Metrô e ONG oferecem adoção de cães na estação Vila Madalena

Penelope é um dos animais que aguardam adoção (ONG Cão Sem Dono/Reprodução)

O Metrô de São Paulo, em parceria com a ONG Cão Sem Dono, realiza uma campanha para estimular a adoção de cães. A iniciativa, na estação Vila Madalena, da Linha 2-Verde, ocorre a partir de hoje (01) e vai até sexta-feira (04), das 10h às 15h.

“Por causa das medidas de restrições impostas pela pandemia da Covid-19, os animais não estarão presentes durante a ação”, explica comunicado à imprensa.

Segundo o Metrô, estarão expostos quinze painéis com imagens dos cães que aguardam por um tutor, para que os passageiros possam ver os animais.

“Em cada tela, haverá um QRCode, onde os interessados poderão verificar as informações sobre os cachorros”, explica a nota.

Durante a pandemia, o número de doações de animais realizadas pela Cão Sem Dono caiu cerca de 70%.

Capoeiristas protestam após denúncia de agressão por PMs

Grupo realizou ato em frente a delegacia enquanto vítima prestava depoimento; som do berimbau e das cantigas deu o tom da força do movimento negro contra o racismo

Capoeiristas se reuniram em frente ao 14° DP, em Pinheiros, zona oeste, em apoio ao Mestre Nenê | Foto: Paulo Eduardo Dias/Ponte

“Resistência” e “injustiça” foram as duas palavras mais usadas por capoeiristas e integrantes do movimento negro que estiveram presentes no ato de apoio a Valdenir Alves dos Santos, 45 anos, conhecido como Mestre Nenê, em frente ao 14° DP (Pinheiros), na zona oeste da capital paulista, durante a tarde de quarta-feira (26/8). O capoeirista foi ao local prestar depoimento após ser agredido por policiais militares no último dia 19/8 em frente sua residência no bairro da Vila Madalena, a poucos quilômetros do distrito policial.

Na data da agressão, Mestre Nenê estava ao lado filho de cinco anos, conversando com vizinhos, quando policiais militares do 23º Batalhão chegaram ao local, na Favela do Mangue, na Rua Fidalga, sob o pretexto de localizar um homem que havia roubado três aparelhos celulares e três notebooks momentos antes em um comércio na Rua Wisard, a poucos metros de distância. A justificativa dada para a abordagem é que o sinal do GPS instalado em um dos celulares indicou o ponto onde estavam os homens como sendo o local em que o aparelho estava.

Com o barulho das viaturas, o filho de Nenê imediatamente procurou o colo do pai. De uma das viaturas, um policial militar branco desceu, sem se importar com o fato de a criança estar no colo do capoeirista, e foi na direção de Mestre Nenê, com uma arma apontada para eles. Os demais policiais também estavam armados. O PM exigia que o mestre colocasse a criança no chão para ser abordado. Ele se recusou “para me proteger e proteger o filho”, conforme relatou em um vídeo enviado à Ponte.

Foi nesse momento que as agressões começaram. “O policial me abordou, rasgou meu casaco e me empurrou para a calçada”, narrou Nenê. “Eu estava com o meu filho no colo e de repente muitos policiais, homens e mulheres, vieram para cima de mim. Um deles me deu uma gravata [enforcamento] que machucou minha garganta”.

Policiais militares estão proibidos de usar “chave de braço” (golpe de enforcamento) como técnica de imobilização em abordagens desde 31 de julho de 2020. A determinação interna foi assinada pelo subcomandante da corporação, coronel Marcus Vinícius Valério, que também veta uso do corpo para derrubar outra pessoa.

Algemado, o capoeirista foi arrastado e colocado dentro da viatura. Os momentos de desespero durante a abordagem foram registrados pelas pessoas que ali estavam. Nenê grita perguntando do filho. “Nenhum superior desses soldados, homens e mulheres, mal preparados para nos contar o que estava acontecendo, apareceu”, continuou.

A advogada Vivian Oliveira Mendes, 31, contou à reportagem que apenas Mestre Nenê, que é negro, foi agredido ao tentar entrar na casa de seu amigo. Já o dono da casa, que é branco, conseguiu entrar na residência sem que fosse abordado de forma violenta pelos policiais militares.

O suspeito pelo roubo, que não possuía as mesmas características de Mestre Nenê, como o uso de dreads no cabelo iguais aos usados pelo capoeirista, e estaria usando uma mochila semelhante as usadas por motoqueiros para entrega de comida, foi preso no mesmo dia.

Como o depoimento de Mestre Nenê não foi colhido no dia do fato, segundo um trecho do Boletim de Ocorrência, “devido ao estado emocional que se encontrava”, sua versão foi marcada para ser ouvida nesta quarta-feira. Diante das circunstância, cerca de 100 pessoas, muitas delas munidas com instrumentos como berimbaus, pandeiros e caixa de marabaixo foram prestar apoio ao Mestre Nenê e mostrar o desagravo contra as agressões cometidas pelos PMs.

Cansados de ver a pele preta sofrer a violência de estado, capoeiristas vindos de diversos bairros como Jaçanã, na zona norte, Jardim Ângela, na zona sul, Bela Vista, no centro, e Embu Guaçu, Guarulhos e Carapicuíba, na Grande São Paulo, começam a se reunir por volta das 14 horas em frente ao distrito policial. Alguns com berimbaus nas mãos, eles aguardaram ansiosos a chegada de Mestre Nenê no local. “A capoeira é uma das manifestações que mais dialoga quando a gente precisa do nosso povo. A gente junta as periferias”, disse Rodrigo Bruno Lima, 42, o Mestre Minhoca, que veio da região central da capital.

Pouco antes de o relógio apontar 15 horas, horário em que o depoimento estava agendado, Mestre Nenê chegou acompanhado do filho de cinco anos, e de sua companheira, a professora Stefânia Lima, 36. Apressado para entrar na delegacia, o capoeirista contou que não gostaria de estar ali e sim que “gostaria de estar em casa treinando”.

Mestre Nenê é recebido por seus colegas ao chegar a delegacia | Foto: Paulo Eduardo Dias/Ponte

Debaixo de sol e com temperatura na casa de 25° C, Pedro dos Santos, 48, tocava seu berimbau e entoava cantigas junto a muitos outros capoeiristas, enquanto Mestre Nenê já estava dentro da delegacia. O homem era um dos mais requisitados e vez ou outra era saudado por diversas pessoas. À Ponte, ele afirmou que “a capoeira é um movimento de ação política e resistência. Então nós temos que usufruir dela nesse momento, principalmente para ajudar as periferias. Que esse ato não seja pontual, mas diário”, cobrou.

Quem também participou do ato foi o educador Ivamar dos Santos, 62 anos. O homem, que tocava um caixa de marabaixo, contou que o o manifesto em frente à delegacia representa a resistência do povo. “Representa minha luta no movimento negro desde os anos 1970. Isso para mim é resistência. É enfrentamento à injustiça que fizeram com o mano”. Além de capoeirista, Santos faz parte do coletivo Amazonizando.

Jefferson Lima de Menezes, 41 anos, o Mestre Cobrinha, veio da cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, prestar solidariedade e cobrar justiça pelo caso envolvendo Mestre Nenê. “Foi uma injustiça essa covardia com esse jovem de bem capoeirista. Infelizmente o jovem negro acaba passando por essas situações”, disse. Junto a ele se somava o capoeirista Carlos Oliveira 36, conhecido como Vermelho, Osmar Peres, 71, o Malaca, ambos também integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), e Jairo Silva, 71, o Mestre Jairinho.

Pedro Santos, o Mestre Peu: “que esse ato não seja pontual, mas diário” | Foto: Paulo Eduardo Dias/Ponte

Enquanto Mestre Nenê prestava seu depoimento, o som dos berimbaus e dos pandeiros atraía quem passava pela Rua Deputado Lacerda Franco. Devido a grande quantidade de pessoas na porta da delegacia, um trecho da via chegou a ser ocupado pelos manifestantes. Mas o bonito ato, que ainda contou com as tradicionais lutas e danças chamou a atenção até de policiais civis, que chegaram a filmar e fotografar a representação cultural afrobrasileira.

Pouco antes das 17 horas, assim que Mestre Nenê deixou o prédio, o som foi cortado por uma salva de palmas e depois silêncio para que o homem fosse ouvido.

Na escada que dá acesso ao DP, Mestre Nenê, explicou que não tinha muito o que falar, que estava cansado e ainda com dores no pescoço devido a agressão sofrida dos PMs. Visivelmente emocionado e deixando escapar algumas lágrimas, ele disse que não poderia deixar de contar que o que mais o comoveu é que enquanto prestava depoimento ouviu o som do berimbau e os cantos entoados pelos capoeiristas.


“Isso para mim é resistência”, disse o educador Ivamar dos Santos, sobre o ato |Foto: Paulo Eduardo Dias/Ponte

Logo na sequência, Mestre Nenê cantou uma música aparentemente relatando tudo o que aconteceu com ele. Em um trecho ele disse: “eu fui preso pela mão, me empurraram e me bateram, me pisaram e me xingaram, me jogaram pelo chão, me puxaram pela mão…”.

Segundo a advogada Vivian Oliveira Mendes, ele relatou os fatos com muitos detalhes ao delegado Felipe Nakamura. “Agora é batalhar para que esse caso não seja encerrado como a maioria dos casos [de violência policial].Vamos apresentar testemunhas e vídeos. Vamos contribuir com as investigações para comprovar que o mestre foi vítima de abuso e violência policial. O desacato [a qual ele foi acusado pelos PMs] é infundado”, disse a defensora na saída no DP.

A reportagem procurou o delegado Felipe Nakamura, no entanto, ele informou a um investigador que não iria se pronunciar sobre o caso.

Além das agressões sofridas, a defesa de Mestre Nenê também se queixa do tratamento dispensado a ele no Pronto Socorro Municipal da Lapa, unidade que foi encaminhado devido escoriações. Segundo Vivian Mendes, o capoeirista não recebeu tratamento clínico, mas atendimento psiquiátrico. Ainda de acordo com a advogada, uma médica receitou um medicamento como se ele estivesse em surto. Mestre Nenê recusou o remédio.

Procurada, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) informou, através de nota, que o “caso é investigado por meio de inquérito policial pelo 14º DP. A autoridade policial ouviu hoje (26) um homem envolvido na ocorrência. A equipe da delegacia realiza diligências para o esclarecimento dos fatos. A PM também apura o ocorrido”.

Por sua vez, a Ouvidoria da Polícia alegou que acompanha a ocorrência. Em nota, o órgão informou que “o ouvidor da polícia de São Paulo, advogado Elizeu Soares Lopes, solicitou agilidade nas investigações sobre possível abuso policial contra Valdenir Alves dos Santos, mais conhecido como Mestre Nenê, referência da capoeira em São Paulo”. Em outro trecho, sustentou que “Lopes tomou de imediato duas providências: que a Corregedoria avoque para si a investigação sobre a conduta dos policiais militares e que a Polícia Civil coloque a termo as declarações dos envolvidos o mais breve possível”.

A reportagem também encaminhou um pedido para a Secretaria Municipal da Saúde sobre o atendimento recebido por Mestre Nenê no PS da Lapa. No entanto, até a publicação do texto não houve retorno.

Por Paulo Eduardo Dias – Repórter da Ponte

Policial civil presta queixa contra abordagem de PMs

“Corregedoria o caralho, vai tomar no seu cu”, teriam dito os PMs após policial ameaçar denunciar abordagem “truculenta e ofensiva” na Vila Madalena, bairro rico da zona oeste de SP

Fachada do 96ºDP onde o caso foi registrado | Foto: Reprodução/Google Street View

O atendente de necrotério policial Daniel Dambrauskas de Mello, 34 anos, abriu um boletim de ocorrências contra dois PMs do 24º Batalhão da PM paulista (Vila Madalena) por injúria e abuso de autoridade após abordagem policial em um bairro rico na tarde desta terça-feira (25/8).

O caso foi registrado no 96ºDP (Brooklin), onde Dambrauskas trabalha, pelo delegado Ubiraci de Oliveira. Segundo a descrição do registro, o policial civil estava em serviço em uma viatura descaracterizada, e teria sido abordado de forma “truculenta, ofensiva, e totalmente em desacordo com as normas que regem o serviço policial”.

O local da abordagem foi a Rua Ibiraçu, altura do número 40, um pouco antes do cruzamento com a Rua Cerro Corá, na Vila Madalena, zona oeste da cidade de São Paulo. Segundo afirmou Dambrauskas na delegacia, os policiais militares da Rocam (Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas) estavam sem identificação.

Ainda no registro policial, Dambrauskas disse que, por estar “com os sinais luminosos devidamente ligados”, percebeu que os policiais militares o seguiam, mas não parou por saber que os PMs poderiam checar que a viatura era uma veículo policial na busca.

Quando o semáforo fechou, continuou o policial civil, uma das motos parou ao seu lado e um dos PMs “empunhou sua arma de fogo, apontando em direção ao vidro do motorista” com gritos de “desce” e “desce, vagabundo”. Dambrauskas narrou que avisou que era policial, ao sair com as mãos para cima, que o carro era uma viatura, mas foi interrompido com a frase “desce dessa porra logo, caralho, vai tomar no seu cu”.

Dambrauskas contou na delegacia que foi revistado, apesar de estar com a identificação no pescoço, e que os PMs ficaram perguntando “cadê sua arma?”, que estava em sua cintura de Daniel. Nesse momento, afirmou o policial civil, os PMs perguntaram, “de forma ríspida”, o porquê de ele estar andando “com essa viatura toda acesa e com o para-choques quebrado nesta região”.

O agente de necrotério contou na delegacia que nessa altura já estava irritado com a abordagem e questionou o motivo da pergunta, se eles não conferiram que era uma viatura antes da abordagem.

O policial civil descreveu no boletim de ocorrência que, nesse momento, os PMs voltaram para suas motos e passaram, então, a ofendê-lo, com frases como: “É por isso que nós (policiais militares) somos zuados”, “Ó o jeito que vocês andam”, “Vocês são um bando de ladrão”, “Corruptos”.

Nesse momento, continuou Dambrauskas, os PMs começaram a “ordenar” que ele saísse do local, mas um dos policiais militares tirou uma foto traseira da viatura. Dambrauskas apontou que filmou as viaturas e disse que iria na Corregedoria da Polícia Militar, ouvindo de um dos PMs que “Corregedoria o caralho, vai tomar no seu cu”.

Para o delegado Ubiraci de Oliveira, a abordagem “foi totalmente errada e agressiva”, “devendo o policial agir com urbanidade, imparcialidade, impessoalidade e um mínimo de tratamento civilizado a qualquer cidadão, inclusive outro policial”.

O que diz a SSP e a PM

A reportagem procurou a Secretaria da Segurança Pública e a Polícia Militar, questionando a abordagem policial e o registro da ocorrência, assim como solicitando entrevista com o atendente de necrotério policial Daniel Dambrauskas de Mello, e aguarda retorno.

A reportagem também ligou no 96ºDP para falar com o policial civil e o delegado que registrou o caso, mas não obteve sucesso.

Por Caê Vasconcelos

Festival de Arte agita Vila Madalena neste domingo

(Divulgação)

Localizada numa das pontas do triângulo artístico madalense, a primeira franquia de galerias de arte do Brasil terá participação especial no Festival de Arte da Vila Madalena. A dupla de artistas Lanó, formada por Carolina Barbosa e Juliana Nersessian, terá uma parede só dela para fazer um live painting em frente à galeria. O local, onde também está o Beco do Batman, é ponto turístico da capital.

“Essa região transpira criatividade e queremos aproveitar o evento para inspirar as pessoas e as convidar para conhecer mais sobre nossas artes”, comenta Gustavo Guedes, sócio da rede.


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A galeria também estará aberta com consultores especializados para tirar dúvidas e auxiliar quem estiver interessado em dar um ‘up’ na decoração.

O evento organizado pelo Catraca Livre tem como objetivo chamar a atenção dos visitantes da cidade para a Vila Madalena, um ponto de referência, com diversas intervenções de arte urbana espalhadas pelas paredes do bairro.

“Ter uma galeria da Urban Arts na Vila Madalena não foi um acaso. A região é linda, com várias expressões culturais, que são a cara da Urban”, explica André Diniz, sócio fundador da galeria.

Urban Arts na Vila Madalena (Divulgação)

Além da Urban Arts, outros comércios e locais da região também participarão com muita arte, música e oficinas culturais. Para quem quiser conferir de perto o live painting das meninas do Lanó, as atividades vão começar a partir das 11h e tem previsão para terminar por volta das 18h. O evento é gratuito.

O triangulo artístico da Vila Madalena, ou triangulo madalense, contempla todo o espaço entre as ruas Harmonia, Aspicuelta e Medeiros de Albuquerque, com o Beco do Batman ao centro.

Festival de Arte no Parque da Vila

  • Local do Live Painting: Rua Aspicuelta, 10 – Vila Madalena
  • Data: 28/04 (domingo)
  • Horário: Das 11h às 18h
  • Preço: Gratuito.

Ibirapuera, Vila Mada e Santana terão ‘aulão’ do Studio Mormaii neste sábado

(Divulgação)

O Studio Mormaii Fitness vai realizar neste sábado (30) um ‘aulão’ gratuito para incentivar a prática de atividade física. O ‘Mormaii Day’ é uma iniciativa da franquia de academias com método exclusivo e atuação em 18 cidades do Brasil.

“As aulas serão ministradas ao ar livre, ou em espaço amplo, espalhados por várias regiões do país, onde atuamos, a partir das nove da manhã”, explica Enrico Ferrari, sócio fundador da rede de studios.

Além de incentivar a prática de exercício, o Mormaii Day visa divulgar a metodologia aplicada nas academias, que mistura técnicas do funcional, cardio, pilates e Five Konzept.

“Nosso método é muito conhecido por tratar e prevenir lesões, e colocar em movimento articulações esquecidas nos treinos comuns”, comenta Alessandra Gailey, gestora de treinamento técnico da rede, que já teve entre os clientes o ex-tenista Gustavo Kuerten.

O evento é direcionado para toda a comunidade e para participar basta preencher o formulário de inscrição pela internet. Após a inscrição, detalhes como localização e horário do evento serão encaminhados para o e-mail do inscrito.

Serviço

Quando: 30 de março

Quanto: Gratuito

Inscrição: http://mormaii-fitness.rds.land/mormaii-day-2019

Onde: 

São Paulo (SP) – Ibirapuera

Unidades: Itaim, Jardins, Paulista, São Caetano, Moema, Campo Belo e Vila Mariana.

Parque Ibirapuera (no gramado em frente à Praça da Paz)

São Paulo (SP) – Santana

Av. Braz Leme (altura 2040) (em frente a lanchonete Dizzy Santana)


São Paulo (SP) – Vila Madalena

Praça Horácio Sabino

Brasília (DF) 

Orla da Ponte JK


Campinas (SP)

Parque Botânico Swiss Park

A partir das 8h

Curitiba (PR)

Parque Passaúna

Ribeirão Preto (SP)

Parque das Artes (próximo ao Ribeirão shopping)

Rio de Janeiro (RJ)

Clássico Beach Club – DownWind

Urban Arts abre galerias na Vila Madalena e Santo André

Unidade da Urban Arts na Vila Madalena (Divulgação)

A Urban Arts, maior rede de galerias de arte do Brasil, inaugura este mês duas novas unidades na região metropolitana de São Paulo. As novas lojas ficam na Vila Madalena, tradicional bairro da zona oeste da capital, e em Santo André, no ABC paulista.

A galeria da Vila Madalena faz parte de um investimento da própria franquia.

“A Vila Madalena é um dos polos culturais mais importantes do Brasil. É na Vila que um público descolado, apreciador de arte, diversão e cultura se reúne para momentos de lazer, fazer passeios, apreciar uma gastronomia criativa, curtir a vida noturna e também fazer compras”, comenta Gustavo Guedes, sócio da Urban Artes.

A franquia passará a ter três unidades próprias na capital paulista. A rede já mantém outras duas galerias, na Rua Oscar Freire e na Alameda Gabriel Monteiro da Silva – ‘flagship’ da marca.

“O perfil da Vila Madalena tem tudo a ver com a Urban Arts, que chega ao bairro para oferecer arte autoral, democrática e acessível para seus frequentadores”, sinaliza.

Santo André

Dentro do projeto de expansão das franquias, a rede realiza dia 19, em Santo André, a inauguração de mais uma Urban Arts. O evento de abertura conta com coquetel, live painting com o artista Russ e a presença dos criadores da marca, André Diniz e Gustavo Guedes.

Esta será a segunda galeria dos empresários Marcelo Pulcinelli e Rafael Junior, donos da unidade em Santo André, que já comandam a loja no bairro de Moema, em São Paulo.

“Percebemos que muitos clientes saiam da região do ABC para comprar na nossa galeria em Moema”, lembra Marcelo. “Depois de muito estudo sobre a região, identificamos que Santo André possui um forte potencial comercial, principalmente no ramo da decoração, e decidimos investir”, explica.

Com a nova unidade no ABC, a Urban Arts passa a contar com 22 galerias franqueadas, em 12 estados do Brasil. A marca faturou no ano passado R$ 34 milhões e projeta abrir mais dez unidades até o fim de 2019.

A Urban Arts conta também com o e-commerce que funciona como um market place, no qual os artistas cadastram suas obras que são catalogadas e expostas no site para a escolha do cliente.

Serviço

Rua Aspicuelta, nº 10

Telefone: 11 3530-661

  • Urban Arts Santo André

Rua Portugal, nº 1653

Telefone: 11 2988-4727

Feira de Artes da Vila Madalena vai reunir 400 expositores

(Divulgação)

A Feira de Artes da Vila Madalena comemora a sua  41º edição no dia 26 de agosto. O evento ocupará seis quarteirões entre as ruas Fradique Coutinho, Wisard, Fidalga, Purpurina e Aspicuelta, das 9h às 20h, no domingo.

Conhecida como a maior feira de arte na rua, o evento terá quatro palcos, mais de 400 expositores, 50 pontos de gastronomia, valorizando a economia criativa para receber um público família, mas com ares boêmios da Vila Madalena. O destaque desse ano é o “Festival Comida Boa” que reunirá expositores para agradar os mais variados públicos.

A produtora de queijos minas artesanal, Marly Leite conquistou a categoria Super Ouro do “Queijo Global e Produtos Lácteos”, evento que ocorreu na França.  Mais brasileira do que nunca, uma marca de  cachaça orgânica  também compõe o time do festival.  

Ainda sobre gastronomia, o evento traz chefes, restaurantes e cozinheiros que representarão os mais diversos pratos e sabores de São Paulo, do Brasil e do mundo.

Já na rua Fradique Coutinho acontece uma releitura do Beco do Batman. A intervenção artística acontecerá em um estacionamento, em uma das áreas mais badaladas de São Paulo. Durante toda a criação, o público também pode acompanhar a arte ao som de DJ’s nacionais e performances de skatistas. 

Valorizando a importância do auto cuidado, qualidade de vida, bem estar e lazer a Secretaria do Esporte e Lazer do Estado de São Paulo fará uma ação na Mourato Coelho, o evento contará com diversos equipamentos esportivos para o público. Para os pequenos, a Rua das Crianças, um espaço na Rua Felipe de Alcaçova trará atividades infantis e lúdicas  para garantir a diversão.

Ainda durante o evento, os pequenos terão um Parque de Diversões montado na Fradique Coutinho sentido Purpurina com brinquedos infláveis gigantes. Já para quem quer garantir qualidade e preço baixo, ainda dentro do conceito de economia criativa, na rua Fradique sentido Aspicuelta o Mercado Mundo Mix assina espaço dedicado à moda, este ano abordando o universo masculino como principal temática dos produtos.

Pela primeira vez no evento, o coletivo de brechós Vitrine Criativa, trará mais de 30 expositores, ocupando a Fradique Coutinho setores C e E. As atrações musicais compõe um verdadeiro show. São três  palcos localizados m pontos estratégicos que receberão mais de 30 bandas diferentes, entre os ritmos de mpb, samba de raiz, jazz e ritmos urbanos.

Os blocos também agitarão a festa, como o “Bloco Desculpa Qualquer Coisa”, Bloco Domingo ela não vai”, Festa Pardieiro e o encerramento com o Dj Rodrigo Bento, da festa Pilantragi, às 17h. A tradicional escola de Samba de São Paulo, Pérola Negra, promete agitar o público.  Ainda durante o evento, a Rádio Madalena apresentará ao vivo, das 11h30 até 14h30 a Radio Mistura e Manda, na esquina da Fradique com Wisard.

A Feira repete a homenagem aos imigrantes e descendentes de portugueses que fundaram o bairro da Vila Madalena. O objetivo é resgatar a gastronomia, músicas e tradições. Para aquecer o coração e relembrar a amada terra, nada melhor do que uma boa comida típica. Na rua de Portugal, o sabor fica por conta dos pratos  da Tasca da Esquina, os pastéis de Belém da pastelaria Blem, os cafés Delta, os vinhos escolhidos especialmente para o evento da Herdade do Esporão e as geleias e marmeladas da Quinta dos Jugais.

 SERVIÇO

Local: Rua Fradique Coutinho – Vila Madalena
Data: 26/8
Horário: 9h às 20h
Entrada: Gratuita

*assessoria de imprensa