gomes, vulgo “Zominho”, e Maria Aparecida Gomes Prates, vulgo “Cidinha”.



Eles foram investigados na Operação Genovese, que resultou na prisão de 11 traficantes das cidades de Teodoro Sampaio e  Presidente Prudente, incluindo Lima, um dos principais distribuidores/fornecedores de drogas da região, responsável por abastecer boa parte das “biqueiras” do Pontal do Paranapanema, e o casal Gomes e Maria, que, segundo a denúncia, chefiavam o tráfico da Cohab Chris, em Teodoro Sampaio.

O principal instrumento de investigação foram a interceptação telefônica e a quebra de sigilo telefônico. Oitenta e quatro policiais civis participaram do cumprimento dos mandados de prisão. A atividade criminosa do grupo tinha impacto direto na região Oeste do Estado.

A promotoria sustenta que até 11 de setembro, nas cidades de Teodoro Sampaio, Presidente Prudente e Regente Feijó, os denunciados associaram-se, entre si, para o fim de praticar, reiteradamente ou não, tráfico de drogas. Também até essa data, eles adquiriam, guardavam, tinham em depósito, forneciam, entregavam ao consumo de terceiros e vendiam Cannabis sativa L. (popularmente conhecida como “maconha”), cocaína e crack.

*com informações do Ministério Público do Estado de São Paulo

Ônibus com religiosos transportava meia tonelada de cocaína

A droga foi apreendida durante operação da Polícia Rodoviária Federal.

(PRF/Agência Brasil/Reprodução)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Receita Federal apreenderam na madrugada deste sábado (4) 519,2 quilos de cocaína e 57,5 quilos de crack em Cascavel, na região oeste do Paraná.

As drogas estavam em um ônibus de turismo que partiu de Foz do Iguaçu (PR) transportando 22 passageiros para uma convenção religiosa em Florianópolis, em Santa Catarina. A placa do ônibus fretado é de Presidente Prudente, interior de São Paulo.

A droga foi encontrada durante a fiscalização da PRF. Ela estava em um fundo falso do veículo, localizada debaixo do assoalho próximo ao sanitário do ônibus.

Segundo a PRF, o motorista e os passageiros foram conduzidos para a Delegacia da Polícia Federal em Cascavel, para onde também foi levada a droga apreendida.