Prefeito de SP volta a ser internado para quimioterapia

Por Elaine Patricia Cruz

(Arquivo/Eduardo Ogata/Fotos Públicas)


O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, será internado na noite de hoje (25) para passar por sua terceira sessão de quimioterapia, marcada para amanhã cedo (26) no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista. Covas faz tratamento para um câncer que foi diagnosticado na região do estômago.

Segundo nota da prefeitura, o terceiro ciclo de quimioterapia terá a duração de 30 horas, assim como ocorreu com as duas primeiras. A previsão de alta dependerá da avaliação médica após o tratamento.

Tratamento

Covas foi internado no dia 23 de outubro no Hospital Sírio-Libanês para tratamento de uma erisipela. Dois dias depois, os médicos diagnosticaram uma trombose venosa das veias fibulares e exames subsequentes apontaram tromboembolismo pulmonar e câncer. O prefeito foi diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer na região de transição do esôfago para o estômago, além de uma metástase no fígado e uma lesão nos linfonodos.

Ele decidiu continuar no cargo durante o tratamento, despachando e fazendo reuniões de trabalho no próprio hospital. No dia 30, o prefeito terminou a primeira sessão de quimioterapia, tratamento que teve início no dia anterior e durou cerca de 30 horas ininterruptas.

No dia 3 de novembro, um ecocardiograma mostrou o surgimento de um coágulo no átrio direito do coração. Exames subsequentes, entre os quais uma angiotomografia arterial e venosa do tórax, demonstraram redução dos sinais de tromboembolismo pulmonar e o aparecimento de um pequeno trombo junto ao cateter venoso central.

No dia 8, novos exames mostraram que, com o uso de medicação, os trombos estavam sob controle. Covas foi liberado para realizar a segunda sessão da quimioterapia, tratamento pelo qual passou no dia 12 de novembro. No dia 18 de novembro, ele voltou a despachar da sede da prefeitura, no centro da capital. 

Bruno Covas faz segunda sessão de quimioterapia

Por Flávia Albuquerque

Bruno Covas faz tratamento contra câncer (Arquivo/Leon Rodrigues/Prefeitura de SP)


O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, inicia hoje (12), o segundo ciclo de quimioterapia infusional. Segundo o boletim médico, a duração prevista para o procedimento é de 30 horas. A primeira sessão foi administrada no dia 30 de outubro. No total, serão três sessões e depois disso os médicos farão nova avaliação do quadro do paciente.

O prefeito foi diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer maligno, na região do cardia, na transição do esôfago para o estômago, além de uma metástase no fígado e uma lesão nos linfonodos.

O boletim médico informa ainda que os trombos estão sob controle e já diminuíram, por isso a medicação anticoagulação, que era por via intravenosa, passou a ser administrada por via subcutânea.

Covas foi internado no dia 23 de outubro para o tratamento de uma erisipela. No dia 25, foi diagnosticada uma trombose venosa das veias fibulares e exames subsequentes diagnosticaram tromboembolismo pulmonar e o câncer.

O prefeito decidiu continuar no cargo durante o tratamento, despachando e fazendo reuniões de trabalho no próprio Hospital Sírio-Libanês, onde está internado.

O prefeito está sendo acompanhado pelas equipes médicas coordenadas pelo professor dr. David Uip, prof. dr. Roberto Kalil Filho, prof. dr. Raul Cutait, dr. Artur Katz, dr. Tulio Eduardo Flesch Pfiffer, dr. Cyrillo Cavalheiro Filho e dr. Andre Echaime Vallentsits Estenssoro.

Coágulo no coração faz Bruno Covas permanecer internado

Por Daniel Mello

Bruno Covas, prefeito de São Paulo (Arquivo/Leon Rodrigues/Fotos Públicas)


Boletim divulgado hoje (4) pelo Hospital Sírio-Libanês informa que foi detectado um coágulo no átrio direito do coração do prefeito de São Paulo, Bruno Covas. O problema foi encontrado com a realização de um ecocardiograma. A partir de outros exames, também foram encontrados sinais de tromboembolismo pulmonar e o surgimento de um pequeno trombo junto ao cateter venoso central.

Devido às complicações, a equipe médica decidiu por manter Covas internado para adequar a medicação anticoagulante.

Câncer

Na última quarta-feira (30), o prefeito terminou a primeira sessão de quimioterapia. O tratamento teve início no dia anterior e durou cerca de 30 horas ininterruptas. No total, serão três sessões de quimioterapia; após isso, ele será novamente avaliado pelos médicos. O prefeito foi diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer na região do cárdia, na transição do esôfago para o estômago, além de uma metástase no fígado e uma lesão nos linfonodos.

Covas foi internado no dia 23 para o tratamento de uma erisipela. No dia 25, foi diagnosticada uma trombose venosa das veias fibulares e exames subsequentes diagnosticaram tromboembolismo pulmonar e o câncer.

O prefeito decidiu continuar no cargo durante o tratamento, despachando e fazendo reuniões de trabalho no próprio Hospital Sírio-Libanês, onde está internado.

Em tratamento, Covas vai permanecer no cargo

Por Bruno Bocchini

Bruno Covas, prefeito de São Paulo (Arquivo/Leon Rodrigues/Fotos Públicas)


O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, disse ontem (29) que vai continuar no cargo durante o tratamento que está realizando para combater o câncer. Covas, que está fazendo desde as 9 h desta terça-feira a primeira sessão de quimioterapia, ressaltou que está despachando e fazendo reuniões de trabalho no próprio Hospital Sírio-Libanês, onde está internado.

“Os médicos me autorizaram, a gente continua a governar a cidade de São Paulo, hoje mesmo tive reunião com secretários municipais, despachei aqui do hospital mesmo. Enfim, é vida que segue, colocando não apenas a minha saúde, mas a cidade de São Paulo em primeiro lugar”, disse o prefeito em um vídeo publicado em suas redes sociais.

“A cidade não pode parar, a cidade não tem como ficar em segundo plano, e eu tenho certeza que a gente vai conseguir tocar as duas coisas, vamos vencer esse câncer, e vamos continuar a governar a cidade de São Paulo”, acrescentou.

A primeira sessão de quimioterapia, iniciada na manhã de hoje, deverá se estender por cerca de 30 horas contínuas. Concomitante ao tratamento, no começo da tarde, Covas recebeu os secretários do Governo, Mauro Ricardo, e da Fazenda, Philippe Duchateau, para tratar sobre o plano de execução orçamentária do município. Em seguida, o prefeito se reuniu com o secretário de Comunicação, Marco Antonio Sabino. 

Ele também teve reunião com o chefe de gabinete, Vitor Sampaio, e com o secretário-executivo, Gustavo Pires. Pela manhã, o prefeito recebeu a visita do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Na agenda de amanhã (30) do prefeito há seis reuniões marcadas, no período das 11 h às 16 h, no Hospital Sírio-Libanês. 

Com câncer e metástase no fígado, Bruno Covas inicia tratamento

Por Ludmilla Souza 

Bruno Covas, prefeito de São Paulo (Arquivo/Leon Rodrigues/Fotos Públicas)


O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, foi diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer maligno, situado na região do cardia, na transição do esôfago para o estômago. Através de exame pet scan realizado no último domingo (27), ainda foi descoberta uma metástase no fígado e uma lesão no linfonodo. Ele está internado desde a quarta-feira (23) no Hospital Sírio-Libanês.

Ele também realizou no domingo uma videolaparoscopia — procedimento cirúrgico para visualizar a cavidade abdominal e aprofundar o diagnóstico.

O prefeito deu entrada no dia 23 para o tratamento de uma erisipela. Na sexta-feira (25), ele foi diagnosticado com trombose venosa das veias fibulares e exames subsequentes diagnosticaram tromboembolismo pulmonar.

Em coletiva de imprensa concedida nesta segunda-feira (28), a equipe médica informou que Bruno passará por tratamento quimioterápico.

De acordo com o médico infectologista David Uip, o prefeito está bem fisicamente e emocionalmente. “Ele está ótimo, não tem sintomas, está animado, disposto e confiante”. O médico ainda completou que os achados vieram de uma investigação proativa. “Ele não tem qualquer sintoma, jamais apresentou qualquer sintoma digestivo, não emagreceu, foi realmente um achado de sorte”, disse Uip.

Segundo o médico cardiologista Roberto Kalil, a investigação se deu por conta de um protocolo de investigação quando há o quadro do tromboembolismo.

“Um paciente com uma trombose em um membro inferior, jovem, pesquisamos outras causas além do simples fato de ser postural, ficar com a perna muito para baixo, e não é o caso dele que é muito ativo. Então faz parte da investigação de embolia de pulmão em jovem procurar neoplasia e feita a tomografia já mostrou uma lesão no estômago. A completamentaçao dos exames confirmou o diagnóstico”, explicou o cardiologista.

O médico cirurgião digestivo Raul Cutait explicou que a lesão é totalmente assintomática. “A lesão não chegou a trazer nenhuma dificuldade para alimentação, deglutição nesse sentido. Há um linfonodo que está adjacente e um único nódulo hepático. Nessas condições o tratamento de escolha é o tratamento quimioterápico, por meio desse exame se pode englobar a doença toda ao mesmo tempo”.

Tratamento

Segundo o oncologista clínico Tulio Eduardo Pfiffer o tratamento será intenso. “Como ele é jovem, forte e motivado, vamos optar por um tratamento de quimioterapia mais intenso, envolvendo três remédios, infusional, que dura em torno de 36 horas cada ciclo. A média de um ciclo a cada duas semanas. O tratamento é eficaz e os resultados clínicos cada vez melhores”.

De acordo com o médico David Uip, Covas fica internado pelo menos até o fim da semana e por enquanto vai despachar do hospital. A equipe explicou que o tratamento poderia ser feito de forma ambulatorial, mas como ele está internado para tratar a embolia já iniciará o tratamento quimioterápico no hospital.

Não há previsão que ele deixe o cargo para realizar a quimioterapia. ” Ele disse para mim que tem a responsabilidade de ficar no cargo enquanto possível e terá a responsabilidade de deixar o cargo se precisar”, disse o médico David Uip.

Bruno Covas, que tem 39 anos, está no cargo desde abril de 2018, quando o então prefeito João Doria renunciou para disputar a eleição ao governo do estado.

‘Ajuda muito a atravessar a tempestade’, diz Covas sobre apoio

Por Flávia Albuquerque

Bruno Covas, prefeito de São Paulo (Leon Rodrigues/Prefeitura de SP/Reprodução)


O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, passou na noite de ontem (27) por uma laparoscopia diagnóstica para identificar tumor detectado no trato digestivo em exame realizado no sábado (26).

Covas deu entrada no Hospital Sírio-Libanês, no dia 23, para tratamento de uma erisipela – infecção cutânea causada geralmente por bactéria -. No dia 25, foi diagnosticado com trombose venosa das veias fibulares. Outros exames apontaram para tromboembolismo pulmonar.

De acordo com o boletim médico, os resultados dos exames anatomopatológicos demoram alguns dias.

Na manhã de hoje (28), o prefeito publicou boletim médico em uma rede social e disse não ter dúvidas de que vencerá o desafio. “Quero agradecer as centenas de mensagens que tenho recebido de inúmeras pessoas. Ajuda muito a atravessar a tempestade”.

O prefeito Bruno Covas está sendo acompanhado pelas equipes médicas coordenadas pelo professor Dr. David Uip, pelo professor Dr. Roberto Kalil Filho, Dr. Tulio Eduardo Flesch Pfiffer, Dr. Artur Katz e professor Dr. Raul Cutait.

Exame indica tumor no trato digestivo de Bruno Covas

Bruno Covas, prefeito de São Paulo (Arquivo/Eduardo Ogata/Fotos Públicas)


O Hospital Sírio-Libanês informou que o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, será submetido na noite deste domingo (27) a uma laparoscopia diagnóstica. Na sexta-feira (25), Covas foi diagnosticado comtrombose venosa – formação de um coágulo sanguíneo em uma veia profunda – nas veias fibulares, localizadas na lateral da perna e no tornozelo.

“No sábado, dia 26, foi realizado um pet scan em continuidade à investigação diagnóstica. Este exame mostrou o surgimento de uma tumoração no trato digestivo”, informa o boletim médico.

Nesta segunda-feira (28), os médicos que acompanham Covas vão dar entrevista coletiva para falar sobre o estado de saúde do prefeito.

Bruno Covas deu entrada no Hospital Sírio-Libanês na quarta-feira (23) para o tratamento de uma erisipela, doença que causa um tipo de celulite (infecção da pele) provocada por bactérias que, quando encontram uma porta de entrada nas camadas mais superficiais da pele, espalham-se, formando uma mancha vermelha.

Bruno Covas ficará afastado da Prefeitura por uma semana

Bruno Covas, prefeito de São Paulo (Leon Rodrigues/Prefeitura de SP/Reprodução)

A Prefeitura de São Paulo comunicou hoje (9) que o prefeito Bruno Covas entrou em licença não remunerada a partir deste sábado até o próximo dia 15.

Quem assume o cargo nesse período é o presidente da Câmara Municipal, Eduardo Tuma.

Segundo nota da Prefeitura, Covas está saindo de licença por motivos pessoais.

Preso, prefeito de Mauá enfrenta processo de Impeachment

Por  Bruno Bocchini

Átila Jacomussi, prefeito de Mauá (Arquivo/Divulgação)

A Câmara dos Vereadores de Mauá (SP) aprovou hoje (16) a abertura de um processo de impeachment contra o prefeito da cidade, Atila Jacomussi. Em sessão extraordinária, o plenário acolheu denúncias por crime de responsabilidade com pedido de cassação de mandato eletivo do prefeito. Ele tem dez dias para apresentar defesa após ser notificado.

O prefeito só será considerado afastado definitivamente do cargo caso haja a aprovação de, no mínimo, dois terços dos 23 vereadores do município. O processo deverá demorar cerca de três meses. Jacomussi está preso desde dezembro de 2018, quando foi detido na Operação Trato Feito da Polícia Federal (PF).

A operação apurou que nove empresas pagavam vantagens ilícitas a agentes públicos e políticos para compra de apoio na Câmara Municipal, obtendo contratos superfaturados. A investigação demonstrou que o esquema criminoso, liderado pelo prefeito, movimentou cerca de R$ 500 mil por mês. De acordo com a PF, entre 10% e 20% dos valores de cada contrato fechado com a prefeitura eram destinados ao pagamento de propinas.



Os contratos envolviam aluguel de veículos oficiais, reforma de parques, serviços de limpeza e sinalização viária na cidade, envolvendo o pagamento de propina a 22 dos 23 vereadores da cidade, comprados em troca de apoio político.

“No decorrer das investigações foram identificados os pagamentos para 22 dos 23 vereadores da prefeitura de Mauá e esses pagamentos eram efetuados para a obtenção de apoio político para o prefeito, para aprovação de seus projetos e, inclusive, o prefeito foi objeto de dois [processos de] impeachment após a deflagração dessa operação. Quase a totalidade dos vereadores acabou votando a seu favor”, disse o delegado regional de investigação e combate ao crime organizado Marcelo Ivo de Carvalho em dezembro, após a prisão do prefeito.

O escritório do advogado que defende o prefeito, Daniel Leon Bialski, foi contatado pela reportagem, mas até o momento, não se manifestou.

Prefeito de Mauá é preso durante operação da Polícia Federal

Por Elaine Patrícia Cruz, da Agência Brasil

Átila Jacomussi (de jaqueta, ao centro) prefeito de Mauá (Arquivo/Divulgação)

Uma operação da Polícia Federal deflagrada na manhã de hoje (13) prendeu o prefeito da cidade de Mauá (SP), Átila Jacomussi (PSB). A ação recebeu o nome de Trato Feito e investiga uma organização criminosa voltada para o desvio de recursos públicos em contratos firmados na prefeitura.

A investigação é um desdobramento da Operação Prato Feito, que investigava o desvio de recursos públicos em diversas cidades na merenda escolar.  
 
Segundo a Polícia federal, que não divulgou os nomes das pessoas que foram presas hoje, dois mandados de prisão preventiva foram cumpridos, além de 54 mandados de busca e apreensão.



Além das prisões e mandados de busca, dois agentes públicos foram afastados, um contrato com suspeita de fraude foi suspenso e nove empresas foram proibidas judicialmente de contratar com a administração pública.
 
A operação apontou que as nove empresas pagavam vantagens ilícitas para os agentes públicos e políticos para compra de apoio na Câmara Municipal de Mauá, obtendo contratos superfaturados.
 
Os investigados vão responder pelos crimes de organização criminosa, fraude a licitações e corrupção ativa e passiva. As penas vão de um a 12 anos de prisão.
 

Defesa do prefeito diz que vai recorrer

Por meio de nota, o advogado Daniel Leon Bialski, que defende o prefeito de Mauá, Átila Jacomussi, informou que vai recorrer.  

“Este novo e arbitrário decreto de prisão nada mais faz do que requentar fatos que já eram conhecidos e tinham motivado o decreto anterior, que foi revogado pela Suprema Corte. Como o prefeito não descumpriu qualquer das medidas impostas, a defesa irá apresentar reclamação perante o Supremo Tribunal Federal porque essa decisão afronta e desafia a autoridade da medida antes concedida. Não é admissível dar uma nova roupagem para fatos pretéritos e conhecidos para se renovar o pedido de prisão.”

A nota acrescenta que “a medida, além de ilegal, não possui lastro empírico e nem idônea motivação. Causa maior espanto quando se verifica que o próprio Ministério Público Federal contestou a competência jurisdicional da Justiça Federal para examinar a causa. Infelizmente, este é um triste sintoma do momento policialesco em que vivemos. Todavia, a defesa irá em todas as instâncias e graus combater essa arbitrariedade, buscando restabelecer a liberdade do prefeito”, finaliza.