Greve na CPTM: sem trens, plano de contingência é acionado

(Edson Lopes Jr./Governo do Estado de SP)

A Companhia de Trens Metropolitanos (CPTM) informou que vai acionar um plano de contingência para garantir transporte aos passageiros nesta quinta-feira (15), após anúncio de que os trabalhadores de quatro linhas iniciarão greve a partir da zero hora. Além do plano de contingência, a companhia diz ter “uma decisão da Justiça do Trabalho que determina a manutenção de 80% dos trabalhadores no horário de pico e 60% nos demais horários, sob pena de multa diária de R$100 mil”.

A preocupação principal da CPTM é garantir o deslocamento para “atender a todos que precisam do transporte, principalmente aos que trabalham em serviços essenciais”.

Em nota divulgada na noite desta quarta-feira (14), três sindicatos informaram ao jornal Agora que a CPTM “insistiu em reajuste zero pelo segundo ano seguido”.

A greve deve afetar três milhões de passageiros, segundo o Agora, que usam as linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda e 10-Turquesa. As demais linhas, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, operam normalmente, informa a CPTM

Greve no Metrô lota pontos de ônibus

As linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha do Metrô e a linha 15-Prata de monotrilho em São Paulo não devem ter operações normais nesta quarta-feira (19). Os paulistas amanheceram enfrentando pontos de ônibus cheios e aglomerações para embarcar. 

Em assembleia virtual realizada nesta terça-feira (18) pelo Sindicato dos Metroviários, a categoria decidiu iniciar uma greve. Foram 2.448 votos favoráveis à paralisação (77,42%). Os metroviários decidiram entrar em greve por reajustes salariais e de benefícios. 

As linhas 4 e 5, de operação privada, não param, como explicam as concessionárias em nota: “A ViaQuatro e a ViaMobilidade, concessionárias responsáveis pela operação e manutenção das linhas 4-Amarela e 5-Lilás do Metrô, respectivamente, informam que operarão normalmente nesta quarta-feira (19), das 4h40 à meia noite”, disseram.

Esquema especial

A São Paulo Transporte (SPTrans ) fez um esquema especial com 163 ônibus ligando estações do Metrô à região central. Desde às 4h desta quarta-feira está acionado o Paese (Plano de Atendimento entre Empresas em Situação de Emergência), contemplando a criação de seis linhas especiais que saem das estações do Metrô até a região central para atender os passageiros com uma frota total de 200 coletivos.

A SPTrans solicitou às concessionárias que aumentem o número de partidas em todos os horários e que mantenham em circulação a totalidade da frota ao longo de toda a operação, nos horários de pico da manhã, entrepico e pico da tarde. Além disso, algumas linhas que ligam os bairros às estações do Metrô farão o percurso dos bairros à região central.

 Por Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil 

Metrô entra em greve nesta quarta-feira

(Gov. do Estado/Reprodução)

Os metroviários de São Paulo decidiram hoje (18), em assembleia, entrar em greve a partir da 0 h desta quarta-feira (19). A paralisação atingirá as linhas Azul (1), Verde (2), Vermelha (3) e Prata (15). 

“A greve só acontecerá por intransigência do Metrô. A empresa sequer enviou representantes à audiência de conciliação marcada para a tarde de hoje pelo Tribunal Regional do Trabalho da Segunda Região”, disse em nota o Sindicato dos Metroviários de São Paulo. 

De acordo com a entidade, os metroviários não têm reajuste salarial há dois anos e estão ameaçados de terem direitos cortados pela Companhia do Metropolitano de São Paulo. Procurado, o Metrô não se manifestou.

Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil 

Motoristas de ônibus planejam greve em São Paulo

Motoristas e cobradores de ônibus da capital paulista e de Guarulhos, na Grande São Paulo, planejam uma paralisação a partir da zero hora desta terça-feira(20), com duração de pelo menos 24 horas, o objetivo reivindicar um posicionamento do governo estadual sobre a vacinação contra a covid-19 dos profissionais da área que se dizem expostos à doença, já que o transporte público não parou desde o início da pandemia.

O objetivo é realizar um “lockdown do sistema de transporte” nesta terça, dia 20(Nivaldo Lima/SP AGORA)

Alé dos coletivos, profissionais da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) podem cruzar os braços no próximo dia 27, por tempo indeterminado, segundo informou o STEFSP (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de São Paulo). A categoria reivindica, além da vacinação, reajuste salarial e participação nos lucros.

Já os trabalhadores do metrô participam de uma assembleia virtual, a partir das 19h desta segunda-feira, quando vão definir se aderem à paralisação juntamente com o trnasporte rodoviário e a CPTM.

No sábado, o governo João Doria (PSDB) enviou um email para as categorias afirmando que trabalhadores do metrô e da CPTM serão vacinados contra a Covid-19 em São Paulo a partir do próximo dia 11 de maio.

Segundo o Sindmotoristas, que representa motoristas e cobradores de ônibus em São Paulo, a greve, chamada por eles de “lockdown do sistema de transporte”, está definida para a zero hora desta terça-feira. O órgão representativo, porém, realiza uma reunião com sua diretoria e representantes sindicais do setor, marcada para às 15h desta segunda-feira (19), quando devem ser definidos detalhes sobre como será a paralisação.

Greve dos Correios: TST determina fim da paralisação

 

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu determinar o fim da greve dos funcionários dos Correios e o retorno ao trabalho a partir de amanhã (22). O tribunal julgou nesta tarde o dissídio de greve dos trabalhadores da estatal, que estão parados desde 17 de agosto, diante das discussões do novo acordo coletivo. 

Por maioria de votos, os ministros da Seção de Dissídios Coletivos consideraram que a greve não foi abusiva. No entanto, haverá desconto de metade dos dias parados e o restante deverá ser compensado. Além disso, somente 20 cláusulas que estavam previstas no acordo anterior deverão prevalecer. O reajuste de 2,6% previsto em uma das cláusulas foi mantido. 

Segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (Fentect), a greve foi deflagrada em protesto contra a proposta de privatização da estatal e pela manutenção de benefícios trabalhistas. Segundo a entidade, foram retiradas 70 cláusulas de direitos em relação ao acordo anterior, como questões envolvendo adicional de risco, licença-maternidade, indenização por morte, auxílio-creche, entre outros benefícios. 

Durante a audiência, os advogados dos sindicatos afirmaram que a empresa não está passando por dificuldades financeiras e que a estatal atua para retirar direitos conquistados pela categoria, inclusive os sociais, que não têm impacto financeiro. 

Os representantes dos Correios no julgamento afirmaram que a manutenção das cláusulas do acordo anterior podem ter impacto negativo de R$ 294 milhões nas contas da empresa. Dessa forma, a estatal não tem como suportar essas despesas porque teve seu caixa afetado pela pandemia. 

A empresa também sustentou que não pode cumprir cláusulas de acordos que expiraram, sob forma de “conquista histórica” da categoria.

Por André Richter, da Agência Brasil

TST marca audiência de conciliação entre Correios e funcionários

A ministra Kátia Arruda, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), marcou para amanhã (11), às 15h, uma audiência de conciliação sobre a greve dos trabalhadores dos Correios. A audiência será realizada por meio de videoconferência e com participação restrita aos representantes dos sindicatos dos funcionários, da empresa e do Ministério Público do Trabalho (MPT).

Os funcionários da estatal entraram em greve no dia 17 de agosto diante das discussões do novo acordo coletivo. 

Segundo a ministra, que é relatora do processo de dissídio, a audiência será uma tentativa de buscar uma solução consensual para o impasse e evitar que o caso seja levado para julgamento na Seção de Dissídios Coletivos.

No mês passado, após fracasso nas primeiras tentativas prévias de conciliação, o ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho determinou que o caso seja levado para julgamento. O ministro propôs a manutenção das 79 cláusulas do acordo coletivo assinado no ano passado, com permanência dos atuais benefícios concedidos aos funcionários, mas sem reajuste nas cláusulas econômicas.  A proposta foi aceita pelos sindicatos que participam das negociações, mas os Correios se manifestaram somente pela continuidade de nove cláusulas. 

De acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (Fentect), a greve foi deflagrada em protesto contra a proposta de privatização da estatal e pela manutenção de benefícios trabalhistas. Segundo a entidade, foram retiradas 70 cláusulas de direitos em relação ao acordo anterior, como questões envolvendo adicional de risco, licença-maternidade, indenização por morte e auxílio-creche, entre outros benefícios. 

Além disso, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu o prazo de vigência do acordo coletivo também contribuiu para o impasse. No ano passado, o TST definiu que o acordo seria válido de 1º de agosto de 2019 até 31 de julho de 2021. No entanto, no mês passado, a Corte atendeu a uma liminar dos Correios e definiu que o acordo tem validade somente por um ano e perdeu a validade em agosto. 

Após o fracasso das primeiras tentativas de acordo, os Correios declararam que aguardam o julgamento do dissídio no TST e afirmam que o fim da greve é essencial para a população. De acordo com o comunicado, a empresa teve suas receitas impactadas pela pandemia da covid-19 e “não têm mais como suportar as altas despesas”, incluindo benefícios que “não condizem com a realidade atual de mercado”.

Por André Richter – Repórter da Agência Brasil 

TST vai mediar greve dos Correios

Os Correios anunciaram hoje (25) que entraram com dissídio coletivo de greve no Tribunal Superior do Trabalho (TST) por não ter havido acordo com as entidades que representam os funcionários parados desde a segunda-feira passada (17). A partir de agora, o tribunal vai mediar a negociação por reajuste de salário dos empregados.

De acordo com os Correios, desde julho são realizadas tentativas de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com as entidades que representam os empregados. A estatal informou que os salários dos empregados seguem resguardados e os trabalhadores continuam tendo acesso, por exemplo, ao benefício auxílio-creche e ao tíquete refeição e alimentação, em quantidades adequadas aos dias úteis no mês, de acordo com a jornada de cada trabalhador.

Mesmo com a greve, os Correios afirmam que mantêm a rede de atendimento aberta em todo o país e os serviços, inclusive o Sedex e o PAC, continuam ativos. Mas as postagens com hora marcada, suspensas desde o início da pandemia, ainda estão indisponíveis. 

“A Coleta Programada não sofreu alteração, assim como a Logística Reversa, que permanece operando normalmente em nossas agências, bem como o serviço de telegrama, que continua sendo prestado com um acréscimo de um dia ao prazo previsto de entrega”, afirmou a empresa.

Greve

Segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (Fentect), parte dos trabalhadores decidiu cruzar os braços em protesto contra a proposta de privatização da estatal e pela manutenção de benefícios trabalhistas. 

A categoria também reivindica mais atenção, por parte da empresa, quanto aos riscos que o novo coronavírus representa para os empregados.

Metrô retoma operação após manhã de caos

Mesmo com a greve do Metrô cancelada durante a madrugada, a paralisação anunciada na noite de ontem (27) afetou o início das operações nesta terça-feira. Após a greve ser aprovada na noite de ontem, os metroviários realizaram uma nova assembléia online e decidiram cancelar a paralisação.

(Reprodução)

Sem funcionários do turno da noite para abrir as estações e iniciar a operação, as composições não circularam nas primeira horas. O Metrô informou por volta de 5h que aguardava a regularização do serviço.

Por volta de 6h, as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata ainda estavam paradas.

Operação

Às 6h45, o Metrô informou que as linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, que começaram a operar parcialmente após às 6h, estavam sendo normalizadas.

Às 6h39, o Metrô confirmou que a operação na linha 15-Prata. Só às 7h39 o sistema atingiu operação total.

Tensão nas cadeias: Após ‘greve’, presos ficam sem visita

Proibição aconteceu em unidades onde presos se recusaram a ir para audiência nesta semana; diretor de um presídio fala em “possíveis ataques a agentes” 

Hospital de Custódia de Franco da Rocha foi alvejado na madrugada da quinta-feira (12/3)
(Arquivo pessoal/via Ponte)

Pelo menos cinco presídios suspenderam visitas de familiares na manhã deste sábado (14/3), no estado de São Paulo, entre eles o CDP (Centro de Detenção Provisória) de Belém, o CDP de Vila Independência, ambos na zona leste da capital, e o CDP de São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

O motivo da proibição da visita seria a recusa dos presos em comparecer às audiências, na última quarta-feira (12/3), em solidariedade à ameaça de greve de fome de integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) que cumprem pena na Penitenciária Federal de Brasília.

É o que indica um documento obtido pela reportagem, que foi assinado pelo diretor técnico do CDP de São Bernardo, Claudio Aparecido Portela da Annunciação. No texto, Annunciação faz menção a possíveis ataques contra agentes penitenciários, como antecipado pela Ponte

O diretor aponta que, embora não haja certeza da veracidade da ameaça, não descartava possíveis ataques “uma vez que já afixamos cartazes para os visitantes, com o informativo de suspensão de visitações”. 

Documento obtido pela Ponte aponta o motivo da suspensão das visitas
(Ponte/Reprodução)

Essa semana, dois agentes penitenciários foram assassinados em quatro dias na Grande São Paulo. A Polícia Civil investiga se as mortes são uma retaliação do PCC (Primeiro Comando da Capital) por conta das denúncias de maus-tratos aos líderes da facção presos na Penitenciária Federal de Brasília. 

Desde janeiro a Ponte vem divulgando denúncias trazidas por familiares de presos do PCC relacionadas à falta de atendimento médico e hospitalar, privação de alimentação e revista vexatória na unidade de Brasília. 

Na noite desta quinta-feira (12/3), o agente penitenciário Alexandre Roberto de Souza foi executado com 15 tiros no Jardim das Oliveiras, em Taboão da Serra, na Grande SP. A vítima trabalhava no Centro de Detenção Provisória de Itapecerica da Serra. Segundo a Polícia Militar, os assassinos fugiram em um veículo Fiat Toro vermelho. No mesmo dia, o portão do Hospital de Custódia I de Franco da Rocha amanheceu com um tiro.

Na tarde de segunda (9/3), Samuel Correia Lima, funcionário do CDP de Mauá, também na Grande SP, foi assassinado com sete tiros em um depósito de material de construção no vizinho município de Santo André.

Neste sábado (14/3), muitas mulheres com crianças de colo tiveram que voltar para casa sem realizar as visitas. Além dos CDPs do Belém, Vila Independência e São Bernardo, a Penitenciária Itirapina II, localizada a 213 km da capital paulista, também não teve visitas. Apenas o raio 1 inicialmente não iria ter, mas, depois de um tumulto entre os familiares, ninguém pode entrar.

A P3 de Franco da Rocha, na Grande SP, teve suspensão parcial. Nos pavilhões onde os presos se recusaram a ir para as audiências, os familiares não puderam entrar. No CDP de Suzano, também na região metropolitana de SP, as visitas foram autorizadas apenas no raio 6.

Familiares não puderam entrar no CDP de Vila Independência, na Vila Prudente, na zona leste de SP (Arquivo pessoal/via Ponte)

De acordo com familiares, a informação divulgada para eles foi diferente da admitida em documento por diretor prisional e, de certa forma, pouco clara. No CDP de São Bernardo, por exemplo, os avisos na parte de fora do presídio apontavam que as visitas foram suspensas em cumprimento à “resolução SAP 144, de 29 de junho de 2010”.

“As visitas podem ser suspensas em caráter excepcional ou emergencial, vistando a preservação da ordem, da segurança e da disciplina da unidade prisional, sendo normalizadas assim que o problema estiver sanado”, afirmou o aviso.

Há rumores de que o Estado teme uma repetição do que aconteceu no fim do ano de 2000 e começo de 2001, em que os familiares foram feitos reféns voluntários para impedir que a Tropa de Choque da PM entrasse nos presídios, na primeira megarrebelião dos presídios do estado orquestrada pelo PCC. Por essa razão, poderia estar havendo uma espécie de suspensão preventiva de visitas.

À época, 24 presídios de São Paulo entraram em rebelião simultaneamente. Foram 8 mortos e 22 feridos. Cerca de 27 mil presos começaram a dominar, por volta das 12h, penitenciárias em 19 cidades.

Celular apreendido em prisão no litoral

Na última quinta-feira (12/3), por volta das 7h da manhã, um tumulto no CPP (Centro de Progressão Penitenciária) de Mongaguá, no litoral de São Paulo, presídio exclusivamente para regime semiaberto, terminou com um agente penitenciário ferido.

Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo, funcionários acharam um celular com um preso durante a revista de rotina. “Ao ser surpreendido, o reeducando tentou desvencilhar-se dos agentes, desferindo um soco no rosto de um deles e jogando o celular para os outros presos”, explica a nota. 

“A situação foi rapidamente controlada com a chegada dos demais agentes, que recuperaram o aparelho e continuaram a revista de forma ordeira e pacífica. O reeducando que agrediu o agente e alguns outros que tentaram esconder o celular foram encaminhados à cela disciplinar”, continua a SAP.

Neste sábado, a visitação no CPP de Mongaguá foi mantida, exceto no raio onde houve a confusão por causa do aparelho celular.

Outro lado

Questionada pela Ponte sobre as reais motivações da suspensão de visitas em algumas unidades prisionais de São Paulo, a SAP não se manifestou até o momento de publicação da reportagem.

Por Josmar Jozino – Repórter da Ponte

Metroviários adiam greve e Metrô opera normalmente

Os metroviários adiaram o início da greve que estava prevista para hoje (4). Segundo o sindicato da categoria, “se a empresa não pagar o valor mínimo de R$ 3.142,98 no dia 9/3, não retomar o pagamento da Periculosidade e o retorno do pessoal para o turno de origem, como foi acordado no TRT, uma nova assembleia será realizada em 9/3 com greve marcada em 10/3”, diz nota divulgada pela entidade.

Com exceção da linha 15-Prata, paralisada por problemas desde o fim de semana, todas as linhas do metrô operam normalmente nesta manhã. A CPTM também funciona normalmente.