Butantan recebe insumo para mais 5 milhões de doses da CoronaVac

(Gov. do Estado de SP)

O Instituto Butantan recebeu hoje (19) mais três mil litros de insumo para produção de cinco milhões de doses da CoronaVac, vacina contra a covid-19. O carregamento veio da China e chegou no começo da manhã ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

Este é o terceiro carregamento de 2021 da matéria-prima fornecida pela biofarmacêutica Sinovac, parceira internacional do Butantan. Ainda hoje, o insumo será transportado em caminhões refrigerados até a sede do Butantan, na Capital Paulista, onde as vacinas serão envasadas, embaladas e rotuladas para distribuição ao SUS (Sistema Único de Saúde).

Na última quarta-feira (14), o Governo de São Paulo completou 40,7 milhões de doses entregues ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). O total de envios corresponde a 88,4% das 46 milhões de doses previstas até 30 de abril no primeiro contrato do Instituto Butantan com o Ministério da Saúde.

Somente em abril foram 4,5 milhões. Em março foram disponibilizadas 22,7 milhões de doses. Em fevereiro, 4,85 milhões e, em janeiro, 8,7 milhões de unidades. Até setembro, está prevista a entrega de mais 54 milhões de doses.

Chegada de insumos no aeroporto internacional de Guarulhos.
Jean Gorinchteyn, João Doria e Dimas Covas acompanharam a chegada do insumo (Gov. do Estado de SP)

*Com Gov. do Estado de São Paulo

Insumo para CoronaVac é embarcado na China

Uma nova remessa de matéria-prima da fábrica da biofarmacêutica Sinovac Life Sciences para o Instituto Butantan chegou na manhã de hoje (15) no Aeroporto Internacional de Pequim (PEK) e após passar por procedimentos burocráticos embarcará para o Brasil.

A carga com 3 mil litros de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) será utilizada para produzir 5 milhões de doses da vacina contra a COVID-19.

Nesta quarta, o Governo de São Paulo completou 40,7 milhões de doses entregues ao PNI (Programa Nacional de Imunizações). Somente em abril foram 4,5 milhões. O total de envios corresponde a 88,4% das 46 milhões de doses previstas até 30 de abril no primeiro contrato do Instituto Butantan com o Ministério da Saúde.

Em março foram disponibilizadas 22,7 milhões de doses. Em fevereiro, 4,85 milhões e, em janeiro, 8,7 milhões de unidades.

Por Gov. do Estado de SP

Coronavac é efetiva contra variante brasileira, aponta estudo

(Gov. do Estado de SP)

Um estudo divulgado nesta quarta-feira (07/04) mostra que a Coronavac, vacina contra a covid-19 produzida pela empresa chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, é 50% efetiva na prevenção de infecções sintomáticas causadas pela variante P.1 do coronavírus, duas semanas após a aplicação da primeira dose.

A pesquisa contou com a participação de mais de 67 mil profissionais de saúde de Manaus, onde a variante foi descoberta em janeiro. Os dados sobre a efetividade do imunizante após a segunda dose ainda estão sendo coletados.

Trata-se da primeira pesquisa a analisar a efetividade da Coronavac em um local onde a variante P.1, também conhecida como “variante brasileira”, é predominante.

O estudo é do grupo Vebra Covid-19, formado por pesquisadores de instituições nacionais e internacionais e servidores das secretarias de saúde do Amazonas e de São Paulo e das secretárias municipais de saúde de Manaus e São Paulo, com o apoio da Organização Panamericana de Saúde (Opas).

De acordo com o grupo, os resultados são encorajadores e apoiam o uso contínuo dessa vacina no Brasil e em outros países com a circulação da mesma variante.

Pesquisas anteriores haviam revelado a eficácia de 50,38% da Coronavac. Isso significa a capacidade de o imunizante prevenir a covid-19, com base em dados de voluntários participantes de estudo. 

Já a pesquisa divulgada nesta quarta-feira mostra a efetividade da Coronavac, ou seja, a capacidade da vacina de prevenir a covid-19 em uma situação real de vacinação em grande escala, como o seu impacto na redução de casos, mortalidade ou hospitalizações. 

De acordo com a última atualização do Ministério da Saúde,a grande maioria das cerca de 25 milhões de doses aplicadas (82,2%) no Brasil são da Coronavac. Os outros 17,8% são da AstraZeneca-Oxford, que no Brasil é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Por Deutsche Welle
le/as (ots)

Butantan entrega mais cinco milhões de doses da CoronaVac

Visita ao Instituto Butantan para liberação de novas doses da vacina do Butantan contra Covid-19
(Gov. do Estado de SP)

O Instituto Butantan liberou hoje (29), no começo da manhã, mais cinco milhões de doses da vacina CoronaVac. É a maior remessa em um único dia de março liberada ao Ministério da Saúde.

Segundo o Governo do Estado de São Paulo, neste mês foram entregues 19,3 milhões de doses – quantitativo maior do que o disponibilizado em janeiro e fevereiro juntos.

“Estamos muito felizes por estarmos ajudando na imunização e a salvar milhões de vidas em todo Brasil”, destacou o governador João Doria, que acompanhou a saída das doses da sede do Instituto.

Com o novo carregamento, o total de imunizantes oferecidos por São Paulo ao PNI (Programa Nacional de Imunizações) chega a 32,8 milhões de doses desde o início das entregas, em 17 de janeiro. Até o fim de abril, o total de vacinas garantidas pelo Butantan ao país somará 46 milhões.

O Butantan ainda trabalha para entregar outras 54 milhões de doses para vacinação dos brasileiros até o dia 30 de agosto, totalizando 100 milhões de unidades. Atualmente, 85% das vacinas disponíveis no país contra a COVID-19 são do Butantan.

*com Gov. do Estado de São Paulo

Butantan entrega mais 2 milhões de vacinas

Visita ao Instituto Butantan para a liberação de novas doses de vacina
João Doria, governador de São Paulo, acompanhou entrega das doses

O Instituto Butantan entregou hoje (17) mais 2 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus para o Programa Nacional de Imunizações. Na última segunda-feira (15), o instituto já havia feito uma remessa de 3,3 milhões de doses do imunizante ao Ministério da Saúde.

O Butantan entregou até o momento 22,6 milhões de doses do imunizante CoronaVac, produzido em parceria com o laboratório chinês Sinovac. O cronograma prevê que, até o fim de abril, o instituto tenha disponibilizado 46 milhões de doses.

O estado de São Paulo superou ontem (16) a marca dos 4 milhões de vacinados, sendo que 1,1 milhão de pessoas receberam as duas doses necessárias para completar a imunização.

Na fase atual da campanha, estão sendo vacinadas as pessoas de 75 e 76 anos. A partir da próxima segunda-feira (22) será a vez de quem tem entre 72 e 74 anos.

Butantan entrega hoje 3,3 milhões de doses ao Ministério da Saúde

O Instituto Butantan entregou, hoje (15), mais 3,3 milhões de doses da CoronaVac para o Ministério da Saúde. A informação foi divulgada pelo governador João Doria.

“É a maior entrega feita em um dia da vacina do Butantan para o Ministério da Saúde”, comentou Doria em vídeo postado nas redes sociais.

Os caminhões refrigerados começaram a transportar as doses na manhã de hoje. O Estado afirma que mais dois milhões de doses serão entregues ao Ministéro na quarta-feira (17), totalizando, em uma semana, 5,3 milhões de doses de vacinas.

https://twitter.com/jdoriajr/status/1371442168657764353

Serrana encerra hoje primeira etapa de vacinação

(Gov. do Estado de SP)

Primeira cidade a vacinar os moradores em massa contra a covid-19, Serrana (SP) encerra hoje (14) etapa de imunização. A população participa de estudo clínico do Instituto Butantan para medir a eficácia da CoronaVac contra a disseminação do novo coronavírus.

De acordo com o Instituto Butantan, neste domingo, estão sendo vacinados os últimos moradores do grupo azul, que tem a maior quantidade de moradores. A cidade, de 45,6 mil habitantes, foi dividida em quatro regiões de vacinação (verde, amarela, cinza e azul), dos quais cerca de 30 mil estão aptos a serem imunizados.

Segunda Fase

Na quarta-feira (17), a pesquisa entra em uma nova etapa, quando a população começa a receber a segunda dose da vacina. O cronograma seguirá o processo da primeira dose, começando pelos moradores da região verde e passando para as regiões amarela, cinza e azul.

Segundo o Instituto Butantan, as primeiras conclusões da pesquisa devem começar a ser divulgadas cerca de um mês após o encerramento da aplicação da segunda dose, ou seja, três meses após o início do estudo clínico. Como a vacinação em massa começou em 17 de fevereiro, os resultados devem sair em meados de maio.

Imunização em massa

Diferentemente do restante do país, onde o plano de vacinação imuniza primeiramente os grupos prioritários, em Serrana, toda a população adulta está recebendo a CoronaVac ao mesmo tempo. De acordo com o Butantan, um dos fatores que pesou na escolha da cidade para a realização do estudo foi a proximidade com Ribeirão Preto, onde trabalham diariamente cerca de um quarto dos moradores de Serrana.

A adesão ao estudo clínico foi voluntária. Todo morador com mais de 18 anos estava apto a ser vacinado, com exceção das grávidas, das lactantes e de pessoas com contraindicação médica.

CoronaVac: Lula é vacinado contra a covid-19

Luiz Inácio Lula da Silva ao lado do ex-ministro da saúde Alexandre Padilha durante a aplicação da vacina em São Bernardo do Campo (Ricardo Stuckert/Instituto Lula)

Neste sábado (13), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu a primeira dose da vacinacontra a Covid-19 em São Bernardo, cidade próxima a São Paulo. Ele foi até um posto de vacinação drive-thru e não precisou sair do carro para receber o imunizante.

A vacinação do ex-presidente marca o início de uma nova fase da campanha em São Paulo. Ele é uma das primeiras pessoas da casa dos 75 anos a receber o imunizante. A partir da próxima segunda-feira (15), todos idosos entre 75 e 76 anos podem receber as doses. 

Também já foi anunciado pelo governo de São Paulo que a vacinação de idosos entre 72 e 74 anos começa a partir do dia 22 de março. 

A vacinação acontece nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do estado, pontos de drive-thru e outros postos distribuídos pelos municípios. Locais de vacinação podem ser consultados na plataforma Vacina Já. O governo reforça que o pré-cadastro na plataforma agiliza o atendimento.

Convite de Doria para Lula 

Antes mesmo da campanha de vacinação começar em São Paulo, o governador João Doria (PSDB) tinha convidado Lula para receber o imunizante. A ideia era que todos os ex-presidentes recebessem a dose em uma cerimônia em janeiro. 

Porém, o ex-presidente, que não estava no Brasil na época, recusou o convite e decidiu esperar o momento para se vacinar.

Por TV Cultura

CoronaVac é eficaz contra 3 variantes, diz estudo

(Gov. do Estado de SP)

A CoronaVac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac e que está sendo aplicada no Brasil, é eficaz contra as três variantes do novo coronavírus que circulam no país: a britânica (B.1.1.7), a sul-africana (B.1.351) e a brasileira (B.1.1.28), da qual são derivadas as chamadas P.1 (de Manaus) e a P.2 (do Rio de Janeiro). A informação foi dada nesta quarta-feira (10) pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.

Ainda preliminares, esses estudos, realizados pelo Butantan em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), incluíram amostras de 35 participantes vacinados na Fase 3. O estudo completo inclui um número maior de amostras, que também já estão em análise. Os resultados completos ainda serão divulgados.

“Temos que avaliar se as vacinas produzem anticorpos contra essas variantes. E foi o que fizemos. Já sabíamos que os anticorpos produzidos pela vacina do Instituto Butantan tinham eficiência contra as variantes do Reino Unido e da África do Sul. E agora o estudo feito em associação com a USP mostra que a vacina tem eficiência também com as variantes P.1 e P.2. Portanto, estamos diante de uma vacina que é efetiva em proteção contra as variantes que estão circulando neste momento”, disse Covas.

Vírus inativado

As vacinas compostas de vírus inativado, como a produzida pelo Instituto Butantan, têm todas as partes do vírus, destaca o centro de pesquisa biológica. Isso pode gerar uma resposta imune mais abrangente em relação ao que ocorre com outras vacinas que usam somente uma parte da Spike, a proteína utilizada pelo coronavírus para infectar as células.

Outra característica da vacina inativada do Butantan é que ela consegue ter uma proteína Spike completa. As vacinas que têm fragmentos menores dessa proteína podem apresentar menos chances de eficácia contra as novas variantes.

Os testes feitos pelo Butantan usam soro das pessoas vacinadas, que é colhido por meio de exame de sangue. As amostras são colocadas em um cultivo de células e, posteriormente, infectadas com as variantes. A neutralização consiste em testar se os anticorpos gerados em decorrência da vacina vão neutralizar (combater) o vírus nesse cultivo.

As variantes

“As variantes são novas formas do mesmo vírus. E algumas variantes têm características extremamente preocupantes”, afirmou o diretor do Instituto Butantan.

No Brasil, circulam principalmente três variantes do novo coronavírus. a britânica (B.1.1.7), a sul-africana (B.1.351) e a brasileira (B.1.1.28). Da brasileira surgiram a P.1 (de Manaus), considerada a mais agressiva, e a P.2 (do Rio de Janeiro). Estudos vêm demonstrando que as variantes podem ser mais transmissíveis e, algumas vezes, até mais graves.

“A do Reino Unido tem a transmissibilidade entre pessoas aumentada de 30% a 50% e aumento de gravidade dos casos superior a 30%. Tem também a variante da África do Sul, que determina aumento da carga viral das pessoas infectadas e transmissão aumentada, além de ser resistente à neutralização dos anticorpos produzidos por algumas vacinas e até pela infecção natural”, explicou Dimas Covas.

Entre as variantes do Brasil, a que predomina é a chamada P.2, que surgiu no fim do ano passado e tem mutação comum à da África do Sul. “Mas mais importante é a P.1, de Manaus, que concentra as mutações observadas nas variantes do Reino Unido e da África do Sul. Portanto, essa é uma variante que preocupa e que explica, em parte, o momento grave da pandemia”, alertou.

Recordes

Ontem (9), o estado de São Paulo bateu recorde no número de mortes provocadas pelo novo coronavírus em um único dia, com o registro de 517 mortes. O estado vem batendo também recorde no número de pessoas internadas. Hoje (10) o estado tem 20.314 pessoas internadas, das quais 8.972. em estado grave. A ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) no estado já chegou a 82%.

“No pico máximo da internação, em julho do ano passado, tínhamos 6.250 pacientes internados em UTIs. Portanto, aceleramos, e aceleramos muito, o número de pessoas sendo comprometidas de uma única vez. Há exatas duas semanas, tínhamos 6.650 pacientes internados em UTIs”, ressaltou o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn.

De acordo com Gorinchteyn, a cada dois minutos, há três admissões nos hospitais paulistas, seja para unidades de terapia intensiva, seja para enfermaria.

Nesta semana epidemiológica, que se encerra no sábado (12), o estado vem apresentando novo aumento no número de casos, de mortes e de novas internações por covid-19.

Para conter o avanço do novo coronavírus, todo o estado foi incluído na Fase 1-Vermelha do Plano São Paulo, na qual podem funcionar somente serviços considerados essenciais. Além disso, o governo vem ampliando o número de leitos de UTIs disponíveis no estado para o tratamento da covid-19.

Até o mês de abril, o governo espera ter 9,2 mil leitos só para atendimentos de pacientes graves.

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil

Butantan recebe insumos para mais 14 milhões de doses de vacina

Avião com Insumos ao chegar da China (Nivaldo LIma/SP Agora)

Chegaram na manhã de hoje (4) os insumos para que o Instituto Butantan fabrique mais 14 milhões de doses da vacina contra o coronavírus CoronaVac. A carga, vinda da China, desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos. É a maior remessa de matéria-prima recebida até o momento.

O lote enviado pelo laboratório Sinovac tem 8,2 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA). No dia 10, o Butantan havia recebido 5,6 mil litros de IFA e no dia 3, uma remessa de 5,4 mil litros.

Desde o dia 17 de janeiro, o Butantan entregou 14,4 milhões de doses de vacina que foram distribuídas para todo o país pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

A previsão é que até o final deste mês, o instituto forneça mais 21 milhões de doses e que até o final de abril tenha sido entregue um total de 46 milhões de doses.

Por Daniel Melo, da Agência Brasil