Alerta de temporal entre hoje e amanhã na Capital

A região metropolitana de São Paulo deve receber entre 90 milímetros (mm) e 140 mm de chuvas de hoje (20) para amanhã (21), segundo alerta da Defesa Civil estadual. Um volume semelhante também deve atingir as regiões do Vale do Ribeira, Baixada Santista, Sorocaba e Itapeva.

Deve chover forte, apesar de com menos intensidade, no litoral norte, em Marília, Campinas, Bauru, Araçatuba, Presidente Prudente e Vale do Paraíba, onde estão previstos cerca de 75 mm de precipitação.

Alerta

A prefeitura de São Paulo emitiu um alerta para o potencial de estragos que o grande volume de chuvas pode trazer para a cidade. Segundo o aviso, há o risco de transbordamento de rios e córregos e alagamentos em vias da cidade. Como o solo está encharcado pelas chuvas constantes dos últimos dias, pode haver ainda deslizamentos de terra em áreas de risco.

A instabilidade é causada por uma frente fria que chegou ao estado.

Chuvas

Do dia 9 para o 10 de fevereiro, a capital paulista recebeu 114 mm de chuvas. Os temporais causaram fortes transtornos, com o registro de 160 pontos de alagamento por toda a cidade. O Corpo de Bombeiros recebeu mais de mil chamados de pessoas ilhadas pelas enchentes ou afetadas por deslizamentos de terra. Em todo o estado, ao menos 516 pessoas ficaram desalojadas e 142 desabrigadas.

O Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo recomenda que as pessoas evitem transitar por áreas alagadas e que busquem abrigo em casas ou prédios. Também é importante ficar longe da rede elétrica ou de árvores. Caso seja necessário, deve se solicitar ajuda a órgãos competentes, como o Corpo de Bombeiros.

Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil

Bombeiros registram quase 40 chamados para enchente

As chuvas perderam intensidade e a cidade de São Paulo deixou o estado de atenção. A região do Ipiranga, onde foi registrado o transbordamento do Córrego Ipiranga, também saiu do estado de alerta, que havia sido iniciado às 16h27 de hoje (19).

Apesar disso, o paulistano enfrenta muita dificuldade para transitar pela cidade. Neste momento, o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) registra 17 pontos de alagamento na capital, sete deles intransitáveis, entre eles, a Avenida das Nações Unidas, no Alto de Pinheiros, e também na Avenida 23 de Maio, duas das mais conhecidas avenidas da cidade.

Segundo o Corpo de Bombeiros, foi registrado, entre as 15h e as 17h10 de hoje, sete quedas de árvores na capital. Os Bombeiros também atenderam nove chamados para enchentes.

As chuvas também foram muito fortes e intensas em outras cidades do estado, principalmente na cidade de Piracicaba, que registrou uma forte correnteza próximo à rodoviária.

Por Elaine Patrícia Cruz – Repórter da Agência Brasil

Criança ferida em deslizamento está internada

(Defesa Civil/Fotos Públicas)

O menino ferido após deslizamento de terra no Morro do Socó, na cidade de Osasco (SP), na última segunda-feira (10), continua internado no Hospital Municipal de Barueri. Segundo a prefeitura de Osasco, o estado de saúde da criança não pode ser informado a pedido da família. O pai e a mãe do menino também ficaram feridos no desabamento.

O prefeito de Osasco, Rogério Lins, decretou estado de calamidade na cidade por causa das fortes e constantes chuvas que atingiram o local na madrugada de segunda-feira (10).



As famílias que moravam no Morro do Socó foram abrigadas no CEU das Artes do Bonança, no Centro de Acolhimento do Rochdale e no Abrigo do Jardim das Flores, informou a prefeitura. A prefeitura não sabe informar quantas pessoas viviam no Morro do Socó, mas disse que 81 famílias foram removidas do local após o desmoronamento. A maior parte delas, disse a administração municipal, optou por ficar na casa de parentes, enquanto outras foram para os equipamentos disponibilizados pela prefeitura. Há também aqueles que retornaram para suas casas, mesmo com a interdição do local.

De acordo com a prefeitura, 19 famílias (sendo 35 adultos e 27 crianças) estão abrigadas no CEU das Artes. Há duas famílias e outras duas pessoas no Albergue Rochdale e um adolescente no Abrigo do Jardim das Flores.

A prefeitura informou ainda que o Morro do Socó é uma área de ocupação e que está fazendo o cadastramento das famílias no programa Bolsa Aluguel. “Após dar assistência às famílias, porque essa é a prioridade, o Gabinete de Crise irá discutir obras emergenciais e demais ações”, informou a administração à reportagem da Agência Brasil.

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil 

Prejuízo provocado pelas chuvas passa de R$ 100 milhões

(Paulo Pinto/FotosPublicas)


As fortes chuvas que caíram em várias cidades do estado de São Paulo ontem (10) devem geram um prejuízo de R$ 110 milhões para o comércio da região, principalmente na região metropolitana.

A avaliação foi feita pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), levando em consideração os setores sensíveis à compra por impulso, como supermercados, farmácias, vestuário, lojas de artigos esportivos, de livros e revistas, entre outros.

O cálculo leva em conta os danos causados pelas vias alagadas e a falta de possibilidade de locomoção, impedindo trabalhadores de chegar às lojas, atrasando sua chegada ou mesmo impedindo-os de sair de casa. A FecomercioSP considerou que as enchentes e os problemas com transporte público reduziram a circulação de pessoas nos comércios e de compradores que vão às lojas no horário de almoço ou no fim do expediente.

“Essas compras por impulso respondem por uma parte do resultado do comércio. Isso afeta menos as vendas de eletrodoméstico ou carros, que são compras programadas e que, nesse caso, foram adiadas. Além disso, muitos varejistas não abriram as lojas, prevendo um dia mais fraco de vendas e com pouco retorno, ou ainda que não teriam funcionários suficientes para atender todos os clientes”, ressaltou a Fecomercio, por meio de nota.

De acordo com a federação, o montante de R$ 110 milhões representa 11% da média diária de vendas do varejo no mês de fevereiro, ou seja 0,4% das vendas de um mês, na capital paulista, Osasco, Guarulhos e as cidades do ABCD.

“A FecomercioSP entende que a situação crítica tende a ser pontual, pois, segundo previsão meteorológica, mesmo com a indicação de dias chuvosos pelo resto da semana, isso não deve ocorrer na mesma magnitude que atingiu a região na madrugada desta segunda e que se prolongou por grande parte do dia. Com isso, o impacto mais expressivo na economia deve se concentrar apenas nessa data”, avaliou a entidade.

Ainda segundo os cálculos, a paralisação das atividades na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) ontem, deve geral prejuízo de cerca de R$ 21 milhões no local. “O faturamento anual da companhia é de aproximadamente R$ 7,8 bilhões. A Ceagesp é uma grande central de abastecimentos e comercialização de produtos como frutas, legumes, verduras.”

Para a entidade, as chuvas e as enchentes não devem ter impacto sobre os preços (na inflação), como houve durante a greve dos caminhoneiros em maio de 2018. “Em princípio, a produção no interior do Estado não foi afetada. De outra forma, isso poderia agravar a situação e diminuir a oferta de produtos, aumentado os preços”.

Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil

Chuva deixa mais 600 pessoas sem casa no Estado

Marginal Tietê parada durante a enchente desta segunda-feira (Paulo Pinto/FotosPublicas)


Ao menos 516 pessoas ficaram desalojadas e 142 estão desabrigadas devido às chuvas que atingiram o estado de São Paulo ontem (10). Segundo o balanço da Defesa Civil estadual divulgado na manhã de hoje (11), os estragos foram maiores no Vale do Ribeira, na região metropolitana da capital paulista, na Baixada Santista e no Alto Tietê.

Em Botucatu, 80 pessoas estão desabrigadas e 27 ficaram desalojadas. De acordo com a prefeitura, 20 casas ficaram de baixo d’água com o transbordamento do Rio Lavapés. A força da enxurrada arrancou sete pontes e danificou outras cinco na cidade. O município decretou situação de emergência, assim como Laranjal Paulista e Taboão da Serra.

Em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, 32 pessoas ficaram desalojadas. Ao todo, 190 residências foram atingidas pelos alagamentos decorrentes de transbordamento de córregos no município. Além disso, foram registrados três deslizamentos de terra que afetaram outras oito residências.

Também na região metropolitana da capital, Itaquaquecetuba teve quatro bairros inundados e um veículo caiu dentro de um córrego. As chuvas causaram ainda 19 desmoronamentos. Os estragos deixaram 100 desalojados e 28 desabrigados.

Os municípios de Andradina, Salto, Santa Cruz da Esperança estão com situação de emergência decretada desde o início da semana passada.

A Defesa Civil distribuiu até o momento 12 toneladas de mantimentos e produtos para ajuda humanitária nas cidades atingidas pelas chuvas.

Apesar do afastamento da frente fria da costa paulista, a previsão para hoje (11) é de continuidade das chuvas em todo o estado. 

Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil 

Chuva diminui de intensidade e temperatura cai hoje

Os ventos afastam ainda mais o sistema frontal, que influenciou a forte chuva sobre a Grande São Paulo, ontem (10),  em direção ao litoral do Rio de Janeiro. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), o céu ainda fica encoberto e com chuviscos ocasionais na região metropolitana, litoral e Capital.

A temperatura permanece em declínio e a sensação será de frio nas regiões mais próximas do litoral. As temperaturas variam entre mínima de 16°C e a máxima não deve superar os e 21°C. Será um dia com baixa amplitude térmica e umidade relativa do ar acima dos 75%.

Alagamento

Ainda há um ponto de alagamento intransitável, em São Paulo, na manhã desta terça-feira. Segundo CGE, ele fica na Avenida Mofarrej, na Vila Leopoldina, perto da Dr. Gastão Vidigal. Ontem, a região do Ceagesp foi muito afetada pela chuva e ficou completamente alagado.

Na Avenida Cruzeiro do Sul há outro ponto de alagamento, mas transitável.

Serviço

Por causa da chuva de ontem (10), a prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio na segunda-feira e hoje (11). Na CPTM, apenas a linha Esmeralda, que liga Osasco ao Grajaú, opera com velocidade reduzida.

Marginal Tietê

A Marginal Tietê, nos dois sentidos, opera normalmente na região da Ponte da Casa Verde. Há um ponto sendo limpo perto da Ponte Cruzeiro do Sul, segundo informou a TV Globo.

Fotos da chuva de segunda-feira:

*com informações do CGE

Temporal afeta circulação de trens da CPTM

Trecho interditado na Marginal Pinheiros, sentido Castello Branco, debaixo da ponte Cidade Jardim (Nivaldo Lima/SP Agora)

O temporal que atingiu São Paulo entre a noite de ontem (9) e a madrugada de hoje (10) afetou a circulação de trens da CPTM. Duas linhas tiveram trechos interditados por causa de alagamentos.

Os trens ficaram impedidos de circular entre as Estações Hebraica Rebouças e Ceasa, na linha Esmeralda, que liga Santo Amaro a Osasco. Sem os trens, a CPTM acionou sistema Paese (Plano de Apoio entre Empresas de Transporte em Situação de Emergência). Até às 5h15 os ônibus ainda não haviam chegado para fazer o transporte dos passageiros.

Outra linha afetada foi a Diamante, que liga a região da Luz, em São Paulo, a Itapevi, na região metropolitana. A passagem de trens ficou interrompida entre as estações Comandante Sampaio e Carapicuíba.

O Metrô não apresenta problemas. 

Chuva transborda rios e SP tem mais de 70 alagamentos

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A chuva forte que atingiu a cidade de São Paulo durante a madrugada de hoje (10) provocou o transbordamento de rios e impôs a capital o estado de Alerta. Logo no início da madrugada, por volta de 1h da manhã, o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) colocou toda cidade em Estado de Atenção para alagamentos. A recomendação incluiu a área central e as Marginais Pinheiros e Tietê, que registraram transbordamentos.

Logo o temporal ganhou força e provocou alagamentos e fechamento de ruas importantes. As Marginais Tietê, sentido Ayrton Senna, e Pinheiros, sentido Castello Branco, e as Avenidas Interlagos, dos Bandeirantes e Professor Francisco Moratto ficaram alagadas e intransitáveis.

Carro ficou no meio do alagamento (Nivaldo Lima/SP Agora)

Ao todo, durante a madrugada, foram registrados mais de 70 pontos de alagamentos na cidade, sendo a maioria intransitáveis. Outros, incluindo as avenidas Ordem e Progresso, na Lapa, Giovanni Gronchi, em Campo Limpo, e 23 de maio, na região da Liberdade, tiveram alagamentos transitáveis.

Transbordamento

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Às 2h15, o córrego Ipiranga transbordou e alagou Avenida Professor Abraão de Morais, perto da rua Francisco Tapajós. No Butantã, o córrego Pirajuçara também não suportou a quantidade de água na altura do Hipermercado Extra. Outros dois córregos transbordaram logo depois: No Campo Limpo, o Morro do S, na altura da rua Joaquim Nunes Teixeira, e em Cidade Ademar, o Zavuvus, na praça Tuney Arantes.

(Nivaldo Lima/SP Agora)

Antes desse temporal, ao longo do domingo, o Corpo de Bombeiros contabilizou 113 quedas de árvores e cinco desabamentos.

Grande SP

Também houve relatos sobre enchentes na Grande São Paulo durante a madrugada. Nas redes sociais, uma moradora publicou foto que mostra o bairro Rochdale alagado, região que fica perto da várzea do rio Tietê e geralmente sofre com alagamentos.

 

*atualizado às 5h40

Chuva já matou 50 pessoas em Minas Gerais

(Rodrigo Clemente/Fotos Públicas)


Mais cinco pessoas morreram nas últimas 24 horas devido às consequências das fortes chuvas que atingem Minas Gerais. Segundo a Coordenadoria de Defesa Civil, até as 11h desta terça-feira (28), o total de mortos registrados no estado chegava a 50 pessoas.

As primeiras mortes ocorreram entre os dias 23 e 24 deste mês, o que significa média de mais de oito vítimas por dia, devido a deslizamentos de terra; desmoronamento de construções; alagamentos; transbordamento de rios e quedas de árvores.

Uma das vítimas recentes é uma menina de 2 anos, moradora de um acampamento de trabalhadores sem terra na zona rural da cidade de Olhos d´Água, a cerca de 420 quilômetros de Belo Horizonte. Segundo o cabo José Eustáquio de Moraes, do 7º Batalhão do Corpo de Bombeiros em Montes Claros, a menina foi atingida pela parede de uma casa de adobe que ruiu com a força das chuvas dos últimos dias. Conduzida para o Centro de Saúde de Olhos d´Água, a criança não resistiu aos ferimentos.

As outras mortes ocorreram em Luisburgo (dois casos), Divinópolis (uma) e Pedra Bonita (uma). Em virtude dos estragos causados pelas chuvas, 101 municípios mineiros decretaram situação de emergência.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as regiões central, norte e leste de Minas Gerais devem ser atingidas hoje por chuvas fortes, com trovoadas.

O tempo continua instável devido à atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), fenômeno que favorece a ocorrência de pancadas de chuva.

Segundo o Inmeto, as temperaturas vão variar bastante, podendo chegar a 35ºC na região norte. No sul do estado, a mínima pode atingir 18ºC.

Por  Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil

Chuva forte deixa Capital em atenção para alagamentos

Região do Sambódromo, na Marginal Tietê


A semana começa com chuva forte na cidade de São Paulo. O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da prefeitura da capital decretou estado de atenção para alagamentos, por volta das 11h deste domingo (12). Áreas de instabilidade, formadas pelo calor e a alta umidade, já começam a se formar na cidade de São Paulo, atingindo as regiões da Penha, Ermelino Matarazzo, São Miguel Paulista, Itaim Paulista, Itaquera e Guaianazes, na zona leste. As pancadas de chuva são de moderada intensidade.

A madrugada deste domingo na capital paulista foi quente e abafada para o período. Os termômetros das estações meteorológicas automáticas do CGE registraram média de 22,5°C. O amanhecer teve céu encoberto e no decorrer do dia haverá curtas aberturas de sol.  As temperaturas não sobem muito, com máxima prevista de 27°C e taxas de umidade do ar elevadas, acima dos 60%.

Áreas de instabilidade sobre o estado, associadas ao avanço de uma frente fria pelo oceano, causam as chuvas, que devem se intensificar a partir da tarde. São esperados volumes expressivos sobre a região metropolitana de São Paulo e faixa leste paulista, que inclui a capital. Essa condição aumenta o risco de formação de alagamentos, transbordamento de córregos e quedas de árvores em função das rajadas de vento, além de elevar o potencial para deslizamentos de encostas em áreas de risco. 

Segundo o CGE, medidas simples podem amenizar os efeitos dos alagamentos: evitar transitar em ruas alagadas; se a chuva causou inundações, não enfrentar correntezas; manter-se longe da rede elétrica e não parar debaixo de árvores, abrigar-se em casas e prédios; planejar as viagens, para que haja menor possibilidade de enfrentar engarrafamentos causados por ruas bloqueadas. Em caso de dúvida sobre vias bloqueadas, ligue para a central de atendimento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), número 156, ou entre no site da CET para saber como está o trânsito nas principais vias.

Previsão

A instabilidade continua durante o início da semana. A segunda-feira (13) será marcada por tempo instável e chuva intermitente na capital e grande São Paulo, o que mantém as condições favoráveis para elevados volumes de chuva no leste paulista, informou o CGE.

As temperaturas sofrem ligeiro declínio, com máxima prevista de 26°C e percentuais de umidade do ar acima dos 65%. Esse cenário futuro mantém o potencial para a formação de alagamentos, transbordamentos e deslizamentos de terra na região metropolitana.

Na terça-feira (14), as precipitações diminuem sobre a área, que deve ter uma madrugada com termômetros na casa dos 20°C e temperatura máxima de 25°C. A umidade do ar continua elevada, com os menores valores acima dos 60%. No decorrer do dia, haverá sol entre nuvens e pancadas isoladas de chuva no início da noite, com baixo potencial para a formação de alagamentos.

Por Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil