Google e Estado oferecem curso gratuito de tecnologia

Parceria entre o Google e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, o Programa Minha Chance oferece capacitação para jovens na área de tecnologia. São 6,5 mil vagas para a formação que traz temas como computação em nuvem, inteligência artificial e infraestrutura e segurança de redes.

Os inscritos farão um curso preparatório de seis horas oferecido pelo Google, com início logo ao fim das inscrições, que vão até a próxima sexta-feira (22). Entre 8 de novembro e 19 de dezembro, será oferecida a capacitação principal, com aulas ministradas por especialistas do mercado e professores do Centro Paula Souza, que coordena o sistema estadual de ensino técnico.

Processo seletivo, com um curso de 5 horas vai de 22 a 31 de outubro e o período de matrícula em primeira chamada vai de 3 a 5 de novembro.

A formação tem como objetivo aumentar a qualificação dos estudantes das Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e as Escolas Técnicas (Etecs), mas também está aberta à comunidade. Para se candidatar, é preciso ter 14 anos completos.

As inscrições pode ser feitas pela internet.

Por Agência Brasil

Google, Amazon e Twitter sofrem instabilidade

twitter

Além da queda dos aplicativos WhatsApp, Facebook e Instagram desta segunda-feira (4), algumas plataformas também apresentaram instabilidades, dentre elas Twitter, Google e Amazon.

De acordo com o site Downdetector, que monitora as reclamações dos usuários, a rede social Twitter registrou um pico de queixas por volta das 16h20. Já o Google registrou esse mesmo pico às 13h20, com mais de 300 relatos.

Após migração em massa para o Telegram por conta da queda do WhastApp, o número de reclamações também aumentou. Em dados relatados no DownDetector, o aplicativo apresentou problemas a partir das 12h46. Houve um pico de reclamações após esse horário.

por TV Cultura

Google e Facebook exigem que funcionários se vacinem

As empresas de tecnologia de informação Google e Facebook anunciaram, separadamente, na última semana, que seus funcionários que quiserem retornar aos escritórios devem estar vacinados contra a covid-19.

O presidente da Alphabet (holding que inclui o Google), Sundar Pichai, afirmou que a decisão será implementada nas próximas semanas nos Estados Unidos e será ampliada para outros países nos próximos meses.

De acordo com Pichai, a maior parte dos funcionários deverá estar de volta aos escritórios a partir de 18 de outubro, em vez da data inicial de 1º de setembro. A empresa calcula que 80% dos trabalhadores deverão retornar aos locais de trabalho, e 20% deverão permanecer em home office.

A ordem de vacinação obrigatória sofrerá ajustes, para cumprir as leis e regulamentos locais e considerar a disponibilidade de imunizantes, adiantou Pichai, e também não valerá para pessoas que não podem tomar vacina por questões de saúde.

Mesma ordem no Facebook

Em paralelo, o Facebook também anunciou nesta quarta-feira que vai exigir vacinação de todos os que quiserem retornar aos escritórios nos Estados Unidos.

Em junho, a rede social havia comunicado aos funcionários que aqueles que desejassem continuar trabalhando de casa poderiam fazê-lo, desde que as tarefas o permitissem.

Aos demais foi recomendado trabalhar ao menos a metade do tempo nos escritórios. O Facebook planeja ter uma ocupação de 50% dos escritórios em meados de setembro e retornar à capacidade máxima em outubro.

No mês passado, o banco Morgan Stanley e a gestora de ativos BlackRock também haviam comunicado que somente funcionários vacinados poderiam retornar ao trabalho presencial.

O governador do estado de Nova York, Andrew Cuomo, anunciou que a vacinação será obrigatória para todos os trabalhadores da saúde que mantêm contato com o público. A Califórnia e a cidade de Nova York anunciaram que funcionários públicos deverão se vacinar ou realizar testes semanais. As autoridades americanas temem a propagação da variante delta do coronavírus, que é mais infecciosa.

A legislação dos EUA permite que as empresas exijam de seus funcionários que apresentem um comprovante de vacinação, exceto por motivos médicos ou objeções religiosas.

*Com Deutsche Welle

Google oferece capacitação profissional para mulheres

(Arquivo)

A gigante de tecnologia Google está oferecendo gratuitamente dois programas de capacitação para mulheres. Os minicursos, que ocorrerão virtualmente no próximo dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, já estão com as inscrições abertas.

O programa Cresça com o Google para Mulheres que Querem Empreender tem como objetivo apresentar conteúdos e dicas práticas sobre liderança feminina, marca pessoal, vendas e finanças. As palestras serão ministradas por Susana Ayarza, Diretora de Marketing no Google; Priscilla de Sá, Especialista em Liderança Feminina; Dany Carvalho, Networker Profissional; Cris Ueda, Consultora de Marca Pessoal; Dilma Campos, CEO da agência Outra Praia; Paula Bazzo, Planejadora Financeira; e Rachel Maia, CEO e Fundadora da RM Consulting.

Já o programa Mulheres que Querem Desenvolver suas Carreiras irá se focar no fortalecimento das habilidades pessoais. Serão abordados temas como comunicação, apresentação pessoal, e autoconhecimento. Entre as palestrantes, estarão Patricia Tucci, Especialista em Treinamento e Desenvolvimento, e Veruska Galvão, mentora de carreiras.

Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil

Samsung lança plataforma gratuita para professores

A Samsung oferece aos educadores uma plataforma online com dicas de técnicas inovadoras para as aulas à distância. Segundo comunicado da empresa, Especializa+ surgiu por meio de uma parceria entre a empresa, o Google For Education e o Amplifica, com o objetivo de levar novos conceitos e inspirar educadores por meio de novas ferramentas e recursos tecnológicos. A ferramenta já está à disposição de professores e a inscrição é gratuita (https://samsung.com.br/especializa/)

O comunicado distribuído para a imprensa diz que o Especializa+ conta com um programa de treinamento para educadores sobre o universo Google for Education. São três módulos (“Lendo o mundo”, “Interagindo e Criando” e “Sistematizando a Aprendizagem e Refletindo”), com videoaulas guiadas pelas educadoras Carla Arena e Samara Brito, idealizadoras do Amplifica. O principal objetivo, diz o comunicado, é levar aos professores novos olhares para que eles possam aprimorar suas práticas pedagógicas. Ao final do curso, é oferecido um certificado exclusivo, respondendo às questões sobre o conteúdo compartilhado.

“A Samsung é uma empresa que inspira o mundo e molda o futuro com ideias e tecnologias transformadoras, desenvolvendo soluções para o mercado de educação com o objetivo de criar um ambiente de aprendizado digital motivador para professores e alunos. O Especializa+ é uma imersão 100% gratuita que ajuda o educador a colocar em prática uma rotina de ensino muito mais digital, rápida e imersiva, trazendo um novo olhar sobre como integrar as ferramentas tecnológicas em suas práticas pedagógicas, com exemplos práticos e ferramentas que ajudarão a transformar a aula”, afirma no comunicado Sandra Chen, diretora da área de notebooks da Samsung Brasil.

A companhia destaca que tem acompanhado de perto o desenvolvimento de projetos que têm como ponto central a produção e consumo de conteúdos digitais voltados para educação, desenvolvendo produtos especialmente para atender a este mercado.

“Nosso objetivo é motivar e inspirar o aprendizado oferecendo tecnologia de ponta aos professores e alunos. A combinação de dispositivo e conteúdo permite uma transformação mais suave e orgânica do modelo pedagógico, e colocamos toda a estrutura, experiência e portfólio da Samsung à disposição para auxiliar na evolução do ensino e da aprendizagem em grande escala”, finaliza Sandra Chen.

Google diz que instabilidade nos serviços foi resolvida

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Após sair do ar na manhã desta segunda-feira (14), os serviços do Google têm o funcionamento estabilizado. Conforme aponta o painel do Google Workspace, o Gmail, YouTube, Google Drive e o Google Play estão funcionando normalmente.

Do mesmo modo, o Google Maps e o Google Meet, serviço que permite a realização de videoconferências por vídeo, deixaram de apresentar problemas em funcionalidades.

Os produtos do Google ficaram fora do ar, na manhã de hoje (14). A dificuldade de acesso aos serviços foi relatada em redes sociais e apontada pela equipe Downdetectorsite que emite avisos quando situações como essa ocorrem.

Durante um período, enquanto parte dos serviços já havia voltado ao normal, em algumas localidades, usuários das redes sociais ainda relatavam que não conseguiam acessá-los ou que a interface funcionava apenas parcialmente.

Por Agência Brasil

Google fica instável e deixa serviços fora do ar

(Arquivo)

Diversos produtos do Google apresentam instabilidade, na manhã de hoje (14). A dificuldade de acesso a serviços como o Gmail e o YouTube foram relatados em redes sociais e apontada pela equipe Downdetector, site que emite avisos quando situações como essa ocorrem.

Em alguns locais, parte dos serviços já voltou ao normal. Porém, usuários das redes sociais ainda relatam que não conseguem acessá-los ou que a interface funciona apenas parcialmente.

De acordo com o site, também ficaram fora do ar o Google Drive, o Google Play e o Google Maps. O Google Meet, serviço que permite a realização de videoconferências por vídeo, foi outra plataforma que ficou indisponível.

A assessoria de imprensa do Google disse que é possível acompanhar o status de cada serviço pelo painel do Google Workspace.

Por Agência Brasil

Fórum Brasil Diverso abordará ‘Diversidade no Topo da Liderança’

Mauricio Pestana é o coordenador do Fórum Brasil Diverso (Divulgação)

O Fórum Brasil Diverso, pioneiro no Brasil em reunir, empresas e especialistas em igualdade de raça e de gênero, terá uma programação com maior participação internacional desde seu início, há 6 anos. Por conta da pandemia de Covid-19, o evento será online e contará com três participantes do exterior.

Tomás Flier (Google), Judith Williams (SAP) e Lisa Ross (Edelman), ao lado de outros 11 convidados do Brasil, tratarão dos maiores avanços nas áreas de inclusão e diversidade no mundo.

“As ações afirmativas têm ganhado muito impulso mundo afora, principalmente após o assassinato de George Floyd, passando a ser um tema global, e nesta perspectiva, o Fórum Brasil Diverso 2020 ganha também uma dimensão internacional, principalmente pela diversidade racial brasileira e o exemplo que podemos dar para o mundo”, comentou Mauricio Pestana, coordenador do Fórum. 

Desde 2014, o evento atua para disseminar a importância da diversidade na composição das equipes e nas carreiras executivas das companhias. Estudos mostram que a presença de pretos e pretas em cargos com poder de decisão não chega a 5% no Brasil, mesmo o país tendo 56% da população preta ou parda. Os CEOs pretos nas companhias globais não chegam a 3%. 

Quando foi criado, o Fórum Brasil Diverso recebeu o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Prefeitura de São Paulo. A partir de 2017, empresas privadas têm sido as principais apoiadoras e participantes do evento.

Nesta edição, o Fórum irá debater  a ausência de negros nos cargos de liderança nas empresas, com base no tema “Diversidade no Topo da Liderança”. A expectativa é gerar insights que levem a caminhos e soluções para mudar o cenário atual.

“O Fórum tem sido vanguarda. Várias empresas começaram a discutir e pensar a questão da diversidade, principalmente étnico-racial, após participarem do Fórum Brasil Diverso,” lembra Pestana. 

Para Nádia Rampi, diretora Estatutária Adjunta da Fundação Dom Cabral e Centro Social Cardeal Dom Serafim  a “diversidade e inclusão são temas que entraram na agenda pública global. A Fundação Dom Cabral considera fundamental a realização de Fóruns como este para mobilizar lideranças e organizações sobre a sua responsabilidade para as mudanças que precisamos ver no Brasil e no mundo. A desigualdade social no Brasil tem cor e tem gênero e as políticas de equidade racial nas organizações são essenciais para acelerar o processo de inclusão social no nosso país”, ressalta.

Veja abaixo a lista de convidados do Fórum Brasil Diverso 2020:

  • Lisa Ross, atual Diretora de Operações da Edelman nos EUA e presidente da empresa em Washington, D.C.
  • Tomás Flier, Gerente Global de Diversidade e Inclusão na Google – EUA.
  • Judith Williams: líder de programas de Diversidade e Inclusão na SAP SE, EUA. 
  •  Acácio Sidinei, pró-reitor de Assuntos Comunitários e Políticas Afirmativas da UFABC.
  • Chantal Pillet, Diretora de Compliance do Grupo Carrefour Brasil
  • Edvaldo Vieira, Diretor Executivo de Operações da Amil United – Health Group
  • Eder Ramos, Global President Cosmetic Ingredients Division da Symrise.
  • Débora Mattos, Diretora de Operações da Coca-Cola
  • Marco Antonio Soares, reitor da Universidade de Vassouras – RJ
  • Maurício Rodrigues,  vice-presidente da Bayer na área de finanças na América Latina
  • Marcos Samaha, CEO do Grupo Tenda Atacado
  • Nádia Rampi, Diretora Estatutária Adjunta, Gerente Executiva de Governança, Integridade e Conformidade e Gerente do Projeto Memória da Fundação Dom Cabral
  • Rachel Maia é consultora de negócios e varejo e atuou como CEO na Lacoste e Pandora Brasil.

Serviço

Fórum Brasil Diverso

Datas: 10 e 11 de Novembro

Horário: das 16h às 18h

Inscrições:  https://brasildiverso.org/inscricoes/

EUA entram com ação contra o Google

(Arquivo)

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos entrou nesta terça-feira (20/10) com uma ação judicial contra a Google por violações antitruste, acusando a gigante da internet de abusar de seu domínio em buscas e publicidade online para reprimir a concorrência e prejudicar consumidores.

“A Google é a porta de entrada para a internet e um gigante da publicidade em buscas”, disse o procurador-geral adjunto dos Estados Unidos, Jeffrey Rosen. Segundo ele, a empresa “manteve seu poder de monopólio através de práticas excludentes que são prejudiciais à concorrência”.

O processo é o maior caso antitruste em mais de 20 anos, quando em 1998 o governo americano entrou com uma ação contra a Microsoft, e pode abrir caminho para outras ações semelhantes contra gigantes da tecnologia que são alvo de investigações do Departamento de Justiça e da Comissão Federal de Comércio americana, como Apple, Amazon e Facebook.

De acordo com Rosen, os casos antitruste na indústria de tecnologia precisam avançar rapidamente, caso contrário, há risco de se perder “a próxima onda de inovação”.

O procurador-geral adjunto explicou que o processo indica que a Google apoia o seu papel de “principal guardiã do acesso” à internet através de “uma rede ilegal de acordos exclusivos que prejudica concorrentes”.

Entre eles, o responsável citou o pagamento de milhões de dólares à Apple para colocar a busca da Google como mecanismo de pesquisa padrão em navegadores nos iPhones e a proibição de integrar outros concorrentes através de contratos especiais.

Legisladores e defensores do consumidor há anos acusam a Google, cuja empresa controladora Alphabet Inc. tem um valor de mercado superior a 1 trilhão de dólares, de abusar de seu domínio na pesquisa e publicidade online para sufocar a competição e aumentar os lucros.

Os críticos afirmam que multas bilionárias aplicadas contra a companhia e mudanças nas práticas da empresa impostas por reguladores europeus não foram suficientes para uma mudança de conduta da Google.

O processo contra a gigante foi apresentado num tribunal federal em Washington. Além do Departamento de Justiça, a ação é movida ainda por 11 estados americanos.

Em resposta à ação, a Google afirmou que o processo judicial é “profundamente falho”. “As pessoas usam Google porque querem, não porque são forçadas ou porque não conseguem encontrar alternativas”, disse a empresa.

A gigante da tecnologia detém cerca de 90% das pesquisas globais na internet. Ela nega as acusações de concorrência desleal, alegando que, embora seus negócios sejam grandes, eles são úteis e benéficos para os consumidores, além de manter uma ampla competição.

A maioria dos serviços da Google é oferecida gratuitamente em troca de informações pessoais que ajudam a vender anúncios. A empresa alega que não obriga ninguém a usar esses serviços.

Nos últimos anos, os gigantes da tecnologia têm enfrentado críticas de diferentes governos e blocos, como a União Europeia (UE), devido ao grande poder que acumulam, aos benefícios exorbitantes que obtêm e aos baixos impostos que pagam. Outros grandes conglomerados digitais como Facebook, Apple e Amazon estão sob investigação de reguladores e legisladores, preocupados com possíveis casos de abuso de poder.

CN/ap/lusa/rtr

Por Deutsche Welle

Google terá que enviar dados para investigação de crime

A Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu hoje (26) manter a decisão que obrigou o Google a entregar à Justiça informações de usuários sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, em 2018, no Rio de Janeiro.

Os ministros julgaram um recurso da empresa contra decisão da Justiça do Rio que determinou a entrega de informações sobre os acessos de pessoas à plataforma em busca de informações sobre a vereadora. Para o Google, a decisão foi ilegal por determinar quebra de sigilo de forma genérica. 

Na decisão, o colegiado entendeu que a medida não coloca em risco a privacidade dos usuários e é necessária para ajudar nas investigações do assassinato. 

Em nota, o Google lamentou a decisão do STJ e reiterou o respeito pelas autoridades brasileiras. A empresa também informou que avalia recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). 

“Embora tenhamos atendido diversas ordens expedidas no caso em questão, entendemos que a discussão levada ao STJ envolve pedidos genéricos e não individualizados, contrariando a proteção constitucional conferida à privacidade e aos dados pessoais. Mais uma vez, o Google reafirma o compromisso com a privacidade dos brasileiros e está avaliando as medidas a serem adotadas, inclusive um eventual recurso ao Supremo Tribunal Federal”, declarou a plataforma. 

Relembre o caso

A vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes foram mortos a tiros no Estácio, região central do Rio de Janeiro, quando o carro em que estavam foi atingido por diversos disparos. Quatro tiros acertaram a vereadora e três, o motorista.

Marielle voltava de um evento na Lapa, chamado Jovens Negras Movendo as Estruturas, quando teve o carro emparelhado por outro veículo, de onde partiram os tiros. Uma assessora da parlamentar, que também estava no carro, sobreviveu aos ataques.

O desdobramento mais recente da investigação do crime foi a decisão da Justiça de mandar a júri popular os dois homens acusados pelas mortes: o sargento da reserva da Polícia Militar Ronnie Lessa e o ex-policial Élcio Queiroz. Eles estão presos na Penitenciária Federal de Porto Velho desde março do ano passado e negam participação nos dois assassinatos.

Por André Richter – Repórter da Agência Brasil