Feriadão deve levar 5,5 milhões de carros às estradas paulistas

Pelo menos 5,5 milhões de veículos devem circular pelas principais estradas que deixam a capital paulista durante o feriado prolongado de Nossa Senhora Aparecida, celebrado no dia 12. O tráfego intenso está previsto a partir da tarde de hoje (8) e durante todo o sábado (9), em direção ao litoral. Serão implantadas operações especiais de reversão de pista nesses dias, em horários específicos, no Sistema Anchieta-Imigrantes, e na Serra dos Tamoios. Na direção ao interior, o aumento do fluxo começou ontem (7).

Para o retorno à capital, a previsão é a de aumento gradual a partir de segunda-feira (11). Na terça-feira (12), a previsão é fluxo intenso a partir do meio-dia até o período noturno. Operações especiais de reversão de pista no Sistema Anchieta-Imigrantes, como a operação 2×8, e na Serra dos Tamoios, também estão sendo programadas para esses dias, em horários específicos.

As ações fazem parte da Operação Aparecida 2021 e contemplam toda a assistência rodoviária nos 27,2 mil quilômetros (km) de rodovias, que incluem a malha administrada pelo Departamento de Estradas e Rodagem (DER) e a concedida e administrada pelas concessionárias. 

A recomendação é a de que os motoristas planejem sua viagem a partir da consulta aos horários mais adequados para se pegar a estrada e às condições de tráfego nas rodovias, disponíveis nos sites das concessionárias, em tempo real.

“Esse feriado será de grande movimentação nas nossas rodovias. Por isso, mais uma vez vamos unir forças para garantir conforto e segurança para todos os motoristas”, disse o secretário Estadual de Logística e Transportes, João Octaviano Machado Neto.

Assistência

De acordo com a Secretaria de Logística e Transportes de São Paulo e a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), em todo o sistema rodoviário haverá reforço assistencial para atender à demanda, assim como no monitoramento e operação dos equipamentos como call box, aplicativos de mensagens, câmeras de CFTV, painéis de mensagem e veículos de apoio, posicionados em locais estratégicos, dando mais agilidade no atendimento ao usuário.

Serão disponibilizados ainda maior número de guinchos, ambulâncias, caminhões-pipa, motocicletas para apoio mecânico e veículos operacionais em geral. Os postos de atendimento aos usuários estarão abertos e equipados com banheiros, álcool gel, bebedouro e local de descanso, aptos a receberem os viajantes com todas as medidas de controle sanitário.

“Vamos colocar à disposição do usuário toda a assistência necessária para uma boa viagem, que seja confortável e segura, mas sempre é importante ficar atento às condições do veículo antes de sair de casa e obedecer aos limites de velocidade e à sinalização”, alerta o diretor-geral da Artesp, Milton Persoli. 

Segundo a estimativa, as rodovias Ayrton Senna (SP-070) e Carvalho Pinto devem concentrar a maior quantidade de veículos neste feriado, por serem as principais rodovias que dão acesso ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida. A concessionária Ecopistas, que administra o trecho, estima que  cerca de um milhão de veículos passem pelas quatro praças de pedágio do corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto, nos dois sentidos, entre hoje e terça-feira (12). O movimento deve ser mais intenso no sentido interior nesta sexta-feira, das 15h às 19h, e no sábado (9), das 7h às 12h. Já para o retorno do fim de semana prolongado, a previsão é de tráfego intenso de 12h às 18h de terça-feira. 

Ecovias

Já a Ecovias, concessionária que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes,  prevê que até 380 mil veículos sigam em direção à Baixada Santista, de 0h de hoje até a meia-noite de terça-feira. O movimento de veículos em direção à Baixada Santista deve aumentar a partir da tarde desta sexta-feira, quando está prevista a implantação da Operação Descida 7X3, das 16h às 2h de sábado. 

Parte dos veículos deve iniciar o retorno do feriado prolongado no domingo (10), mas o maior volume em direção à capital deve ocorrer na terça-feira. Para esses dias, estará em vigor a Operação Subida 2X8. No domingo, ela deve vigorar entre 17h e 22h. Na terça-feira a mesma configuração deve começar por volta das 11h e permanecer até 1h de quarta-feira. 

Na Tamoios, a estimativa é de que cerca de 185.000 veículos trafeguem pelas rodovias que dão acesso ao litoral norte e cidades do Vale do Paraíba.  A Operação Descida será montada no trecho de serra, liberando duas pistas sentido litoral e uma pista sentido São José dos Campos, visando garantir fluidez ao tráfego que segue em direção ao litoral norte. No retorno do feriado, a rodovia volta à sua configuração normal, com duas pistas sentido São José dos Campos e uma pista sentido litoral. 

CCR ViaOeste

De acordo com a estimativa da concessionária CCR ViaOeste, que administra o Sistema Castello-Raposo, na saída de São Paulo, o motorista deverá enfrentar tráfego intenso hoje,  entre 16h e 20h no sentido interior. No sábado, o congestionamento deve se repetir das 7h às 12h. A estimativa da concessionária é de que 639 mil veículos trafeguem nas rodovias Castello Branco (SP-280) e Raposo Tavares (SP-270) no fim de semana prolongado. 

Para o retorno à capital, a previsão é de tráfego intenso na terça-feira, das 13h às 21h. No domingo e na terça-feira o tráfego de caminhões estará proibido na Rodovia Castello Branco, no sentido capital, entre as 14h e 1h. 

Na Anhanguera (SP-330) e Bandeirantes (SP-348) o período de pico será entre 16h e 20h de hoje e das 8h até o meio-dia de sábado. Devem passar por essas rodovias 840 mil veículos. Na volta, o tráfego deve se intensificar já a partir das 11h da terça-feira, com previsão de duração até as 20h.

Por Agência Brasil

Rodovia é libera após acidente que matou 12 pessoas, incluindo uma criança

(Reprodução)

Já está liberado o trecho da BR-101, na altura da cidade de Eunápolis, no sul da Bahia, onde, na noite de ontem (29), um acidente envolvendo um caminhão que carregava eucalipto, um ônibus e uma van deixou 12 mortos. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), entre as vítimas estão os motoristas do ônibus e da van e uma criança.

Na colisão, pelo menos 17 pessoas ficaram feridas, algumas em estado grave. Elas foram encaminhadas a hospitais em Eunápolis e Porto Seguro. O motorista do caminhão fugiu do local sem prestar socorro às vítimas e a expectativa é que ainda hoje ele se apresente à polícia de Eunápolis.

O acidente aconteceu por volta das 20h da última quarta-feira no km 703 da rodovia. Segundo a PRF, o caminhão ia em direção a Itabuna, na Bahia, quando, em uma curva, a última carroceria do veículo tombou e se soltou do veículo.

As toras de eucalipto atingiram o ônibus e a van que estavam no sentido contrário da pista. O ônibus fazia a linha Itacaré/Porto Seguro, e a van ia para a cidade de Itabuna.

Por Agência Brasil

Bolsonaristas encerram protesto em rodovias de São Paulo, mas ainda há mobilização em 5 Estados

Os caminhoneiros bolsonaristas encerraram a manifestação em rodovias do Estado de São Paulo, segundo o último balanço divulgado pelo Ministério da Infraestrutura, na manhã de hoje (10), por volta de 7h30. O boletim do ministério tem como base dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Até ontem à noite havia bloqueios em rodovias de 10 Estados, além de mobilização em outros cinco, também segundo o ministério. Hoje, “no Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santos e Paraná não há mais qualquer ponto de retenção”, esclarece, em nota.

Segundo o ministério, entre a noite de ontem e a manhã de hoje houve uma redução de 45% na adesão ao movimento.

Estados mobilizados

A mesma nota diz que cinco Estados ainda têm algum tipo de mobilização ou bloqueios em rodovias. No Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rondônia, caminhoneiros ainda estão sendo abordados nas rodovias para forçar um aumento na adesão.

“Há aglomerações sem prejuízo ao livre fluxo de veículos no Mato Grosso e no Pará”, diz a nota.

O movimento acontece mesmo após o Presidente da República, Jair Bolsonaro, pedir aos caminhoneiros bolsonaristas para que retomem as atividades e liberem as rodovias.

Rodovias ainda registram bloqueios em 15 Estados

Polícia Rodoviária Federal retira pneus usados por caminhoneiros bolsonaristas para bloquear rodovias (PRF/Reprodução)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou na tarde de hoje (9) ter liberado 35 pontos de bloqueio e manifestações nas rodovias do país. Esses pontos incluem bloqueio parcial, bloqueio total e concentrações de manifestantes. Segundo a corporação, 2 mil policiais e cinco aeronaves trabalham para liberar as estradas bloqueadas por caminhoneiros. 

Um movimento de caminhoneiros apoiadores do presidente Jair Bolsonaro teve início um dia depois das manifestações pró-governo ocorridas na terça-feira (7). Parados nas estradas, eles pedem o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e a destituição de ministros da Corte, além de intervenção militar. 

Agora à tarde, em nota conjunta com o Ministério da Infraestrutura, a PRF informou que, às 17h, eram registrados pontos de concentração em rodovias federais de dez estados, com pontos isolados em outros cinco.

“A Região Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) segue concentrando mais da metade das ocorrências registradas neste início da tarde. Aglomerações ainda seguem nos estados de Rondônia, Mato Grosso do Sul, Bahia, Pará, Mato Grosso, Goiás e Tocantins. Com um único ponto seguem Maranhão, Minas Gerais, Roraima, Piauí e Rio de Janeiro”, conclui a nota.

Na noite de ontem (8), Bolsonaro divulgou áudio pedindo aos seus apoiadores que liberassem as pistas.

“Fala para os caminhoneiros que são nossos aliados que esses bloqueios atrapalham nossa economia. Isso provoca desabastecimento e inflação. Prejudica todo mundo, em especial os mais pobres. Dá um toque para os caras, para liberar, para a gente seguir a normalidade”, disse o presidente.

Por Agência Brasil

Pelo segundo dia, caminhoneiros bolsonaristas bloqueiam rodovias em 15 Estados

(Diário Popular do RS/Reprodução)

Pelo segundo dia consecutivo, caminhoneiros que são a favor do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) promovem manifestações e bloqueiam rodovias em todo o país na manhã desta quinta-feira (9).

O Ministério da Infraestrutura divulgou novo boletim sobre a situação de bloqueios nas estradas e informou que, às 0h30 de hoje, foram registrados pontos de concentração em rodovias federais em 15 estados. Havia casos identificados em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Espírito Santo, Mato Grosso, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Tocantins, Rio de Janeiro, Rondônia, Maranhão, Roraima, São Paulo e Pará.

Segundo informações da pasta, os pontos de retenção na região norte de Santa Catarina, onde a mobilização chegou a ameaçar condições de abastecimento, foram liberados por equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

“Todos os pontos de bloqueio registrados no Rio Grande do Sul e em São Paulo foram liberados. Há duas ocorrências de interdição em Minas Gerais e a PRF já está no local atuando”, disse em comunicado.

A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) divulgou uma nota de repúdio às paralisações, segundo ela, organizadas por caminhoneiros autônomos.

“Trata-se de movimento de natureza política e dissociado até mesmo das bandeiras e reivindicações da própria categoria, tanto que não tem o apoio da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos”, diz o texto da associação, assinado pelo presidente da NTC&Logística Francisco Pelucio.

A entidade, que congrega cerca de 4 mil empresas de transporte, disse ainda estar preocupada com os efeitos que bloqueio nas rodovias poderão causar, especialmente em relação ao abastecimento dos setores de produção e comércio.

Início dos protestos

Os bloqueios começaram anteontem, durante os atos do 7 de setembro convocados por Bolsonaro, e seguiram ao longo desta quarta-feira (8).

A Infraestrutura informa ainda que, ao todo, já foram “debeladas” 117 ocorrências com concentração de populares e tentativas de bloqueio total ou parcial de rodovias nas últimas horas.

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, um dos líderes do movimento intitulado de caminhoneiros patriotas, Francisco Burgardt, também conhecido como Chicão Caminhoneiro, informou que entregaria ainda hoje um documento ao presidente do Senado Rodrigo Pacheco (DEM-MG), pedindo a destituição de ministros do STF.

“O povo brasileiro não aguenta mais esse momento que País está atravessando através da forma impositiva que STF vem se posicionando. O povo brasileiro está aqui [Esplanada dos Ministérios] buscando solução e só vamos sair daqui com solução na mão”, disse Chicão, que preside a UBC (União Brasileira dos Caminhoneiros), em vídeo que circula pelas redes sociais. 

Segundo ele, o documento também será entregue ao presidente Jair Bolsonaro. Em outro vídeo, Burgardt cita o prazo de 24 horas para a resposta das autoridades ao pedido do movimento. 

Bolsonaro pede vias livres

O presidente pediu para que caminhoneiros autônomos desistissem da paralisação e liberassem as rodovias, em áudio divulgado em grupos de mensagens, nas redes sociais. O ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas confirmou a autenticidade do conteúdo. 

“Fala para os caminhoneiros aí, são nossos aliados, mas esses bloqueios atrapalham a nossa economia. Isso provoca desabastecimento, inflação, prejudica todo mundo, em especial os mais pobres. Então, dê um toque aí para os caras, se for possível… para liberar, para a gente seguir a normalidade”, diz o áudio.

por TV Cultura

PRF desbloqueia rodovias fechadas por bolsonaristas em oito Estados

O Ministério da Infraestrutura informou que existem pontos de concentração de caminhoneiros, com abordagem a outros veículos de carga, em oito estados, até as 17h30 de hoje (8). O balanço foi feito com base em informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). As mobilizações ocorrem na Bahia, no Espírito Santo, no Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, em Santa Catarina, no Paraná, no Maranhão e no Rio Grande do Sul. Em nenhum desses locais, segundo a pasta, há bloqueio total da pista.  

“A PRF encontra-se em todos os locais identificados e trabalha pela garantia do livre fluxo com a tendência de fim das mobilizações até a 0h do dia 09/09. Importante alertar que a disseminação de vídeos e fotos por meio de redes sociais não necessariamente reflete o estado atual da malha rodoviária”, informou o Ministério da Infraestrutura, em nota. 

Ainda segundo a pasta, ao longo do dia foram debeladas 67 ocorrências com concentração de populares e tentativas de bloqueio total ou parcial de rodovias.

O movimento ocorre um dia depois de manifestações pró-governo em diferentes cidades, nessa terça-feira (7). Manifestantes pediram o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e a destituição de ministros da corte, além de intervenção militar.

Em nota, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) manifestou “total repúdio” às paralisações. “Trata-se de movimento de natureza política e dissociado até mesmo das bandeiras e reivindicações da própria categoria, tanto que não tem o apoio da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos”, diz a entidade. O texto leva a assinatura do presidente da NTC&Logística, Francisco Pelucio. 

A entidade, que congrega cerca de 4 mil empresas de transporte, disse ainda estar preocupada com os efeitos que bloqueio nas rodovias poderão causar, especialmente em relação ao abastecimento dos setores de produção e comércio. 

Caminhões na Esplanada

No início da tarde, mesmo depois do fim da manifestação de ontem, dezenas de caminhões permaneciam estacionados ao longo do canteiro central da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, cujo trânsito segue bloqueado. Eles pressionam pela derrubada do bloqueio policial que dá acesso à Praça dos Três Poderes, onde fica o STF, o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto.

Mais cedo, manifestantes tentaram invadir a sede do Ministério da Saúde e hostilizaram jornalistas. Equipes de pelo menos duas emissoras tiveram que se abrigar dentro do prédio após ameaça de agressão por parte dos manifestantes. 

Segundo a Polícia Militar do DF, que foi chamada ao local, não houve registro de feridos e ninguém foi detido. A corporação informou também que o policiamento no local está reforçado. 

Em nota, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF disse ter recebido relatos de ataques de manifestantes a profissionais de imprensa e cobrou da Secretaria de Segurança Pública do DF assegurasse o trabalho dos profissionais de comunicação. O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa, deputado Distrital Fábio Felix (PSOL), também informou ter enviado ofício à Secretaria de Segurança do DF para reforçar “urgentemente” o policiamento no local.  

Por Agência Brasil

Saída para fim de semana prolongado tem congestionamentos

Congestionamento durante a tarde na Rodovia dos Imigrantes, sentido litoral (Ecovias/Reprodução)

Na tarde de hoje (3), véspera do feriado prolongado do Dia da Independência, as estradas que ligam a capital paulista ao litoral e ao interior já apresentavam pontos com tráfego intenso. A estimativa da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) é que 5,1 milhões de veículos passem pelas principais rodovias que saem da cidade de São Paulo.

O Sistema Anchieta-Imigrantes, que vai da capital à Baixada Santista, às 15h45, tinha três pontos de congestionamento em direção ao litoral, totalizando 19 quilômetros de lentidão. A previsão da Ecovias, concessionária responsável pela administração do sistema, é que entre 265 mil e 410 mil veículos sigam para o litoral ao longo do feriado.

No Sistema Anhanguera-Bandeirantes, que liga a capital ao interior, por volta do mesmo horário, eram registrados alguns pontos de congestionamento na Rodovia Anhanguera em direção ao interior. A Rodovia dos Bandeirantes também tinha lentidão em ambos os sentidos na altura de Jundiaí. A Autoban, concessionária que administra as rodovias, espera que 870 mil veículos passem pelas rodovias durante o feriado.

A Companhia de Engenharia de Tráfego registrava às 16h, na cidade de São Paulo, 57 quilômetros de vias congestionadas.

Terminais de ônibus

Nos terminais de ônibus da capital paulista, a estimativa da Socicam, empresa concessionária dos terminais do Tietê, Jabaquara e Bara Funda, é que 330 mil pessoas embarquem e desembarquem durante o feriado.

Os destinos mais procurados são Santa Catarina, Rio de Janeiro, a região sul de Minas Gerais e o litoral sul e norte de São Paulo. Para atender a demanda, foram disponibilizados 438 ônibus extras para hoje (3) e amanhã (4).

Segundo a Socicam, os terminais operam atualmente com uma redução de 45% no fluxo de passageiros na comparação com o período anterior à pandemia de covid-19.

Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil 

Bolsonaro inaugura 102 km de asfalto em trecho da Transamazônica

O presidente Jair Bolsonaro cumpriu agenda nesta sexta-feira (18) no Pará, onde participou da entrega de títulos rurais e da inauguração de um trecho asfaltado da rodovia BR-230, a Transamazônica.

Na primeira atividade, em Marabá, região central do estado, foi feita a entrega simbólica de 50.162 títulos definitivos e provisórios de propriedade de terra. A maior parte dos títulos (47.234) tem como beneficiários famílias assentadas da reforma agrária. Outros 2.924 títulos foram entregues a ocupantes de glebas públicas federais. A entrega foi simbólica e corresponde ao total de títulos emitidos nos últimos dois anos.

“Essas pessoas, agora, perfazendo um total de 50 mil aqui no estado, têm um pedaço de terra para dizer que é seu e de sua família”, afirmou o presidente, em  discurso. O presidente defendeu o direito de propriedade, chamando de “sagrado”. 

Transamazônica

Após o evento em Marabá, Bolsonaro se deslocou para o município de Novo Repartimento, a pouco mais de 180 km ao norte. O município é cortado pela Rodovia Transamazônica (BR-230) entre os rios Tocantins e Xingu. O trecho asfaltado tem 102 quilômetros de extensão e liga Novo Repartimento a Itupiranga.

A cerimônia também marcou a assinatura da ordem de serviço para construção da ponte sobre o Rio Xingu. Atualmente, a transposição do rio pela Transamazônica é feita por meio de balsa. De acordo com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, a previsão é que a obra comece no ano que vem.

Por Agência Brasil

Greve dos caminhoneiros interdita faixas da Castello Branco

Um caminhão foi atingido por uma pedra no começo da manhã de hoje (1), na Rodovia Castello Branco, na Grande São Paulo. A pedra foi lançada contra o parabrisa e obrigou o caminhoneiro a parar em um posto de combustível mais a frente.

A rodovia, um dos principais corredores entre o interior do Estado e a Capital, foi palco de um protesto de caminhoneiros. A manifestação foi convocada para todo Brasil contra o alto preço do diesel e a favor de um reajuste da tabela do frete. Houve também faixas com críticas ao governador João Doria.

Segundo a concessionária que administra a rodovia, houve, pelo menos, dois quilômetros de congestionamento. O Ato, em Barueri, ocupou duas das faixas.

Os protestos começaram durante madrugada. Veja abaixo:

Conselho confirma greve dos caminhoneiros nesta segunda

O Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) planeja uma paralisação da categoria a partir da próxima segunda-feira (1) e por tempo indeterminado. Eles reivindicam melhores condições de trabalho, protestam conta o aumento do preço do combustível e cobram um posicionamento sobre o marco regulatório do transporte marítimo (BR do Mar). 

A decisão pela paralisação foi tomada em 15 de dezembro do ano passado durante uma assembleia geral do CNTRC. O Conselho conta com 40 mil caminhoneiros paulistas e mais afiliados em outros estados.

Na última semana, Jair Bolsonaro (sem partido) fez um apelo a classe para não fazerem a greve. Segundo o presidente, isso seria muito prejudicial para o país. Além disso, ele afirma que estuda alternativas para reduzir o preço do diesel. 

Em 2018, o grupo realizou uma paralisação que durou dez dias, e afetou todo o sistema de distribuição em todo o país. Consequência disso foram as filas nos postos de gasolina e mercados com prateleiras vazias. 

Mesmo com a greve, a CNTRC garante que 30% do total dos trabalhadores vão continuar trabalhando.

Por TV Cultura