Documentário da Netflix homenageia Chadwick Boseman, o Pantera Negra

A Netflix anunciou, nesta terça-feira (13), um documentário sobre a carreira e trabalho de Chadwick Boseman. O ator faleceu em agosto de 2020. Ele enfrentava um câncer de cólon desde 2016.

“Chadwick Boseman: Portrait of an Artist” conta com relato de artistas, diretores e amigos que trabalharam ao lado de Boseman em diferentes momentos de sua carreira. Entre os convidados estão Viola Davis, Denzel Washington, Spike Lee e Phylicia Rashad.

O documentário estreia no próximo sábado (17) e ficará disponível na plataforma por apenas 30 dias.

Assista ao trailer:

Boseman alcançou fama internacional ao interpretar T’Challa no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), estreando no papel em ‘Capitão América: Guerra Civil (2016)’. Em 2018, estrelou seu filme solo, Pantera Negra, recordista de bilheteria e vencedor de 3 Oscars. Além de participar dos filmes seguintes da franquia Vingadores (Guerra Infinita, em 2018, e Ultimato, em 2019), ele estrelou também o longa mais recente de Spike Lee, ‘Destacamento Blood’ (2020), da Netflix.

Por TV Cultura

Governo quer investigação e censura a filme da Netflix

(Reprodução/via O Globo)

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos pediu a suspensão da veiculação do filme Cuties pela Netflix e investigação sobre sua distribuição no Brasil, por possuir “conteúdo pornográfico envolvendo crianças”.

O pedido foi encaminhado à coordenação da Comissão Permanente da Infância e Juventude (Copeij), colegiado integrado por procuradores e promotores de Justiça de todos os estados e distrito Federal que atuam diretamente na área da infância e juventude.

O filme francês é uma produção original da Netflix e tem classificação indicativa de 16 anos.

De acordo com o ministério, no ofício assinado pela Secretaria Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente, o secretário Maurício Cunha destacou que a produção, protagonizada por uma menina de 11 anos, possui, como pano de fundo, o fascínio pela dança, a busca pela liberdade, o desenvolvimento da identidade sexual e o conflito em relação à tradição religiosa de sua família.

“No entanto, de acordo com Cunha, o filme apresenta pornografia infantil e múltiplas cenas com foco nas partes íntimas das meninas enquanto reproduzem movimentos eróticos durante a dança, se contorcem e simulam práticas sexuais. O roteiro, segundo ele, pode levar à normalização da hipersexualidade das crianças em produções artísticas”, informou, em comunicado.

Além da suspensão do filme no país, o governo pede a apuração da responsabilidade pela oferta e distribuição do conteúdo, destacando que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê como crime o ato de “vender ou expor à venda, vídeo ou outro registro que contenha cena pornográfica envolvendo criança e adolescente, punível com reclusão de 4 a 8 anos e multa”.

A Agência Brasil entrou em contato com a Netflix e aguarda retorno.

Série alemã na Netflix brinca de Deus

Silenciosamente, o trem de alta velocidade percorre uma paisagem montanhosa de verão, uma tranquilidade agradável toma conta do grande vagão. É então que, de repente, uma mulher ofegante se esforça para respirar, abre os olhos em estado de choque e desaba inconsciente. Enquanto os outros passageiros tentam reanimá-la, mais e mais pessoas com falta de ar caem no chão. Uma doença mortal e contagiosa se espalhou despercebida pelo vagão.

Um futuro ameaçador: cena da nova série alemã da Netflix “Biohackers”

Sem revelar demais: a série alemã Biohackers não é sobre uma pandemia. Mas cenas como essa fizeram com que a Netflix e a equipe de produção adiassem seu lançamento, previsto para o final de abril, auge da pandemia, para esta quinta-feira (20/08).

“Não queríamos provocar pânico ou mesmo encorajar teorias de conspiração”, disse Christian Ditter, diretor da série. “Por isso decidimos lançá-la numa data posterior, quando o público estivesse um pouco mais esclarecido e pudesse distinguir claramente entre fato e ficção.”

A série da Netflix, no entanto, fornece importantes motivos para reflexão – algo que, neste momento de batalha social contra o coronavírus, não poderia ser mais crucial. “O que acontece quando pessoas normais, como eu e você, nos deparamos com coisas que são maiores do que nós?”, resume Ditter, que também escreveu o roteiro.

A atriz Jessica Schwarzer no papel da professora Tanja Lorenz durante uma palestra na série Biohackers
Jessica Schwarzer interpreta a professora de biotecnologia Tanja Lorenz em “Biohackers”

Até onde podem ir os cientistas e onde terminam os limites? É isso que é explorado rapidamente pela série dividida em seis partes. Biohackers conta a história da estudante de medicina Mia, interpretada por Luna Wedler, e da fria professora Tanja Lorenz, interpretada por Jessica Schwarz.

“Nós tornamos Deus obsoleto”, proclama a idolatrada professora celebridade a seus alunos, de forma quase megalomaníaca. Graças à biologia sintética, ela declara guerra às doenças genéticas e pretende eliminá-las ainda no útero.

Lorenz faz experimentos não apenas na universidade, mas também num laboratório particular cerrado e a aluna Mia parece saber que algo de errado se passa por lá. As duas são unidas por um segredo, o qual é revelado episódio por episódio sob grande tensão.

Otimização genética?

A ideia da trama ocorreu a Christian Ditter após ele ter perguntado a outros cientistas “o que não os deixava dormir à noite”. Ele achava que ouviria coisas como inteligência artificial ou mudança climática. Mas eles responderam: biologia sintética. E Ditter começou a pesquisar.

Os seres humanos, na verdade, estão se tornando criadores: com a ajuda da biologia sintética, que combina campos como biologia molecular, química orgânica e engenharia, células são construídas com novas propriedades e funções. “É como usar blocos de Lego”, diz Ditter, que já filmou outras séries para a Netflix nos EUA, como Girlboss.

Estudantes em laboratório ilegal em cena da série Biohackers
A aluna Mia descobre sobre o laboratório ilegal de seu colega

Isso pode ser útil no futuro para o desenvolvimento de novos medicamentos, biocombustíveis e materiais feitos sob medida – a biologia sintética pode produzir produtos completamente novos. Ou simplificar e acelerar de forma expressiva processos já existentes, como o de multiplicação de vacinas.

No entanto, aqui também se pode provocar um grande estrago, especialmente quando se trata do genoma humano. Afinal, engenharia genética sempre vai significar também experimentação: que consequências indesejáveis pode haver quando um gene é alterado? O genoma humano até já foi decifrado, mas está longe de ser compreendido.

Ratos luminosos e dedos magnéticos

O próprio título da série já deixa claro que não são só os cientistas que atuam neste campo:Biohackers. Graças a uma tesoura genética descoberta em 2012, pessoas comuns também podem remover ou adicionar genes – e a série tem um número surpreendente deles.

Um exemplo é Jasper, assistente da professora Lorenz, que tenta se curar ele mesmo de uma doença hereditária incurável num trailer de construção. Já a colega de quarto de Mia faz plantas brilharem e adiciona sabor de carne aos legumes. O outro morador da república, entretanto, não é um biohacker, mas um bodyhacker e implanta em si próprio diversas ferramentas voltadas para a auto-otimização, como ímãs nos dedos.

O diretor Christian Ditters durante as filmagens da série Biohackers
Christian Ditters já dirigiu a série americana “Girlboss”, também da Netflix

Isso pode soar um pouco exagerado, mas ainda nos leva a pensar: será que tudo isso está realmente acontecendo na realidade de hoje? Iremos permitir que nossos corpos sejam otimizados dessa forma? Afinal, ainda que os personagens pareçam um tanto exorbitantes, os atores passam segurança ao manipular sequenciadores e pipetas.

Os criadores da série, assim como seus atores, foram orientados por médicos e cientistas, área com a qual o diretor Ditter também tem uma relação pessoal: sua esposa é médica. “Quanto mais medo eu tinha de uma determinada situação, como um acidente, por exemplo, mais segurança ela demonstrava. Outros cientistas que eu conheço também reagiam de forma mais sóbria e objetiva quanto algo era muito dramático. E eu queria muito mostrar isso.”

Cartaz da série Biohackers, da Netflix
Série estreia no dia 20 de agosto na Netflix

 

Cientistas nas filmagens

Entre os consultores científicos estava Ole Pless, biólogo molecular do renomado Instituto Fraunhofer. Em entrevista ao portal de imprensa da Netflix, ele se disse satisfeito com a série ficional. “Eu me reconheci em muitos momentos, alguns dos quais surgiram inteiramente da minha caneta. Isso também é cientificamente correto”, afirmou Pless.

Apesar de Biohackers se tratar sobre experimentos humanos criminosos e ilegais, o diretor Ditter ainda tem grande respeito pela pesquisa. Para ele, “os cientistas são os novos super-heróis”. Sua série, afinal de contas, também aborda o lado bom da biologia sintética, que também salva vidas no final da primeira temporada.

Isso tudo não é apenas ficção para Ditter, que, no decorrer de suas pesquisas e filmagens, conheceu muitos cientistas dedicados: “Quando a covid-19 surgiu, ficou imediatamente claro para mim que as pessoas mais inteligentes que temos no planeta iriam procurar se concentrar em resolvê-la de alguma forma. E eles irão conseguir isso. “

Por Nadine Wojcik

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A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.

Desembargador manda tirar do ar especial de Natal do Porta dos Fundos

Gregório Duvivier e Fábio Porchat protagonizam especial de Natal do Porta dos Fundos (Reprodução)


O desembargador Benedicto Abicail, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, determinou ontem (8) que a Netflix retire do ar, imediatamente, em caráter liminar (provisório), Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo, assim como trailersmaking of, propagandas, ou qualquer alusão publicitária ao filme. A decisão manda ainda que a produtora e distribuidora Audiovisual Porta dos Fundos se abstenha de autorizar a exibição e/ou divulgação do especial por qualquer outro meio, sob pena de multa diária de R$ 150 mil.

A decisão é provisória, até que o mérito seja julgado, e atende a pedido da Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura. O especial do Porta dos Fundos dá a entender que Jesus Cristo teve uma experiência homossexual ao passar 40 dias no deserto.

Em um trecho da decisão, o desembargador Benedicto Abicair diz que as liberdades de expressão, artística e de imprensa são primordiais e essenciais na democracia.

“Entretanto, não podem elas servir de desculpa ou respaldo para toda e qualquer manifestação, quando há dúvidas sobre se tratar de crítica, debate ou achincalhe. O debate consiste na troca de opiniões. A crítica, na avaliação contrária a gostos ou princípios. Achincalhe consiste em desmerecer algo ou alguém por motivos subjetivos, sem medir consequências. Assim que interpreto. O que se pretende, nos autos, é apurar, dentro dos princípios morais, constitucionais e legais como caracterizar o procedimento da primeira agravada com sua obra de arte.”

O magistrado destaca, porém, que ainda não há subsídios suficientes para uma interpretação definitiva e acrescenta: “Sou cauteloso, seguindo a esteira da doutrina e jurisprudência, leia-se STF [Supremo Tribunal Federal], de que o direito à liberdade de expressão, imprensa e artística não é absoluto. Entendo, sim, que deve haver ponderação para que excessos não ocorram, evitando-se consequências nefastas para muitos, por eventual insensatez de poucos”.

“Princípios, ideias e pontos de vista, cada um pode ter os seus, mas deve-se respeitar os princípios, as ideias e os pontos de vista do outro”, afirma o desembarcador.

Abicalil diz ainda que as redes sociais são “incontroláveis” e que a Netflix está ao alcance de qualquer um que queira acessá-la, inclusive menores, e ressalta que o título da produção artística não reflete a realidade do que foi reproduzido.

Em nota, o Porta dos Fundos disse que ainda não foi notificado da decisão da Justiça.

*Por  Douglas Corrêa – Agência Brasil

Cidade do interior de SP será cenário de filme para Netflix

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Ibiúna se tornou uma filial de Hollywood no Brasil. Isso porque a cidade, com pouco mais de 74 mil habitantes, será palco para gravação de uma comédia romântica, que irá para os cinemas e para a principal plataforma de filmes e series na internet, a Netflix.

O filme “Amor Confuso amor” que deverá começar a ser gravado em abril na pousada Clara Resort, sob o comando do ator e diretor André Luis, irá contar com uma estrutura de tecnologia de ultima geração com câmeras de 4k e no elenco conta com atores como André Ramiro que interpretou o policial Mathias no filme Tropa de Elite (2007), Marjorie Gerardi (Mais Forte Que o Mundo e Rock Story), Natalia Rodrigues (Doutrinador), Paola Rodrigues que atuou na novela Tempo de Amar (Rede Globo – 2017), e Isabella Lemos. Além dos mais de 20 profissionais que trabalham por trás das câmeras.

O filme será produzido de modo independente, comenta André, em entrevista ao Portal de Notícias Correio do Interior.

“Não recebemos nenhum investimento por parte do governo para esse longa, todos os profissionais estão trabalhando no modo “crowdsourcing”, colaborativo, acreditando no resultado dos trabalhos”

Disse André Luiz.

Amor confuso amor é um longa narrativo não linear que retrata a história de um homem confuso que vaga entre sua imaginação e a realidade tentando acordar de um coma. Entre as historias que lhe serão contadas e suas próprias lembranças, um quebra cabeça de situações vai se formando e e o levando a entender como ele conheceu sua namorada e o que o levou ao seu estado de confusão mental.

André conta que escolheu a cidade de Ibiúna justamente pelo fato do filme ser um trabalho em modo colaborativo, e por ser bem aceito pela direção da pousada.

Nos bastidores da equipe de produção do filme a expectativa é grande para o inicio dos trabalhos, justamente pela sinopses e pela experiência que Andre tem como diretor e ator, sendo que um de seus primeiros trabalhos o longa “Julia” participou de mais de 15 festivais nacionais e internacionais, além de outros grandes trabalhos.

Após as finalizações de gravações e todo o processo final do filme 
Amor confuso amor o filme será negociado para ser exibido nos cinemas e principalmente na Netflix.