Vacinação antiCovid para a faixa etária de 25 anos começa nesta sexta-feira (6)

A partir desta sexta-feira (6), a capital começa a vacinar o público de 25 anos contra a Covid-19. São esperados 147.439 munícipes nesta nova fase da campanha de vacinação.

No sábado (7) haverá busca ativa para segunda dose. A vacinação ocorrerá nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) ou Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas mais próximas às casas dos faltantes. O órgão aguarda cerca de 198 mil pessoas, segundo dados do VaciVida.

O trabalho será realizado pelos profissionais das unidades, por telefone e de forma presencial, com orientações e informações àqueles que ainda não tomaram a segunda dose do imunizante.

Cabe ressaltar que todas as vacinas disponíveis foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Elas são eficazes e seguras contra a Covid-19. Não há necessidade nem possibilidade de escolher um imunizante específico.

Vacinação na capital

O município aplicou, até esta quinta-feira (5), 10.781.008 doses de vacina contra a Covid-19. São 7.647.441 (D1), 2.817.435 (D2) e 316.132 doses únicas.

Na capital, a cobertura vacinal para população acima de 18 anos está em 86,3% para primeira dose e dose única. Para segunda dose ou dose única, a cobertura é de 33,9%.

Documentos necessários e pré-cadastro

Para garantir as doses à população do município de São Paulo, a SMS reforça a obrigatoriedade de o cidadão apresentar no ato da vacinação um comprovante de residência na capital, juntamente com os documentos pessoais, preferencialmente Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

O comprovante de endereço no município de São Paulo pode ser apresentado de forma física ou digital. Se não houver no próprio nome do munícipe, serão aceitos comprovantes em nome do cônjuge, companheiro, pais e filhos, desde que apresentado também um documento que comprove o parentesco ou estado civil, como Registro Geral (RG), certidão de nascimento, certidão de casamento ou escritura de união estável.

Vale lembrar que o preenchimento do pré-cadastro no site Vacina Já (www.vacinaja.sp.gov.br) agiliza o tempo de atendimento nos postos de vacinação. Basta inserir dados como nome completo, CPF, endereço, telefone e data de nascimento.

Mais informações, como o calendário atualizado de vacinação da gestão municipal, os públicos elegíveis no momento, e a lista completa de postos abertos na capital podem ser encontradas na página Vacina Sampa.

Segunda dose

Com a reestruturação da plataforma De Olho na Fila, o Filômetro, os munícipes podem acompanhar quais vacinas contra a Covid-19 estão disponíveis para a segunda dose em cada posto de vacinação da cidade.

O Filômetro já auxilia os munícipes a identificarem o melhor horário para buscar o imunizante nos postos de vacinação, evitando filas e aglomerações.

A segunda dose está disponível em qualquer posto da capital.

Onde se vacinar
A lista completa de postos pode ser encontrada no site Vacina Sampa.

*Com informações da Secretaria Municipal da Saúde

De Itaú a Natura, empresários saem em defesa das eleições

Um grupo de mais de 250 empresários, intelectuais, políticos, religiosos e outras personalidades da sociedade civil publicou nesta quinta-feira (05/08) em jornais de grande circulação no Brasil um manifesto de apoio ao processo eleitoral brasileiro. O texto também está disponível na internet.

O manifesto Eleições serão respeitadas destaca a confiança dos signatários no atual sistema de votação eletrônico e na Justiça Eleitoral brasileira, “uma das mais modernas e respeitadas do mundo”.

“A sociedade brasileira é garantidora da Constituição e não aceitará aventuras autoritárias”, diz o documento.

O texto destaca que o princípio fundamental de uma democracia saudável é “a realização de eleições e a aceitação de seus resultados por todos os envolvidos”. “O Brasil terá eleições e seus resultados serão respeitado”, enfatiza.

O documento cita ainda a crise social, econômica e sanitária que o país enfrenta, com centenas de milhares de mortes por covid-19 e milhões de desempregados. “Apesar do momento difícil, acreditamos no Brasil”, afirmam os signatários. “Nossos mais de 200 milhões de habitantes têm sonhos, aspirações e capacidades. Esse futuro só será possível com a estabilidade democrática.”

Assinam a carta, entre outros nomes de peso, os empresários Luiza Trajano, do Magazine Luiza, Guilherme Leal, da Natura, Roberto Setúbal, do Itaú, e Pedro Parente, da BRF e ex-presidente da Petrobras; os líderes religiosos cardeal Dom Odilo Sherer, rabino Michel Schlesinger e monja Coen; o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Nelson Jobim, os ex-presidentes do Banco Central Gustavo Loyola, Ilan Goldfajn e Pedro Malan, além de ex-ministros, médicos, professores universitários, entre outros.

O texto foi divulgado após o presidente Jair Bolsonaro intensificar seus ataques ao sistema eleitoral e à urna eletrônica nas últimas semanas, e ameaçar a realização das eleições de 2022. Críticos apontam que Bolsonaro, assim como fez o ex-presidente Donald Trump nos Estados Unidos, semeia dúvidas sobre o processo eleitoral para abrir o caminho para não aceitar o resultado do pleito presidencial do ano que vem caso seja derrotado.

Na semana passada, Bolsonaro convocou uma coletiva de imprensa afirmando que apresentaria provas de fraudes nas urnas eletrônicas. Em vez disso, ele admitiu não ter provas, mas apenas indícios de que irregularidades podem ocorrer. Em mais de duas horas de transmissão ao vivo, inclusive com a convocação da TV Brasil, canal de televisão público, ele exibiu teorias falsas, cálculos equivocados e vídeos antigos, já verificados e desmentidos, como supostas evidências de fraude no sistema eleitoral. 

Carta de ministros e ex-ministros

O manifesto de empresário e intelectuais em defesa das eleições foi divulgado apenas três dias depois de nove ministros do STF e todos os ex-ministros que presidiram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde a Constituição Federal de 1988 divulgarem uma nota na qual defendem o sistema de votação eletrônica. O único ministro da atual composição do Supremo que não assina o manifesto é Kassio Nunes Marques, indicado por Bolsonaro à Corte.

A carta afirma que, desde 1996, quando o sistema de votação eletrônica foi implantado, jamais se documentou qualquer episódio de fraude. Os ministros também argumentam que o sistema eletrônico conseguiu eliminar um passado de fraudes que marcaram a história do Brasil, no Império e na República, e que adotar o voto impresso abrirá espaço para o retorno desse cenário.

Bolsonaro é investigado por fake news

O manifesto desta quinta também chega apenas um dia depois de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), incluir Bolsonaro como investigado no inquérito das fake news e atos antidemocráticos que já tramita na Corte. A decisão foi tomada em resposta a uma queixa-crime enviada na segunda pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e assinada pelo presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, solicitando investigação sobre a polêmica live da semana passada.

Moraes é relator do inquérito sobre fake news e atos antidemocráticos no Supremo. Ao incluir Bolsonaro nessa investigação, o ministro afirmou que o presidente pode ter cometido 11 crimes na live e nos seguidos ataques que vem fazendo à urna eletrônica e nas suas ameaças às eleições de 2022, por vezes personificadas na figura de Barroso.

Ao ser informado da decisão de Moraes, o presidente afirmou em entrevista à rádio Jovem Pan que o ministro do STF estava o “acusando de mentiroso”, o que seria uma acusação “gravíssima”, mas que isso não o iria “intimidar”. 

“Não vai ser o inquérito, agora na mão do senhor querido Alexandre de Moraes, para tentar [me] intimidar. Ou o próprio, lamento, o TSE [Tribunal Superior Eleitoral] tomar certas medidas para investigar, me acusar de atos antidemocráticos”, disse Bolsonaro.

Ele também fez críticas ao inquérito no Supremo, que foi aberto de ofício, sem pedido da Procuradoria-Geral da República, e mencionou que o “antídoto” viria também fora das “quatro linhas da Constituição”.

“Ainda mais um inquérito que nasce sem qualquer embasamento jurídico, não pode começar por ele [pelo Supremo Tribunal Federal]. Ele abre, apura e pune? Sem comentário. Está dentro das quatro linhas da Constituição? Não está, então o antídoto para isso também não é dentro das quatro linhas da Constituição”, disse.

Por Deutsche Welle
le/lf (ots)

Redução de repasse de vacinas pode comprometer vacinação de adolescentes

O governo de São Paulo divulgou nesta quinta (5) que o calendário de vacinação contra a Covid-19 para adolescentes está “em aberto”. A data prevista para o início da imunização do grupo etário era 18 de agosto. 

“O início de vacinação dos adolescentes do estado de São Paulo está neste momento com sua data de início em aberto. Isso se deu por conta da redução no envio proporcional de vacinas para o estado de São Paulo. E mais: caso este fato se repita, a vacinação do grupo de adolescentes estará definitivamente prejudicada no que se refere à sua data até aqui programada”, afirmou Eduardo Ribeiro, secretário executivo da SES (Secretaria Estadual de Saúde). 

De acordo com o governo paulista, o Ministério da Saúde repassou 228 mil doses da vacina Pfizer a menos do que o esperado, o que equivale a 50% da remessa. Atualmente, o imunizante é o único aprovado pela Anvisa para o público com menos de 18 anos.

Segundo a pasta, houve uma mudança no critério de distribuição das vacinas para “compensar” a disparidade entre ritmos de imunização em diferentes estados. O ministério afirmou, em coletiva de imprensa realizada ontem, que a alteração foi comunicada a secretarias estaduais e municipais pelo Conass e o Conasems. 

Entretanto, o secretário estadual de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn disse hoje que o governo foi pego de surpresa pela medida. O governo anunciou que deve judicializar a questão. 

São Paulo recebeu, até agora, lotes do PNI (Plano Nacional de Imunização) proporcionais à população do estado, que corresponde a cerca de 22% de todo o país. Segundo dados apresentados pelo governo, as últimas entregas de vacinas levaram em conta essa proporcionalidade, distribuindo aos paulistas uma porcentagem superior a 20% das doses repassadas às Unidades da Federação.

Em nota oficial divulgada ontem, o governo afirmou que a pasta quebra o pacto federativo com os cortes e coloca habitantes de São Paulo em risco. 

Leia o texto na íntegra:

É mentirosa a afirmação da secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite de Melo, que o Estado de SP ficou com mais doses da vacina do Butantan conforme afirmado em entrevista coletiva do Ministério da Saúde hoje.

O Governo do Estado de São Paulo reitera que está sendo penalizado pelo Ministério da Saúde pelo sucesso da sua campanha de vacinação, que enviou somente 50% das doses previstas para vacinar a sua população de maneira deliberada. O Estado de São Paulo recebeu ontem 228 mil doses a menos do previsto da vacina da Pfizer, quando considerado o critério de distribuição equitativa realizada em todas as pautas de distribuição anteriormente enviadas.

Com esta decisão arbitrária o Ministério da Saúde quebra o pacto federativo e coloca em risco a vida de milhares de cidadãos brasileiros que vivem em São Paulo. O Governo do Estado de SP vai tomar todas as medidas cabíveis para que o direito dos seus cidadãos seja respeitado e a vida deles preservada.

Por TV Cultura

Ator Eduardo Moscovis é internado com covid-19

Eduardo Moscovis, ator (Rede social/via TV Cultura)

O ator carioca Eduardo Moscovis, de 53 anos, está internado no Rio de Janeiro com Covid-19. Ele foi diagnosticado com o vírus e procurou a unidade de saúde do Hospital CopaStar, onde os profissionais avaliaram a necessidade de internação.

Segundo informações do “O Globo”, mesmo internado, o quadro de saúde de Eduardo evolui bem.

O carioca acumula grandes trabalhos ao longo de sua carreira, entre eles as novelas “O Cravo e a Rosa” (2000-2001), “Senhora do Destino” (2004) e a série “Bom Dia, Verônica” (2020).

Por TV Cultura

Taxa de ocupação para leitos de UTI Covid atinge menor média desde novembro na capital

A cidade de São Paulo registrou, ontem (4), a ocupação de 38% dos leitos exclusivos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para Covid-19. A taxa é a menor registrada desde 15 de novembro de 2020.

Atualmente, a capital conta com 1.147 leitos de UTI exclusivos para pacientes com Covid-19. Em junho, a rede hospitalar municipal chegou a operar com 1.445 leitos dessa modalidade, maior número já registrado no município. Em fevereiro de 2020, antes de ser declarada a pandemia, a capital contava com 507 leitos.

O aumento do número de leitos na cidade foi possível graças à ampliação da rede de assistência municipal. Durante a pandemia a Secretaria Municipal da Saúde entregou nove unidades hospitalares: Brasilândia, Bela Vista, Guarapiranga, Capela do Socorro, Santo Amaro, Sorocabana, Brigadeiro, Cantareira e Lydia Storópolli, que ficarão como legado para a cidade, que agora conta com 28 hospitais. Também foi construído um anexo no Hospital Municipal Dr. Moysés Deutsch (M’Boi Mirim) e, no pico inicial da doença, em 2020, os hospitais de campanha do Pacaembu e Anhembi tiveram um papel importante.

A administração municipal estruturou ainda todas as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) para que as emergências se transformassem em UTIs. Assim foi possível suportar a alta demanda de pacientes com Covid-19 no auge da pandemia e garantir atendimento à população.

Essas ações, até o momento, resultaram em 1.744.754 altas de pacientes com Covid-19 atendidos na rede municipal de saúde.

*Com informações da Secretaria Municipal da Saúde

Como a Realidade Aumentada e a vigilância por vídeo podem trabalhar juntas

Como a Realidade Aumentada e a vigilância por vídeo podem trabalhar juntas

De maneira geral, a Realidade Aumentada (RA) pode ser definida como a capacidade de sobrepor elementos virtuais como texto, imagens e outras informações em uma cena ou no vídeo ao vivo para fornecer informações adicionais ao usuário. Essas informações podem ser exibidas em qualquer dispositivo usado para ver a cena ao vivo – como monitores, dispositivos móveis e em alguns aplicativos por meio de óculos e fones de ouvido inteligentes.

Vale a pena diferenciar Realidade Aumentada (RA) de Realidade Virtual (RV). A RV geralmente ocorre por meio de um fone de ouvido que fornece uma perspectiva em primeira pessoa aos usuários, assim confere a sensação de estar fisicamente presente no ambiente que está sendo projetado. Já a realidade aumentada significa estar em algum lugar ou mesmo acompanhar uma cena em tempo real, mas com informações adicionais sobrepostas.

Um exemplo simples de como a Realidade Aumentada poderia impactar o cotidiano: imagine um indivíduo andando pela rua em uma cidade desconhecida, mas com informações úteis sobrepostas sendo transmitidas através de um óculos habilitado para RA ou em um dispositivo móvel. Essas informações poderiam ser direções para um ponto de encontro ou recomendações para atrações locais. A pessoa pode emitir um comando de voz: “Mostre os melhores restaurantes dessa rua” e, imediatamente, a tecnologia levanta essa informação.

Alguns parceiros da Axis já estão entregando aplicativos que permitem sobrepor informações virtuais em vídeo ao vivo. O CamStreamer, por exemplo, desenvolve aplicativos que permitem a transmissão ao vivo das imagens das câmeras Axis diretamente para plataformas de vídeo e redes sociais. Já o aplicativo CamOverlay permite que os clientes adicionem gráficos e informações ao vídeo ao vivo. A RA pode ser efetivamente uma “superpotência da informação”, agregando informações valiosas em tempo real. Com isso em mente, as possibilidades de integração são inimagináveis.

Realidade Aumentada em vigilância por vídeo

Como a Realidade Aumentada e a vigilância por vídeo podem trabalhar juntas
Nomes de ruas e pontos de bússola em imagens de vídeo ao vivo para ajudar a fornecer direções precisas(Divulgação)

As câmeras de vigilância por vídeo em rede fornecem imagens de alta qualidade para os operadores e isso já representa um ganho significativo. Os níveis de detalhes forenses permitem monitorar e avaliar situações e, principalmente, responder aos incidentes em tempo real. Em situações em que os operadores estão direcionando os primeiros socorros no solo, por exemplo, os benefícios da sobreposição de informações adicionais no local são claros. Algumas câmeras Axis já incluem um auxílio de orientação, que pode sobrepor nomes de ruas e pontos de bússola em imagens de vídeo ao vivo para ajudar a fornecer direções precisas.

Quando cada segundo pode fazer uma diferença real, pode haver muitas outras informações úteis fornecidas por meio da sobreposição de Realidade Aumentada. Entender a localização do desfibrilador mais próximo, por exemplo, e ser capaz de direcionar as pessoas para o local correto por meio de áudio ao vivo, pode ser um avanço tecnológico capaz de salvar vidas.

Auxiliar os socorristas com o layout do prédio, entradas e saídas de emergência, seja remotamente – a partir de sala de situação – ou localmente por meio de dispositivos móveis, pode acelerar a evacuação de um prédio ou colaborar para encontrar pessoas presas dentro do edifício mais rapidamente. A dispersão segura de multidões por meio das rotas mais eficazes pode reduzir o risco de incidentes comuns em situações de crise.

Olhando ainda mais à frente

Se permitirmos que nossa imaginação vague um pouco mais longe no futuro, poderemos pensar em como uma combinação de dados virtuais em situações em tempo real pode ser usada para fornecer informações vitais para socorristas e equipes de segurança. Talvez um agente policial pudesse ter acesso a informações sobrepostas às imagens reais com dados como a geolocalização de telefones celulares. Assim, seria possível direcionar o profissional à localização de um telefone celular que foi usado para pedir socorro, por exemplo, agilizando o atendimento a alguém em perigo.

Também podemos projetar que a Realidade Aumentada poderia ser usada por equipes médicas e paramédicos para ajudar a fornecer assistência e cuidados a pessoas no local de um acidente, ou que a transmissão ao vivo da vigilância do local poderia ser usada por paramédicos – no caminho da ocorrência – a identificarem o que aconteceu e realizarem os preparativos necessários mesmo antes de chegarem ao local.

Além dos serviços de emergência

O uso para situações de emergência mostra como a tecnologia poderia ter um impacto decisivo para a sociedade. No entanto, é possível imaginar a importância para outros segmentos. Por exemplo, a equipe de segurança de uma planta industrial poderia receber dados de sensores conectados nos ambientes críticos. Não somente vigilância por vídeo, mas sensores de temperatura, qualidade do ar e detectores de fumaça, entre outros. Assim, é possível respaldar uma operação proativa e em tempo real, antes que incidentes mais graves aconteçam.

Alertas relacionados a aumentos repentinos de temperatura, violações de perímetro, ruídos específicos (como vozes elevadas) podem trazer imagens ao vivo para monitores de vídeo, enquanto mapeiam direções da rota mais rápida para o local ou locais de extintores de incêndio e alarmes. No caso de um roubo, as câmeras de vigilância de vídeo rastreando o intruso, podem até mesmo deixar um rastro digital sobrepostas na vigilância por vídeo para que os oficiais de segurança possam seguir o suspeito.

Tecnologicamente, não há nada que impeça o desenvolvimento de soluções como as detalhadas acima. Na verdade, como mencionamos, pode haver empresas que já estão desenvolvendo este tipo de aplicativo de RA, elas só precisam encontrar o parceiro certo. Este pode ser um bom momento para direcioná-las ao programa Axis Developer Community e Application Development Partner (ADP). É onde o futuro é criado e, geralmente, mais cedo do que você imagina.

Por Sergio Fukushima, gerente de Soluções da Axis Communications

Rogério Flausino participa de projeto que une educação e entrenimento para crianças

Rogério Flausino
Rogério Flausino
Foto: Reprodução/Facebook

Um dos nomes mais importantes da música no Brasil, o vocalista do Jota Quest, Rogério Flausino, atua muito além dos palcos. O artista também é palestrante e empresário, com uma visão empreendedora que inspira pessoas a sair em busca da realização de seus sonhos.

A motivação sempre esteve presente na voz de Rogério Flausino nas músicas do Jota Quest, como “Dias Melhores” e “Fácil”, por exemplo. A energia contagiante dos palcos segue o músico e empresário em outras áreas de sua vida.

Um exemplo que mostra seu lado empreendedor e visão de futuro, é o projeto mais recente batizado de AsteriumLand, que a partir do dia 22 de agosto, começará a disponibilizar seu conteúdo “mágico-educativo” ao público, que na primeira temporada contará com 10 canções originais – em 2 idiomas: inglês e português – embalados por seus respectivos videoclipes de animação, em um total de 20, que poderão ser acessados gratuitamente em seu canal oficial no Youtube e demais plataformas de streaming.

A primeira fase contempla ainda os 5 primeiros livros paradidáticos da “Turma do Johnny”, que tem como objetivo educar com entretenimento aproveitando os canais digitais.

Os personagens são inspirados na trilogia “Johnny Bleas” do autor João G. Brene (Editora Pandorga).

“Fiquei tão apaixonado pelo projeto que não tive como não me convidar a participar também artisticamente deste lindo mundo encantado”, disse Rogério Flausino, que além de sócio investidor da AsteriumLand, ainda empresta sua voz para algumas das canções educativas da Turma do Johnny.

“É tudo muito especial e cuidadoso neste projeto. Todas as canções buscam, por meios lúdicos, ensinar e reforçar práticas e conceitos básicos para vida em sociedade: Cooperação, solidariedade, família, leitura, diversidade, cidadania, entre tantas, muito importantes. Mas acho que o que mais me encantou mesmo foi a possibilidade de ajudar, ao lado desses parceiros, a fazer a diferença no futuro da molecada”, concluiu o vocalista do Jota Quest.

Azul quer comprar 220 aviões elétricos

(Divulgação)

A companhia aérea Azul assinou uma intenção de compra de 220 aeronaves elétricas da fabricante alemã Lilium. O modelo – uma espécie de táxi voador – deve entrar na malha aérea da empresa a partir de 2025 e será usado basicamente para realizar viagens curtas e conectar centro econômicos, regiões metropolitanas e até mesmo condomínios residenciais.

A Lilium anunciou nesta quarta-feira (04/08) que o acordo com a Azul é a primeira encomenda de grande porte recebida e que o negócio gira em torno de 1 bilhão de euros. Antes de a compra ser selada em definitivo é preciso obter a aprovação para a aeronave voar no Brasil. 

As aeronaves são tipo eVTOL, sigla para electric vertical take-off and landing (decolagem e pouso vertical elétrico, em tradução livre. Elas têm capacidade de pousar e decolar verticalmente como helicópteros e não precisam de pistas ou aeroportos.

A aeronave elétrica consegue voar até 240 quilômetros de distância a uma altura máxima de três mil metros, alcança velocidade de até 280 quilômetros por hora e possui espaço para um piloto e seis passageiros.

Empresa brasileira pretende voar com modelo elétrico a partir de 2025 (Divulgação)

Ao contrário dos carros elétricos, que demoram para recarregar suas baterias, as aeronaves da Lilium conseguem recarregar em apenas 30 minutos no solo. A aeronave é movida por 36 pequenos motores elétricos giratórios montados em quatro asas. O alcance do eVTOL deve ser ampliado assim que houver baterias melhores disponíveis no mercado. A empresa planeja um alcance de até 300 quilômetros em 2026.

“Uber dos céus” 

O presidente da Azul, John Rodgerson, afirmou em entrevista ao jornal Valor Econômico que o eVTOL “pode ser o ‘Uber dos céus'”. A empresa avalia operar os eVTOL em rotas como Campinas-Santos, Campinas-Campos do Jordão, São Paulo-São José dos Campos ou Rio de Janeiro-Búzio.

O negócio será conduzido e liderado pelas duas empresas, de forma conjunta. “A Lilium planeja trabalhar com a Azul para transformar radicalmente o transporte regional de alta velocidade no Brasil”, diz um trecho do comunicado da fabricante alemã.

A Azul e a Lilium consideram que o fato de o mercado brasileiro de viagens aéreas ser bem consolidado pode facilitar a nova modalidade de viagens. A rede regional deve ser montada dentro de dois a três anos. A primeira aeronave deve ser construída no próximo ano.

Ajuda também o fato de o Brasil atualmente ser um dos maiores mercados de helicópteros do mundo. Porém, segundo a Lilium, os custos operacionais de um eVTOL representam apenas um quinto dos custos operacionais de um helicóptero.

Após os testes de voo e aprovação em 2024, o serviço comercial com o eVTOL deve ser lançado inicialmente na Flórida e na Alemanha.

Nas últimas duas semanas, outras duas empresas do crescente setor de táxi aéreo já haviam anunciado transações semelhantes. A americana United Airlines encomendou 200 máquinas da startup californiana Archer, enquanto a American Airlines, a Virgin Atlantic e a empresa de leasing Avolon contrataram a British Vertical Aerospace para produzir até mil aeronaves. Além disso, dois operadores de helicópteros encomendaram 200 táxis aéreos da brasileira Embraer.

A Lilium foi fundada em 2015 por um grupo de graduados da Universidade Técnica de Munique, entre eles o presidente-executivo da empresa, Daniel Wiegand. A empresa, com sede em Oberpfaffenhofen, perto de de Munique, possui mais de 600 funcionários. Ao contrário da maioria dos outros fabricantes de táxis aéreos, a Lilium não aposta em conexões aéreas dentro de uma cidade ou metrópole, mas em rotas regionais.

Por Deutsche Welle
pv (ots)

Estado libera eventos sociais e feiras

Coletiva de imprensa com a Área do Governo e a Área da Saúde
João Doria, governador de São Paulo

A partir do dia 17 de agosto, o governo de São Paulo vai começar a permitir o funcionamento de eventos sociais, museus e feiras corporativas, que estavam proibidos desde o início da pandemia do novo coronavírus. No entanto, essa liberação estará condicionada ao controle de público e o uso de máscara será obrigatório. Esses eventos também não podem gerar aglomeração. O anúncio foi feito hoje (4) pelo governo de São Paulo.

Na semana passada, o governo paulista já havia anunciado que, a partir desta data, não haverá mais limitação de público ou de horário de funcionamento para os comércios e serviços. Atualmente, o estado se encontra em uma fase de transição. Nesta fase, que vai funcionar até o dia 16 de agosto, comércio e serviços podem funcionar das 6h à meia-noite, com capacidade de ocupação de 80%. Eventos que gerem aglomerações, como shows, casas noturnas e competições esportivas com público, por exemplo, continuam proibidas no estado.

“A partir de 17 agosto teremos toda a população [adulta do estado de São Paulo] com acesso à primeira dose [de vacina contra a covid-19]. Com isso, eventos sociais, corporativos, culturais e esportivos passam a ser permitidos em um modelo onde não há restrição de ocupação, mas permanece a restrição de distanciamento. Então, o cálculo de ocupação precisa ser realizado, porque não pode haver aglomeração, e as pessoas precisam estar distanciadas. O uso de máscaras permanece”, disse Patricia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico.

Esses anúncios de liberação de atividades começam em um momento em que o estado vem apresentando queda no número de óbitos e de internações por covid-19 por causa do avanço da vacinação. No entanto, isso não significa que a pandemia esteja controlada. Na semana passada, o estado voltou a apresentar um crescimento no número de casos. Além disso, o número de casos pela variante delta [que foi inicialmente identificada na Índia] já vem crescendo no estado e pode até se tornar prevalente. A variante Delta foi responsável pelo aumento do número de casos em diversos países do mundo, inclusive na Europa e nos Estados Unidos.

Segundo a secretária, os shows com público em pé, torcidas e pistas de dança vão continuar proibidos no estado até o dia 1º de novembro, quando o governo espera que pelo menos 90% dos adultos de São Paulo tenham concluído o seu esquema vacinal contra a covid-19. A partir daí, o governo espera liberar todos esses eventos, desde que continue havendo controle de público. “A partir de 1º de novembro será permitido eventos com controle de público, mas que possam ter pessoas em pé e pistas de dança. Lembrando que o distanciamento e o uso de máscara continuam obrigatórios”, disse ela.

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil 

CoronaVac eleva anticorpos em pacientes imunossuprimidos, diz estudo

(Gov. do Estado de SP)

Um estudo conduzido por pesquisadores do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) com pacientes imunossuprimidos mostrou que a vacina contra o coronavírus CoronaVac foi bem sucedida ao aumentar os níveis de anticorpos contra a doença. A pesquisa foi publicada, em julho, na revista científica britânica Nature

Pacientes imunossuprimidos são aqueles cujos mecanismos normais de defesa contra infecção estão comprometidos.

A pesquisa, conduzida com 910 pacientes com doenças reumatológicas autoimunes, além de 182 pessoas em um grupo de controle, mostrou que a vacina é capaz de aumentar em 70,4% o percentual de anticorpos IgG que combatem o vírus. No grupo de controle, a elevação no número de anticorpos chegou a 95,5%.

Em relação aos anticorpos neutralizantes, o estudo indicou uma elevação de 56,3% entre os imunossuprimidos e de 79,3% no grupo de controle de adultos saudáveis.

A pesquisa destaca, ainda, que pessoas com doenças autoimunes, em que o sistema imunológico ataca o próprio organismo, são tratadas frequentemente com medicamentos que reduzem os níveis de anticorpos e, consequentemente, a capacidade de resposta do corpo à doença.

Reações adversas

Também não foram anotadas reações adversas moderadas ou graves após aplicação da vacina, produzida no Brasil em uma parceria entre o Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac. 

As reações mais relatadas foram dor no local da injeção, por 19,8% dos imunossuprimidos e 17% do grupo de controle, dores de cabeça (20,2% entre os imunossuprimidos e 11% no grupo de controle) e sonolência (13,6% nos imunossuprimidos e 10,4% no grupo de controle).

Os pesquisadores apontam, também, no texto da publicação científica, que o levantamento comprovou a capacidade da vacina de reduzir no curto prazo o número de casos sintomáticos de covid-19. No entanto, o grupo disse que os efeitos a longo prazo ainda estão sendo estudados, inclusive a necessidade de um reforço vacinal.


Por Daniel Melo, da Agência Brasil