Caminhão que transporta combustível estacionado diante de tanques de armazenamento de combustível. Na lataria do caminhão é possível ver a marca da Petrobras: "BR".

Diesel: preço cai R$ 0,20 nas refinarias

O preço do diesel vendido pela Petrobras às refinarias tem nova queda. Dessa forma, o diesel fica mais barato a partir desta sexta-feira (5).

O valor médio do litro passa de R$5,61 para R$5,41, o que representa uma redução de 3,57%.

Em nota, a petroleira explicou a redução dos preços.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

A última vez que o preço do diesel havia sido reduzido foi em maio de 2021. Desde julho do mesmo ano, a trajetória era de alta.

A parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 5,05 para R$ 4,87, em média, a cada litro vendido nas bombas, segundo a estatal. 

Caminhão que transporta combustível estacionado diante de tanques de armazenamento de combustível. Na lataria do caminhão é possível ver a marca da Petrobras: "BR".

Preço médio do Diesel é o maior desde 2004

Relatório da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) referente aos combustíveis na semana entre os dias 15 e 21 de maio mostrou com o valor do diesel subiu e bateu recorde. O preço médio do litro é de R$ 6,943, maior valor desde o início do levantamento em 2004.

O valor é 1,3% maior do que a média de R$ 6,487 do balanço anterior, do período entre 8 a 14 de maio.

O maior preço encontrado foi na cidade de Cruzeiro do Sul, localizado no Acre. O litro do diesel está em R$ 8,30. Já o menor valor foi localizado no município de Cornélio Procópio, no Paraná. O motorista está pagando R$ 5,49 no litro do combustível.

Em compensação, o preço da gasolina caiu pela primeira vez em cinco semanas. O valor médio do combustível é de R$ 7,275, uma queda de R$ 0,023 comparado ao semana anterior.

A gasolina mais cara foi localizada no Guarujá, cidade do litoral paulista, onde o consumidor está pagando, em média, R$ 8,59. O mais barato está no interior de São Paulo, com o preço médio sendo R$ 6,25 no município de Jaú.

Caminhão que transporta combustível estacionado diante de tanques de armazenamento de combustível. Na lataria do caminhão é possível ver a marca da Petrobras: "BR".

Aumento de 8,87% no diesel passa a valer hoje

O valor do diesel sofreu um aumento de 8,87% a partir desta terça-feira (10). Anunciado pela Petrobras na última segunda (9) por conta de uma redução nos estoques do combustível, o preço do litro foi de R$ 4,51 a R$ 4,91 para as distribuidoras.

Com base nos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do diesel nos postos está em R$ 6,63 o litro, que já havia observado uma alta de 0,30% na semana passada.

Ao longo do ano, o aumento acumulado do combustível em questão já atinge os 47% ainda em maio. O preço do diesel não era reajustado desde o dia 11 de março, há cerca de dois meses. Na última quinta-feira (5), a Petrobras informou que obteve um lucro líquido de R$ 44,561 bilhões no primeiro trimestre de 2022.

Frentista abastece carro em posto de São Paulo

Combustíveis: aumento de 18,8% da gasolina vale a partir de hoje

Com a disparada do petróleo decorrente da guerra entre Rússia e Ucrânia, a Petrobras anunciou na última quinta-feira (10) reajustes nos preços da gasolina, do diesel e do gás. O aumento passa a valer nesta sexta (11), após quase dois meses com os valores congelados nas refinarias.

O preço médio de venda da gasolina para as distribuidoras passará de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro, um aumento de 18,8%. Já para o diesel, o valor vai de R$ 3,61 a R$ 4,51 por litro, o que corresponde a uma alta de 24,9%.

“Após 57 dias sem reajustes, a partir de 11/03/2022, a Petrobras fará ajustes nos seus preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras”, anunciou a estatal.

A alta também atinge o gás liquefeito de petróleo (GLP). Com o reajuste de 16,1%, o kg passará de R$ 3,86 para R$ 4,48. Com isso, o botijão de 13kg, por exemplo, passará a custar R$ 58,21.

Para a empresa, os aumentos dos valores “refletem parte da elevação dos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente a demanda mundial por energia.” Após o anúncio, postos de combustíveis registraram filas que chegaram a atrapalhar o trânsito.

Bomba de combustível.

Diesel: preço se aproxima de R$ 7 no Brasil

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou relatório referente aos combustíveis na última semana no Brasil. Destaque para o preço do diesel, que está chegando perto dos R$ 7. 

O valor máximo detectado foi de R$ 6,905/litro na região Sudeste, um aumento de 3% em comparação a semana anterior (R$ 6,7/L).

O valor mais baixo identificado foi de R$ 4,070/litro na região Nordeste, 15% abaixo do preço mais baixo em comparação a semana anterior. Uma diferença de R$ 2,835 para o valor mais alto do combustível.

Bomba de combustível.
(Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Mesmo antes do impacto do aumento nos preços dos combustíveis feito pela Petrobras e pela Acelen, o diesel e a gasolina registraram, em média, alta de 1,4% e 0,2% nos preços na semana de 9 a 15 de janeiro, respectivamente.

A estatal Petrobras anunciou na última terça-feira (11) o reajuste do preço da gasolina e do diesel na venda para as distribuidoras. O novo preço entrou em vigor na quarta (12). A Acelen fez ajustes de até 5,1% para a gasolina e de até 8,4% para o diesel no último sábado (15).

Ainda segundo a ANP, o preço máximo da gasolina seguiu em R$ 7,899/litro, registrado nos postos na região Sudeste do Brasil. Porém, o preço mínimo foi de R$ 5,569/l, uma queda de 1,9%, encontrado em postos da região Sul.

O preço médio do etanol também se manteve estável, em R$ 5,046/litro, uma queda de 0,09% em relação à média da semana anterior. O menor preço foi encontrado no Sudeste, de R$ 4,329/litro, e o mais alto no Sul, de R$ 7,699/litro.

Por TV Cultura

Preços da gasolina e do diesel serão reajustados a partir de quarta-feira

Preços da gasolina e do diesel serão reajustados a partir de quarta-feira

A Petrobras comunicou nesta terça-feira (11) que os preços da gasolina e do diesel nas distribuidoras serão reajustados a partir de quarta.

Segundo a estatal, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro, o que representa um aumento de 4,85%.

O valor do diesel vai subir de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro, alta de 8,08%.

O último ajuste nos preços foi realizado em dezembro do ano passado, quando a Petrobras promoveu uma redução no valor da gasolina de 3,13%. Foi a primeira queda desde 12 de junho.

Já o último aumento foi anunciado em outubro do ano passado.

No comunicado, a estatal também disse que “reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, acompanhando as variações para cima e para baixo, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais.”

Nesta terça, o IBGE divulgou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2021 em 10,06%, a maior desde 2015. O resultado foi impulsionado pelos combustíveis. O etanol ficou 62,23% mais caro, a gasolina subiu 47,49% e o óleo diesel teve alta de 46,04%.

Desde 2016, a Petrobras passou a adotar para suas refinarias uma política de preços que se orienta pelas flutuações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e pelo câmbio.

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Em 2021, o preço do petróleo Brent escalou mais de 50% e o de WTI mais de 55%, impulsionados pela reativação da demanda com o fim das restrições sanitárias no começo do ano. Já o dólar avançou 7,47% frente ao real em 2021.

Na tarde desta terça-feira (11), o Brent era negociado em alta, acima de US$ 83, contra um preço médio de US$ 74,24 em dezembro. Já o dólar é negociado em queda, abaixo de R$ 5,60.

Preços nos postos
Na primeira semana de 2022, os preços da gasolina e do etanol recuaram nos postos, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Já o diesel teve alta.

Petrobras sobe o preço do Diesel a partir de amanhã

(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A Petrobras anunciou que vai aumentar o preço do diesel A para as distribuidoras. A partir de amanhã (29), o preço médio de venda nas refinarias passa de R$ 2,81 para R$ 3,06 por litro, um reajuste médio de R$ 0,25 por litro.

Nos postos de abastecimento, para o consumidor final, o preço deve subir R$ 0,22, considerando a mistura obrigatória de 12% de biodiesel e 88% de diesel. Segundo a empresa, o reajuste reflete “parte da elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo e da taxa de câmbio”.

“Após 85 dias com preços estáveis, nos quais a empresa evitou o repasse imediato para os preços internos devido à volatilidade externa causada por eventos conjunturais, a Petrobras realizará ajuste no preço do diesel A para as distribuidoras”, informa nota da estatal.

por Agência Brasil

Frentista abastece carro em posto de São Paulo

Gasolina, gás de cozinha e diesel sobem hoje nas refinarias

Os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha (GLP) sobem nesta terça-feira (6) nas refinarias. De acordo com a Petrobras, a gasolina aumenta, em média, R$ 0,16 (6,3%), fazendo com que o litro do combustível saia de R$ 2,53 e chegue a R$ 2,69.

O diesel tem médio de R$ 0,10 (3,7%) por litro, e passa a custar R$ 2,81 nas refinarias da Petrobras. O gás de cozinha (GLP) para as distribuidoras sobe R$ 3,60 por quilograma (kg), refletindo um aumento médio de R$ 0,20 por kg.

Segundo a Petrobras, os reajustes acompanham a elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo e derivados.

A empresa informa também que evita repassar imediatamente a volatilidade externa aos preços do mercado interno, mas busca o equilíbrio de seus valores com o mercado internacional e a taxa de câmbio.

Segundo a estatal, tal alinhamento “é fundamental para garantir que o mercado brasileiro siga suprido sem riscos de desabastecimento pelos diferentes setores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileira”.

Até chegar aos consumidores finais, os preços cobrados nas refinarias da Petrobras na venda às distribuidoras são acrescidos de impostos, custos para a mistura obrigatória de biocombustível, margem de lucro de distribuidoras e revendedoras e outros custos.

“Para o GLP especificamente, conforme Decreto nº 10.638/2021, estão zeradas as alíquotas dos tributos federais PIS e Cofins incidentes sobre a comercialização do produto quando destinado para uso doméstico e envasado em recipientes de até 13 kg”, explica a Petrobras, que acrescenta que, no caso do GLP, o preço final é acrescido do custo de envase nas distribuidoras.

Por Agência Brasil

Botijões de gás empilhados em revenda.

Gás de cozinha, gasolina e diesel ficam mais caros amanhã

(Arquivo/Agência Brasil)

A Petrobras anunciou hoje (5) que vai aumentar os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha (GLP) a partir de amanhã (6). Segundo a estatal, os reajustes acompanham a elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo e derivados.

Para a gasolina, o aumento médio será de R$ 0,16 (+6,3%), fazendo com que o litro do combustível saia de R$ 2,53 e chegue a R$ 2,69 nas refinarias da estatal.

Já o diesel terá um reajuste médio de R$ 0,10 (+3,7%) por litro, que passará custar R$ 2,81 nas refinarias da Petrobras.

A estatal anunciou ainda que o preço médio de venda do GLP para as distribuidoras passará a ser de R$ 3,60 por kg, refletindo um aumento médio de R$ 0,20 por kg.

A Petrobras afirma que evita repassar imediatamente a volatilidade externa aos preços do mercado interno, mas busca o equilíbrio de seus valores com o mercado internacional e a taxa de câmbio. Segundo a estatal, tal alinhamento “é fundamental para garantir que o mercado brasileiro siga suprido sem riscos de desabastecimento pelos diferentes setores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileira”.

Até chegar aos consumidores finais, os preços cobrados nas refinarias da Petrobras na venda às distribuidoras são acrescidos de impostos, custos para a mistura obrigatória de biocombustível, margem de lucro de distribuidoras e revendedoras e outros custos.

“Para o GLP especificamente, conforme Decreto nº 10.638/2021, estão zeradas as alíquotas dos tributos federais PIS e Cofins incidentes sobre a comercialização do produto quando destinado para uso doméstico e envasado em recipientes de até 13 kg”, explica a Petrobras, que acrescenta que, no caso do GLP, o preço final é acrescido do custo de envase nas distribuidoras.

Por Vinícius Lisboa, da Agência Brasil

Diesel e gasolina sofrem novo aumento nesta sexta-feira

A Petrobras anunciou hoje (15) aumentos de R$ 0,10 (3,7%) no preço do diesel e de R$ 0,05 (1,9%) no da gasolina. Os valores serão reajustados a partir de amanhã nas refinarias da estatal, onde o litro do diesel passará a custar R$ 2,76, e o da gasolina, R$ 2,64. 

A última mudança nos preços dos combustíveis ocorreu no sábado passado, quando a Petrobras havia anunciado uma redução de R$ 0,08 no preço do diesel e mantido o preço da gasolina em R$ 2,59.

Os reajustes de preços da Petrobras acompanham variações do valor dos combustíveis e do dólar no mercado internacional. Com isso, os aumentos ou reduções de preços ocorrem sem periodicidade definida, o que, segundo a estatal, permite competir de maneira mais eficiente e flexível. 

Desde o início do ano, os preços acumulam alta tanto para a gasolina, que encerrou 2020 vendida a R$ 1,84 nas refinarias da Petrobras, quanto para o diesel, que era negociado a cerca de R$ 2 por litro. 

A Petrobras afirma que os preços cobrados por suas refinarias têm “influência limitada” sobre o que é cobrado dos consumidores finais desses combustíveis. Isso ocorre porque o valor pago na bomba dos postos é acrescido de impostos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis.

Por Vinícius Lisboa, da Agência Brasil