Criança de 10 anos estuprada interrompe gravidez

A menina de 10 anos, estuprada pelo tio desde os 6 anos de idade, passou por um procedimento na noite deste domingo (16) para retirar o feto. A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco à Band.

(Arquivo/Allan Torres/Folha de Pernambuco)

A vítima está internada no Centro integrado de Saúde Amaury de Medeiros e o quadro de saúde é estável.

“Em relação ao caso citado, é importante ressaltar que há autorização judicial do estado do Espírito Santo ratificando a interrupção da gestação. É importante reforçar, também, que o Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam-UPE) é referência estadual nesse tipo de procedimento e de acolhimento às vítimas”, pontuou a secretaria, em nota.

Mesmo com a autorização judicial, tendo sido vítima estupro e ter apenas 10 anos, o Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), em Vitória, no Espírito Santo, negou o direito ao aborto. A criança precisou ser levada para Recife para ter a gravidez interrompida.

A gravidez foi descoberta há pouco mais de uma semana, segundo reportagem do UOL, porque a garota foi levada ao hospital da cidade onde mora. O tio, suspeito de cometer o estupro, está foragido.

Pandemia já matou 30 policiais em 4 Estados

Quase 5 mil policiais estão afastados em São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas e Pernambuco; 6 estados se recusaram a apresentar números

Três dos policiais mortos trabalharam na PM de São Paulo | Fotos: Arquivo/Ponte

pandemia de coronavírus matou ao menos 30 policiais em todo o país. Os números têm como base estatísticas oficiais dos estados, que informam quase 5 mil pessoas afastadas das polícias Militar, Civil e Científica por contaminação ou suspeita da doença.

Ponte questionou os dez estados com mais casos da Covid-19 na população. Os dados enviados pelas secretarias da segurança ou pelas próprias corporações locais são parciais, pois mais da metade dos estados não respondeu aos pedidos. 

Apenas quatro estados enviaram respostas com números: São Paulo, Amazonas, Pará e Rio de Janeiro – estes últimos em parte, pois só a PM respondeu, enquanto a Polícia Civil omitiu os números. 

Pernambuco, Ceará, Maranhão, Bahia, Paraná e Minas Gerais omitiram as estatísticas, solicitadas por e-mail nos dias 28 e 28 de abril. 

Os registros apontam que 11 agentes de segurança morreram no Pará, 7 no Rio de Janeiro, 7 em Manaus e 5 em São Paulo. Somados, os quatro estados têm 4.881 policiais fora do trabalho em isolamento preventivo ou em tratamento da doença. 

Divisão por estado

Rio de Janeiro é o estado com mais policiais afetados, com 2.573, seja por contaminação ou suspeita de ter contraído a doença. Da população geral, o Rio é o segundo com mais mortos: 971 vítimas.

Em nota, a PMERJ, comandada pelo coronel Rogério Figueredo de Lacerda neste governo de Wilson Witzel (PSC), explicou que outros 1.334 PMs já haviam se recuperado do tratamento e retomado os trabalhos, com 106 confirmações da Covid-19. Desse total, sete policiais morreram.

Ao destacar que os “policiais militares estão na linha de frente no combate à pandemia”, assim como os profissionais da saúde, a corporação explica que comprou EPIs (Equipamento de Proteção Individual) para tropa. 

Assim como a PM do Rio, o Amazonas também registra sete óbitos na segurança pública, sendo quatro PMs, dois policiais civis e um funcionário da secretaria da segurança. São 461 profissionais afastados por causa da doença.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do estado, administrada pelo coronel Louismar Bonates no governo de Wilson Miranda Lima (PSC), os “órgãos do sistema de segurança pública do Amazonas estão executando as estratégias elaboradas de forma colegiada para prevenir a contaminação e acompanhar servidores que sejam infectados pelo novo coronavírus”. Também houve distribuição de EPIs.

Em São Paulo, a Secretaria da Segurança Pública, comandada pelo general João Camilo Pires de Campos na gestão João Doria (PSDB), limitou-se a responder que “0,7%” da tropa foi afastada preventivamente por causa da Covid-19.

Segundo dados do Portal da Transparência do Estado, são 116.466 policiais, entre militares civis e científicos, atuando no estado. A porcentagem informada pela secretaria corresponde a cerca de 810 agentes. 

A pasta ainda confirma a morte de cinco pessoas, sendo três PMs (Magali Garcia, 46 anos, e Cleber Alves da Silva, 44, e, ambos do Centro de Operações da Polícia Militar, o Copom, e o bombeiro militar Benedito Amâncio Nascimento, 51) e dois policiais civis, que não tiveram identidade revelada.

Já no Pará, assim como no Rio de Janeiro, somente a Polícia Militar respondeu ao pedido, através de nota da Segup (Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social), chefiada por Ualame Machado na gestão do governador Helder Barbalho (MDB). Não há informações sobre a Civil ou Científica.

O estado tem o maior número absoluto de policiais mortos (11), enquanto os afastados preventivamente são 1.031. A pasta informou que ofereceu “mais de 3 mil testes rápidos, 1,2 mil medicamentos para a corporação, além de 15 mil vacinas para Influenza em postos exclusivos para servidores da segurança”. 

“O agente pode, ainda, procurar o quadro médico da sua instituição para agendamento de exames e encaminhamentos para a urgência e internação, se necessário, dependendo da disponibilidade”, afirma. 

‘Tudo indica ser um número maior’

A reportagem apresentou as estatísticas ao tenente-coronel reformado da PM paulista Adilson Paes de Souza. Segundo ele, as informações estão abaixo da realidade. 

“Tudo indica ser um número maior, existe subnotificação e pessoas que estão assintomáticas e estão trabalhando”, afirma. Ele toma como base conversa com dois policiais.

Segundo Adilson, ambos disseram que tanto a corporação como os próprios policiais estão fazendo pouco caso. “Um falou assim: ‘Não temos informação de nada. Trabalhamos sem informação. Sabemos que foi contaminado porque comentam’. Já o outro disse que ‘ninguém está nem aí, não estão usando máscaras, cumprimentando e se abraçando normalmente’. Como fica?”, questiona.

O tenente-coronel cita que há pesquisas brasileiras que apontam um quadro grave de subnotificação. Segundo a Covid 19 Brasil, a estimativa é de que há 15 outras contaminações para cada caso confirmado. Nessa estimativa, o total de policiais contaminados seria de 73.215.

O número é similar ao apresentado pelo Núcleo de Operações e Inteligência em Saúde, o Nois, que sustenta haver 12 pessoas a mais com coronavírus para cada registro. Pelo estudo, os agentes de segurança com a doença subiria para 58.572.

“Não tem como ser diferente. Os policiais estão 24 horas no trabalho, parte deles fazem abordagem. É contato físico, não tem como fugir”, diz. “Agora, se não usa máscara, não usa álcool em gel, não adotam medidas de cautela entre eles,conforme relato dos PMs que ouvi, aí fica difícil”, completam.

Por Arthur Stabile – Repórter da Ponte

Foto de prova do Enem pode ter vazado no Nordeste, diz ministro

Por  Mariana Tokarnia

Prova do Enem foi aplicada neste domingo (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)


Uma imagem da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 que circula nas redes sociais é real. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) confirmou a informação, em nota divulgada há pouco. Segundo a autarquia, que é responsável pelo exame, a divulgação não prejudica os participantes.

“É importante esclarecer que a divulgação, que ocorreu após o início da aplicação, não prejudicou o andamento do exame. Todos os participantes já tinham passado pelos procedimentos de segurança e estavam nos locais de prova”, diz o Inep.

Os órgãos competentes foram acionados pelo Inep para identificar a origem e o responsável pela divulgação da imagem.

Pelas regras do exame, é proibido o uso de aparelhos eletrônicos no local de aplicação do Enem, como celulares. Eles devem ser desligados e colocados dentro do envelope porta-objetos que cada candidato recebe. O uso desses objetos leva à eliminação do candidato.

Cerca de 5,1 milhões de candidatos estão inscritos no Enem. Hoje (3), eles fazem provas de redação, linguagens e ciências humanas. No próximo domingo (10), os participantes fazem provas de matemática e ciências da natureza.

https://twitter.com/AbrahamWeint/status/1191074191719772165
Ministro da Educação, Abraham Weintraub, falou sobre divulgação da prova

Meio milhão de tonelada de óleo foi retirado de praias no Nordeste

Por Luciano Nascimento

(Salve Maracaípe/Fotos Públicas)


Mais de 525 toneladas de resíduos foram retiradas das praias do litoral dos estados da Região Nordeste atingidas por manchas de óleo, desde o início dos trabalhos de limpeza, afirmou hoje (20) a Marinha por meio de nota. Voluntários, funcionários de governos estaduais, municipais, de órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e militares trabalham na remoção desse óleo que começou a aparecer no litoral nordestino no final de agosto.

“O esforço coordenado desses órgãos, a despeito das dificuldades, e a ação de voluntários já recuperaram a maioria das praias, coletando mais 525 toneladas de resíduos, os quais precisarão ser adequadamente destinados, conforme a orientação técnica da Autoridade Ambiental”, diz a nota.

Ontem (19) uma ação conjunta conseguiu retirar mais de 30 toneladas de óleo de sete praias de Pernambuco. Na tarde deste domingo, durante entrevista coletiva, o almirante Leonardo Puntel, comandante de Operações Navais e que coordena as operações relacionadas ao desastre ambiental, disse que as manchas estão restritas agora ao litoral de Pernambuco, na região de Cabo de Santo Agostinho.

Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco (Salve Maracaípe/Fotos Públicas)

“Pelo desconhecimento da origem do incidente, não se pode determinar por quanto tempo ainda persistirão as ocorrências de manchas no litoral do Nordeste, apesar de todo o esforço desenvolvido nesse sentido. Por isso, é fundamental que as equipes mobilizadas permaneçam alertas, para a pronta atuação”, disse a Marinha.

O comandante voltou a reiterar que o óleo encontrado nas praias não é de origem brasileira e que as investigações para apurar as responsabilidades pelo desastre ambiental, que atingiu cerca de 2.250 km de extensão do litoral, seguem.

“O óleo cru, que sabemos não ser produzido ou processado no Brasil, causa grande impacto em nossa biodiversidade e traz prejuízos socioeconômicos às localidades atingidas”, disse a Marinha.

O último balanço, divulgado ontem (19) pelo Ibama, diz que o óleo já atingiu 201 localidades de 74 municípios no litoral do Nordeste. Até o momento, 35 animais foram conhecidamente afetados: 17 tartarugas marinhas morreram, 11 vivas; duas aves com óbito e duas vivas; e um peixe morto.

Proibida a venda de seis marcas de azeite

Por  Jonas Valente

(Arquivo/Agência Brasil)

O Ministério da Agricultura proibiu a comercialização de seis marcas de azeite. A decisão foi tomada após equipes de fiscalização encontrarem produtos fraudados ou impróprios para o consumo. As marcas vetadas foram: Oliveiras do Conde, Quinta Lusitana, Quinta D’Oro, Évora, Costanera e Olivais do Porto.

A fiscalização descobriu azeites com problema em Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Os itens estavam em redes de supermercados e pequenos estabelecimentos de comercialização de alimentos.

A identificação resultou de uma operação da Polícia Civil de São Paulo, que encontrou uma fábrica clandestina que adulterava azeites, misturando óleos para colocar no mercado garrafas sem azeite de oliva. Essa prática é fraude ao consumidor e crime à saúde pública. Após essa operação, foram testadas 54 marcas do produto.

Os comerciantes do produto, como redes de supermercado, onde foram encontrados os itens irregulares, terão de informar os estoques restantes. Caso se recusem a fornecer informações sobre a presença desses produtos, podem ser autuados.

A empresa pega vendendo produtos das marcas objeto da proibição poderão ser denunciadas ao Ministério Público Federal e responsabilizadas criminalmente, bem como punidas com multas de R$ 5 mil por ocorrência.

O Ministério da Agricultura alerta os consumidores a desconfiar de azeites muito baratos, pois há boas chances de adulteração. Segundo o órgão, em geral o item custa em torno de R$ 17, enquanto exemplares falsificados são comercializados por entre R$ 7 e R$ 10.

Comunidades indígenas denunciam ao menos quatro ataques

Alex Rodrigues/Agência Brasil

Após o resultado das eleições, foram registrados ao menos dois ataques intimidatórios a comunidades indígenas em Mato Grosso do Sul e em Pernambuco. Autoridades e a Fundação Nacional do Índio (Funai) confirmam o registro. O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) informa ter recebido relatos de outras duas ações violentas em Mato Grosso do Sul. Os atos envolveram uso de armas de fogo, balas de borracha, além de atearem fogo a uma escola e um posto de saúde. Não há registros de mortes, mas de feridos. 

De acordo com os relatos, os ataques ocorreram entre a madrugada do último domingo (28) e esta segunda-feira (29). O caso mais violento, confirmado pela Funai, foi contra moradores da aldeia Bororó, uma das várias existentes no interior da Reserva Indígena Dourados. Localizada no perímetro urbano, a Reserva de Dourados é a área indígena de maior concentração populacional étnica do país, com cerca de 13 mil habitantes distribuídos por uma área de cerca de 3 mil hectares (cada hectare corresponde às medidas aproximadas de um campo de futebol oficial).

Índios guarani-kaiowá da aldeia Bororó relataram a missionários do Cimi que, na madrugada do último domingo, foram surpreendidos pelo ataque de um grupo composto por índios de outras comunidades e não-índios. Os agressores se aproximaram da aldeia em caminhonetes e com um trator. Alguns deles dispararam contra o grupo. Além de pelo menos quatro feridos com balas de borracha, dois jovens foram atingidos por projéteis de armas de fogo. Uma das vítimas, que levou um tiro na perna, foi atendida no Hospital da Vida e já teve alta. Por medo, um outro indígena também baleado na perna não quis ser socorrido fora da aldeia e, de acordo com um missionário do Cimi, continuava com a bala alojada até a tarde de ontem.

A secretaria estadual de Justiça e Segurança Pública informou que a Polícia Civil instaurou procedimento para apurar o caso, mas antecipou à Agência Brasil que “as informações preliminares dão conta de que houve um possível conflito entre indígenas”. No entanto, missionários do Cimi que pediram para não ter seus nomes divulgados por questões de segurança pessoal classificaram a manifestação como “precipitada”.

“Ela [a secretaria] não leva em conta a complexidade da situação local, inclusive a situação de vulnerabilidade das comunidades que vivem na área e em seu entorno. Uma situação que obriga muitos índios a se sujeitarem a interesses maiores”, comentou um dos missionários do Cimi, lembrando que muitos índios trabalham para fazendeiros da região. Segundo os missionários, isso acontece porque o “confinamento” das comunidades em meio à área urbana e áreas de plantio as impede de desenvolver atividades tradicionais necessárias à manutenção de seu crescimento populacional.

“Parte deste conflito interno se deve à grave situação local, uma situação de crise humanitária. Houve um ataque, pessoas foram baleadas e quem os atacou deve ser identificado e levado à Justiça. O risco é considerar isso única e exclusivamente como um conflito interno, como já aconteceu antes”, destacou um dos missionários, revelando que, há cerca de um mês, a mesma aldeia já tinha sido atacada. Parte das fotos que circularam nas redes sociais nas últimas horas são do ataque anterior, segundo este missionário.

“Bárbarie”

Em Pernambuco, uma escola e um Posto de Saúde da Família de uma aldeia foram incendiados na madrugada de ontem. Os dois prédios públicos funcionavam na aldeia Bem Querer de Baixo, uma área de conflito entre índios e posseiros não-índios no interior da Terra Indígena dos Pankararus, localizada no município de Jatobá.

Segundo a comunidade, o fogo destruiu documentos, equipamentos e comprometeu quase que integralmente a estrutura das duas construções. A equipe médica do posto de saúde fazia cerca de 500 atendimentos mensais. “Pouca coisa se salvou”, informam representantes da comunidade em uma página na internet, pedindo investigação e punição aos responsáveis. “O momento pede cautela e calma. As investigações estão acontecendo, o local foi isolado pela polícia e, em breve, teremos mais notícias.”

Em nota, a prefeitura de Jatobá confirma que os prédios foram “praticamente 100% destruídos e o prejuízo é incalculável”. E acrescenta que o “ato de vandalismo criminoso” prejudica a toda a comunidade, “que ficará carente por vários meses, sem atendimento médico e escolar”. As polícias Militar e Civil foram acionadas e a Polícia Científica inspecionava a área no início da tarde.

Intimidação

Ainda de acordo com os missionários do Cimi, índios de outras duas comunidades de Mato Grosso do Sul denunciaram ter sido alvo de ações intimidatórias no fim de semana. Em Caarapó, no sudoeste do estado, os indígenas afirmam ter presenciado caminhonetes rondando a terra indígena com homens exibindo armas e gritando, o que os levou a acionar a Funai e o Cimi.

A área de Caarapó reivindicada pelos indígenas está em disputa há anos. Em 2016, cerca de 300 índios ocuparam uma área de 490 hectares que afirmam ter pertencido aos seus antepassados. Dias depois, homens armados e encapuzados atacaram o local e incendiaram todos os pertences indígenas. Um índio morreu, cinco foram baleados e ao menos outros seis foram feridos. Procurada, a Funai informou não ter registro do ataque.

O segundo caso divulgado pelo Cimi teria ocorrido em Miranda, na aldeia Passarinho, uma das existentes no interior da Terra Indígena Pilad Rebua. A Funai também disse não ter sido comunicada a respeito.

Foragido é preso ao tentar retirar carro de amigo de uma blitz

(Agência PRF/Reprodução)

Foragido da Justiça de Pernambuco, Klebson Natan Silva de Siqueira, de 28 anos, foi preso na noite deste domingo (9) ao tentar retirar o carro de um amigo em uma blitz da Polícia Rodoviária Federal, em Arujá, na grande São Paulo. O amigo de Kebson foi parado em uma abordagem de rotina ao passar pelo pedágio na rodovia Presidente Dutra, sentido capital paulista.

O motorista se recusou a assoprar o bafômetro e estava com a habilitação suspensa. Multado, o dono do carro só poderia levar o veículo para casa se chamasse outro motorista habilitado.

Quando Klebson chegou para buscar o veículo, os policiais consultaram o documento e descobriram que era procurado desde 2011. Ele responde na Justiça de Pesqueira, em Pernambuco, pelo crime de homicídio qualificado.

Klebson foi levado para a delegacia de Arujá.

*Com informações da Agência PRF

Pernambuco: Operação Socorro mira organização criminosa

Pedro Peduzzi/Agência Brasil

A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou nesta sexta-feira (17) a Operação Socorro, com o objetivo de prender integrantes de uma organização criminosa suspeita de ter cometido crimes de homicídio, tráfico de drogas, extorsão, porte e comércio de armas de fogo e explosivo.

Nove mandados de prisão e três mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos por 60 policiais civis, a pedido da Vara Criminal da Comarca de Jaboatão dos Guararapes (PE). A ação conta com a colaboração da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil.

A fim de evitar prejuízo às investigações, a Polícia Civil não apresentou até o momento mais detalhes sobre a operação.

Ele Transformou Saquinhos de Pão em Franquia de R$ 6 Milhões

Foto: Divulgação

Franquia de publicidade em sacos de pão prevê faturar R$ 10 milhões em 2018

Aquele pãozinho fresquinho de todas as manhãs dificilmente falta na mesa do brasileiro. O que ninguém havia conseguido, até então, era ver  neles algo além do cheirinho irresistível. Estamos falando de R$ 6 milhões, só no ano passado.

Raphael Mattos, 28 anos, trabalhava em Recife em uma multinacional do setor de auditoria quando a mulher engravidou, em 2015. Precisando melhorar a renda e de olho no futuro, ele se reinventou e tirou da cartola um negócio inusitado que, hoje, é sucesso em várias regiões do Brasil.

O jovem administrador percebeu que saquinhos de pão poderiam servir como impulso para propagandas de negócios de bairros. Para chamar a atenção do consumidor final, no entanto, apostou, e aposta até hoje, na distribuição de prêmios entre os clientes.

Assim nasceu a franquia PremiaPão, que já conta com mais de 200 franqueados.

“Eu tinha sete meses para fazer o negócio decolar e só restava trabalhar dentro do quarto do bebê que estava por vir. Largar o emprego foi uma decisão difícil. Comecei o negócio com R$ 10 mil, chamei o Pedro Machado e o Diego Castro, dois amigos de longa data, e assim nasceu a empresa”, explica Raphael co-fundador da franquia PremiaPão.

Foto: Divulgação
Raphael Mattos criou franquia que vende publicidade em saco de pão e hoje tem mais de 200 franqueados

Na prática, a PremiaPão vende espaços publicitários em saquinhos de pão. Os sorteios acontecem uma vez por mês e para participar é preciso que o consumidor faça um cadastro no site da empresa – cada saquinho vem com um código promocional.

Os sacos são fornecidos sem custo para as padarias e outros estabelecimentos que queiram utilizá-los.

A função dos franqueados é vender esses módulos de publicidade que custam a partir de R$ 500 para anunciantes que tenham empresas perto da padaria que vai usar esses sacos para vender pães.

“A publicidade neste tipo de mídia é uma ótima maneira de fazer propaganda. É costume nacional tom

ar café da manhã com pãozinho quente. Ou seja, muita, mas muita gente mesmo tem contato com o que está escrito nos saquinhos”, explica Mattos.

O modelo de franquia da PremiaPão é home-based, ou seja, o franqueado trabalha em casa. O investimento não é alto: a partir de R$ 8 mil, que pode variar de acordo com o número de habitantes da região do franqueado.

“Já nascemos com essa proposta. A ideia inicial foi exatamente essa. Valor baixo com comodidade e flexibilidade para o franqueado. É um modelo que vem dando muito certo, pois se encaixa na realidade financeira atual dos brasileiros”, explica.

Para 2018, a previsão é que o faturamento da franquia chegue a R$ 10 milhões.