O Mundo de Mia é um dos programas mais vistos da TV Cultura

O Mundo de Mia, série híbrida live-action e CGI, se tornou um dos programas mais vistos da grade da TV Cultura, informa a produtora Studio 100. Duas temporadas estão sendo exibidas pela emissora.

No ar desde outubro do ano passado, O Mundo de Mia ocupou o primeiro lugar entre todos os programas direcionados ao público infantil, de 7 a 11 anos. A atração registrou, além de melhor audiência, atingiu maior quantidade de compartilhamentos digitais e melhor alcance individual. Apenas na Grande São Paulo, o Mundo de Mia foi assistido por dois milhões de expectadores, em dezembro.

Na esteira do sucesso alcançado na TV, produtos licenciados, incluindo brinquedos, roupas e publicações também chegam ao mercado.

O Mundo de Mia – Temporada 1

Mia, de 12 anos, é lançada no mundo maravilhoso de Centopia, cheio de elfos, unicórnios, faunos e dragões. Mas o reino outrora lúdico está em perigo. A rainha má Panthea busca capturar os unicórnios e aproveitar seu poder para se manter jovem. Os valentes elfos, liderados pelo Príncipe Mo e pela ousada guerreira Yuko, lutam para detê-la. Graças à sua habilidade única de se comunicar com unicórnios, Mia deve proteger o Onchao de chifre dourado. Enquanto Mia oscila entre tentar se encaixar em sua nova escola e sua vida como uma elfa de contos de fadas, ela se torna a chave para salvar Centopia.

Serviço

O Mundo de Mia

  • TV Cultura
  • De segunda a sexta-feira
  • 17h

Justiça comum pode autorizar trabalho artístico infantil

André Richter/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (27) que cabe à Justiça comum autorizar o trabalho artístico para crianças e adolescentes em teatros, programas ou novelas produzidas por emissoras de rádio e televisão.

No julgamento, por 8 votos a 1, o plenário manteve liminar concedida em agosto de 2016, pelo ministro Marco Aurélio, na ação direta de inconstitucionalidade protocolada pela Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).

A entidade alegou no STF que normas do Ministério Público e de alguns tribunais fixaram indevidamente a competência legal da Justiça do Trabalho para conceder a autorização de trabalho aos menores.

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), cabe ao Judiciário autorizar participação de crianças e adolescentes menores de 18 anos em espetáculos públicos e em estúdios cinematográficos. No entanto, a norma não especificou qual ramo da Justiça deveria decidir a questão.

Os ministros Marco Aurélio, Luiz Fux, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso votaram a favor de que a Justiça Comum julgue esse tipo de procedimento.

Para a maioria, a análise da autorização não pode ser feita pela justiça trabalhista, que tem somente competência para decidir sobre o contrato de trabalho.

Somente a ministra Rosa Weber, que integrou o Tribunal Superior do Trabalho (TST) antes de chegar ao STF, votou pela competência da Justiça trabalhista.