DNA leva polícia a quadrilha de ladrões e estupradores

As polícias de Goiás e Maranhão identificaram uma quadrilha que assaltava motéis e estuprava clientes nas cidades de Ramos (MA) e Jaraguá (GO). O grupo criminoso assaltava motéis e estuprava as mulheres enquanto mantinham os homens presos. Durante a apuração, os peritos do Maranhão coletaram vestígios com DNA dos suspeitos.

Os integrantes da quadrilha já estavam presos pelo cometimento de outros crimes. Agora, eles serão denunciados e responderão também por esses. A identificação do grupo foi possível graças a atuação das Polícias Técnico-Científica dos dois estados, com uso da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG) do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

“Esse processo resultou na coincidência de vestígios detectados em motéis nos dois estados em que a quadrilha atuava”, explica o perito criminal Geyson Souza, gestor do Banco Estadual de Perfis Genéticos do Maranhão. 

A perita criminal e administradora do Banco de Perfis Genéticos da SPTC/GO, Mariana Mota, destacou a importância da coleta de DNA de suspeitos, algo que só pode ocorrer com autorização judicial. “Reforço ainda a importância da identificação criminal genética, pois o perfil de um investigado só pode ser inserido no banco quando há determinação judicial. Essa medida contribui para dar resolutividade aos crimes que, nesse caso, ocorreu em mais de um estado, em dois anos”.

Por Agência Brasil

Quadrilha é presa pela PM após perseguição na Zona Norte de SP

Durante patrulhamento na região da Vila Guilherme, por volta das três horas da madrugada desta quinta-feira(15), uma equipe de PMs desconfiou dos ocupantes de um veículo Honda Fit cinza e decidiu abordá-los.

O condutor do carro ignorou a ordem de parar e ainda acelerou, dando inicio a uma perseguição que começou na Avenida Joaquina Ramalho e se estendeu por várias ruas e avenidas e terminou na alça de acesso da Rodovia Presidente Dutra para a Marginal Tietê.

No local, o suspeito perdeu o controle da direção do veículo, que bateu contra o guard-hail, atingiu uma árvore e, em seguida, capotou.

Os seis ocupantes do carro, que era roubado, ficaram levemente feridos e precisaram ser levados pelos bombeiros para o Pronto-Socorro Municipal de Santana.

Após medicados, eles foram conduzidos ao Distrito Policial da Água Fria, onde a ocorrência foi registrada.

*Com informações do repórter Paulo Édson Fiore, da rádio Jovem Pan.
Veja esta e outras notícias no canal do Youtube do repórter Paulo Édson Fiore, da rádio Jovem Pan.

Quadrilha aterroriza e furta banco em Ourinhos, SP

Criminosos usaram fuzis, metralhadoras e granadas no roubo, finalizado com refém feito de escudo humano

Grupo fez refém de escudo humano (à esq.) para fugir da cidade | Foto: Arquivo/Ponte

Ao menos 40 ladrões armados de fuzis e metralhadoras explodiram a única agência do Banco do Brasil em Ourinhos, cidade no interior de São Paulo, a 370 km da capital, na madrugada deste sábado (2/5). O bando fugiu levando dinheiro dos caixas eletrônicos. A quantia roubada não foi divulgada.

população acordou assustada com a saraivada de balas. Eram 2h. Os criminosos, encapuzados, chegaram em dez veículos. Eles atiravam para o alto para intimidar moradores e policiais militares. Bases da PM acabaram cercadas e foram alvos de disparos. Vizinhos da agência filmaram a ação.

Os assaltantes fizeram seis reféns. Uma pessoa foi baleada na perna, mas, segundo a Polícia Civil, ela foi socorrida num hospital da cidade e não corre riscos.

A quadrilha era bem organizada. Além das armas de grosso calibre – uma delas metralhadora ponto 50, capaz de derrubar até helicóptero –, os criminosos também utilizaram granadas, coletes à prova de bala e um drone para monitorar a chegada de policiais militares.

Mesmo assim, segundo a Polícia Civil, houve confronto entre ladrões e PMs. Os criminosos fugiram em direção ao Paraná. Um dos reféns foi colocado em cima de um veículo da quadrilha. A vítima foi usada como escudo para por fim ao tiroteio. Minutos depois ela foi liberada.

Os ladrões deixaram para trás três granadas: uma ficou dentro da agência bancária, outra na rua da instituição financeira e a terceira foi colocada em frente ao batalhão da Polícia Militar.

Homens do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais), unidade de elite da Polícia Militar, especializada em explosivos, foram acionados para desarmar os artefatos.

Até às 13h deste sábado, nenhum criminoso havia sido preso. O roubo em Ourinhos foi semelhante a outro realizado em Botucatu, também no interior do estado, em dezembro do ano passado, quando um bando atacou a agência da Caixa Econômica Federal.

Na ocasião, os ladrões encapuzados também usaram armas de grosso calibre, explosivos e diversos veículos. As ruas nas proximidades do banco foram bloqueadas pela quadrilha. 

Na fuga, eles usaram “miguelitos”, espécie de pregos de ferro entrelaçados utilizados para furar pneus, evitando assim uma possível perseguição policial.

A Polícia Civil investiga se esses dois assaltos foram feitos pela mesma quadrilha e se os criminosos têm alguma ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital).

Por Josmar Jozino – Repórter da Ponte

Assaltantes investiram R$ 1 milhão para cavar túnel

Por André Richter

(Carlos Eduardo Orácio/Polícia Civil MS/via Agência Brasil)


A Polícia Civil de Campo Grande divulgou hoje (23) detalhes da investigação que prendeu sete suspeitos de pertencer a quadrilha que cavou um túnel para tentar roubar o cofre de uma agência do Banco do Brasil. 

Em uma operação realizada na madrugada de domingo, agentes prenderam sete suspeitos, que eram investigados há seis meses, na capital do Mato Grosso do Sul. Dois criminosos morreram durante a abordagem. 

Segundo os delegados responsáveis pelo caso, os acusados gastaram aproximadamente R$ 1 milhão para cavar o túnel, que tem 70 metros de comprimento e 6 metros de profundidade. Eles pretendiam levar cerca de R$ 300 milhões da agência, segundo a polícia. 

Para não chamar a atenção de quem trabalha ou mora na região, os investigados alugaram um galpão próximo ao banco e utilizaram ferramentas manuais para produzir menos barulho durante a escavação. Até a chegada da polícia, 100 metros cúbicos de terra, que estavam guardados em sacos dentro do galpão, foram retirados. 

A Polícia Civil também informou que as investigações continuam para identificar e prender outros envolvidos na tentativa de roubo. Cerca de 25 pessoas estariam envolvidas. 

PF faz operação contra quadrilha que agia no INSS

(PF/Reprodução)


A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (20) a Operação Senes, para combater uma quadrilha especializada em fraude previdenciária nos estados do Piauí, Maranhão e na cidade de Brasília.

As investigações identificaram prejuízo da ordem de R$ 7,6 milhões aos cofres públicos, com o pagamento de benefícios obtidos de forma indevida.

“Contudo, com a deflagração desta operação, a economia gerada é de pelo menos R$ 13,6 milhões, apenas considerados os benefícios previdenciários identificados e suspensos nessa primeira fase da investigação”, diz a PF.

Os policiais federais cumprem desde as primeiras horas da manhã de hoje três mandados de prisão preventiva e nove de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal em Parnaíba.

Os investigados responderão pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistemas de informação e formação de quadrilha.

Chefes do PCC aderem a leitura para reduzir penas

Por Josmar Jozino

Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, primeiro estado a iniciar programa de remição através da leitura (Ministério da Justiça e Segurança Pública)


Líderes do PCC (Primeiro Comando da Capital) transferidos de São Paulo para presídios federais estão aderindo ao projeto “remição da pena pela leitura” para reduzir o tempo de suas longas condenações.

O projeto foi criado no Sistema Penitenciário Federal pelo Depen (Departamento Penitenciário Nacional), através da Portaria nº 276, de 20 de junho de 2012.

O preso adere ao programa nos presídios federais de forma voluntária e tem prazo de 21 a 30 dias para ler um livro indicado pela coordenadoria pedagógica da unidade prisional. 

Ao final da leitura, na presença de um professor de Português ou coordenador pedagógico, o presidiário é obrigado a fazer uma resenha sobre o assunto do livro escolhido. A nota mínima de aprovação é 6, numa escala de zero a 10. 

As resenhas exigem como critério de avaliação a capacidade de entendimento, a linguagem e o texto. Em caso de aprovação, o presidiário é beneficiado com a diminuição de quatro dias em sua pena.

Cada preso pode ler no máximo 12 livros por ano e, em caso de ter todas as resenhas aprovadas, conseguirá a remição anual de 48 dias em sua condenação.

O preso Eric Oliveira Farias, conhecido como Eric Gordão, apontado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo como um dos líderes do PCC, não teve dúvidas em aderir ao programa.

Condenado a 24 anos, Eric  é acusado de integrar a alta cúpula do PCC e de levantar endereços de agentes penitenciários, policiais e inimigos, todos eventuais alvos de atentados planejados pela facção criminosa.

Eric foi transferido para o presídio federal em 5 de abril de 2017. Na Penitenciária de Mossoró ele decidiu aderir ao programa de remição da pena pela leitura.

O presidiário leu as obras “A escolha” e “Uma longa Jornada”, este último do autor Nicholas Sparks, cujo personagem principal é um homem de 91 anos com problemas de saúde e que sofreu um grave acidente de carro.

As resenhas dessas duas obras realizadas por Eric foram aprovadas pelos coordenadores pedagógicos e por um juiz-corregedor. Com isso, o preso teve oito dias remidos em sua pena.

O contato com os livros e a chance de ter a pena reduzida entusiasmaram Eric. Ele optou em continuar com as atividades literárias no Presídio Federal de Mossoró.

O detento escolheu mais três livros: “O cortiço”, romance de Aluísio Azevedo; “Um porto seguro”, outra obra do autor Nicholas Sparks; e “Quem mexeu no meu queijo”, de autoria de Spencer Johnson.

A Corregedoria do Presídio Federal concedeu mais 12 dias de remição na pena de Eric. Suas resenhas foram novamente aprovadas. Tempo para ler não era problema para o detento.

Ele solicitou a leitura de mais três livros. As obras escolhidas dessa vez foram “Comer, rezar e amar”, de Elizabeth Gilbert; “O casamento” de Nicholas Sparks; e “O vendedor de sonhos”, de Augusto Cury. Eric foi beneficiado com mais 12 dias remidos.

Entre os dias 17 de março e 18 de junho de 2018, o preso concluiu o curso de assistente administrativo, completando uma carga horária de 180 horas, e recebeu o certificado do CENAD (Centro de Educação Profissional).

A Corregedoria Geral da Justiça Federal do Rio Grande Norte concedeu mais 15 dias de remição na pena de Eric por conta da conclusão desse curso. Em 24 de outubro de 2018, ele foi transferido para o Presídio Federal de Porto Velho (RO).

Ponte apurou que além de Eric também aderiram ao projeto remição da pena pela leitura os presos Abel Pacheco de Andrade, o Vida Loka, Roberto Soriano, o Tiriça, e Paulo Cézar Souza Nascimento Júnior, o Paulinho Neblina.

Ponte encaminhou ao Depen, por meio da Lei de Acesso à Informação, um pedido sobre quais os presos de São Paulo transferidos para presídios federais em fevereiro de 2018 que aderiram ao programa, quais livros foram lidos, quantas resenhas foram aprovadas e quantos dias cada detento foi beneficiado com a remição da pena.

O órgão informou que os dados são sigilosos e, que por esse motivo, não poderia responder às perguntas.

Pessoas próximas ao preso Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como o líder máximo do PCC, disseram que ele, a princípio, não quis aderir ao projeto.

O Paraná foi o primeiro Estado a implantar esse sistema. No Estado de São Paulo, o programa de remição da pena pela leitura gera controvérsias entre juízes, desembargadores e promotores de Justiça.

Ao analisar recursos de presos solicitando a remição da pena, alguns magistrados alegam nos recursos impetrados que “a leitura de obra literária não é estudo, mas atividade recreativa” e por isso, esses juízes acabam cassando o benefício dos detentos.

Foi o que aconteceu com o preso Fernando Marani, no último dia 17. Ele leu o livro “O homem mais inteligente da história”, de Augusto Cury, e teve a remição de quatro dias negada em primeira instância.

A mesma situação enfrentou uma presa do Centro de Progressão Penitenciária de São Miguel Paulista, na zona leste. A remição dela foi cassada pela Justiça após a leitura e resenha da obra “A vida secreta das abelhas” de Sue Monk Kidd.

O Ministério Público também tentou cassar a remição de oito dias da pena do preso Iremaldo Martins Freire, que em 60 dias leu dois livros e fez as resenhas. A 1ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça deu parecer favorável ao preso na última segunda-feira.

Também teve o direito da remição de quatro dias garantido no último dia 3, pela 13ª Câmara de Direito Criminal o presidiário Yuri Scartuchio Carnicelli.

O detento leu o livro “Cinderela Chinesa”, de Adeline Yen Mah. Se dependesse do Ministério Público, ele não seria beneficiado com os quatro dias de remição.

Grupo preso é suspeito de aplicar golpes em desempregados

(SSP/Reprodução)


Quatro pessoas foram presas pela Polícia Civil, na região central da capital paulista, suspeitas de aplicar golpes em pessoas que procuravam empregos.

No local, policiais do 4º DP Consolação encontraram algumas das vítimas que estavam esperando para serem atendidas. Elas eram orientadas a pagar um curso profissionalizante para conseguir a vaga, que não existia.

As investigações apontaram que, mesmo fazendo o curso, nenhuma das vítimas havia conseguido, de fato, o emprego. Além disso, elas eram teriam que comprar uniformes para a suposta função.

A equipe apreendeu diversos currículos e um livro com informações de documentos, que comprovavam a realização das fraudes e anotações de supostos contratos de emprego. Durante a ação, os policiais conseguiram identificar que dois dos envolvidos já haviam participado de outros crimes semelhantes.

O grupo foi encaminhado à unidade policial e autuados por estelionato e associação criminosa.

*Com informações do Governo do Estado de SP

Funcionários de Cumbica são presos após roubo de ouro

Falsa viatura usada pelos bandidos durante o roubo (Polícia Civil/Reprodução)

Dois funcionários do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, foram presos por suspeita de envolvimento no roubo de de 718,9 quilos de ouro. A primeira prisão foi realizada na noite de sábado (27) e foi confirmada, em nota, pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), neste domingo (28).

O crime aconteceu na última quinta-feira (25) quando dez assaltantes invadiram o terminal de cargas do aeroporto.

Eles usaram carros clonados e com adesivos da Polícia Federal, além de estarem fortemente armados. A ação durou poucos minutos e foi gravada por câmaras de segurança.

Segundo a Polícia Civil, um dos funcionários tem cargo de supervisão da equipe e chegou a dizer, durante as investigações, que a família dele havia sido ameaçada. Desde o início, investigadores desconfiavam da participação de funcionários do aeroporto.

O ouro roubado está avaliado em mais de R$ 110 milhões e ainda não foi localizado.

*Atualizado às 20h43

https://spagora.com.br/casa-pega-fogo-e-idosa-de-69-anos-morre-queimada/
https://spagora.com.br/onibus-intermunicipais-ficam-mais-caros-hoje/

Cumbica: Quadrilha tentou apagar digitais em carros

Por  Daniel Mello

(Polícia Civil/Reprodução)

Ao menos dez pessoas participaram do roubo de uma carga de ouro ontem (25), no Aeroporto Internacional de Guarulhos, segundo o delegado responsável pelo caso, João Carlos Hueb.

Os criminosos levaram 718,9 quilos de ouro que valem, segundo a polícia, mais de R$ 100 milhões.

“É uma quadrilha bem organizada, que conhece meios de investigação. Não foi, com certeza, o primeiro roubo deles”, ressaltou hoje (26) o delegado ao detalhar a ação da quadrilha. De acordo com Hueb, os ladrões estiveram todo o tempo com o rosto coberto e tentaram apagar as digitais dos carros usados no crime. Até o momento foram ouvidas nove testemunhas.

O roubo

O grupo chegou ontem (25) ao aeroporto por volta das 14h30 em dois carros disfarçados de viaturas da Polícia Federal. Fortemente armados, renderam os funcionários que faziam a manipulação da carga e os obrigaram a transferir o ouro para uma das caminhonetes. A entrada dos ladrões foi facilitada por um supervisor de logística que havia sido rendido na noite anterior.

Na manhã de quarta-feira (24), o funcionário foi fechado no trânsito em quanto levava a esposa ao trabalho, na região da Avenida Jacu-Pêssego, zona leste paulistana. A ação foi feita por um veículo caracterizado de ambulância, de onde desceu um criminoso que rendeu o supervisor e obrigou a mulher a entrar no veículo usado pelos criminosos. O ladrão explicou que a esposa permaneceria como refém e ele seria obrigado a auxiliar o grupo no roubo.

No final daquela tarde, o funcionário teve um novo encontro com os criminosos, quando foi levado à própria casa e teve toda a família feita de refém: a sogra, o cunhado, a cunhada, os dois filhos e uma criança da vizinhança. No dia seguinte, na quinta-feira (25), ele foi levado junto com os criminosos para realizar a ação. De acordo com o depoimento do supervisor, o grupo já sabia da chegada da carga de ouro ao aeroporto. O metal, dividido em 31 malotes, tinha como destino Nova York, nos Estados Unidos, e Toronto, no Canadá.

Após a ação no aeroporto, o grupo foi até um estacionamento em São Miguel Paulista, zona leste da capital, onde transferiu o ouro para outros dois carros encontrados pela polícia. Nenhum dos veículos usados no crime consta como roubado. A polícia suspeita que tenham sido comprados no interior do estado por meio de fraudes. Outros dois veículos também foram abandonados pelos ladrões e não se sabe como o ouro foi transportado a partir de então.

Depois do roubo, a esposa do supervisor foi liberada em Itaquaquecetuba, município da parte leste da Grande São Paulo. O funcionário também foi libertado ileso.

Segundo o delegado, o ouro provavelmente atraiu a atenção dos bandidos pela facilidade de comercialização.

“Eles conseguem derreter esse ouro e tirar a procedência ilícita e transformar mais uma vez”, disse.

Guararema: Sobe para 11 número de mortos em ataque a banco

Por Ludmilla Souza 

(Nivaldo Lima/SP AGORA)

Subiu para 11 o número de criminosos mortos na tentativa de assalto a duas agências bancárias em Guararema, na região metropolitana de São Paulo, na madrugada. Segunda nota enviada pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), até o momento, foram apreendidos sete fuzis, quatro pistolas, sendo duas calibre 12, além de explosivos, coletes balísticos e três veículos – dois deles blindados.

A secretaria informa que 11 criminosos baleados durante o trabalho policial não resistiram aos ferimentos. Um foi preso por equipes do Comando e Operações Especiais (COE). A Superintendência da Polícia Técnico-Científica reforçou as equipes de peritos para atender à ocorrência, que será investigada pela Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil.

Ação dos criminosos

Segundo a polícia, os criminosos tentavam explodir caixas eletrônicos quando foram surpreendidos por policiais militares. Na tentativa de fuga, os bandidos atiraram contra as equipes policiais. Houve perseguição e troca de tiros em diferentes pontos do município. Parte dos criminosos chegou a fazer reféns em uma residência, mas as vítimas foram libertadas.

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