Sucesso no The Voice Kids, brasileira faz show em Miami

(Divulgação)


Aos 13 anos, a cantora Giulia Levita, participou do Pompano Festival 2019, evento que contou com cantores como Iza e Di Ferrero.

A cantora lançou a segunda música, “Me&You”, canção que fala sobre como superar uma desilusão amorosa, com clipe foi gravado na Argentina.

Essa é a segunda música do “EP 3lingüe of Love”, que conta com seis músicas autorais, em três idiomas. A primeira, em português, “BFL – Best Friend Lover”, foi composta por Giulia Levita e fala de se apaixonar pelo melhor amigo. A terceira é para Não sofrer e não chorar mais embalam “Prometo”, em Espanhol, prevista para o dia 07/11. “Distancia”, a quarta em Português, aborda as dificuldades do relacionamento à distância, com lançado em 21/11. “Close My Eyes”, em Inglês , é uma declaração de amor e chega às plataformas no dia 05/12. Para fechar, a canção “Adiós”, em Espanhol, retrata um amor que acabou e não tem mais jeito, disponível a partir de 19/12.

A novidade segue o ritmo de sucesso que vem desde a participação no programa The Voice Kids 4, este ano, na TV Globo. Durante as audições, Giulia cantou “Corazon Partio”, do ídolo Alejandro Sanz. O desempenho surpreendeu e fez com que os técnicos do programa, Carlinhos Brown, Simone e Simaria e Claudia Leitte – escolhida como técnica de Giulia no programa virasse a cadeira para a cantora. 

“É um momento muito especial. De fato deu “borboletas na barriga”, brinca a cantora sobre estar no programa. “Participar do The Voice Kids foi um sonho que se tornou realidade. Foi muito top entrar naquele palco lindo e cantar para o Brasil”.

Durante a competição, a cantora chamou a atenção da mídia internacional e foi notícia no exterior. Mas um ano antes, Giulia já havia chamado a atenção do astro Alejandro Sanz após fazer um cover de “Looking for Paradise”. A interpretação foi parar no Instagram do cantor, e com direito a uma declaração em espanhol: “La musica te quiere. No le sueltes la mano”. 

Alejandro Sanz um comentário desses, dizendo que ‘a música te ama. Não solte a mão dela’ me emocionou,  ele é incrível, uma pessoa fantástica. Meu sonho é cantar com ele”, conta.

Giulia diz estar preparada para esse novo ciclo de novidades. As seis músicas autorais, sendo duas em português, duas em espanhol e duas em inglês. O “EP 3lingüe of Love” está nas plataformas de streaming, junto com o clipe da primeira e segunda música nos canais digitais de Giulia Levita. 

“Eu amo fazer música. Muitas vezes vem um sentimento dentro de mim por alguma conversa que tenho com meus pais, irmãos ou espontaneamente, e o ritmo surge na minha cabeça junto com a letra”, explica sobre o processo de criação. “Nesse meu “EP 3lingüe of Love” fiz todas as letras e músicas. Não são traduções”.

História

Giulia nasceu em Salvador, mas viveu em seis países diferentes nos últimos anos, nas cidades de Dubai (Emirados Arabes), Maracaibo (Venezuela), Cidade do Panamá (Panamá), Lima (Peru), Ciudad do México (México), Buenos Aires (Argentina) e agora Miami (Eua), para onde acaba de se mudar. Filha de pai e mãe empresários, a cantora cresceu ouvindo em casa Bossa Nova, Jazz e Pop, e se inspira em artistas consagrados, como Diana Krall, Joao Gilberto, Tom Jobim, Ella Fitzgerald, Frank Sinatra, Shawn Mendes, Demi Lovato, Camila Cabello, Ariana Grande, Billie Eillish, além de Ivete Sangalo, Claudia Leitte e Carlinhos Brown.

Os pais contam que, desde muito pequena ela dançava e cantava na frente da televisão, assistindo aos DVDs de Shakira e Ivete Sangalo. “Temos vídeos da Giulia imitando Shakira quando ela tinha apenas dois anos de idade”, lembra a mãe, Nina Levita. 

Aos cinco anos, Giulia iniciou as aulas de piano. Aos 10 começou a fazer a aula de canto. 

“Eu não tenho preferência em cantar em nenhum dos três idiomas. Sempre depende da música e do estilo, ela sai naturalmente em inglês, espanhol ou português”, finaliza a artista teen.

Longa ‘Simonal’ vence quatro categorias em Miami

Fabrício Boliveira e Isis Valverde durante cena de ‘Simonal’ (Paprica Fotografia)

O Festival de Cinema Brasileiro de Miami acaba de anunciar, em cerimônia no tradicional Colony Theather, em South Beach, os vencedores de sua 23ª edição. Dirigido por Leonardo Domingues, Simonal, que no Brasil foi lançado em agosto, levou o troféu Lente de Cristal em quatro das sete categorias da premiação: Melhor Filme, Melhor Filme do Júri Popular, Direção de Fotografia para Pablo Baião e Melhor Ator para Fabrício Boliveira. Miguel Falabella ganhou o prêmio de Roteiro por Veneza, Lorena Comparato o de Melhor Atriz por Boca de Ouro, e Joana Mariani de Direção por Todas as Canções de Amor (veja abaixo a lista completa). Além da premiação, a noite teve homenagem à atriz Dira Paes e contou com o ator e cantor Daniel Del Sarto como mestre de cerimônia.

Nesta edição, o júri foi composto por Adriana Sabino, fundadora e presidente do Centro Cultural Brasil-USA; Ana François, professora de cinema da University of Miami; Maria Sanchez, head da Amazon Prime para a América Latina; Monica Sufar, produtora e consultora de cinema; e Yago Mariño, diretor da VICE Media.

Seis longas estavam na competição: os ainda inéditos no Brasil Veneza, de Miguel Falabella, e Boca de Ouro, de Daniel Filho; Simonal, de Leonardo Domingues; Todas as Canções de Amor, de Joana Mariani; Deslembro, de Flávia Castro; e De Pernas Pro Ar 3, de Julia Rezende.

A cerimônia teve a presença de realizadores e atores como Fabrício Boliveira, Malu Mader, Daniel Filho, Luiza Mariani, a diretora Joana Mariani, o diretor de fotografia Pablo Baião, o produtor Fernando Muniz, além das diretoras do festival Adriana L. Dutra, Cláudia Dutra e Viviane B. Spinelli, entre outros.

Vencedores

Melhor Filme (Júri Popular) – Simonal, de Leonardo Domingues

Melhor Filme – Simonal

Melhor Ator – Fabrício Boliveira (Simonal)

Melhor Atriz – Lorena Comparato (Boca de Ouro)

Direção – Joana Mariani (Todas as Canções de Amor)

Direção de Fotografia – Pablo Baião (Simonal)

Roteiro – Miguel Falabella (Veneza)

Parceria internacional pode criar hospital na zona leste

(Reprodução)

O prefeito Bruno Covas recebeu o prefeito de Miami (cidade da Flórida, Estados Unidos), Francis Suarez, para tratar de uma parceria na área da saúde. No encontro foi discutido um protocolo para a criação de um hospital universitário modelo em São Paulo, na região da Mooca, Zona Leste.

“Discutimos uma parceria na área de Saúde, entre a Universidade de Miami, apoiada pela prefeitura de Miami, e a cidade de São Paulo. A ideia é que tenhamos aqui um hospital para pesquisas e formação de médicos, que consigam atender as necessidades da população”, afirmou Covas. “A Universidade Brasil, que tem um memorando de entendimento com a Universidade de Miami, é que vai fazer essa ação junto com a Prefeitura de São Paulo”, acrescentou.

“Estou muito orgulhoso. Depois de ter viajado por alguns locais, a conexão emocional entre Miami e São Paulo é inspiradora”, disse Suarez. “A mensagem que eu vou levar para Miami é que há uma harmonia entre nossas cidades e que temos muito a aprender com o prefeito e com a cidade de São Paulo, que é muito maior do que Miami. Nós temos muito o que crescer”, completou ele.

Estiveram presentes no encontro o secretário municipal de Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, e o secretário executivo de Relações Internacionais, Luiz Álvaro Salles Aguiar de Menezes. O próximo passo será a definição de encontros para a concretização do projeto e atração de pesquisas e investimentos na área de saúde.

“Desde 2014, conversamos sobre esta parceria com a Universidade de Miami e agora será implementado um projeto de terceira idade. Isso vem também de um conceito mundial da Universidade de Miami, de formar médicos com grandes capacitações. Proposta semelhante foi feita em Israel, e agora será realizada em São Paulo, na Zona Leste”, informou o reitor da Universidade Brasil, Fernando Costa.

Miami tem um Distrito de Saúde, região com a maior concentração de instalações médicas e de pesquisa da área de saúde dos Estados Unidos, depois de Houston, no Texas. O bairro é composto principalmente por hospitais, institutos de pesquisa, clínicas e escritórios governamentais, sendo considerado um centro do crescimento do setor de biotecnologia e pesquisa médica da região.

O Distrito abriga a Universidade de Miami Leonard M. Miller School of Medicine e a Life Science and Technology Park, ambas dedicadas não apenas a incentivar a pesquisa na área de saúde, mas também  em ampliar a eficiência dos serviços de saúde mediante a intersecção dos mais variados setores da sociedade: organizações não governamentais, empresas, comunidade e setor público.

O projeto da criação do Distrito da Saúde em Miami envolveu uma variedade de objetivos sociais, dentre eles: a intensificação da qualidade de vida, o encorajamento ao desenvolvimento econômico, o incentivo a moradia, geração de empregos e melhoria da saúde pública na região. Em Miami, esse projeto inclui a necessidade de reorganização da área de mobilidade para ampliar o acesso dessa região, uma vez que esse atende toda a região de Miami-Dade .

Em Miami, a revitalização ocorreu a partir da criação do hospital “Jackson Memorial Hospital Medical Center Overlay District”, que é terceirizado, sem fins lucrativos, e a principal instalação de ensino da Escola de Medicina Leonard M. Miller da Universidade de Miami. Com mais de 1.550 leitos licenciados, o Jackson Memorial Hospital é um centro de referência, um ímã para pesquisa médica, e abriga o Ryder Trauma Center – o único centro de traumatologia Nível 1 adulto e pediátrico no Condado de Miami-Dade.

Atualmente, a Universidade de Miami só tem uma ação fora dos Estados Unidos, que é em Israel. A ideia é que a segunda seja no Brasil, em São Paulo. “É uma cidade que tem relação fraternal com Miami, além de uma relação cultural e econômica, que vai ajudar a construir ainda mais pontes, não só entre São Paulo e Miami, mas também entre o Brasil e os Estados Unidos”, falou Bruno Covas.

De acordo com o prefeito, o projeto é importante para atrair investimentos e gerar emprego e renda na capital. “Mesmo sendo um equipamento privado, a parte de pesquisa será fundamental, porque é exatamente este o futuro da economia na cidade. A área de pesquisa e de serviço é a vocação de São Paulo para a geração de emprego e renda”, acrescentou Covas.

“A Prefeitura está facilitando a aproximação entre os entes públicos e privados que querem investir na cidade de São Paulo”, destacou o secretário Luiz Alvaro.

O prefeito Bruno Covas ressaltou ainda a importância para a capital de parcerias com as empresas e se coloca à disposição de outros representantes da iniciativa privada que desejarem contribuir com a cidade.