Criptomoeda: PF pede apreensão de R$ 130 milhões

A Polícia Federal em conjunto com o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça bloqueou criptoativos avaliados em quase R$ 130 milhões (US$ 24 milhões) que estavam em uma empresa, sediada nos Estados Unidos, que oferecia serviços de ativos virtuais.

Segundo a PF, a empresa, que prometia aos clientes retorno de 15% no primeiro mês de aplicação, estaria captando recursos de terceiros sem a autorização dos órgãos competentes. O dinheiro dos clientes era investido no mercado de criptoativos.

A ação é mais uma em esforço no combate aos crimes contra o sistema financeiro e à lavagem de dinheiro. O bloqueio foi solicitado com base em provas obtidas na Operação Egypto, deflagrada no Rio Grande do Sul, em maio de 2019, para apurar a atuação de uma empresa da cidade gaúcha de Novo Hamburgo. Os ativos serão preservados pelas autoridades americanas enquanto os procedimentos judiciais necessários ao seu confisco seguirem seu curso no Brasil.

Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil 

Criptomoeda para mercado de turismo estreia no Brasil em novembro

Uma criptomoeda criada com foco no mercado de turismo terá sua estreia mundial no Brasil neste mês, como parte de um projeto de um meio de pagamento mais ágil e barato do que os tradicionais do setor.

Chamado como bestkoin, o dinheiro virtual foi desenvolvido por um grupo de empresários internacionais num projeto com sede comercial em Dubai e terá seu lançamento no mercado (ICO, na sigla em inglês) nas próximas semanas.

Dentro do plano para que a moeda seja principalmente um meio de pagamento, em vez de investimento, os criadores do projeto fizeram uma parceria com a fintech brasileira Uzzo e com a Mastercard, que permitirá a conversão de bestkoins em divisas tradicionais, como reais ou dólares, no pagamento de compras e serviços por meio de um cartão pré-pago próprio.

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