Polícia apreende 280 quilos de explosivos, munição e armas

(Polícia Militar/Reprodução)

A Polícia Militar apreendeu 280 kg de explosivos, munição e drogas, em Paraisópolis, na zona sul de São Paulo.  O material foi descoberto depois que PMs da Rota prenderam um homem procurado pela Justiça, na região da Bela Vista, área central da Capital, ontem (5).

Segundo os policiais, após ser questionado o preso confessou integrar uma organização criminosa e teria dito que era responsável pela guarda de armas e drogas, indicando três locais onde o material poderia ser localizado. Os policiais militares foram até os três imóveis e apreenderam explosivos, 2,5 mil munições de diversos calibres, 92 carregadores, 10 suportes de carregadores, 20 adaptadores para pistola, bem como porções de maconha, cocaína, crack, ecstasy e LSD já embaladas para a venda.

O homem foi preso em flagrante e levado à 6ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). A ocorrência foi registrada como tráfico de drogas, posse de explosivos e munições, falsa identidade e captura de procurado. 

Polícia apreende droga e munição na Castello Branco

Munição de fuzil encontrada pelos policiais (Reprodução)

A Polícia Rodoviária apreendeu um carregamento de drogas e munição na Rodovia Castello Branco, em Araçariguama, na Região Metropolitana da Capital. Segundo a PM, os policiais desconfiaram do motorista de um carro que estava com os bancos do veículo deitados e parado em um posto de combustível.

Ao fazer a abordagem, os policiais descobriram que ele estava no local a espera do carregamento de droga e de munição. O material ilegal estava sendo trazido por um caminhoneiro, mas, ao perceber a presença policial, o motorista do caminhão seguiu para outro posto.

Os policiais foram até o local e conseguiram encontrar a carga. Ao todo, 234,447 quilos de maconha e 1.255 cartuchos de munição para fuzil foram apreendidos.

Os dois homens foram presos e levados para a delegacia.

(Reprodução)

Homens são presos acusados de plantar maconha em apartamento

A horta ilegal funcionava em uma das unidades de um condomínio localizado na esquina das Ruas Dona Veridiana e Frederico Abranches e foi descoberta pela PM graças a uma ligação feita ao “Disque Denúncia”.

No imóvel, os militares encontraram seis estufas onde eram cultivadas mudas de maconha em cerca de 100 vasos.

O local possuía um aparato completo para o cultivo, com sistema de isolamento térmico, iluminação específica e irrigação automática, além de termostato e controlador de umidade.

O apartamento foi interditado para o trabalho da equipe de peritos da Polícia Civil, e os dois criminosos, que não tiveram as identidades divulgadas, foram conduzidos ao Distrito Policial do Bom Retiro, e autuados em flagrantes por tráfico de drogas.

*Com informações do repórter Paulo Édson Fiore, da rádio Jovem Pan.
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Rota prende motorista com mais 150 quilos de cocaína

A Polícia Militar prendeu um motorista e apreendeu  grande quantidade de cocaína no município de Guarulhos, região metropolitana da Capital paulista.
 
No início da noite desta segunda-feira, uma equipe da ROTA recebeu chamado via Copom para averiguar possível situação de transbordo de carga roubada.
 
No local indicado, na Vila Fátima, os policiais se depararam com um homem que transferia algumas caixas entre dois carros.
 
Com a aproximação da viatura, o suspeito tentou fugir correndo, mas foi alcançado e preso.
 
Nas caixas, os Pms encontraram 164 tabletes de cocaína pura, totalizando cerca de 160 quilos da droga.
 
O motorista, com idade entre 25 e 30 anos, e que não tinha passagens na Polícia, disse apenas que receberia mil reais pelo transporte, mas não indicou a origem ou destino dos entorpecentes.
 
Ele foi encaminhado, juntamente com a cocaína e os veículos apreendidos, ao 1° Distrito Policial de Guarulhos, onde o flagrante foi registrado.
*Com informações do repórter Paulo Édson Fiore, da rádio Jovem Pan. 
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PCC: Parceiro de Marcola, Fuminho é trazido ao Brasil

Preso em Moçambique, na África, no último dia 13, Fuminho saiu do aeroporto de Maputo na madrugada deste domingo (19/4)

Fuminho é extraditado para o Brasil | Foto: Arquivo Ponte

O megatraficante Gilberto Aparecido dos Santos, o Fuminho, 49 anos, preso no último dia 13 em Moçambique, na África, foi extraditado hoje para o Brasil.

Ele embarcou 1h30 (horário local) da madrugada deste domingo (19/4) no aeroporto de Maputo, capital moçambicana, em um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) e estava algemado e com correntes nos pés.

TRAFICANTE FUMINHO SEGUE PARA O BRASIL

FUMINHO EXTRADITADO PARA O BRASIL Procurado pela justiça brasileira há 21 anos, Gilberto Aparecido dos Santos, ou simplesmente Fuminho, já está a caminho do Brasil. O presumível traficante de droga foi expulso administrativamente do território nacional por ordens do Ministro do Interior, Amade Miquidade que fundamenta a expulsão com “ imigração ilegal”. O processo foi gerido de forma ultra secreta, até a confirmação da saída de Fuminho do território nacional, através de uma aeronave da Força Aérea Brasileira. A Miramar sabe que Fuminho saiu da Penitenciária de Máxima Segurança, vulgo BO durante a madrugada de hoje e foi conduzido ao Aeroporto Internacional de Mavalane, donde partiu para o Brasil.Fuminho chegou no aeroporto com uma corrente que isolava as mãos e os pés, tudo para evitar a fuga. Um esquema de segurança desenhado ao detalhe para garantir a expulsão de Moçambique.O Ministro do Interior diz que aquando da entrada no território nacional, o cidadão Luiz Gomes de Jesus, também conhecido por Gilberto Aparecido dos Santos, não obedeceu os procedimentos migratórios e a entrada irregular é fundamento para expulsão administrativa.Alguns juristas esperavam ver o indiciado julgado e condenado em Moçambique e depois expulso, dado que se aventava a possibilidade de ter cometido crimes no território nacional.Fuminho foi detido na tarde da última terça-feira, em Maputo, num hotel de luxo, no bairro Sommerchield.O Ministro da Justiça do Brasil, Sérgio Moro, afirmou que a prisão do traficante, que estava há 21 anos foragido, foi um “golpe poderoso” na organização criminosa que ele fazia parte.A operação da prisão de Fuminho foi uma acção de cooperação policial internacional entre o Serviço Nacional de Investigação Criminal (Moçambique), a Polícia Federal (Brasil) e a DEA (Drug Enforcement Administration), órgão do Departamento de Justiça dos Estados Unidos responsável pelo combate às drogas.Fuminho é apontado como responsável pelo fluxo de dinheiro e da logística necessária para o tráfico internacional de drogas na região da Bolívia e Paraguai.A carreira no crime ganhou relevância quando fugiu da prisão, no Carandiru, em São Paulo em janeiro de 1999. Desde então, era procurado pela polícia brasileira.Em abril de 2019, Fuminho teria dado o aval para membros da facção criminosa fazer o resgate de Marcola , líder máximo da facção criminosa, do Presídio Federal de Brasília. Dois aviões e um helicóptero, que seriam caracterizados como da Polícia Militar de São Paulo, seriam usados no plano.Aos órgãos de comunicação assegurou não conhecer Marcola.Posted by TV Miramar on Sunday, April 19, 2020

Considerado o maior traficante de cocaína do Brasil e o principal fornecedor de drogas para o PCC (Primeiro Comando da Capital), Fuminho acabou preso em um hotel de luxo quando estava com dois nigerianos.

Há suspeitas de que os nigerianos não eram amigos de Fuminho, mas homens infiltrados pela DEA (Drug Enforcement Administration), a Polícia Federal dos Estados Unidos, responsável pela prisão do brasileiro.

Gilberto Aparecido dos Santos, o Fuminho, 49 anos, é apontado como braço direito de Marcola, líder do PCC (Reprodução)

Ainda não se sabe para qual presídio Fuminho será removido. A expectativa é de que ele seja encaminhado para uma das cinco penitenciárias federais do país: Brasília (DF), Porto Velho (RO), Mossoró (RN), Catanduvas (PR) ou Campo Grande (MS).

Fuminho estava foragido desde janeiro de 1999, quando escapou da Casa de Detenção, no Carandiru, zona norte de São Paulo, junto com Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, líder máximo do PCC.

O advogado de Fuminho, Eduardo Dias Durante, contratou dois escritórios de advocacia para auxiliá-lo na defesa de seu cliente em Moçambique. Um deles é ligado à Sara Mandela, filha do ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, que acompanhou todo o processo desde a prisão de Fuminho até a extradição dele.

Em Maputo, Fuminho ficou preso em uma cela monitorada por diversas câmeras de segurança. Ele permaneceu o tempo todo vigiado por agentes da DEA.

Os policiais norte-americanos caçavam Fuminho desde 2014, período em que ele morou na Flórida, nos EUA, com o parceiro do PCC Wilson José Lima de Oliveira, o Neno, 42 anos. Ambos escaparam de um cerco e conseguiram fugir para o Panamá.

No Brasil há dois mandados de prisão contra Fuminho. Um deles foi expedido pela Justiça do Ceará, em fevereiro de 2018. Ele foi acusado de comandar os assassinatos de Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca.

Ambos eram homens fortes do PCC, apenas abaixo de Marcola e foram executados sob a acusação de desviar dinheiro da facção criminosa. Os dois adquiriram imóveis de luxo no valor de R$ 8 milhões e veículos importados avaliados em R$ 2 milhões no Ceará.

O outro mandado de prisão refere-se a uma ocorrência de tráfico de drogas. Fuminho foi acusado pela Polícia Federal de guardar ao menos 18 armas de grosso calibre, como fuzis e submetralhadoras, e 470 kg de cocaína em um sítio em Juquitiba, na Grande São Paulo.

A droga e o armamento estavam escondidos em um bunker, um poço com mais de 30 metros de profundidade que contava até com um elevador hidráulico.

Além de Fuminho, foram acusados pelo crime Antonio Farias da Costa, Charles do Reis Araújo, Dirnei de Jesus Ramos, e Vanderlei José Ramos e Ailton José Oliveira, todos considerados megatraficantes.

Dirnei, Charles e Ailton foram condenados a 21 anos de prisão. Charles foi apontado como o dono do sítio de Juquitiba. Antonio recebeu uma pena de 24 anos e Vanderlei de 25 anos.

A Polícia Federal monitorava Fuminho há meses naquela época. Agentes o seguiram e o filmaram em diversas ocasiões, como na Favela Heliópolis, zona sul da cidade de SP, na Favela Pantanal, zona leste, e num posto de gasolina na região de Capivari, interior de São Paulo.

Os agentes federais já tinham montado um plano para prender Fuminho e sua quadrilha, mas policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), invadiram o sítio de Juquitiba em março de 2013 e o bando conseguiu fugir.

A Rota alegou na época que havia recebido denúncia anônima sobre a existência do sítio, das armas e da droga apreendidos. Porém, a invasão ocorreu graças às escutas telefônicas feitas com autorização judicial por policiais militares do 18º Batalhão do Interior, em Presidente Prudente.

Segundo o advogado Eduardo Dias Durante, não há nada que comprove a participação de Fuminho com o tráfico de drogas e com o envolvimento dos assassinatos de Gegê do Mangue e de Paca.

Penitenciária federal de segurança máxima de Brasília (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Caso Fuminho seja mandado para a Penitenciária de Brasília, ele ficará mais perto de Marcola e de outros homens da cúpula do PCC, como Roberto Soriano, o Tiriça, Abel Pachedo de Andrade, o Vida Loka, Anderson Nilton de Paula Lima, o Andinho, e Paulo Cesar Souza do Nascimento Júnior, o Neblina.

Histórico de Fuminho

Desses líderes do PCC, Fuminho cumpriu pena somente com Marcola, na Casa de Detenção do Carandiru. Esse presídio, palco do massacre de 111 preso pela PM em outubro de 1992, foi a “principal escola, a faculdade do crime” para Fuminho.

Ele foi preso pela primeira vez em 9 de abril de 1990, por uma simples contravenção penal. Foi condenado a pagar uma multa equivalente a 10 dias do salário mínimo da época.

Em 3 de julho de 1991 foi preso novamente, dessa vez por roubo, e pisou pela primeira vez na Casa de Detenção. Acabou condenado a quatro anos. Sobreviveu ao maior massacre da história prisional do país.

Em maio de 1993, três meses antes da fundação do PCC, Fuminho foi mandado para o regime semiaberto em Bauru, no interior paulista. Ele fugiu em 4 de janeiro de 1994.

Nas ruas voltou a roubar. Por um assalto realizado em dezembro de 1993 ele foi condenado a seis anos e oito meses. Em maio de 1998 foi preso e condenado a quatro anos e oito meses por tráfico.

Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola (Reprodução)

Em janeiro do ano seguinte, Fuminho escapou da Detenção com Marcola e não parou mais de traficar drogas. Ele é apontado pela Polícia Federal e Ministério Público Estadual como responsável pela exportação de ao menos uma tonelada de cocaína para a Europa por mês.

Agentes federais já interceptaram vários carregamentos de droga atribuídos a Fuminho, com apreensões inclusive de aeronaves. O advogado Eduardo Dias Durante ressalta que seu cliente jamais foi um narcotraficante.

Por Josmar Jozino – Repórter da Ponte

‘Padaria’ do PCC embalava até 900 papelotes por minuto

A Polícia Militar encontrou um galpão usado para produção e comercialização de drogas na zona sul da cidade de SP

Galpão clandestino era usado para produzir 900 papelotes de cocaína por minuto| Foto: Arquivo Ponte

Um maquinário avaliado em R$ 3,7 milhões, capaz de embalar 900 papelotes de cocaína por minuto, foi um dos maiores e mais modernos investimentos feitos pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) para produzir e comercializar a droga em São Paulo.

O sofisticado equipamento industrial foi descoberto na quinta-feira (16/4) pela Polícia Militar em um galpão clandestino na rua Engenheiro Artur de Miranda, 171, no Jardim Juçara, nas proximidades da Favela Paraisópolis, na zona sul da cidade.

Policiais militares da Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Moto), do 2º Batalhão de Choque prenderam três pessoas e apreenderam 712 kg de cocaína refinada, além de 60 kg de pasta base.

No local foram encontradas também seis máquinas industriais de produção em larga escala da droga, cada uma avaliada em R$ 450 mil, e outra no valor de R$ 1 milhão. Os equipamentos estavam funcionando “em pleno vapor” quando os policiais chegaram.

Segundo a Polícia Militar, a droga produzida na “padaria” (nome dado por traficantes ao local onde a droga é preparada e embalada) do PCC era distribuída em toda a zona sul.

O oficial afirmou que os “padeiros” do PCC produziam, diariamente, R$ 300 mil em papelotes com a droga. Ainda de acordo com a PM, os policiais faziam patrulhamento na região e suspeitaram de um homem saindo do galpão, que se assustou quando viu os policiais e tentou entrar em um carro, mas acabou abordado.

Os outros dois traficantes foram presos dentro do galpão. Os PMs informaram que os três homens ofereceram R$ 163 mil aos policiais para não serem presos.

O dinheiro também foi apreendido. Os traficantes foram levados para o 34° DP (Morumbi) e autuados em flagrante por tráfico de drogas, associação à organização criminosa e corrupção ativa.

Eles foram identificados como Renaldo Ribeiro Moreno, Raphael Francisco da Silva e Paulo Henrique Rodrigues de Oliveira. A Ponte não conseguiu localizar os advogados dos acusados.

A mulher de um dos presos também foi detida para averiguação. O dinheiro que os traficantes queriam utilizar para corromper os PMs foi encontrado na casa dela, de acordo com um dos policiais que participou da ação. “As apreensões e as prisões representaram, sem dúvida, um duro golpe para essa facção criminosa”, comentou.

Por Josmar Jozino – Repórter da Ponte

‘Dóris’ leva PM até casa usada para esconder droga

Dóris faz pose ao lado da droga encontrada dentro de uma casa, na zona sul
(Governo do Estado de SP/Reprodução)

A cadela Dóris, da Polícia Militar, ajudou policiais do 5º Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) a localizar, na tarde de hoje (19), uma casa usada para esconder droga em Heliópolis, na zona sul de São Paulo. Dentro do imóvel, os PMs encontraram dez quilos de entorpecentes.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, foram apreendidos maconha, cocaína e crack, preparados para venda, além de anotações com a contabilidade do tráfico. O caso foi registrado no 95º DP da Capital.

Ação contra o crime organizado apreende mais de 150 quilos de cocaína

Caminhão que transportava droga foi interceptado nas proximidades do Porto de Santos (Deic/via Governo do Estado de SP)

Policiais civis do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) apreenderam mais de 150 quilos de cocaína em três ações diferentes em combate ao crime organizado. Os flagrantes aconteceram na madrugada desta terça-feira (10).

A primeira ocorreu no Porto de Santos, onde, em um carregamento interceptado, foi constatada a presença de tijolos de cocaína em meio a 35 toneladas de graxa. O material se solidifica e somente após um processo industrial de aquecimento será possível a retirada e contabilização da droga.

Nas proximidades, os policiais também apreenderam um caminhão baú refrigerado contendo contêineres com polpa congelada de laranja que tinham como destino a República Checa. Dentro do produto foram localizados mais tijolos de cocaína.

Um terceiro carregamento foi interceptado pela equipe em Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo. Na ação, dois homens transportavam 153 quilos de cocaína em um veículo modelo Iveco Daily. As drogas foram encontradas em um fundo falso, no assoalho do automóvel.

Participaram dos trabalhos agentes da 2ª e 3ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat). Ao todo, oito pessoas foram presas e respondem por tráfico de drogas e associação ao tráfico.

*Conteúdo do Governo do Estado de SP

Polícia Rodoviária apreende 11 toneladas de maconha

Por Ludmilla Souza

(SSP/Reprodução)

A Polícia Militar de São Paulo prendeu um homem transportando mais de 11 toneladas de maconha na quinta-feira (5). O flagrante aconteceu durante a Operação São Paulo Mais Seguro, na cidade de Mirante de Paranapanema, região de Presidente Prudente (SP).

Uma equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) do 2º Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv) realizava bloqueio pela Rodovia Olímpio Ferreira da Silva quando abordou um caminhão carregado com soja.

(SSP/Reprodução)

Os policiais desconfiaram do nervosismo do condutor e vistoriaram a carga, descobrindo grande quantidade de drogas escondida embaixo do carregamento. Ao todo, foram apreendidas 11,3 toneladas de maconha.

A Secretaria de Segurança Pública informou que é a maior apreensão de drogas realizada pela Polícia Militar no estado neste ano. As substâncias foram encaminhadas para perícia. O criminoso foi conduzido à sede da Polícia Federal, em Presidente Prudente, para demais providências.

Carga de cocaína é apreendida no Porto de Santos

(Reprodução)

A Alfândega da Receita Federal do Brasil do Porto de Santos e a Polícia Federal também de Santos, em operação conjunta, localizaram nesta quarta-feira (4), 341 kg de cocaína em uma carga de exportação.

Equipe da Alfândega, através de critérios objetivos de análise de risco, incluindo a inspeção não intrusiva (raios X), selecionou para inspeção física uma carga de mycelium (parte vegetativa de um fungo) acondicionada em sacos, em um contêiner de 40 pés com destino ao Porto de Antuérpia, na Bélgica.

Durante a inspeção, houve indicação positiva dos cães de faro da Receita Federal para a presença de drogas, aumentando as suspeitas. No interior do contêiner, junto à porta, foram encontradas dez bolsas esportivas pretas contendo diversos tabletes, envoltos em plástico, de uma substância branca aparentando ser cocaína, totalizando 341 kg.

Em função das características observadas na ação, suspeita-se ter ocorrido a técnica criminosa denominada “rip-off modality”, em que a droga é inserida em uma carga lícita sem o conhecimento dos exportadores e importadores.

A droga interceptada pela Receita Federal foi entregue à Polícia Federal, que prosseguirá com as investigações a partir das informações fornecidas pela Alfândega.

*Conteúdo da Receita Federal