Cocaína é encontrada em carga de açúcar, no Porto de Santos

Três sacos eram usados para transportar a droga (Receita Federal)

Agentes da Receita Federal encontraram um carregamento de cocaína escondido em uma carga de açúcar que embarcaria no Porto de Santos, litoral de São Paulo. Segundo nota divulgada pela Receita, 37 quilos da droga estavam escondidos em três sacos.

A carga inspecionada era formada por 2.080 sacas de açúcar, em dois contêineres. O destino era Freetown, capital de Serra Leoa, no continente africano.

O caso foi registrado pela Polícia Federal, a quem cabe a investigação a partir de agora. Um balanço divulgado pela receita mostra que 13,3 toneladas de cocaína foram apreendidas este ano no Porto de Santos.


FAB derruba avião que transportava cocaína

Aeronave caiu após ser atingida por tiros disparados por aviões da FAB (Polícia Federal/Reprodução)

Dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) derrubaram uma aeronave de pequeno porte que entrou no espaço aéreo brasileiro transportando cocaína. Radares identificaram quando o monomotor veio da Bolívia em direção ao Brasil.

Por não ter plano de vôo e não responder aos contatos das torres de controle, os dois aviões da FAB decolaram para interceptar a aeronave.

“Os pilotos de defesa aérea seguiram o protocolo das medidas de policiamento do espaço aéreo brasileiro, interrogando o piloto da aeronave, mas não obtiveram resposta”, diz nota da FAB.

A falta de resposta tornou a aeronave suspeita, segundo a Força Aérea.

“Na sequência, os pilotos da FAB ordenaram a mudança de rota e o pouso obrigatório em aeródromo específico, porém o piloto do avião interceptado não obedeceu. Foi necessário, então, que a defesa aérea comandasse o tiro de aviso. Ainda sem retorno, a aeronave foi considera hostil, e foram realizados os procedimentos de tiro de detenção”, explica a nota.

Cocaína apreendida dentro da aeronave (Polícia Federal/Reprodução)

Abatida, a aeronave caiu no norte do Mato Grosso, levando a Polícia Federal a ser acionada. Quando os policiais chegaram ao local, o piloto já havia fugido.

Dentro do avião foram apreendidos 296 quilos de cloridrato de cocaína. A ação, ocorrida na noite de terça-feira (7), foi divulgada pela FAB no fim da tarde desta quarta-feira (8), e faz parte da Operação Ostium.

Tráfico em jatos executivos é alvo de investigação da PF

(PF/Reprodução)

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (12) a Operação Flight Level, que apura o crime de tráfico internacional de drogas por meio de jatos executivos. Os alvos da investigação também são suspeitos de lavagem de dinheiro e de integrar organização criminosa.

De acordo com a PF, as investigações tiveram início em outubro de 2020, após ter sido apreendido no Aeroporto Internacional de Lisboa um avião executivo brasileiro que teria partido de Belo Horizonte com 175 quilos de cocaína a bordo.

Ao todo, 90 policiais cumprem dois mandados de prisão preventiva e 20 mandados de busca e apreensão. As diligências são cumpridas em Belo Horizonte, Lagoa Santa (MG), Rio de Janeiro, São Paulo e Goiânia.

A 11ª Vara Criminal Especializada de Minas Gerais autorizou ainda o bloqueio de contas de 29 pessoas físicas e jurídicas e o sequestro de 15 veículos, cinco imóveis e oito aeronaves, bem como a suspensão de atividades de seis empresas.

Ainda segundo a PF, além dos responsáveis pelas aeronaves, o esquema contava com a participação de laranjas e fantasmas para ocultação de bens. O órgão estimou que a operação desta segunda-feira (12) provocou um prejuízo de R$ 30 milhões ao crime organizado.

Por Agência Brasil

Veleiro carregado de cocaína é apreendido na costa brasileira

Barco tinha a Europa como destino (Marinha/Reprodução)

Um veleiro catamarã com grande quantidade de cocaína foi apreendido pela Marinha e pela Polícia Federal na costa de Pernambuco. O barco, que ia em direção à Europa, foi interceptado a 270 quilômetros da costa do Recife.

Cinco tripulantes que estavam no interior da embarcação foram presos. Eles estão sendo conduzidos à Superintendência da Polícia Federal em Pernambuco e serão investigados pela Polícia Judiciária.

A quantidade de droga apreendida só será informada após a divulgação dos dados finais da operação. A ação foi coordenada com agentes de Portugal, dos Estados Unidos e do Reino Unido, que repassaram dados de inteligência às autoridades brasileiras.

(Marinha/Reprodução)

O veleiro foi apreendido pelo Navio-Patrulha Oceânico Araguari, que carregava militares da Marinha e policiais federais do Grupo de Pronta Intervenção, que participaram desde o início das ações. O navio-patrulha está conduzindo a embarcação de volta à costa brasileira.

Os órgãos estrangeiros que colaboraram com o governo brasileiro são o Centro de Análise e Operações Marítimas – Narcótico (MAOC-N), de Portugal; o Drug Enforcement Administration, dos Estados Unidos; e o National Crime Agency, de Reino Unido. Segundo a Marinha brasileira, a mútua cooperação e a troca de informações entre os países têm como objetivo identificar grandes organizações criminosas que atuam no Brasil.

Por Agência Brasil

PF investiga uso de aviões da FAB para tráfico de drogas

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (2) a Operação Quinta Coluna, com o objetivo de avançar nas investigações sobre uma “associação criminosa que se utilizou de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) para remeter drogas para a Espanha”. De acordo com a PF, as investigações abrangem também a “lavagem de ativos” que teriam sido obtidos por meio dessa prática criminosa.

Em nota, a PF informa estar cumprindo 15 mandados de busca e apreensão, além de dois outros mandados que “restringem a comunicação dos investigados e a saída do Distrito Federal”. Ainda segundo a PF, foi determinado, pela Justiça Federal do Distrito Federal, o sequestro de imóveis e de veículos dos envolvidos nesse esquema criminoso.

“As investigações demonstram que, além do sargento preso na cidade de Sevilha, na Espanha, outras pessoas se associaram ao militar, de forma estável e permanente, para a prática do crime de tráfico ilícito de drogas, tendo sido apresentados à Justiça elementos que indicam pelo menos mais uma remessa de entorpecente para Espanha”, diz a nota da PF.

Sobre o crime de lavagem de dinheiro, as investigações apontam “diversas estratégias do grupo criminoso para ocultar os bens provenientes do tráfico de entorpecentes, especialmente a aquisição de veículos e imóveis com pagamentos de altos valores em espécie”.

Contatada pela Agência Brasil, a FAB informa já ter instaurado um inquérito policial militar para apurar o caso do sargento detido no aeroporto de Sevilha, na Espanha, em 25 de junho de 2019, e que este “foi concluído dentro do prazo”. “Os autos foram encaminhados para a Auditoria Militar competente, que enviou para o Ministério Público Militar, a quem coube oferecer a denúncia, estando a ação penal em curso, conforme determina o Código Processo Penal Militar”, informou a FAB por meio de seu Centro de Comunicação Social.

“A Força Aérea Brasileira e a Polícia Federal atuaram conjuntamente desde o início das investigações e, na data de hoje, militares apoiaram o cumprimento de diligências necessárias ao prosseguimento da investigação de crimes de competência daquela força policial”, complementa a nota enviada à Agência Brasil.

Por Pedro Peduzzi, da Agência Brasil

PF busca quadrilha que usava Viracopos para o tráfico de drogas

Aeroporto Internacional de Viracopos (Divulgação)

A Polícia Federal (PF) cumpriu hoje (3) em Campinas sete mandados de prisão preventiva, expedidos no âmbito da Operação Overload, que apura os crimes de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. Em nota, a corporação informou que os suspeitos já haviam sido detidos no início de outubro e que foram liberados, após o prazo de prisão temporária, de 30 dias, terminar.

No total, a pedido da PF, foi solicitada a prisão de 15 pessoas que formariam a quadrilha, que tem em sua rota o Aeroporto Internacional de Viracopos. Os agentes localizaram apenas sete pessoas na manhã de hoje. Os demais são considerados foragidos, já que tiveram a prisão decretada pela Justiça Federal. No total, 33 pessoas são investigadas, das quais 31 são homens e duas mulheres.

As investigações da Operação Overload, deflagrada no dia 6 de outubro, tiveram início em fevereiro de 2019, quando foi interceptada uma carga de 58 quilos de cocaína, com destino à Europa. O pacote foi apreendido na Área Restrita de Segurança (ARS), do Aeroporto Internacional de Viracopos. Desde o início da apuração, foram apreendidos 250 quilos de cocaína.

Com o avanço da apuração, descobriu-se que a organização criminosa é composta por brasileiros e estrangeiros e que funcionários aeroportuários foram cooptados a participar do esquema. Além dos empregados do aeroporto, também integram o grupo um policial militar e um policial civil. Para exportar a droga, a quadrilha utilizava tanto o terminal de passageiros quanto o de cargas.

“Entre os empregados e ex-empregados de empresas prestadoras de serviço na área restrita de segurança do aeroporto aliciados há dezenas de pessoas em funções diversas (vigilantes, operadores de tratores, coordenadores de tráfego, motoristas de viaturas, auxiliares de rampa, operadores de equipamentos e funcionários de empresas fornecedoras de refeições a tripulantes e passageiros), que eram os responsáveis pelo esquema de embarque das drogas nas aeronaves com destino ao exterior”, ressaltou a PF, em nota.

A PF destacou a “sofisticação” do esquema criminoso, que dificultou o rastreamento de quantias obtidas com o narcotráfico e que serviram para a compra de imóveis e veículos. Com o objetivo de ocultar a origem do dinheiro, foram criadas contas bancárias em nome de terceiros e empresas no exterior. Todos os bens já identificados como pertencentes aos suspeitos estão sendo bloqueados e apreendidos.

A ação mobilizou mais de 200 policiais federais, 80 policiais militares e 6 policiais civis, que cumpriram  44 mandados de busca e apreensão e 35 mandados de prisão temporária, em quatro estados.

A ação conta com o apoio da Secretaria da Receita Federal do Brasil, da Polícia Militar do Estado de São Paulo e do Departamento de Polícia Judiciária São Paulo Interior em Campinas.

O nome da operação vem do termo inglês empregado para excesso de carga ou carga excessiva, em alusão à droga ilícita inserida clandestinamente nos aviões em meio a carga regular.

Por Agência Brasil

Tráfico: Justiça determina sequestro de R$ 40 milhões em bens

(Polícia Federal/via Fotos Públicas)

Um grupo especializado no envio de cocaína para a Europa é o alvo da Operação Narcobroker, da Polícia Federal (PF), nesta quarta-feira (4). Cerca de 150 policiais federais cumprem 39 mandados judiciais: nove de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 28 de busca e apreensão, em várias cidades do Paraná, São Paulo e de Santa Catarina. Auditores da Receita Federal do Brasil também participam das buscas.

Na ação, foram sequestrados mais de R$ 40 milhões em bens como imóveis e veículos de luxo. Uma das casas que teve o sequestro determinado pela Justiça Federal, em Curitiba, foi comprada pelo chefe da organização criminosa por, aproximadamente, R$ 6 milhões.

A Justiça Federal, em Curitiba, determinou o bloqueio de contas de 68 pessoas físicas e jurídicas, que, segundo as investigações, tiveram movimentação suspeita de aproximadamente R$ 1 bilhão, entre 2018 e 2020. O montante total dos valores bloqueados ainda não foi contabilizado. Na lista de bloqueios há ainda três empresas que eram utilizadas pela organização criminosa para a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas.

Investigação

Segundo a PF, as investigações foram iniciadas em 2019 e apontam que os integrantes da organização criminosa utilizavam empresas fantasmas e de fachada para comprar mercadorias de origem orgânica para dificultar a atuação dos órgãos de fiscalização e segurança. As mercadorias eram acondicionadas em contêineres também ussado para esconder centenas de quilos de cocaína enviados à Europa.

Durante a investigação, foram apreendidos 240kg de cocaína no Porto de Paranaguá. No local, os policiais encontraram cocaína escondida em uma carga de madeira que seria levada para a Bélgica.

A Justiça Federal expediu ainda um mandado de prisão preventiva de um brasileiro que se passava por empresário na Espanha, mas era suspeito entre as organizações criminosas brasileiras e europeias. Ele recebia a droga que vinha escondida em meio à carga lícita que era enviada.

Narcobrocker

O nome da operação foi inspirado na junção de dois termos comumente utilizados em investigações de tráfico internacional de drogas: o termo em inglês broker (negociador) e narco, que em tradução livre para o espanhol significa traficante.

Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil

Cocaína que seria levada para a Alemanha é apreendida no Porto de Santos

Droga estava escondida na parede do contêiner (Receita Federal/Reprodução)

Equipes da Alfândega da Receita Federal apreenderam 54 kg de cocaína escondidos em um contêiner no Porto de Santos. A droga estava escondida e uma carga de limão e que tinha como destino o porto de Hamburgo, na Alemanha.

A carga foi selecionada para conferência em um processo de rotina. O procedimento inclui o uso de imagens de escâner. Semelhante às últimas apreensões realizadas pela Alfândega da Receita Federal em Santos, a droga não estava na carga, mas sim escondida dentro da parede traseira do contêiner.



Durante a inspeção, o cão de faro da Receita Federal sinalizou positivamente para a presença de drogas. Aberta a parede do contêiner, foram localizados diversos tabletes de cocaína em seu interior, no lugar do isolamento térmico.

A droga interceptada pela Alfândega foi entregue à Polícia Federal, que prosseguirá com as investigações a partir das informações fornecidas pela Receita Federal.

*Com informações da Receita Federal

Policiamento é reforçado na fronteira após fuga do PCC

O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que reforçou o policiamento na fronteira com o Paraguai, com o uso de helicópteros e barreiras. A medida foi tomada após a fuga de 75 prisioneiros da Penitenciária de Pedro Juan Caballero, que fica na fronteira com o país vizinho. No grupo, há 40 brasileiros e 35 paraguaios. A maioria dos fugitivos é integrante do grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC).

A pasta esclareceu que a fronteira com o Paraguai não está fechada na região de Mato Grosso do Sul e que brasileiros e paraguaios continuam podendo ir e vir.

O governo do Paraguai, por meio do Ministério do Interior, anunciou o alerta máximo na Polícia Nacional e o destacamento dos melhores investigadores da instituição em Pedro Juan Caballero e nos arredores.

As autoridades acreditam que os presos usaram um túnel para fugir da prisão. Um foi recapturado quando tentava escapar pelo túnel. O ministro do Interior, Euclides Acevedo, não descartou a ajuda de agentes penitenciários na fuga. “Aqui há cumplicidade com as pessoas lá dentro e esse é um fenômeno que abrange todas as penitenciárias”, afirmou.

Segundo o ministro, é possível que alguns dos presos já tenham escapado para o Brasil. De acordo com ele, a maioria dos fugitivos é altamente perigosa.

Em publicação no Twitter na tarde de hoje, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, destacou o trabalho do governo brasileiro em parceria com as força de segurança paraguaias para impedir a entrada dos criminosos no Brasil.

“Estamos trabalhando junto com as forças estaduais para impedir a reentrada no Brasil dos criminosos que fugiram de prisão do Paraguai. Se voltarem ao Brasil, ganham passagem só de ida para presídio federal”, escreveu Moro.

Em outra postagem, o ministro disse ainda que está à disposição das autoridades paraguaias para ajudar na recaptura dos presos. “Estamos à disposição também para ajudar o Paraguai na recaptura desses criminosos. O Paraguai tem sido um grande parceiro na luta contra o crime”, ressaltou.

Membros do PCC no Paraguai cavam túnel e fogem

Governo local suspeita que agentes penitenciários ajudaram na ação, feita através de um túnel: ‘é categórico que houve corrupção’

Túnel (à esq.) foi cavado de cela, com terra guardada em sacos plásticos (à dir.)
(Polícia Nacional do Paraguai/Divulgação)

Integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa fundada em São Paulo e que atua em todo o país e na América do Sul, fugiram de um presídio na cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, neste domingo (19/1), conforme confirmado pelo governo local. A cidade faz divisa com o Mato Grosso do Sul, no centro-oeste brasileiro.

Eles cavaram um túnel entre a cela e a parte exterior da cadeia e 75 integrantes da facção fugiram, segundo números divulgados pelo governo a jornais locais. Inicialmente, a fala era de 91 fugitivos. Uma lista divulgada aponta que 40 deles são brasileiros, os demais, paraguaios.


Veja a lista de presos ligados ao PCC que fugiram de presídio

 


Os presos cavaram o túnel e armazenaram a terra retirada em sacos plásticos. O material foi deixado em uma cela localizada no pavilhão B do presídio. A movimentação para a fuga, de acordo com o jornal ABC Color, teve início por volta de 4h.

“É categórico que houve corrupção”, afirmou a ministra de Justiça do país, Cecília Pérez, à rádio ABC Cardinal. “Fizemos uma denúncia de que se oferecia 80 mil dólares (para permitir uma fuga)”, emendou a ministra, em coletiva de imprensa feita após a ação. 

Dos presos, 25 estavam na cela em que se cavou o buraco para a fuga, enquanto os outros 50 ficavam presos em espaços no andar de cima. Jornais paraguaios detalham, através de relatos do Ministério Público que esteve no espaço, que é preciso passar por um portão para chegar de uma área à outra.



O governo do Paraguai anunciou que o diretor de estabelecimentos penitenciários, Víctor Servián, o diretor da unidade, Christian Gonzalez, o chefe de segurança e os guardas do presídio em Pedro Juan Caballero foram destituídos de suas funções.

“Pedro Juan é uma prisão muito particular onde custa trabalhar pela permeabilidade da corrupção”, descreve a ministra Cecília Perez. “Não pode ser que um poço esteja sendo cavado em sua casa e você não ouça nada. Não pode ser que 75 estejam fugindo e não se veja nada. Aqui existe uma responsabilidade por ação ou omissão”.

Agora, o governo paraguaio atua para recapturar os integrantes do PCC para, posteriormente, investigar uma “rede de corrupção que facilitou a fuga”, como definiu a ministra da Justiça.

Ainda há informações de três caminhonetes queimadas na fronteira com a cidade de Ponta Porã, cidade localizada no Mato Grosso do Sul, já no território brasileiro. As autoridades não descartam relação com a fuga no presídio.

Por Arthur Stabile – Repórter da Ponte