Imagem mostra o rio tietê cortando a cidade de São Paulo. Cercado por prédios.

Capital registra aumento no aluguel em maio

O valor dos novos contratos de aluguel residencial na cidade de São Paulo tive alta de 2,21% entre junho de 2021 e maio deste ano, segundo pesquisa do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

O índice é menor do que a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGPM) da Fundação Getulio Vargas, que ficou em 10,72% para o período. O índice é usado como referência para o reajuste anual da maior parte dos contratos.

Nos primeiros cinco meses do ano, os valores dos contratos tiveram elevação de 1,4% em comparação com o mesmo período de 2021. Em maio, os alugueis registraram alta de 0,4% em relação ao mês anterior, sendo que os imóveis de um quarto tiveram o maior aumento, de 0,5%.

O fiador foi a forma de garantia mais usada pelos inquilinos, presente em 45,5% dos contratos de maio. O depósito de três meses de aluguel foi utilizada por 39,5% e o seguro-fiança por 15%.

Placa traz "aluga-se" em frente a condomínio de apartamentos. Ao fundo, sacadas dos apartamentos.

Índice do aluguel sobe em maio e atinge 8,83% em 12 meses

O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou alta de 0,59% em maio deste ano. A taxa é inferior ao 0,82% observado no mês anterior.

Segundo a FGV, o índice acumula variação de 8,83% em 12 meses, a maior taxa desde o início da série histórica, em janeiro de 2019.

Em maio, a única cidade a apresentar queda na variação média do aluguel residencial foi São Paulo (-0,26%). No mês anterior, a capital paulista havia tido inflação de 1,27%.

As outras três cidades apresentaram inflação em maio e taxas mais altas do que as observadas no mês anterior: Rio de Janeiro (1,31% em maio ante uma taxa de 0,31% no mês anterior), Belo Horizonte (1,97% em maio ante -0,07% em abril) e Porto Alegre (0,87% em maio ante 0,82% em abril).

Na variação anual, três das quatro cidades tiveram alta na taxa de inflação de abril para maio: Rio de Janeiro (de 8,70% para 10,33%), Belo Horizonte (de 14,87% para 15,96%) e Porto Alegre (de 7,17% para 8,06%). Em São Paulo, a taxa caiu de 6,54% para 6,49%.

Placa traz "aluga-se" em frente a condomínio de apartamentos. Ao fundo, sacadas dos apartamentos.

Inflação do aluguel sobe em abril

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que mede a inflação do aluguel, subiu 1,41% em abril, ante 1,74% no mês anterior. Com o resultado, o índice acumula alta de 6,98% no ano e de 14,66% em 12 meses. Em abril de 2021, o índice havia subido 1,51% e acumulava alta de 32,02% em 12 meses.

Os dados foram divulgados hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

IPA

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 1,45% em abril, ante 2,07% em março. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais subiu 3,10% em abril. No mês anterior, a taxa do grupo havia sido de 2,75%.

Segundo o Ibre/FGV, a principal contribuição para esse resultado partiu do subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de 4,60% para 10,80%, no mesmo período. O índice relativo a Bens Finais, que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, subiu 2,04% em abril ante 1,56% no mês anterior.

A taxa do grupo Bens Intermediários passou de 2,06% em março para 3,40% em abril. O principal responsável pelo resultado foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cujo percentual passou de 8,02% para 12,04%. O índice de Bens Intermediários, obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, subiu 1,78% em abril, após variar 1,02% em março.

O estágio das Matérias-Primas Brutas caiu 1,82% em abril, após registrar alta de 1,53% em março. “Contribuíram para o recuo da taxa do grupo os seguintes itens: soja em grão (7,28% para -7,02%), milho em grão (2,48% para -7,22%) e suínos (10,05% para -3,99%). Em sentido oposto, destacam-se os itens aves (1,77% para 15,47%), mandioca/aipim (-2,30% para 12,35%) e leite in natura (3,30% para 8,80%)”, informou a FGV.

Segundo o coordenador dos Índices de Preços, André Braz, importantes commodities agrícolas contribuíram para o arrefecimento da inflação ao produtor. “Soja, milho e café, grãos que respondem por 13% do IPA, apresentaram queda média de 7,3% e contribuíram para o recuo de 1 ponto percentual na taxa do IPA. A desaceleração só não foi mais expressiva, dado o aumento dos preços do Diesel (14,70%), da gasolina (11,29%) e dos adubos/fertilizantes (10,45%), que responderam por 60% da inflação ao produtor”, afirmou o pesquisador, em nota.

IPC

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 1,53% em abril, ante 0,86% em março. Todas as classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Transportes (1,15% para 2,94%). Segundo a FGV, nessa classe de despesa, o destaque é o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de 1,36% em março para 5,86% em abril.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,44% para 1,57%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,17% para 0,75%), Habitação (0,75% para 0,93%), Despesas Diversas (0,26% para 0,84%), Alimentação (1,73% para 1,82%), Vestuário (0,91% para 1,23%) e Comunicação (-0,12% para 0%).

“Nestas classes de despesa, vale mencionar os seguintes itens: passagem aérea (1,73% para 9,50%), medicamentos em geral (0,26% para 2,44%), gás de bujão (2,02% para 6,07%), serviços bancários (0,20% para 1,24%), aves e ovos (0,33% para 2,38%), calçados (0,68% para 1,65%) e tarifa de telefone residencial (-1,26% para 0,73%)”, informou a FGV.

INCC

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,87% em abril, ante 0,73% em março. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de março para abril: Materiais e Equipamentos (0,29% para 1,35%), Serviços (0,79% para 0,73%) e Mão de Obra (1,12% para 0,46%).

Placa traz "aluga-se" em frente a condomínio de apartamentos. Ao fundo, sacadas dos apartamentos.

Inflação do aluguel acumula alta de 17,89% em 12 meses

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,02% em novembro deste ano, taxa mais baixa do que as do mês anterior (0,64%) e de novembro de 2020 (3,28%). Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador acumula 16,77% no ano e 17,89%, em 12 meses.

A queda da taxa de outubro para novembro foi puxada pelos três subíndices que compõem o IGP-M. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, teve deflação (queda de preços) de 0,29% em novembro. Em outubro, houve inflação de 0,53%.

A inflação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, recuou de 1,05% em outubro para 0,93% em novembro. Já o Índice Nacional de Custo da Construção passou de 0,80% para 0,71% no período.

Por Agência Brasil

Placa traz "aluga-se" em frente a condomínio de apartamentos. Ao fundo, sacadas dos apartamentos.

Aluguel: Despejos estão suspensos até o fim do ano

O presidente Jair Bolsonaro promulgou a lei que proíbe o despejo ou a desocupação de imóveis comerciais ou residenciais até o fim de 2021, em razão da pandemia de covid-19. A medida havia sido vetada por Bolsonaro em agosto, mas o veto foi derrubado pelo Congresso no mês passado.

Lei nº 14.216/2021 foi publicada no Diário Oficial da União, abrangendo ordens de despejos proferidas antes mesmo do período de calamidade pública, que entrou em vigor em 20 de março de 2020.

Para isso, o locatário deve comprovar que sua situação financeira mudou em razão das medidas de enfrentamento da pandemia, ocasionando prejuízo à subsistência da família e impossibilitando o pagamento do aluguel e dos demais encargos. A lei se aplica aos contratos de aluguel até R$ 600, no caso de locação residencial, e de R$ 1,2 mil para imóveis comerciais.

O texto também suspende os atos judiciais, extrajudiciais ou administrativos que imponham a desocupação ou a remoção forçada coletiva de imóveis urbanos, privados ou públicos. Nesse caso, não serão adotadas medidas preparatórias ou negociações para efetivar eventual remoção, e a autoridade administrativa ou judicial deverá interromper os processos em curso.

A medida atinge as decisões editadas ou proferidas desde 20 de março do ano passado. A regra não vale para as ocupações ocorridas após 31 de março de 2021 ou para as desocupações já concluídas.

Após 31 de dezembro de 2021, o Poder Judiciário deverá realizar audiência de mediação entre as partes, com a participação do Ministério Público e da Defensoria Pública, nos processos de despejo, remoção forçada e reintegração de posse coletivos que estejam em tramitação.

Por Agência Brasil

Índice do aluguel acumula alta de 31,15% em 12 meses

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado como referência para o reajuste de contratos de aluguel, teve inflação de 2,98% na segunda prévia de março deste ano. A taxa ficou acima dos 2,29% observados na segunda prévia de fevereiro.

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M acumula taxa de 31,15% em 12 meses.

A alta de fevereiro para março foi puxada pelos preços no atacado, no varejo e na construção. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, subiu de 2,98% na prévia de fevereiro para 3,72% na prévia de março.

O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, passou de 0,29% para 0,89% no período. Já o Índice Nacional do Custo da Construção subiu de 1% para 1,31%.

Por Vitor Abdala, da Agência Brasil

Placa traz "aluga-se" em frente a condomínio de apartamentos. Ao fundo, sacadas dos apartamentos.

Inflação do aluguel acumula 29,83% em 12 meses

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel no país, registrou inflação de 1,95% na primeira prévia de março, percentual superior ao 1,92% da prévia de fevereiro. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), em 12 meses, o IGP-M acumula 29,83%.

A alta da taxa na prévia de março comparada à de fevereiro, foi puxada pelos preços no varejo e na construção.

O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,19% para 0,79%. O Índice Nacional de Custo da Construção passou de 0,60% para 1,24%.

Já a inflação do Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, teve queda, ao passar de 2,54% na prévia de fevereiro, para 2,33% em março.

Por Vitor Abdala, da Agência Brasil

Inflação do aluguel é de 25,71% em 12 meses, diz FGV

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou inflação de 2,58% em janeiro deste ano. A taxa é maior que as de dezembro (0,96%) e janeiro de 2020 (0,48%). Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV),  em 12 meses o  acumulado é de 25,71%.   

A alta de dezembro para janeiro foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, cuja inflação subiu de 0,90% para 3,38% no período.

O Índice Nacional de Custo da Construção também teve alta, ainda que de forma mais moderada, ao subir de 0,88% em dezembro para 0,93% em janeiro.

Já o Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, teve queda ao passar de 1,21% em dezembro para 0,41% em janeiro.

Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil 

Placa traz "aluga-se" em frente a condomínio de apartamentos. Ao fundo, sacadas dos apartamentos.

IGP-M: Índice que reajusta aluguel acumula alta de 25,71%

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel em todo o país, registrou inflação de 2,58% em janeiro deste ano. A taxa é maior que a de dezembro do ano passado (0,96%). Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) informou hoje (28), o IGP-M acumula inflação de 25,71% em 12 meses. Em janeiro de 2020, o acumulado era de 7,81%.

A alta da taxa de dezembro para janeiro foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que subiram 3,38% em janeiro ante uma alta de 0,90% em dezembro.

O Índice Nacional de Custo da Construção também teve alta de dezembro (0,88%) para janeiro (0,93%).

O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, teve queda na inflação, ao passar de 1,21% em dezembro para 0,41% em janeiro.

Por Vitor Abdala, da Agência Brasil

Inflação do aluguel acumula alta de 20,93% em 12 meses

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel do país, registrou inflação de 3,23% em outubro deste ano. A taxa é inferior ao observado em setembro (4,34%). Apesar da queda da taxa, o IGP-M acumula índices de inflação de 18,10% no ano e de 20,93% em 12 meses, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

A queda da taxa de setembro para outubro foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, cuja inflação recuou de 5,92% em setembro para 4,15% em outubro deste ano.

Por outro lado, o varejo e a construção tiveram aumento da taxa de inflação no período. O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,64% para 0,77%. Já o Índice Nacional de Custo da Construção passou de 1,15% para 1,69%.

Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil