Capital aplicará 3ª dose contra covid-19 em professores a partir do dia 16

Profissionais da educação da cidade de São Paulo poderão receber a terceira dose da vacina contra a Covid-19 a partir da próxima terça (16). O anúncio foi feito pela Secretaria Municipal da Saúde na noite desta quinta-feira (11).

Para receber a dose adicional é preciso um intervalo mínimo de seis meses desde a aplicação da segunda dose, independentemente do fabricante. O reforço vai ser feito com o imunizante da Pfizer, segundo a administração municipal.

(Pref. de São Paulo)

A aplicação terá início com professores e profissionais de educação de escolas municipais, estaduais e particulares entre 40 e 59 anos. A partir de 22 de novembro, será a vez daqueles com idade entre 18 e 39 anos.

Os profissionais da educação deverão apresentar, em qualquer posto de vacinação, um documento que comprove o vínculo empregatício na rede de ensino.

Com o anúncio, os professores se juntam a outros grupos profissionais que já estão aptos a receber a dose de reforço, como profissionais da Guarda Civil Metropolitana (GCM), sepultadores e fiscais das subprefeituras.

Também podem receber a dose adicional na capital pessoas que se vacinaram com duas doses de CoronaVac há mais de 28 dias e tenham viagem marcada para um país que não aceita o imunizante.

Por TV Cultura

Vacinação de professores com mais de 18 anos começa amanhã

A partir de sexta-feira (11) começa, na capital paulista, a vacinação de profissionais da educação com 18 anos ou mais. Na próxima segunda-feira (14), a prefeitura de São Paulo ira retornar a vacinação por faixa-etária, imunizando pessoas com 58 e 59 anos. Além disso, as equipes do Consultório de Rua irão buscar as pessoas com 18 anos ou mais em situação de rua que ainda não se vacinaram.

“Nós voltamos agora para a vacinação pelas faixas etárias, após imunizarmos todo o grupo de pessoas com comorbidades, os profissionais da Saúde, da assistência social, gestantes acima de 18 anos e vacinaremos também a população em situação de rua, além de ter esse foco maior nas faixas etárias”, disse o prefeito Ricardo Nunes.

O retorno da vacinação pela faixa-etária ocorre após a imunização de quase todos os grupos prioritários estabelecidos pelo Plano Nacional de Imunização (PNI). Na cidade de São Paulo são estimadas cerca de 140 mil pessoas entre 58 e 59 anos.

Além disso, por meio do Programa Municipal de Imunizações (PMI), a secretaria iniciou na quarta-feira (9) a vacinação para cerca de 8 mil profissionais da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, que atuam na linha de frente em serviços da proteção social junto à população em situação de vulnerabilidade. Serão imunizados 1.777 profissionais entre 18 e 30 anos, 2.509 entre 31 e 40 anos, 2.134 entre 41 e 50 anos e 1.567 com mais de 50 anos.

“Com isso terminamos a vacinação com todos os funcionários vacinados contra a covid-19, incluindo os que trabalham nos serviços de acolhimento institucional para crianças e adolescentes, que não são parceiros da prefeitura, mas que também prestam esse serviço”, destacou a secretária municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Berenice Giannella.

Pessoas em situação de rua

Em fevereiro deste ano, a prefeitura de São Paulo iniciou a vacinação das pessoas em situação de rua. Ao todo, já foram aplicadas 21.754 doses da vacina contra a covid-19 nos que estão cadastrados nos centros de acolhida da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social..

“Vacinamos todos os moradores de rua com mais de 60 anos e os moradores de rua que estavam nos Centros de Acolhida da Prefeitura. Agora iremos vacinar cerca de 14 mil pessoas que efetivamente ficam e moram nas ruas de forma permanente. As nossas equipes do Consultório de Rua irão até eles, já que eles não são os pacientes que vão até as unidades de saúde. Nós iremos buscá-los nos lugares que eles vivem e moram”, afirmou o secretário Edson Aparecido.

A previsão é que mais 14 mil pertencentes ao grupo sejam vacinados. “Só tenho que agradecer muito esse trabalho. Isso é muito importante, porque a população em situação de rua precisa ser defendida, protegida e vacinada, superando este momento tão  difícil”, disse o padre Júlio Lancellotti, que atua em defesa das pessoas em situação de rua.

Por Agência Brasil

Estado amplia vacinação de professores a partir de sexta-feira

O governo paulista anunciou hoje (9) que ampliará a vacinação contra a covid-19 para todos os profissionais da Educação a partir desta sexta-feira (11). Anteriormente, a previsão era que o grupo com idade entre 18 e 44 anos da categoria começasse a ser vacinado no final de julho. Essa faixa etária envolve 363 mil trabalhadores. 

Nesta quarta-feira teve início a vacinação de cerca de 80 mil profissionais da Educação com idade entre 45 e 46 anos. De acordo com o governo, a imunização de trabalhadores das redes estadual, municipal, federal e privada de ensino do estado começou em 10 de abril. Os primeiros convocados foram os com idade acima de 47 anos. Em todo o estado, são 843 mil servidores da educação.

Os profissionais devem fazer o cadastro no site Vacina Já Educação. Além dos que atuam nas escolas, podem se cadastrar os que atuam em órgãos administrativos, como secretarias da Educação e Diretorias de Ensino. Os que atuam na rede estadual vão receber o QR Code do agendamento automaticamente no e-mail, sem necessidade de cadastro prévio. Apenas terceirizados devem fazer o cadastro. 

Cadastro

Para as redes municipal, federal e particular, o cadastro é obrigatório. São pedidos dados como número do CPF, nome completo e e-mail. Também serão solicitados dados como informações pessoais, nome da escola, rede de ensino, município, cargo e holerite. Após análise, o profissional recebe no e-mail o comprovante Vacina Já Educação com um QR Code, que deve ser apresentado no local de vacinação.

Segundo o governo estadual, a aplicação das doses ocorrerá em parceria com as prefeituras, por isso, após a confirmação do cadastro, é importante ficar atento às regras do município para se informar sobre datas e postos de vacinação.

Data de vacinação

O governo paulista divulgou também nova ferramenta no site Vacina Já que mostra a contagem regressiva para vacinação de cada faixa etária.  

As projeções mostram que toda a população deve ter o período de imunização iniciado em menos de quatro meses.

Por Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil 

Professores de Pirituba recebem 4,4 mil notebooks

(Pref. de São Paulo)

Professores da rede municipal de Educação de São Paulo, que atuam nas escolas pertencentes à regional de Pirituba receberam hoje (31) os primeiros 4.407 notebooks. A entrega, segundo nota da Prefeitura da Capital, faz parte do primeiro lote adquirido pela Secretaria Municipal da Educação.

O prefeito Ricardo Nunes acompanhou a distribuição na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Recanto dos Humildes, na Zona Norte, onde foram entregues 43 equipamentos.

“Estamos vivendo um momento que a pandemia nos mostrou que essa situação de você ter uma relação próxima com a internet, com o uso de computadores e tablets, é muito importante tanto para o ensino como também para outras atividades”, afirmou Nunes em comunicado à imprensa.

Durante o mês de junho, outros 7.852 serão distribuídos às escolas das regionais de Butantã e Campo Limpo. A previsão de que a entrega total dos 48.549 computadores ocorra até o mês de setembro. Para garantir a aquisição dos equipamentos, foram investidos R$ 156,7 milhões.

Professora na EMEF Recanto dos Humildes há sete anos, Elen Toledo utilizava recursos próprios para suprir a tecnologia na sala de aula.

“Esses computadores são fundamentais, até uma questão de segurança, considerando a pandemia, pois não precisaremos mais dividir os equipamentos”, disse.

O notebook é uma propriedade da escola municipal e deve ser incorporado ao patrimônio da unidade. Todavia, fica permitido que o professor aproveite o equipamento para uso exclusivamente pedagógico para a realização de planejamento, organização didática, participação em atividades de formação e atividades com os estudantes por meio das plataformas disponibilizadas pela secretaria da educação ou outras previamente utilizadas pela escola. O professor que deixar de dar aulas deverá devolver o equipamento ao final do ano letivo.

Tablets para alunos

Como forma de enfrentar um dos maiores desafios da pandemia, o ensino à distância, a Prefeitura de São Paulo bateu em 21/05 a marca de 100 mil tablets distribuídos para estudantes da rede municipal de ensino de São Paulo. No total, serão entregues 505 mil equipamentos, sendo 465,5 mil destinados aos alunos do ensino fundamental e outros 40 mil para alunos dos Centros de Educação Infantil (CEIs) praticarem atividades em salas de aula. Para garantir a aquisição dos dispositivos, o investimento foi de R$ 600 milhões. Após o início da distribuição, os diretores relataram que houve um aumento significativo de alunos que acompanham as aulas virtuais.

Professores fazem protesto no Centro da Capital

(Sindsep São Paulo/Reprodução)

Professores da rede municipal de educação de São Paulo fazem um dia de luta e mobilização desde a manhã de hoje (6) no centro da capital paulista. Os professores fizeram uma caminhada pelas ruas do centro e protestaram em frente à sede da prefeitura paulistana, no Viaduto do Chá, e também em frente à Secretaria de Saúde.

Os professores municipais estão em greve desde o dia 10 de fevereiro e, entre suas reivindicações, estão o pedido de que seja estabelecido o trabalho remoto até que todos os professores da rede estejam vacinados.

Eles pedem também que a vacinação contra a covid-19 seja disponibilizada para todos os profissionais da Educação. Desde o dia 10 de abril, professores e profissionais da Educação com idade superior a 47 anos estão sendo vacinados no estado de São Paulo. No entanto, ainda não há previsão de quando serão vacinados os profissionais da Educação com menos de 47 anos.

As aulas presenciais da rede pública ou privada estão autorizadas na cidade de São Paulo desde o dia 12 de abril. A presença dos alunos é limitada a 35% da capacidade.

Os professores pedem também o estabelecimento de um plano de contingência, que estabeleça critérios objetivos para a volta ou suspensão de aulas presenciais, além da adequação do calendário e da compra de equipamentos de proteção individual aos profissionais da educação, entre outros.

Homenagem

Como forma de homenagem, durante o protesto, os manifestantes leram o nome de centenas de professores e funcionários da educação de São Paulo que teriam morrido em decorrência da covid-19.

O protesto foi organizado pelo Fórum das Entidades representativas da Educação, composto pelo Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo (Profem), Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin), Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no município de São Paulo (Sindsep), Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público Municipal de São Paulo (Sinesp) e Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal (Sinpeem).

Procurada pela Agência Brasil, a prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Educação, informou que “segue a orientações e a autorização da saúde, com atendimento presencial [das aulas] de até 35% nas unidades”.

A secretaria informou ainda que, desde janeiro, já se reuniu com os sindicatos diversas vezes e vem “mantendo diálogo constante com o setor”. A secretaria disse ainda ter adquirido equipamentos de proteção como protetores faciais e máscara, além de produtos de higiene.

Ainda segundo a prefeitura, “as secretarias da Educação e da Saúde fazem um trabalho conjunto visando controle da transmissão da covid-19 na comunidade escolar” e a secretaria da Saúde “monitora todos os surtos de síndrome gripal ocorridos em unidades escolares”.

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil 

Aulas na rede municipal voltam amanhã

(Pref. de São Paulo)

A Prefeitura autorizou para a próxima segunda-feira (12) a retomada das aulas presenciais em todas as escolas, públicas e privadas, após reclassificação da cidade para a Fase Vermelha do Plano SP. As aulas na rede municipal retornarão após recesso escolar de 5 a 9 de abril. Os protocolos deverão permanecer, com a presença de até 35% dos alunos nas unidades educacionais, em sistema de rodízio.

Para a Educação Infantil (CEIs, CEMEIs e EMEIs), permanece o limite de até 35%, porém não há rodízio. O retorno é opcional e para este primeiro momento, é recomendado que os que possuem acesso ao ensino remoto, se possível, permaneçam em casa.

A retomada presencial será prioritária para o atendimento aos alunos filhos dos profissionais dos serviços essenciais: saúde, educação, assistência social, transporte público, segurança e serviço funerário. Os estudantes em situação de vulnerabilidade também serão atendidos dentro dos protocolos.

Todos os estudantes, cujos responsáveis optaram pelo o ensino remoto, deverão realizar as atividades de caráter obrigatório por meio da plataforma Google Classroom ou de outros meios de disponibilização das atividades, inclusive material impresso a ser retirado pelos pais/responsáveis, conforme organização da unidade educacional.

Alunos e professores que fazem parte de grupo de risco permanecerão em regime remoto, como já está previsto nas orientações vigentes.

Aulas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA) permanecerão com o ensino remoto.

Segurança alimentar 

A Prefeitura iniciou a distribuição cestas-básicas para famílias de alunos em situações de maior vulnerabilidade e extrema pobreza, cadastradas no CadÚnico. Serão entregues cerca de 500 mil cestas. A distribuição ocorre em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS).

Os estudantes da rede municipal permanecerão com o fornecimento do cartão-merenda até que todas as unidades da rede retomem integralmente suas atividades. Até o momento, a Prefeitura destinou mais de R$ 641,2 milhões para abastecer os cartões-merenda de todos os alunos da rede.

Todos os alunos da rede também receberão, a partir de deste mês, uma cesta saudável com alimentos adquiridos através de agricultura familiar, contendo os seguintes itens básicos: 1 kg de feijão, 5 kg de arroz, 1 kg de macarrão, 0,5 kg de farinha de mandioca, 1 kg de açúcar mascavo, 1 litro de leite, suco de frutas e doce de banana. Como parte da cesta, também serão distribuídos frutas e legumes, sendo: 1 kg de batata, 0,5 kg de cenoura, 0,5 kg de beterraba, 0,5 kg de chuchu, uma dúzia de bananas e seis unidades de maçã.

Por Pref. de São Paulo

Capital vai testar professores para volta às aulas

Os profissionais que atuam presencialmente nas unidades municipais poderão passar por testes da Covid-19 a partir de hoje (5). A iniciativa é para prevenir contágio no retorno às aulas na próxima segunda-feira (12.

Podem passar pelos testes os profissionais que atuam nas equipes gestoras, docente e de apoio, assim como auxiliares de desenvolvimento infantil, instrutores de bandas e fanfarras e auxiliares de Vida Escolar (AVE). A iniciativa é da da Prefeitura de São Paulo.

Segundo nota divulgada pelo município, mães guardiãs, estagiários, equipes de serviço de limpeza e cozinha terceirizada, além dos condutores e monitores do Programa de Transporte Escolar Gratuito (TEG) também deverão passar pelos testes.

Os locais para testagem estão disponíveis entre os dias 05 e 08 de abril, de acordo com as divisões de dias e horários contidas em cada link abaixo. A prefeitura reforça que é importante observar o horário agendado para que sejam evitadas aglomerações.

Os testes serão realizados entre 8h30 e 16h30. Os profissionais devem comparecer aos locais indicados portando documento de identificação com foto, cartão SUS e holerite, se for servidor municipal.

Locais e horários para testagem DRE Campo Limpo

Locais e horários para testagem DRE São Miguel

Locais e horários para testagem DRE Butantã

Locais e horários para testagem DRE São Mateus

Locais e horários para testagem DRE Capela do Socorro

Locais e horários para testagem DRE Freguesia/Brasilândia

Locais e horários para testagem DRE Penha

Locais e horários para testagem DRE Pirituba

Locais e horários para testagem DRE Santo Amaro

Locais e horários para testagem DRE Guaianases

Locais e horários para testagem DRE Jaçanã/Tremembé

Locais e horários para testagem DRE Ipiranga

Locais e horários para testagem DRE Itaquera

Estado inicia cadastro para vacinar profissionais da educação

O secretário da Educação, Rossieli Soares, anunciou nesta quinta-feira (1º) que o site https://vacinaja.sp.gov.br/educacao já está no ar, para os profissionais da educação realizarem o cadastro para receberem a primeira dose da vacina da Covid-19. A primeira etapa da imunização para a Educação terá início no dia 12 de abril, para servidores e funcionários a partir de 47 anos.

“Antes mesmo da divulgação do site já tínhamos pessoas cadastradas, nós pedimos que todas as pessoas se cadastrem, até as que têm menos de 47 anos e não devem ser vacinadas nesta primeira etapa”, explica o secretário Rossieli Soares.

Nesta primeira fase da vacinação, o Governo de SP vai destinar 350 mil doses para imunizar os profissionais da educação com mais de 47 anos atuam nas escolas, desde a creche ao ensino médio, nas redes estadual, federal, municipais e privadas do Estado de São Paulo. A medida visa garantir mais segurança para o retorno das atividades presenciais nas escolas.

Como fazer o cadastro

Os profissionais devem fazer o cadastro no site https://vacinaja.sp.gov.br/educacao, com número do CPF, nome completo e e-mail. Em seguida, ele receberá um link no e-mail indicado e será necessário validá-lo para dar continuidade ao cadastro. É importante verificar se o e-mail não foi deslocado para a caixa de spam.

No passo seguinte, o profissional deve confirmar os dados pessoais e apontar nome da escola, rede de ensino, município e cargo ocupado. Também será necessário anexar os holerites dos meses de janeiro e fevereiro.

Na sequência, o cadastro passará por um processo de análise e, se validado, o profissional receberá em seu e-mail o comprovante VacinaJá Educação, este documento terá um QRCode para verificação de autenticidade.

No momento da vacinação, o profissional da educação deverá apresentar o comprovante VacinaJá Educação, RG e CPF para conferência dos dados pelo profissional de saúde. Caso, o usuário não apresente o comprovante VacinaJá Educação ou o seu número de CPF não conste no comprovante apresentado, não poderá ser imunizado.

Público-alvo

Poderão ser vacinados os profissionais com idade mínima de 47 anos que atuem em escolas municipais, estaduais e particulares em todo o Estado de São Paulo e ocupem funções como secretários, auxiliares de serviços gerais, faxineiras, mediadores, mererendeiras, monitores, cuidadores, diretores, vice-diretores, professores de todos os ciclos da educação básica, professores coordenadores pedagógicos, além de professores temporários.

“A Undime sempre levantou a bandeira da vacina para os profissionais da educação e chegou o dia. Sabemos da necessidade dos critérios rigorosos justamente para vacinar os que precisam neste momento. Vai ser um trabalho árduo para o secretários municipais da educação, mas entendo que é um trabalho necessário. Que eles tenham o compromisso da validação, junto com os diretores das escolas”, diz Marcia Bernardes, presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação SP.

Parceria com secretarias municipais

O cadastro é o primeiro passo para imunização, porém, não significa o agendamento. A aplicação das doses ocorrerá em parceria com as Prefeituras, por meios das Secretarias de Saúde. O secretário Rossieli Soares reforça que depois da confirmação do cadastro, o profissional deve ficar atento às regras do município em que atua para se informar sobre datas e pontos de vacinação.

“Cada município terá uma forma de realizar a vacinação no seu território. O cadastro não é agendamento de vacina, é importante frisar isso, é uma autorização para que a pessoa possa receber a vacina. Os arranjos locais do municípios junto com o Estado vão definir a forma que isto será realizado lá ponta dentro do calendário pré-estabelecido”, afirma Geraldo Reple, presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde.

Por Gov. do Estado de SP

Professores e policiais começam a ser vacinados em abril

Nesta quarta-feira (24), o governador de São Paulo João Doria (PSDB) anunciou o início da vacinação contra Covid-19 para policiais e professores no estado. Dia 5 de abril começa a vacinação para os profissionais de segurança pública e no dia 12 para os profissionais da educação.

A previsão é que no dia 5 de abril o estado comece a imunizar 180 mil profissionais de segurança pública que estão na linha de frente no combate ao novo coronavírus e na proteção da população. Serão vacinados os policiais militares, policiais bombeiros, policiais civis, policiais da polícia cientifica, agentes de segurança e agentes de escolta penitenciária, além dos efetivos de todas as aguardas civis metropolitanas municipais.

“Esses profissionais são essenciais e estão diariamente expostos nas ruas e estão cumprindo o seu dever e a sua obrigação de proteger a população, mas protegem também aqueles que estão nos trabalhos essenciais, principalmente os que estão na linha de frente, que são os profissionais de saúde”, diz Doria.

Em relação aos profissionais da educação, a estimativa é que a partir do dia 12 sejam imunizados 350 mil profissionais que atuam da creche ao ensino médio.

Segundo Doria, nesta primeira etapa da vacinação, serão vacinadosprofessores, diretores de escolas, inspetores de alunos e profissionais que trabalham diretamente nas escolas da rede municipal, estadual e privada de ensino do estado de São Paulo.

Por TV Cultura

Professores não devem voltar às aulas presenciais, determina Justiça

A Justiça de São Paulo proibiu o governo estadual de realizar atividades presenciais com a convocação de professores nas fases Vermelha e Laranja do Plano São Paulo de combate à covid-19. A decisão da juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara de Fazenda Pública, vale para os filiados das entidades que ingressaram com a ação na Justiça, das escolas de educação básica do estado, públicas ou privadas, estaduais ou municipais.

Os autores da ação foram o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), o Sindicato dos Funcionários e Servidores da Educação do Estado de São Paulo (Afuse), o Centro do Professorado Paulista (CPP), o Sindicato dos Supervisores de Ensino do Magistério Oficial no Estado de São Paulo (Apase), a Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp), e o Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo (Udemo).

Na sentença, assinada no último sábado (6), e divulgada hoje (9), a magistrada afirma que a decisão do governo do estado de retornar com as aulas presenciais é contraditória e sem motivação. “Na fase mais aguda da pandemia, com número de mortes diárias ultrapassando o patamar de 1.000 e a incapacidade do sistema de saúde, o retorno presencial das aulas, ainda que com número reduzido e de forma opcional para os alunos, sem evidências científicas sobre o impacto na transmissão da covid, é medida contraditória e sem motivação válida”.

A juíza ressaltou ainda que o maior risco de transmissão não ocorre nas escolas, mas no aumento da movimentação na cidade causada pelo trânsito de alunos, professores e funcionários. “O risco maior da transmissão do vírus não está no ambiente escolar, mas no deslocamento dos professores, funcionários da escola, crianças e adolescentes, no trajeto da casa à escola, visto que a maioria faz uso de transporte público, que atua no limite”. 

Em nota, a Procuradoria Geral do Estado de São Paulo disse que ainda não foi intimada e que assim que for notificada “analisará o conteúdo para a adoção de medidas cabíveis”. 

A Secretaria de Educação do Estado de SP informou que as atividades presenciais nas escolas de toda a rede estadual estão mantidas e seguem cumprindo os protocolos estabelecidos pela Secretaria da Educação de acordo com as normas e fases do Plano SP. 

Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil