Estado amplia aulas de inglês na rede estadual

O Governador de São Paulo João Doria compartilhou, nesta segunda-feira (24), em suas redes sociais, uma nova medida que prevê aulas de inglêsdesde o primeiro ano para alunos da rede estadual de ensino.

De acordo com o governador, os alunos do 6º ano já recebem aulas da língua estrangeira. Com a medida, estudantes do 1º ao 5º ano também terão aulas do idioma. 

Além do inglês, as disciplinas de Convivência e Tecnologia e Inovação também estarão na grade de ensino. “O programa Inova Educação vai beneficiar mais de 630 mil crianças. Trabalhamos para preparar nossos jovens para os desafios do século 21”, acrescenta Doria.

Por TV Cultura

Estado vai permitir aulas presenciais no ano que vem

(André Bueno/Câmara Municipal de SP)

O Governo de São Paulo mudou as regras de retorno às aulas presenciais da rede básica de ensino para o ano de 2021, o que compreende alunos da educação infantil até o ensino médio. A mudança foi divulgada hoje (17), em coletiva à imprensa, e será publicada amanhã (18) em Diário Oficial. A mudança irá valer para escolas públicas (estaduais e municipais) e privadas. No ano que vem, as aulas nas escolas estaduais terão início no dia 1º de fevereiro.

Com isso, as aulas presenciais poderão ser retomadas em todo o estado mesmo que a região esteja na Fase 1 – Vermelha do Plano São Paulo, plano do governo paulista de retomada gradual da economia durante a pandemia do novo coronavírus. A mudança, no entanto, não vale para o Ensino Superior. Neste caso, as aulas só voltarão quando a região estiver na Fase 3 – Amarela do Plano São Paulo.

Antes, o retorno presencial das aulas só ocorreria quando as regiões do estado estivessem a partir da Fase 3 – Amarela do Plano São Paulo. Mesmo assim, essa volta teria que ser feita de forma gradual. Os protocolos previam, por exemplo, que as escolas poderiam receber apenas 35% dos alunos em atividades presenciais, e mantendo distanciamento mínimo de 1,5 m.

Coletiva de Imprensa com Área do Governo e Área da Saúde
Coletiva de imprensa sobre Covid-19 no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo
(Gov. do Estado de SP)

Com a mudança que será publicada em Diário Oficial, as escolas de Educação Básica poderão retomar atividades presenciais no ano que vem a partir da Fase Vermelha, mas somente podendo atender até 35% de sua capacidade. Quando a região entrar na Fase 3 – Amarela do Plano São Paulo, a Educação Básica poderá atender até 70% da capacidade e o Ensino Superior poderá ser retomado com até 35% dos alunos em aula presencial. Quando chegar à Fase 4 – Verde, a Educação Básica poderá receber a totalidade dos alunos e as universidades e faculdades poderão receber até 70% dos alunos.

O retorno às aulas foi planejado com base no Plano São Paulo, que é dividido em cinco fases que vão do nível máximo de restrição de atividades não essenciais (vermelho) a etapas identificadas como controle (laranja), flexibilização (amarelo), abertura parcial (verde) e normal controlado (azul). Atualmente, todas as regiões de São Paulo se encontram na Fase Amarela.

Segundo o secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, das 2,8 mil escolas estaduais que estão abertas desde setembro em São Paulo, não foram registrados casos de transmissão de covid-19 [a doença provocada pelo novo coronavírus] em ambiente escolar.

Histórico

Por causa da pandemia do novo coronavírus, as aulas presenciais estavam suspensas em todo o estado paulista desde março. Desde então, as aulas das escolas estaduais aconteciam de forma remota e online, transmitidas por meio do aplicativo Centro de Mídias SP (CMSP), plataforma criada pela secretaria de Educação durante a pandemia do novo coronavírus. Ela também é veiculada por meio dos canais digitais na TV 2.2 – TV Univesp e 2.3 – TV Educação.

Desde o dia 8 de setembro, algumas escolas do estado já deram início a aulas de reforço ou acolhimento, depois de autorização dos prefeitos. Essas aulas só puderam ser retomadas com atividades de reforço e de recuperação. E em outubro foi autorizada a volta das aulas presenciais para estudantes do Ensino Médio, dos Centros de Educação de Jovens e Adultos e da Educação de Jovens e Adultos. Para o ensino fundamental, a volta as aulas gradual foi autorizada a partir do início de novembro.

Governo de SP muda regra e vai manter volta a aula presencial em 2021 mesmo se houver piora da pandemia
Governo de SP muda regra e vai manter volta às aulas presenciais em 2021
(Governo do Estado de São Paulo)

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil 

Estado vai publicar cronograma de volta às aulas

O governo de São Paulo vai publicar ainda nesta semana, em Diário Oficial, o decreto com o cronograma de volta às aulas presenciais em todo o estado. Segundo o governo, o decreto não trará mudanças ao que já foi anunciado anteriormente, ou seja, as aulas presenciais poderão ser retomadas a partir do dia 7 de outubro.

(André Bueno/Câmara Municipal de SP)

No entanto, essa data só será mantida se todo o estado paulista estiver na Fase 3 – Amarela do Plano São Paulo: 80% das regiões precisarão estar há 28 dias nessa fase e, o restante, há pelo menos 14 semanas nessa etapa.

Com a publicação do decreto, cada um dos 645 municípios do estado terá autonomia para decidir se vai ou não acompanhar o cronograma previsto pelo governo estadual. Se um prefeito, por exemplo, decidir não adotar o cronograma estadual, a medida poderá valer para todas as escolas daquela cidade, sejam elas municipais, estaduais ou privadas. No entanto, nenhum município do estado poderá reabrir escolas antes do prazo previsto pelo governo paulista.

O decreto também trará a previsão de que as unidades escolares reabram, de forma opcional, para atividades de reforço ou de acolhimento de alunos, a partir do dia 8 de setembro. No entanto, para que isso ocorra, essas escolas deverão estar localizadas em regiões que estiverem na Fase 3 – Amarela do Plano São Paulo há 28 dias.

Na capital paulista, que está há mais de 28 dias na Fase Amarela, já cumprindo os requisitos para a volta às aulas de reforço a partir do dia 8 de setembro, o prefeito Bruno Covas informou ontem (18) que não vai adotar o calendário do governo estadual e que ainda vai avaliar se será possível o retorno às aulas presenciais em outubro. 

Protocolos

Os protocolos para retomada preveem que as escolas recebam, no início do retorno às aulas, apenas 35% dos alunos em atividades presenciais, e mantendo distanciamento mínimo de 1,5 m.

O retorno às aulas foi planejado com base no Plano São Paulo de retomada econômica do estado. O Plano São Paulo é dividido em cinco fases que vão do nível máximo de restrição de atividades não essenciais (vermelho) a etapas identificadas como controle (laranja), flexibilização (amarelo), abertura parcial (verde) e normal controlado (azul).

As aulas presenciais na rede estadual de São Paulo estão suspensas desde o dia 23 de março como medida de controle à propagação do novo coronavírus.

Atualmente, as aulas das escolas estaduais acontecem de forma remota e online, sendo transmitidas por meio do aplicativo Centro de Mídias SP (CMSP), plataforma criada pela secretaria de Educação durante a pandemia do novo coronavírus. Ela também é transmitida por meio dos canais digitais na TV 2.2 – TV Univesp e 2.3 – TV Educação.

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil 

Volta às aulas no Estado é adiada

As aulas presenciais na rede de ensino de São Paulo vão voltar no dia 7 de outubro, um mês após a previsão inicial do governo paulista. O anúncio foi feito hoje (7) pelo governador de São Paulo, João Doria.

“A data foi adiada por recomendação do Centro de Contingência do Coronavírus para garantir margem de segurança maior”, disse o governador.

Para que haja retorno às aulas presenciais, todo o estado paulista precisa estar na Fase 3 – Amarela do Plano São Paulo: 80% das regiões precisarão estar há 28 dias nessa fase e, o restante, há pelo menos 14 semanas nessa etapa.

A medida afeta 13,3 milhões de alunos do estado, tanto da rede pública quanto da rede privada, e contempla todas as etapas de ensino, do infantil às universidades de São Paulo.

O retorno às aulas foi planejado com base no Plano São Paulo de retomada econômica do estado. O Plano São Paulo é dividido em cinco fases que vão do nível máximo de restrição de atividades não essenciais (Vermelho) a etapas identificadas como controle (Laranja), flexibilização (Amarelo), abertura parcial (Verde) e normal controlado (Azul).

Doria autorizou também que, a partir do dia 8 de setembro, unidades escolares localizadas em cidades na Fase 3 – Amarela do Plano São Paulo há 28 dias, como é o caso da capital paulista, poderão reabrir, de forma opcional, para atividades de reforço ou de acolhimento de alunos. Mas isso terá que ser colocado em consulta com a comunidade escolar e terá que ser feito com limite de alunos e obedecendo a protocolos sanitários.

As aulas presenciais na rede estadual de São Paulo estão suspensas desde o dia 23 de março como medida de controle à propagação do novo coronavírus. Atualmente, as aulas das escolas estaduais acontecem de forma remota e online, sendo transmitidas por meio do aplicativo Centro de Mídias SP (CMSP), plataforma criada pela secretaria de Educação durante a pandemia do novo coronavírus. Ela também é transmitida por meio dos canais digitais na TV 2.2 – TV Univesp e 2.3 – TV Educação.

Mudanças

Inicialmente, a previsão do governo paulista era de que as aulas presenciais na rede de ensino do estado voltariam a partir do dia 8 de setembro, desde que todo o estado estivesse há 28 dias na Fase 3 – Amarela do Plano São Paulo. Esse anúncio foi feito no dia 24 de junho.

Depois, na edição do decreto, em julho, o governo recuou, anunciando que o novo requisito era que todo o estado estivesse na Fase Amarela, mas apenas 80% das regiões precisariam estar há 28 dias nesta fase.

Na última segunda-feira (3), o secretário da Educação, Rossieli Soares, confirmou a mudança. “Como uma exceção, poderá ser considerado apenas 80% [do estado há 28 dias na fase amarela], mas terá que chegar a todo o estado na Fase Amarela”, disse.

Com a atualização anunciada hoje, 86% do estado paulista está agora na Fase Amarela do Plano São Paulo.

Autonomia dos municípios

Na última segunda-feira (3), Rossieli Soares disse que cada município terá autonomia para decidir sobre a volta às aulas. “Mas estamos trabalhando em conjunto”, disse, na ocasião.

Com isso, alguns municípios da região metropolitana do estado anunciaram, já nesta semana, que não voltarão às aulas este ano, caso das cidades de Santo André e de Mauá.

“A presença das crianças nas escolas aumentaria as chances de disseminação do coronavírus, colocando em risco não somente a vida dos alunos, mas dos responsáveis pelos estudantes, dos educadores e profissionais que atuam nas unidades escolares, principalmente daqueles que fazem parte do grupo de risco”, alertou o comunicado da prefeitura de Santo André.

“Mesmo que a cidade tenha baixos índices de evolução da doença, as crianças são possíveis transmissores para pais, irmãos e avós”, afirmou a prefeitura de Mauá.

Na última quarta-feira (5), a Câmara Municipal de São Paulo aprovou um projeto de lei que define medidas para a volta às aulas, entre elas, uma que faculta aos pais ou responsáveis legais a decisão sobre o comparecimento às aulas presenciais durante o período de pandemia.

Esta semana, o Grupo de Atuação Especial de Educação (Geduc) do Ministério Público informou que vai acompanhar o plano do governo estadual para a retomada das aulas presenciais. Segundo o órgão, foi requisitada à Secretaria da Educação todas as informações sobre o programa de reabertura das escolas e de reinício das aulas presenciais. A intenção, de acordo com o Geduc, é verificar em que condições as instituições estão sendo preparadas e se elas não irão agravar a situação de pandemia no estado.

Protocolo de retomada

O protocolo para a volta das aulas presenciais prevê o retorno de forma gradual. Na primeira etapa, até 35% dos alunos poderão voltar às aulas presenciais, respeitando o distanciamento de 1,5 metro entre eles, com o restante dos alunos em aulas remotas e online. Esse formato deve ser adotado em forma de rodízio.

Alunos e professores dos grupos de risco para o novo coronavírus deverão ser poupados, permanecendo em casa.

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil 

Rede estadual retoma aulas pela TV e internet

A rede estadual de ensino de São Paulo retoma, a partir de hoje (27), as atividades para os 3,5 milhões de alunos matriculados. As atividades foram suspensas no último dia 23 de março devido à pandemia de coronavírus. O ensino remoto será feito por aplicativos e por transmissões nos canais da TV Unesp e TV Educação.

A Secretaria Estadual da Educação de São Paulo informou que está patrocinando planos móveis de internet para que os alunos e os professores consigam ter acesso ao material online sem custo.

Também começa nesta semana a distribuição do material pedagógico para o ensino a distância. As escolas devem agendar um cronograma para que os estudantes e as famílias retirem o material, evitando aglomerações.

Para os alunos das áreas rurais mais afastadas, cerca de 10% dos matriculados na rede, a distribuição será feita pelo sistema de transporte escolar, com apoio da Polícia Militar e das guardas municipais.

Os kits contêm quatro apostilas: de língua portuguesa, matemática, orientações gerais e instruções para o uso dos aplicativos de ensino a distância. Para os alunos dos anos iniciais do ensino fundamental, além das apostilas, serão distribuídos um livro, um gibi da Turma da Mônica e uma ficha de leitura.

Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil –