Caminhão bate em moto e pega fogo no Rodoanel

Um caminhão pegou fogo após uma colisão com uma moto e interditou o Rodoanel Mário Covas, em Osasco, na Grande São Paulo, na noite de ontem (12). O acidente aconteceu pouco depois das 20 horas, no quilômetro 21 da pista interna do anel viário, no sentido da Rodovia Anhanguera.

Segundo a concessionária CCR Rodoanel,  após sofrer uma queda, um motociclista correu para o acostamento, mas a moto ficou na pista, onde foi atingida por um caminhão. Com o impacto, os veículos se incendiaram, e o caminhoneiro foi resgatado com queimaduras leves por uma equipe de socorristas da administradora, sendo levado a um hospital da região.

O rodoanel Mário Covas ficou completamente interditado no trecho, o que gerou congestionamento. O fogo consumiu o caminhão por completo, e a via só foi totalmente liberada uma hora após o acidente.

*Com Paulo Édson Fiore, da Jovem Pan

Avião faz pouso forçado no Rodoanel

(TV Globo/Reprodução)

Um avião de pequeno porte fez um pouso forçado no Rodoanel Mário Covas, no km 3, na manhã de hoje (12). Segundo o Corpo de Bombeiros, a corporação não chegou a ser chamada para atender a ocorrência.

Ao G1, a concessionária que administra a rodovia informou que não houve feridos. O pouso forçado chegou a interditar a pista, mas o trânsito foi liberado no começo da tarde.

O avião deixou a rodovia carregado por um guincho da concessionária, segundo imagens transmitidas ao vivo pela TV Globo.

O incidente deve ser investigado pela Aeronáutica e pela Polícia Civil.

Caminhão cai de viaduto, explode e mata 2 pessoas

Vídeo mostra o momento em que o caminhão despenca de cima do viaduto (Reprodução)


Duas pessoas morreram e duas ficaram feridas em um acidente no Rodoanel Mário Covas hoje (16) por volta das 16h15 em Osasco, na Grande São Paulo.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, um caminhão caiu do Rodoanel sobre a Rodovia Raposo Tavares, atingindo ao menos três veículos, e pegou fogo. Uma dos mortos é o motorista do caminhão.

As duas vítimas socorridas tinham queimadura de 1º e 2º graus e estavam conscientes. Uma delas foi levada ao pronto-socorro pelo helicóptero da Polícia Militar (PM).

Caminhão tomba e fecha Rodoanel

(Twitter/Reprodução)


Um acidente envolvendo um caminhão interditou o Rodoanel Mário Covas, no sentido da Rodovia dos Bandeirantes, na manhã de hoje (25). Carregado com produto químico, o veículo foi isolado pelo Corpo de Bombeiros porque havia risco para quem passava pelo local.

Segundo a Globo News, técnicos da Cetesb foram chamados e os bombeiros estudavam fazer o transbordo da carga.

Em função do acidente e da interdição do Rodoanel, rodovias da região apresentam lentidão. É o caso da Rodovia Régis Bittencourt, no sentido São Paulo, lentidão do km 297 (Itapecerica da Serra) ao km 279 (Embu das Artes) e no sentido Curitiba, lentidão do km 278 ao km 279 (Embu das Artes), segundo a concessionária Arteris Régis.

Na Raposo Tavares, o tráfego ficou congestionado entre os kms 24 e 20, sentido São Paulo, e entre os kms 16 e 20, sentido Cotia, segundo o DER.

Rodovias têm trânsito tranquilo na volta do carnaval

Por Fernanda Cruz

Rodovia Castello Branco (Arquivo/Diogo Moreira/Governo de SP/Reprodução)

As principais rodovias paulistas apresentam trânsito normal durante a manhã de hoje (6), quarta-feira de cinzas. A previsão da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) é que o tráfego em direção à capital paulista, de veículos que retornam do carnaval, aumente entre as 10h e as 18h.

No Sistema Anhanguera-Bandeirantes, que leva ao interior paulista, foi registrada a passagem de 769 mil veículos durante o feriado. A Concessionária AutoBan atendeu a 84 acidentes, com 35 feridos e uma morte.

O Sistema Anchieta-Imigrantes, que leva ao litoral paulista, tem tráfego normal e boa visibilidade no trecho de serra. A Interligação Planalto está bloqueada no sentido litoral, por causa da Operação Subida. Os veículos que sobem podem utilizar as pistas norte da Anchieta, além da norte e sul da Rodovia dos Imigrantes. A descida é feita apenas pela pista sul da Via Anchieta. Os caminhões e ônibus com destino a São Paulo só podem usar o trecho de serra da Via Anchieta.

Na cidade de São Paulo, o motorista encontra boas condições de tráfego, praticamente sem congestionamentos no início da manhã. O Rodízio Municipal de Veículos foi suspenso hoje, mas volta a vigorar amanhã.

Rodoanel: 33 viram réus na Justiça Federal por fraudes em obras

Camila Maciel/Agência Brasil

Parte do trecho de obras do Rodoanel Mario Covas, em São Paulo. (Arquivo/Governo do Estado de SP/Reprodução)

A Justiça Federal tornou réus 33 envolvidos em fraudes na execução de obras do Rodoanel Sul e no sistema viário da capital paulista. Eles são acusados, conforme denúncia do Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP), de participar de um esquema entre construtoras que – entre 2004 e 2015 – formaram um cartel para eliminar a concorrência e coordenar a definição dos preços de execução dos serviços.

A fraude contava com o aval de agentes públicos lotados nas empresas Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) e Empresa Municipal de Urbanização (Emurb), que eram responsáveis pelas licitações

A juíza federal Maria Isabel do Prado, da 5ª Vara Federal Criminal de São Paulo, acolheu o pedido do MPF de desmembrar o processo em sete ações penais. Duas delas referem-se exclusivamente à participação dos agentes públicos. Em uma ação, são réus Dario Rais Lopes, ex-presidente da Dersa e ex-secretário estadual de Transportes, atualmente no cargo de secretário de Aviação Civil do Ministério dos Transportes; e Mario Rodrigues Júnior, ex-diretor de engenharia da mesma estatal paulista, que atualmente é diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Respondem em outra ação, Marcelo Cardinale Branco, ex-presidente da Emurb e ex-secretário de Infraestrutura e Obras da capital paulista; e também Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, ex-diretor de engenharia da Dersa. De acordo com o MPF, Paulo Preto teve atuação destacada na divisão das obras entre as empreiteiras, sobretudo a partir de 2007.

As demais ações apuram a responsabilidade dos integrantes das construtoras que, segundo a denúncia, participaram do esquema. O MPF aponta que o núcleo do cartel era formado pelas construtoras Andrade Gutierrez, Camargo Correa, OAS, Odebrecht e Queiroz Galvão. Parte dos réus responderá, além de formação de cartel, por fraude à licitação. Esse crime foi identificado nas obras no Rodoanel e também em obras em sete vias da capital (avenidas Roberto Marinho, Chucri Zaidan, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Marginal Tietê e Jacu Pêssego e córrego Ponte Baixa).

A procuradoria aponta que, além das “cinco líderes” – como são chamadas as construtoras que comandavam o cartel –, outras empresas menores também foram cooptadas ou se associaram ao grupo ao longo do período em que o conluio se manteve ativo.

Posicionamentos

A Dersa informou, por meio da assessoria de imprensa, que a própria empresa e o governo de São Paulo são os maiores interessados no andamento das investigações. Destacou que todas as obras da empresa foram licitadas obedecendo à legislação em vigor. “Se houve conduta ilícita com prejuízo aos cofres públicos, o Estado vai cobrar as devidas responsabilidades, como já agiu em outras ocasiões”, apontou. Disse ainda que se mantém à disposição para colaborar com as investigações.

O secretário de Aviação Civil do Ministério dos Transportes, Dario Lopes, e o diretor-geral da ANTT, Mario Rodrigues Junior, disseram que não comentarão o assunto, pois a questão ainda será submetida ao exame do Poder Judiciário.

A construtora Andrade Gutierrez disse que apoia toda “iniciativa de combate à corrupção, e que visa a esclarecer fatos ocorridos no passado”. Destacou que assumiu publicamente esse compromisso ao pedir desculpas em um manifesto e que segue colaborando com as investigações em curso dentro do acordo de leniência firmado com o MPF. A nota diz também que a empresa incorporou medidas nas operações para “garantir a lisura e a transparência de suas relações comerciais”.

A Odebrecht disse em nota que “continua colaborando com a Justiça e reafirma o seu compromisso de atuar com ética, integridade e transparência”. A Camargo Corrêa disse, também em nota, que está colaborando com as autoridades.

A OAS e a Construtora Queiroz Galvão disseram que não iriam se manifestar. Os demais citados na ação foram procurados pela Agência Brasil, mas não retornaram até a publicação da reportagem.

Desvios no Rodoanel: STF manda soltar ex-diretor da Dersa

André Richter/Agência Brasil

Parte do trecho de obras do Rodoanel Mario Covas, em São Paulo. (Arquivo/Governo do Estado de SP/Reprodução)


A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou hoje (28) a soltura de Pedro da Silva, ex-diretor da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), órgão do governo de São Paulo, preso em  21 de junho, na Operação Pedra no Caminho, da Polícia Federal, que investiga desvio de R$ 600 milhões na construção do trecho norte do Rodoanel, em São Paulo.

Por 3 votos a 2, o colegiado seguiu voto proferido pelo relator do habeas corpus protocolado pelos advogados de defesa do acusado, ministro Gilmar Mendes.

O ministro entendeu que não há justificativas para manutenção da prisão preventiva, que pode ser substituída por medidas cautelares, como a entrega do passaporte à Justiça e a proibição de deixar o país e de entrar nas dependências da Dersa.

Além de Mendes, votaram pela concessão de liberdade os ministros Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. Edson Fachin e Celso de Mello ficaram vencidos e votaram pela manutenção da prisão por entenderem que há informações no processo que remetem a suposta tentativa do ex-diretor de determinar a destruição de provas.

A investigação que resultou na Operação Pedra no Caminho teve início em 2016 com a instauração de um inquérito a partir da denúncia de um ex-gerente de uma empreiteira.

De acordo com o Ministério Público Federal, as fraudes, que envolveram desvios e superfaturamento, estão relacionados a um convênio firmado entre a estatal estadual e a União no valor de R$ 6,4 bilhões. A procuradoria estima que os desvios chegaram a R$ 600 milhões.

MPF denuncia 32 pessoas por cartel no Rodoanel

Rodoanel Mario Covas, em São Paulo. (Arquivo/Governo do Estado de SP/Divulgação)

A força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) que atua na Operação Lava Jato em São Paulo denunciou 32 pessoas por participarem da formação de cartel com o aval de agentes públicos lotados nas empresas Dersa Desenvolvimento Rodoviário, Empresa Municipal de Urbanização (Emurb) e na Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras de São Paulo.

De acordo com o MPF, o ajuste prévio de preços entre as empresas e o poder público eliminou totalmente a concorrência nas obras do trecho sul do Rodoanel e em sete grandes obras do Programa de Desenvolvimento do Sistema Viário Metropolitano de São Paulo: avenidas Roberto Marinho, Chucri Zaidan, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Marginal Tietê e Jacu Pêssego e o Córrego Ponte Baixa.

Os quatro agentes públicos denunciados pelo MP são o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza; o atual secretário de Aviação Civil do Ministério dos Transportes, Dario Rais Lopes, que, na época do ocorrido, era presidente da Dersa e secretário estadual de Transportes; o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Mario Rodrigues Júnior, que foi diretor de Engenharia na Dersa entre 2003 e 2007; e Marcelo Cardinale Branco, que ocupou a presidência da Emurb e foi secretário municipal de Infraestrutura e Obras entre 2006 e 2010.

De acordo com o MPF, o cartel foi delatado por executivos da construtora Odebrecht por meio acordos de leniência firmados com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), em 2017. O MPF também usou um acordo de leniência feito pela construtora Carioca e ainda com o depoimento espontâneo de dois executivos da Queiroz Galvão. A legislação impede que sejam denunciados executivos que fizeram leniência.

“A Odebrecht chegou a elaborar uma planilha do ‘amor’ (conluio completo com as dez construtoras do cartel, mais as demais habilitadas) e outra da ‘briga’, para o caso de haver disputa real nos preços entre as empresas conluiadas e as demais. Com ‘amor’, a obra saía bem mais cara. Cada lote foi avaliado pela Odebrecht com preços entre R$ 496 e R$ 567 milhões se houvesse sucesso no esquema. Em caso de ‘briga’, com concorrência parcial, as propostas oscilariam entre R$ 410 e R$ 518 milhões”, destacou o MPF em nota.

Segundo a denúncia da Lava Jato em São Paulo, o cartel teve seis fases distintas e começou a ser organizado em 2004 com o forneceimento de material sigiloso da Dersa à Andrade Gutierrez. Segundo o MPF, também participaram do cartel as empresas Camargo Correa, OAS, Odebrecht e Queiroz Galvão, CR Almeida, Constran, Galvão Engenharia, Mendes Júnior, Serveng, Contern, Cowan, Delta, Egesa e Encalso.

Em nota, a Dersa informou que tanto a empresa quanto o governo do estado de São Paulo são os grandes interessados no andamento das investigações. “Todas as obras realizadas pela companhia foram licitadas obedecendo-se à legislação em vigor. Se houve conduta ilícita com prejuízo aos cofres públicos, o estado irá cobrar as devidas responsabilidades, como já agiu em outras ocasiões.”

A Odebrecht informou que “continua cooperando com as autoridades e está focada no exercício de suas atividades e na conquista de novos projetos”.

A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras respondeu que “a Prefeitura de São Paulo está colaborando com as investigações”.

A Queiroz Galvão disse que não vai comentar a denúncia.

A Construtora Camargo Corrêa informou que “está colaborando com as autoridades”.

A Serveng negou que tenha cometido qualquer irregularidade e disse que respeita a legislação em vigor.

A Agência Brasil tentou contato com os outros denunciados, mas não obteve retorno até a conclusão da reportagem.

(Camila Boehm e Bruno Bocchini/Agência Brasil)

PF indicia 12 por fraudes em obras do Rodoanel

A Polícia Federal em São Paulo indiciou 12 pessoas por desvio de dinheiro das obras do Rodoanel, trecho norte, em São Paulo. O processo corre sob sigilo e o nome dos indiciados não foi informado pela Polícia Federal. Segundo noticiado por veículos de imprensa, entre os indiciados estaria Laurence Casagrande Lourenço, ex-presidente da Dersa – Desenvolvimento Rodoviário, empresa de infraestrutura viária do estado de São Paulo.

O inquérito policial foi encaminhado para o Ministério Público Federal na última sexta-feira (20). O MPF deve agora decidir se faz uma denúncia à Justiça, se arquiva o processo ou se pedirá novas diligências.

O trecho norte do Rodoanel Mario Covas, previsto para ser inaugurado em 2019, terá 44 quilômetros de extensão no eixo principal, passando pelos municípios de São Paulo, Arujá e Guarulhos, e mantendo uma ligação exclusiva de 3,6 quilômetros com o Aeroporto Internacional de Guarulhos. Segundo a Dersa, o trajeto total tem 176,5 quilômetros no entorno da região metropolitana de São Paulo, servindo como interligação com as rodovias estaduais e federais e desviando grande parte do trânsito das Marginais Tietê e Pinheiros.

No dia 21 de junho deste ano, a PF deflagrou a Operação Pedra no Caminho, que investigou desvios de R$ 600 milhões das obras do rodoanel. Quatorze pessoas foram presas temporariamente na operação por fraude à licitação, estelionato contra o poder público, falsidade ideológica e associação criminosa. Entre os presos no mês passado estava Laurence Casagrande Lourenço.

Operação

A investigação que resultou na Operação Pedra no Caminho teve início em 2016 com a instauração de um inquérito a partir da denúncia de um ex-gerente de uma empreiteira. O ex-gerente alegou que não concordava com os desvios de dinheiro e por esse motivo foi exonerado do cargo.

De acordo com o Ministério Público Federal, as fraudes, que envolveram desvios e superfaturamento, estão relacionados a um convênio firmado entre a estatal estadual e a União no valor de R$ 6,4 bilhões. A procuradoria estima que os desvios chegaram a R$ 600 milhões.

As empreiteiras agiam incluindo aditivos aos contratos para, por exemplo, remover formações rochosas, que teriam sido descobertas durante a terraplanagem. Porém, de acordo com a Polícia Federal, essas rochas já estavam previstas, inclusive em estudos geológicos da década de 1960.

Outra prática ilegal observada foi o jogo de planilhas: funcionários da Dersa confirmaram que partiu da diretoria da empresa a orientação para alterar as planilhas, diminuindo os valores de alguns serviços e elevando de outros com objetivo de reduzir suspeitas.

Por meio de nota, a Dersa informou que, “juntamente com o governo do estado é a maior interessada na elucidação do caso. Havendo qualquer eventual prejuízo ao erário público, o estado adotará as medidas cabíveis, como já agiu em outras ocasiões”.

(Elaine Patrícia Cruz/Agência Brasil)

Homem morre atingido por pedra jogada de passarela no Rodoanel em SP

O hoteleiro Leandro Ciasca Balazschazi, de 35 anos, morreu na noite de sexta-feira (5), após capotar o seu carro no km 23 do trecho Oeste do Rodoanel, no Bairro Santa Maria em Osasco, na Grande São Paulo.[the_ad id=”4438″]

Segundo policiais militares, o carro da vítima foi encontrado no canteiro central, com diversos danos. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que Ciasca estava dentro do veículo com uma lesão no maxilar, provocada por uma pedra, que também foi localizada com manchas de sangue no carro.

De acordo com a Polícia Civil, há uma passarela próxima ao local do capotamento, de onde a pedra pode ter sido lançada para atingir o carro da vítima. O objetivo seria fazer o motorista parar o carro e permitir que criminosos fizessem o roubo.

Uma equipe do resgate foi até a rodovia, mas a vítima morreu no local. Peritos vão fazer perícia e exame necroscópico. O caso foi registrado como latrocínio (roubo seguido de morte), no 5º DP de Osasco.

O corpo de Ciasca foi levado para o IML e liberado para o velório no Memorial Parque Paulista, em Embu das Artes. A família não informou se o corpo será cremado ou sepultado.