Em dia de volta do comércio Frota de ônibus é ampliada

A prefeitura de São Paulo ampliou hoje (10) a frota de ônibus no transporte público da cidade em mais 1,7 mil veículos. Com isso, passam a circular 11,8 mil coletivos, 92,3% do total disponível antes do início da quarentena. A medida visa reduzir a disseminação do coronavírus.

(Rovena Rosa/Agência Brasil)

Desde segunda-feira (8), estavam nas ruas 9,2 mil veículos, 71,62% do total da frota. Porém, a cidade está aumentando o número de atividades econômicas autorizadas a reabrir, seguindo o plano do governo estadual de flexibilização do isolamento social.

Riscos

O Sindicato dos Motoristas e Cobradores de São Paulo organizou, ontem (8), manifestações em terminais de ônibus pedindo que toda a frota fosse colocada nas ruas. Os trabalhadores acreditam que somente assim é possível garantir que os coletivos não circulem lotados. 

Para o sindicato, o número reduzido de veículos em um cenário de reabertura econômica aumenta os riscos de contaminação de motoristas e cobradores.

A prefeitura divulgou orientações para reduzir a propagação do vírus nos ônibus, entre elas, a de que os coletivos não devem exceder a capacidade de passageiros sentados. Os motoristas estão autorizados a não parar nos pontos de embarque quando os veículos tiverem atingido a lotação.

O protocolo para o transporte coletivo municipal prevê ainda o uso obrigatório de máscaras dentro dos ônibus e nos terminais e a marcação no chão para sinalizar a distância entre os passageiros durante a espera nos locais de embarque. Também foi adotado um esquema diferenciado de higienização dos veículos, plataformas dos terminais e banheiros.

Reabertura

A prefeitura de São Paulo liberou, a partir de hoje, a volta do funcionamento, com atendimento ao público, do comércio de rua e das imobiliárias da cidade. Os estabelecimentos, no entanto, estarão autorizados a abrir ao público por um período de somente quatro horas diárias. 

O comércio pode abrir as portas das 11h às 15h. As imobiliárias vão poder funcionar também por quatro horas por dia, desde que o horário de funcionamento (abertura e fechamento) não ocorra durante o horário de pico.

Por Daniel Mello – Repórter da Agênica Brasil

Sindicato quer 100% da frota de ônibus na Capital operando

Os motoristas de ônibus do transporte coletivo de São Paulo querem que a Prefeitura coloque 100% da frota para rodar. O Sindicato dos Motoristas e Cobradores pretende fazer uma manifestação na tarde de hoje (9), às 16h, no Terminal Santo Amaro, na zona sul.

(Sindmotoristas/Reprodução)

Segundo a categoria, em meio a pandemia tem ocorrido superlotação dos ônibus. Na segunda-feira (8), a frota em operação foi ampliada na Capital, mas houve relatos de aglomeração no transporte.

O prefeito Bruno Covas (PSDB) ameaçou demitir o secretário municipal de transportes se não conseguir evitar aglomeração no sistema até sexta-feira (12). “O secretário municipal de transportes havia me dito que garantia que nessa semana não haveria passageiro em pé. Hoje (8) pela manhã, os números que a gente tem, é que em 5% das linhas nos tínhamos passageiros em pé. O secretario tem até sexta-feira para conseguir fazer isso. Se até sexta-feira ele não conseguir fazer isso, a partir da segunda é o outro secretário que irá tentar fazer isso”.

O secretário Edson Caram chegou a gravar um vídeo, exibido pela TV Globo, pedindo desculpas pela aglomeração. Para o presidente em exercício do sindicato dos motoristas e cobradores, Valmir Santana da Paz – conhecido como Sorriso, o caminho para evitar superlotação de ônibus é ampliando a frota.

“No atual momento, nem motorista e nem cobrador tem poder para barrar passageiro que força a entrada mesmo quando os assentos já estão ocupados. Para garantir minimamente o respeito à regra do distanciamento social, a circulação de 100% da frota de ônibus em São Paulo é uma medida que as autoridades devem adotar com a máxima urgência”, afirmou em entrevista ao portal do sindicato.

Ônibus: Após greve, todas as linhas voltam a operar

Movimento no Terminal Barra Funda, por volta de 19h, era tranquilo (SP Agora)

O Sindicato dos Motoristas e Cobradores de São Paulo anunciou, durante a tarde, o fim da greve que afetou, nesta sexta-feira (6), o transporte de ônibus da capital. O presidente do sindicato informou, em um palanque, que os pedidos da categoria foram atendidos.

“Quarta-feira, dia 11, o PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de vocês estará na conta”, festejou Valdevan Noventa.

Motorista e cobradores em frente a Prefeitura de São Paulo
(Denis Glauber/Sind. Motoristas e Cobradores)

Segundo a SPTrans, todas as linhas e terminais operavam normalmente no começo da noite.

Rodízio e Área Azul ficaram suspensos hoje. As restrições de circulação nas faixas exclusivas e corredores de ônibus vigoram normalmente, conforme orientação da sinalização local.

*Atualizado às 19h50

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Greve de ônibus preocupa volta para casa do paulistano

Ônibus estacionados perto da Prefeitura, no Centro da capital
(Sindicato dos Motoristas e Cobradores/Reprodução)

Uma paralisação dos motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo na tarde desta quinta-feira (5), complica a volta para casa dos paulistanos. Segundo a SPTtans, o protesto afeta os terminais A. E. Carvalho, Água Espraiada, Bandeira, Campo Limpo, Capelinha, Jardim Ângela, Lapa, Mercado, Parque Dom Pedro II, Pinheiros, Princesa Isabel, Sacomã, Santo Amaro, São Miguel, Sapopemba, Varginha e Vila Carrão.

No Facebook, representantes do Sindicato da categoria informam que uma assembléia às 16h decidiria sobre os destinos da paralisação. Motoristas e cobradores protestam contra a possibilidade de redução da frota que atende a cidade.

Durante a tarde, além dos terminais, ônibus fecharam corredores na área central e funcionários fizeram uma caminhada até a porta da Prefeitura.

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https://spagora.com.br/trem-da-cptm-produzido-na-china-chega-a-santos/

Paralisação de ônibus prevista para hoje foi suspensa

O Sindicato dos Motoristas e Cobradores de São Paulo suspendeu a paralisação que estava prevista para 9h de hoje (31). A decisão, tomada em assembléia, ocorreu depois que a Secretaria de Mobilidade e Transportes publicou “uma portaria suspendendo todas as possibilidades que permitiam que a partir de 02 de setembro, os ônibus padrons e convencionais novos fossem inseridos no subsistema estrutural (linhas que passam pela região central) sem o posto do cobrador”, informou o Sindicato.

Na segunda-feira (29), seis mil trabalhadores se reuniram para discutir o tema e aprovaram a paralisação. Com a decisão da Prefeitura de discutir melhor o tema, os sindicatos que representam a categoria optaram por cancelar a manifestação.

https://www.facebook.com/SindmotoristasSP/videos/2932087410198379/

Paralisação provoca atrasos em linhas de ônibus

Reunião realizada pelos funcionários das empresas de ônibus de São Paulo durante a madrugada (Sindicato dos Motoristas e Cobradores de SP/Reprodução)

Uma paralisação de funcionários das empresas de ônibus de São Paulo provocou atrasos nas linhas da capital na manhã de hoje (22). Os veículos demoraram pra sair das garagens após o sindicato da categoria promover uma reunião com os funcionários sobre a reforma da previdência e a campanha salarial. A informação é o G1.

Em nota, a Prefeitura de São Paulo informou que a “manifestação sindical causou atrasos nas linhas operadas pelo subsistema estrutural. O serviço está sendo normalizado gradativamente, desde as 3h45”, informa.

Ainda segundo a prefeitura, “técnicos da SPTrans monitoram as linhas e os terminais”.