Festa com 467 pessoas é interrompida e local interditado

A Força-Tarefa do Governo de SP, formada pela Vigilância Sanitária, Procon-SP e Polícias Civil e Militar, interditou, na madrugada desta sexta-feira (16), um estabelecimento que funcionava irregularmente no município de Taboão da Serra, na Região Metropolitana de São Paulo. No total, 467 pessoas foram flagradas aglomeradas no evento clandestino no momento da fiscalização.

A operação foi deflagrada por policiais civis do Grupo Especial de Reação (GER) e do GARRA, policiais militares do Batalhão de Choque e guardas civis metropolitanos da cidade de Taboão da Serra, além de agentes da Vigilância Sanitária do Estado e fiscais do Procon. No local, 145 pessoas estavam sem máscaras de proteção facial no momento da fiscalização.

O estabelecimento irregular foi autuado pela Vigilância pelo não cumprimento das normas de segurança sanitária e ainda recebeu três autuações do Procon-SP. Ao final da ação, o local foi interditado.

Na madrugada de ontem (15), o Comitê de Blitze que atua na capital já havia flagrado duas festas clandestinas, com mais de 300 pessoas, na capital. Os eventos irregulares ocorriam em estabelecimentos dos bairros Parque Santo Antônio e Cidade Ademar, na zona Sul.

Qualquer pessoa pode denunciar festas clandestinas e funcionamento irregular de serviços não essenciais pelo telefone 0800-771-3541 e também no site www.procon.sp.gov.br ou pelo e-mail [email protected], do Centro de Vigilância Sanitária.

Por Gov. do Estado de SP

Polícia Civil fecha balada com mais de 120 pessoas

A Polícia Civil, durante blitz da força-tarefa de combate ao descumprimento das regras contra a pandemia de coronavírus, fechou, na madrugada de hoje (14), uma tabacaria na Vila Carrão, zona leste de São Paulo. Atendendo a denúncias, os agentes do GARRA/DOPE E DO GER, da Polícia Civil, com apoio da PM, GCM e fiscais do Procon e Vigilância Sanitária, foram até o local, onde encontraram 126 pessoas, 50 delas sem a máscara de proteção obrigatória.

Os jovens consumiam bebidas alcoólicas e fumavam narguilé, aglomerados, sem respeitar as determinações de distanciamento social vigentes por decreto do governo estadual. Todos foram identificados e tiveram antecedentes criminais checados antes de serem liberados.

Foram apreendidas seis máquinas leitoras de cartões, além de impressora, notebook e equipamentos de som. O proprietário do estabelecimento, além do gerente e dois DJs foram encaminhados ao Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), no Centro, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de natureza Infração de Medida Sanitária Preventiva.

O estabelecimento foi multado e interditado. O valor da infração não foi divulgado, mas, apenas a falta da máscara de proteção gera uma multa de 5 mil e 200 reais por pessoa, o que, no caso, dá 260 mil reais.

*Com Paulo Édson Fiore, da Jovem Pan

Festa clandestina de R$ 1.600 tinha Matheus e Kauan como atração

(Rede Social/via TV Cultura)

A Força-tarefa do Comitê de Blitze do estado de São Paulo encerrou, na madrugada deste domingo (11), uma festa clandestina que tinha como atração a dupla sertaneja Matheus e Kauan. O evento acontecia no Jardins, bairro nobre da capital paulista.

O local é, na verdade, um escritório de advocacia. A entrada custava em torno R$ 1.600,00. Em nota, o Governo do estado aponta que a festa acontecia para comemorar o aniversário de uma socialite, e que foram encontradas drogas no local. Cerca de 500 pessoas estavam aglomeradas e não utilizavam máscara.

“A Vigilância Sanitária recebeu mais de cem denúncias da festa realizada neste escritório, que frequentemente promovia eventos clandestinos com artistas famosos e garantia aos convidados que o local não seria fiscalizadopela Polícia”, coloca o texto. 

Em vídeo, uma mulher que estava no local aparece ofendendo os agentes. A moça ainda ordenou que os policiais fossem para a “favela”. Veja o vídeo do desacato, publicado por Alexandre Frota em sua conta o Twitter:

Por TV Cultura

Fiscalização interrompe festa com 620 pessoas

Mais uma festa clandestina foi interrompida na capital paulista na madrugada deste domingo (4). Desta vez, 620 pessoas estavam aglomeradas na Vila Jaguara, zona oeste paulistana. A festa ocorria no subsolo do endereço, sem ventilação e sem saída de emergência. O estabelecimento foi autuado.

De acordo com o Comitê de Blitze do Estado de São Paulo, 308 pessoas estavam sem máscara de proteção. A ocorrência viola as medidas sanitárias em razão da pandemia de covid-19. 

A Guarda Civil Metropolitana e a Coordenadoria da Vigilância Sanitária (Covisa) fazem parte do comitê pela prefeitura. Pelo governo estadual, atuam os profissionais da Vigilância Sanitária, da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor São Paulo (Procon-SP) e das polícias civil e militar.

Na noite de sábado (3), o comitê também inspecionou 14 estabelecimentos em Paraisópolis, Vila Madalena, Barra Funda, Paraíso e Vila Jaguara. Os locais receberam orientação para funcionamento conforme as regras sanitárias. 

Além da festa clandestina no Jaguara, dois estabelecimentos foram autuados por aglomeração e descumprimento do horário de funcionamento nos bairros Paraíso e Vila Madalena.

Na tarde de sábado (3), o comitê esteve em Paraisópolis em operação de busca e apreensão em espaço conhecido por fazer festas clandestinas na região. No momento da ação, no entanto, o local estava fechado.

Em Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira, o Projeto Inverno tem intensificado as fiscalizações na temporada. As equipes da força-tarefa, que envolve também a Vigilância Sanitária do município e de Taubaté, inspecionou e orientou 100 estabelecimentos. Dezoito foram autuados por aglomeração e descumprimento do horário de funcionamento.

Por Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil

Blitz encerra festas clandestinas em São Paulo

(Reprodução)

Pelo menos 344 pessoas foram retiradas de uma casa noturna do bairro do Butantan, na zona oeste da capital paulista, na madrugada de hoje (28). O local foi interditado pelo Comitê de Blitze, do Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo, por promover reunião de pessoas que não estavam cumprindo medidas sanitárias como uso de máscaras e distanciamento social. O proprietário da casa noturna foi autuado pela infração.

No Bairro da Penha, zona leste da cidade, outra casa noturna foi flagrada com 300 pessoas nas mesmas condições. Os agentes da Polícia Civil, Polícia Militar, Procon, Vigilância Sanitária Estadual e órgãos municipais autuaram o proprietário, que foi encaminhado para uma delegacia junto com outras duas participantes do evento.

O Comitê de Blitze foi criado pelo governo estadual em parceria com a prefeitura de São Paulo para reforçar as fiscalizações e o cumprimento das medidas restritivas da fase emergencial e evitar a propagação do novo coronavírus. Integram o comitê agentes da Guarda Civil Metropolitana e da Covisa (Coordenadoria da Vigilância Sanitária) pela Prefeitura de São Paulo. Pelo Governo do Estado, atuam profissionais da Vigilância Sanitária, Procon e das Polícias Civil e Militar.

Para denunciar festas clandestinas e o funcionamento irregular de serviços não essenciais basta ligar para o 0800-771-354, acessar o site ou enviar um e-mail para[email protected], do Centro de Vigilância Sanitária. A denúncia pode ser anônima.

Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil 

Festa com mais de 300 pessoas é interrompida na zona leste

Quatro pessoas foram encaminhadas para delegacia após encerramento de uma festa clandestina em um bar, na Cidade Patriarca, bairro da Zona Leste da capital paulista. No local foram apreendidos dois mixers, um receptor de som, um laptop e 42 máquinas de crédito e débito. Pelo menos 304 pessoas foram retiradas do local pelo Grupo Armado de Repressão a Roubos, do Departamento de Operações Especiais de Polícia, em conjunto com a Polícia Militar e órgãos fiscalizadores do município.

O Comitê de Blitze do Governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo receberam uma denúncia anônima e o caso foi encaminhado para o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, onde foi registrado um boletim de ocorrência de descumprimento de medida sanitária e desacato, já que uma das pessoas desrespeitou um delegado que participava da fiscalização.

O Comitê de Blitze foi criado pelo governo estadual em parceria com a prefeitura de São Paulo para reforçar as fiscalizações e o cumprimento das medidas restritivas da fase emergencial e evitar a propagação do novo coronavírus. Integram o Comitê agentes da Guarda Civil Metropolitana e Coordenadoria da Vigilância Sanitária pela Prefeitura de São Paulo. Pelo Governo do Estado, atuam profissionais da Vigilância Sanitária, Procon e das Polícias Civil e Militar.

Para denunciar festas clandestinas e funcionamento irregular de serviços não essenciais basta ligar para o 0800-771-354, acessar o site ou enviar e-mail para [email protected], do Centro de Vigilância Sanitária. A denúncia pode ser anônima.

Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil 

Vigilância encerra duas festas clandestinas

O comitê formado pelo governo paulista para fiscalizar festas clandestinas flagrou dois eventos na noite de ontem (3) na capital paulista. Os dois locais descumpriam o Plano São Paulo, que proíbe a realização de festas, neste momento, por causa da pandemia do novo coronavírus.

Ao contrário de outras cidades, não foi feriado nesta quinta-feira na capital paulista. A prefeitura de São Paulo havia adiantado o feriado de Corpus Christi para o mês de março por causa da pandemia.

Segundo o comitê, cerca de 190 pessoas foram flagradas nas festas durante a fiscalização e a maioria delas não usava máscara de proteção e nem respeitava o distanciamento social.

Uma das festas ocorria na Avenida Lopes de Azevedo, no Morumbi, e a outra, na Rua Guararapes, em Cidade Monções. Os organizadores dos dois eventos foram localizados e autuados. Máquinas de crédito e débito e mesas controladoras de som foram apreendidas.

As ações foram deflagradas pelo Grupo Armado de Repressão a Roubos (Garra), pelo Departamento de Operações Especiais de Polícia (Dope), em conjunto com a Vigilância Sanitária, a Fundação Procon e órgãos fiscalizadores do município.

Qualquer pessoa pode denunciar festas clandestinas e funcionamento irregular de serviços não essenciais pelo telefo

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil

Festa em Suzano tinha mais de 100 pessoas aglomeradas

As polícias Civil e Militar, em apoio ao em apoio ao Comitê de Blitz criado pelo Governo do Estado de São Paulo para combate à Covid-19, flagraram um evento clandestino com mais de 100 pessoas, na madrugada de domingo (16), na Estrada dos Fernandes, no Jardim da Saúde, em Suzano. 

Agentes do Grupo Armado de Repressão a Roubos (Garra), pertencente ao Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), da Polícia Militar, da Guarda Civil Municipal, da Vigilância Sanitária Estadual e Municipal e do Procon compareceram ao local dos fatos. 

No endereço indicado havia 157 pessoas, sendo que 78 delas estavam sem máscaras faciais para proteção contra o coronavírus. Além disso, os participantes do evento não praticavam o distanciamento social recomendado. Seis pessoas, com idades entre 34 e 48 anos, foram encaminhadas à delegacia.

Foram encontrados 140 comprimidos de ecstasy, 107 porções de cocaína, três cigarros de maconha, 37 fracos de lança-perfume e 23 unidades de LSD – todos os entorpecentes foram apreendidos. Perícia foi solicitada ao Instituto de Criminalística (IC).

O caso foi registrado como infração de medida sanitária preventiva, localização/apreensão de objeto e drogas para consumo pessoal sem autorização ou em desacordo pela Delegacia de Itaquaquecetuba.

Por Barbara Zaghi, da SSP

Fiscais flagram festa com 600 pessoas no fim de semana

(Gov. do Estado de SP/via Agência Brasil)

Uma festa clandestina com 600 pessoas foi interrompida em Osasco, Região Metropolitana de São Paulo, pela Polícia Civil. A aglomeração descumpre as medidas restritivas de contenção da covid-19 no estado. A Vigilância Sanitária identificou 400 pessoas sem máscaras. Os presentes consumiam bebidas alcoólicas e fumavam no narguilé.

O local foi interditado e o responsável pelo evento e três funcionários foram detidos e autuados por infração de medida sanitária preventiva e encaminhados ao 10º Distrito Policial (DP) de Osasco. A blitz de fiscalização também apreendeu equipamentos de som e uma máquina de cartão bancário.

Na capital

Na zona sul da capital paulista, um grupo de 100 pessoas foi flagrado em uma tabacaria no Jardim São Luís. Os policiais chegaram até o local, na Avenida Maria Coelho de Aguiar, por meio de denúncia. De acordo com o governo paulista, o caso foi registrado como infração de medida sanitária preventiva no Departamento de Polícia e Proteção à Cidadania (DPPC).

Outros 12 locais foram inspecionados e orientados. Foram autuados dois estabelecimentos na Vila Madalena, zona oeste, e no Tatuapé, zona leste da cidade. A blitz percorreu os bairros Penha, Vila Leopoldina, Pirituba e São Judas.

Denúncia

O Comitê de Blitze, criado em março, funciona em conjunto com a prefeitura de São Paulo e fiscaliza as medidas restritivas de combate à propagação do coronavírus. Qualquer pessoa pode denunciar festas clandestinas e funcionamento irregular de serviços não essenciais. O contato é pelo telefone 0800-771-3541, pelo site do Procon-SP ou ainda pelo e-mail do Centro de Vigilância Sanitária.

Por Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil